abril 2024

Federação Assespro se reúne com a Central de Compras do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos

Nesta quarta-feira (17), a Federação Assespro realizou uma reunião com a Central de Compras do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Na mesa, estavam presentes Marfisa Castro, diretora-substituta e coordenadora-geral de Estratégias em Aquisições e Contratações, junto a Glayson Lins, coordenador-geral de Contratação de TIC, representando o governo. Da parte da entidade, estiveram Christian Tadeu, presidente; Rodrigo Fragola, presidente da Assespro-DF; Uanabia Mariano, assessora de comunicação; e Renato Roll, sócio da Foco – Relações Governamentais.

Durante o encontro, os representantes do governo compartilharam a aprovação, no início de abril, do novo portfólio e cronograma de projetos, que serão em breve divulgados e disponibilizados no site do Ministério. Esse portfólio inclui 34 projetos, sendo 10 dedicados exclusivamente à área de TIC.

Além disso, foi discutido o progresso nas especificações para a contratação de equipamentos de informática como serviço. O processo inicial envolverá uma pesquisa e estimativa junto aos órgãos competentes, seguido pela abertura de uma consulta pública para possíveis ajustes antes da abertura da concorrência.

Este encontro marca o início de uma colaboração entre a central de compras e a Federação Assespro, entre outros, com o objetivo de promover apoio técnico e conexão com o mercado para o desenvolvimento de modelos de contratações públicas de novos produtos e serviços (incluindo pesquisa de preço), bem como servir como um canal de comunicação para divulgar licitações, ações e planos do órgão. Também expressaram interesse em participar de uma reunião do Conselho de Administração da Federação Assespro para discutir as ações da pasta.

Presidente da Federação Assespro, Christian Tadeu, marcou presença na celebração dos 70 anos do IBICT

O presidente da Federação Assespro, Christian Tadeu, esteve no evento de comemoração dos 70 anos do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT). Sua presença destacada no evento reforçou a importância da colaboração entre instituições do setor privado e entidades públicas para impulsionar o avanço da ciência, tecnologia e inovação no Brasil.

Ao participar desse marco histórico para o IBICT, o presidente Christian demonstrou o comprometimento da Federação Assespro com a promoção do desenvolvimento tecnológico e científico do país. Sua presença também evidenciou o reconhecimento do papel fundamental do IBICT na promoção do acesso à informação científica e tecnológica, bem como na gestão e disseminação do conhecimento no Brasil.

A participação ativa do presidente da Federação Assespro no evento não apenas fortaleceu os laços entre o setor privado e o meio acadêmico-científico, mas também ressaltou a importância da cooperação entre diferentes atores para impulsionar a inovação e o progresso tecnológico em nosso país.

Essa colaboração é essencial para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades oferecidas pelo cenário atual da ciência e tecnologia.

Governo quer encomenda tecnológica ainda neste ano para transição energética

A encomenda tecnológica surge a partir de uma demanda de inovação advinda de algum ministério, órgão público ou empresa estatal.

 

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação está empenhado em desenvolver, até o final deste ano, um plano delineando as prioridades e diretrizes para utilizar o poder de compra do Estado como incentivo à criação de tecnologias voltadas para a transição ecológica. Essa iniciativa foi destacada pelo secretário-executivo da pasta, Luis Fernandes.

A estratégia principal para alcançar esse objetivo será por meio de encomendas tecnológicas, um mecanismo no qual o governo contrata empresas para desenvolver produtos que ainda não existem no mercado.

 

Faculdade de Inteligência Artificial no Brasil forma 1ª turma

No Brasil, a primeira turma especializada em Inteligência Artificial (IA) acaba de se formar, marcando um marco significativo no cenário educacional. A crescente implementação da tecnologia em diversos setores tem despertado o interesse de estudantes em busca de uma carreira promissora.

Os graduados pela Universidade Federal de Goiás (UFG) já estão garantidos no mercado de trabalho, com contratações tanto em empresas nacionais quanto internacionais.

A UFG tem como objetivo capacitar profissionais capazes de enfrentar desafios complexos por meio da IA, incluindo o desenvolvimento de sistemas embarcados e autônomos.

Segundo a UFG, 85% dos alunos têm suas mensalidades custeadas por empresas, enquanto 45 projetos de inovação estão em andamento, permitindo que os alunos apliquem suas habilidades em situações reais durante o curso.

As disciplinas do curso abrangem uma variedade de tópicos, desde fundamentos em computação e matemática até técnicas avançadas de Inteligência Artificial, culminando em uma fase final de integração ao longo do curso.

Os estudantes têm acesso a recursos como robôs humanoides, veículos autônomos e supercomputadores para aprimorar suas habilidades ao longo dos oito semestres do curso.

A UFG destaca que os projetos desenvolvidos durante o curso abrangem uma ampla gama de campos de aplicação, como saúde, logística, segurança, agronegócio e energia.

O ingresso no curso é realizado anualmente por meio do SiSU, onde 40 vagas são disponibilizadas para candidatos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, há oportunidades para portadores de diploma ou transferência de outras instituições.

Em relação aos salários, a turma recebeu um total de R$ 1,5 milhão por projetos contratados por indústrias durante a graduação, destacando o potencial econômico da formação em IA. A quinta turma já está em andamento na UFG, com um aumento no número de participantes e uma presença mais significativa de mulheres, representando 20% dos estudantes.

Brasil retorna ao Top 10 dos maiores mercados de tecnologia

Dados recentes da consultoria IDC revelam que o Brasil retornou ao seleto grupo dos dez maiores mercados de tecnologia em 2023, registrando um movimento local de aproximadamente US$ 50 bilhões no setor. Esses dados foram apresentados pela ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) em um relatório intitulado “Estudo Mercado Brasileiro de Software – Panorama e Tendências 2024”.

O Brasil superou a Coreia do Sul e a Itália, reassumindo sua posição entre as principais potências globais, com US$ 50 bilhões em investimentos. Os números indicam que o Brasil recebeu 1,6% dos investimentos globais em tecnologia e 37,2% dos investimentos em toda a América Latina, um aumento em relação aos 36,5% registrados no período anterior.

Considerando o total de investimentos globais em tecnologia da informação, que alcançou US$ 3,2 trilhões em 2023, o Brasil avançou duas posições no ranking de investimentos, figurando agora em décimo lugar, com US$ 50 bilhões aplicados. Este cenário coloca o país como líder na América Latina, que registrou um total de investimentos de US$ 134 bilhões em 2023.

Os investimentos no Brasil foram distribuídos da seguinte forma: 30% para o mercado de software (US$ 15 bilhões), 22% para o mercado de serviços (US$ 10,9 bilhões) e 48% para o mercado de hardware (US$ 23,9 bilhões). Essa distribuição reflete uma tendência em direção à média global, que é de 31% em software, 26% em serviços e 43% em hardware.

Jorge Sukarie Neto, conselheiro da ABES e responsável pelo estudo, destacou que nos últimos anos houve uma queda na participação de investimentos em hardware, enquanto os investimentos em software e serviços cresceram. Ele ressaltou que, pela primeira vez desde 2004, os investimentos em software e serviços superaram os investimentos em hardware, evidenciando o avanço na maturidade dos investimentos em tecnologia no Brasil.

Além disso, o estudo revela que o Brasil continua liderando os investimentos na região latino-americana, aumentando sua participação de 36,5% em 2022 para 37,2% em 2023.

Para 2024, é esperado um crescimento global de 7,4%, com o Brasil apresentando um índice de 6%. No entanto, em 2023, o crescimento do mercado de tecnologia global foi de 4,1%, com uma queda de 0,4% nos investimentos no Brasil, principalmente devido à redução nos investimentos em hardware.

O estudo também oferece insights sobre diversas áreas, incluindo redes móveis privativas, internet das coisas, cibersegurança, nuvem, inteligência artificial, soluções de gestão, entre outras, destacando o potencial de crescimento e as oportunidades no mercado de tecnologia brasileiro nos próximos anos.

Federação Assespro promove agendas em Brasília

A Federação Assespro teve uma agenda movimentada no Congresso Nacional, nesta quarta-feira (10), representada pelo presidente Christian Tadeu e pelos membros Luis Henrique Cidade, Renato Roll e Felipe Sene, da Foco – Relações Governamentais.

Pela manhã, a entidade participou da abertura do evento “Diálogo Setorial para Regulação de Inteligência Artificial no Brasil”, por convite direto do senador Izalci (PL-DF). O evento, promovido pela ABES, Zetta, ABFintech e Fecomércio-SP, contou com a presença dos senadores Eduardo Gomes (PL-TO) e Izalci (PL-DF), além dos deputados Luiza Canziani (PSD-PR) e Julio Lopes (PP-RJ). Durante o evento, foi lançada uma Carta Aberta assinada pela Federação Assespro e mais de 30 entidades, defendendo que o Marco Regulatório da Inteligência no Brasil deve considerar normas e experiências existentes, além de promover cooperação institucional e avaliar os impactos da regulação sobre o desenvolvimento econômico, a inovação e a competitividade.

Durante seu discurso, o senador Izalci destacou a importância da participação do setor de tecnologia na discussão do tema, sugerindo a realização de diversas audiências públicas. O senador Eduardo Gomes enfatizou a relevância da regulação das IAs nos últimos anos e pontuou entendimentos sobre o projeto em discussão.

Em seguida, a Federação Assespro esteve presente no lançamento da Frente Parlamentar da Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação, liderada pelo deputado Gilvan Máximo (REP-DF).

Posteriormente, participou do evento de abertura da exposição sobre os “35 anos do .BR”, realizado pelo NIC.br e pelo CGI.br na Câmara dos Deputados, onde foram promovidas conversas com diversos representantes do setor.

Governo retirará urgência de PL da reoneração da folha

Sem acordo com o Congresso, o governo optará por remover o projeto de lei que trata da reoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia do regime de urgência. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou essa decisão na noite desta quarta-feira (10), após uma reunião com a relatora do texto na Câmara, deputada Any Ortiz (Cidadania-RS).

A possível demora na discussão pode resultar em uma perda de pelo menos R$ 12 bilhões em receitas neste ano, conforme estimativas apresentadas por Haddad em janeiro. No final de dezembro, o governo havia emitido uma medida provisória para revogar o projeto de lei aprovado pelo Congresso e reonerar a folha de pagamento para os mencionados 17 setores da economia.

No início de fevereiro, o governo concordou em converter a medida provisória em projeto de lei, após uma reunião com líderes de partidos da base aliada no Senado.

Haddad não forneceu um cronograma para a discussão dos projetos nem mencionou os impactos fiscais caso a desoneração seja prorrogada até 2027. Ao sair do ministério horas antes, a deputada Any Ortiz apenas informou que o governo se comprometeu a remover a urgência para conceder mais tempo ao Congresso para negociar o assunto.

Google anuncia nova versão de chip de inteligência artificial

O Google revelou nesta terça-feira (09), detalhes sobre uma nova iteração de seus chips de inteligência artificial destinados a centrais de processamento de dados.

Adicionalmente, a empresa também anunciou o lançamento de um processador fundamentado na tecnologia da Arm.  Essa novidade e relevante porque os chips de aceleração de processamento de IA (TPUs) do Google representam uma das poucas alternativas viáveis aos avançados processadores da Nvidia. No entanto, os desenvolvedores só podem acessá-los por meio da plataforma de nuvem do Google, em vez de adquiri-los diretamente.

O Google planeja disponibilizar o chip baseado em Arm, denominado Axion, por meio do Google Cloud. A empresa afirmou que ele apresenta desempenho superior tanto aos chips x86 quanto aos chips Arm de uso geral na nuvem.

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