julho 12, 2024

Diego Brites Ramos assume a diretoria da Acate com a meta de tornar Santa Catarina um player global de inovação.

Na quinta-feira (11), a nova diretoria da Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) foi oficialmente empossada para a gestão 2024-2026 durante uma cerimônia no Teatro do CIC, em Florianópolis. Diego Brites Ramos assumiu a presidência, sucedendo o empresário Iomani Engelmann, que liderou a entidade por dois mandatos consecutivos, de 2020 a 2024. Ramos, que foi vice-presidente de relacionamento da Acate nos últimos quatro anos, é também diretor geral da Teltec Solutions, sediada em Florianópolis, e vice-presidente de sustentabilidade da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro).

A nova gestão da Acate tem como um de seus principais objetivos transformar Santa Catarina em um player global de inovação até 2030. Entre suas metas, destaca-se a ampliação da internacionalização da tecnologia catarinense e o fortalecimento dos laços com os governos estaduais e federal. “Hoje, a tecnologia é a maior direcionadora do progresso mundial, com um forte potencial de gerar PIB, renda e empregos de qualidade, além de atuar como um instrumento propulsor e modernizador dos segmentos econômicos tradicionais. No entanto, nosso país ainda tem um longo caminho a percorrer para aproveitar essa oportunidade tecnológica secular. Nossa referência precisa ser o mundo”, afirmou Ramos.

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TCU critica falta de transparência das políticas públicas para o setor de TICs

O Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu na terça, 10, que falta transparência às políticas públicas federais voltadas ao setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs). A corte realizou um mapeamento das iniciativas executadas por órgãos federais e constatou que existem 15 ações em realização, que mobilizam cerca de R$ 15 bilhões em recursos, mas apenas 7,1% delas dão transparência total à destinação do dinheiro. Nos casos com a devida transparência, há informações sobre os beneficiários e os valores repassados ou renunciados por meio de incentivos fiscais. Já nos casos em que falta transparência, o maior problema é a divulgação dos beneficiários. Quando os órgãos informam a lista de quem recebeu benefícios, não apontam o montante, por exemplo. Outro sintoma comum é indicar o total da renúncia, sem, porém, informar de que modo o dinheiro foi utilizado, estabelecer metas ou prazos para cobrar resultados.
Fonte: Telesíntese

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