Uanabia Mariano

Ciência, Tecnologia e Inovação pautam fórum técnico

Investir em ciência e tecnologia é crucial para reduzir desigualdades sociais, de gênero e raça, e para promover a recuperação, conservação e proteção ambiental. Com esse objetivo, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) está mobilizando a sociedade para criar o Plano Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação.

O Fórum Técnico Minas Gerais pela Ciência – Por um Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável será realizado em sete regiões do Estado, começando em Diamantina (Central) no dia 23 de agosto, e abrangerá os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri.

O lançamento oficial ocorrerá em 12 de agosto, durante uma audiência da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, presidida pela deputada Beatriz Cerqueira (PT), que também solicitou o seminário.

As inscrições para os encontros regionais são gratuitas e podem ser realizadas através do Portal da ALMG ou presencialmente no local do evento, dependendo da disponibilidade de vagas.

Durante os encontros regionais, a ALMG coletará sugestões para a formulação do Plano Estadual, com base em um documento de propostas elaborado pela comissão organizadora. O evento conta com a colaboração de quase 50 entidades parceiras, incluindo universidades, secretarias de Estado e instituições de pesquisa. A programação inclui palestras sobre a importância do plano e debates em grupos de trabalho para discutir e priorizar as propostas.

Os participantes escolherão delegados para a etapa final do fórum, que ocorrerá em Belo Horizonte, entre 25 e 27 de setembro. Além disso, contribuições serão aceitas por meio de consulta pública, com início previsto para 23 de agosto.

O fórum visa mapear e diagnosticar a ciência, a pesquisa, a tecnologia e a inovação em Minas Gerais, reconhecendo seu papel no desenvolvimento econômico e social. O objetivo é mobilizar a sociedade para garantir investimentos na área e promover a integração com políticas nacionais e o sistema nacional de ciência, tecnologia e inovação.

Ministra Luciana Santos Anuncia Uso de IA pelo Governo para Disponibilizar Vagas de Emprego

A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, anunciou que o governo utilizará inteligência artificial para oferecer vagas de emprego a quem precisa, como parte do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA). Em entrevista, ela detalhou que o plano, que prevê um investimento de R$ 23 bilhões entre 2024 e 2028, inclui a integração de dados do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e do Cadastro Único (CadÚnico) para indicar oportunidades de emprego a beneficiários do Bolsa Família.

O PBIA, apresentado ao presidente Lula na abertura da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, busca utilizar a IA para melhorar a inclusão e gerar novas oportunidades de emprego, além de abordar desafios em saúde e educação. O plano será apoiado por recursos de diversas fontes e envolve a criação de infraestrutura tecnológica avançada, incluindo um supercomputador de alto desempenho.

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Ministra Anuncia Expansão da Inteligência Artificial no Governo Brasileiro a Partir de 2026

A ministra de Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, prevê que o Brasil levará pelo menos dois anos para alcançar resultados significativos com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA). Em entrevista ao Estadão/Broadcast, a ministra detalhou que o plano, denominado “IA para o Bem de Todos”, inclui a criação de uma “nuvem soberana” para armazenar e gerenciar dados sensíveis, com o objetivo de otimizar a gestão pública e garantir a segurança da informação.

O plano, que terá um investimento total de R$ 23,03 bilhões entre 2024 e 2028, começa com a consolidação da “nuvem soberana”. A infraestrutura será suportada pelo Supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Ciência da Computação (LNCC), que receberá R$ 700 milhões para apoiar o desenvolvimento de ferramentas de IA para saúde, educação, agricultura e emprego.

Luciana Santos justificou o investimento destacando a insuficiência da estrutura atual para lidar com o volume e a velocidade dos dados necessários para o avanço da IA. Apesar do investimento, a ministra ressaltou que o desenvolvimento e a integração das informações exigirão tempo e grandes equipes.

Na saúde, a IA é esperada para acelerar diagnósticos e otimizar a logística de distribuição de medicamentos e equipamentos, reduzindo desperdícios e melhorando a eficiência do SUS. A versão piloto de alguns projetos deve ser lançada em um ano, segundo a ministra.

Inscrições Abertas para Evento sobre Tecnologias no Combate à Violência de Gênero

Nos dias 7 e 8 deste mês, a Universidade Católica de Brasília (UCB) sediará o primeiro hackathon “Empreender é para Elas”, uma iniciativa pioneira para promover o empreendedorismo feminino e gerar impacto social. Realizado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) em parceria com o Instituto Multiplicidades, o evento visa desenvolver soluções tecnológicas para combater a violência contra a mulher e reduzir os índices de feminicídio no Brasil.

Com inscrições abertas até o dia 6, o hackathon está voltado para jovens entre 16 e 30 anos e universitários de todas as idades. Os interessados devem se inscrever online e podem consultar o edital no site do evento. As candidaturas serão avaliadas com base em critérios como desenvolvimento da ideia, sustentabilidade, responsabilidade social e inovação.

Durante o evento, os participantes receberão orientação de profissionais experientes por meio de treinamentos, workshops e sessões de mentoria. As três melhores propostas serão premiadas com valores em dinheiro: R$ 5 mil para o primeiro lugar, R$ 3 mil para o segundo e R$ 2 mil para o terceiro. Os projetos vencedores devem se destacar em inclusão tecnológica, inovação empreendedora e viabilidade técnica e financeira.

Após o hackathon, a próxima etapa focará em projetos liderados por mulheres com modelos de negócio estruturados. Até 50 iniciativas poderão receber apoio e mentoria especializada, promovendo um ecossistema de inovação e empoderamento feminino no Distrito Federal.

Serviço

Hackathon Empreender é para Elas

Data: 7 e 8 de agosto
Horário: Das 9h às 18h no dia 7 e das 9h às 12h no dia 8
Local: Universidade Católica de Brasília

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Cibersegurança: GSI recebe propostas para cibersegurança no Brasil

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) recebeu propostas relacionadas à cibersegurança no Brasil, que fazem parte do documento Contribuições da Sociedade Civil e dos Setores Produtivos para a Estratégia Nacional de Cibersegurança. O relatório apresentado pelo Instituto Nacional de Combate ao Cibercrime (INCC) destaca algumas medidas que devem melhorar a segurança cibernética do país.

📄 Relatório
O levantamento aponta diversas oportunidades e a necessidade de ajustar as estruturas das entidades estatais para prevenir e combater a criminalidade cibernética, bem como criar uma cultura de proteção digital. O relatório também ressalta que, embora haja algum preparo entre agentes públicos e ações privadas, a população precisa de maior conscientização e capacitação sobre riscos e prevenção. A análise destaca também que pequenas empresas são frequentemente afetadas por incidentes de segurança e precisam de incentivos para melhorar suas tecnologias.

Nesse contexto, aponta como crucial debater e atualizar o Código Penal para incluir crimes cibernéticos, criando tipificações e qualificações com penas compatíveis aos tipos de crime e sua respectiva gravidade para a sociedade brasileira. Ainda, é identificada a necessidade de investimentos prioritários do Estado e uma Estratégia Nacional coordenada para consolidar ações e políticas de cibersegurança, com engajamento de governo, setor privado e sociedade civil, visando aumentar a resiliência cibernética do Brasil.

A partir do mapeamento de contexto e cenário realizado, foram constatadas diversas perspectivas relevantes para o futuro da cibersegurança brasileira. Estas perspectivas foram agrupadas em 6 Eixos Estratégicos e uma Visão Central, com o objetivo de possibilitar o aprofundamento de dados que facilitarão a construção de contribuições para a Estratégia Nacional de Cibersegurança.

Eixo 1: Conscientização da Sociedade – Aumentar o nível de conhecimento da sociedade, o engajamento social e autonomia na prevenção e proteção cibernética.

Desafios prioritários
▪️Conscientização contra a prática de engenharia social;
▪️Conscientização sobre práticas de segurança mobile;
▪️Prevenção e Preparo para Resposta a Incidentes de Segurança;
▪️Incentivos para o Mercado de Cibersegurança Nacional.

Proposições Priorizadas
▪️ Investimento em pesquisa e desenvolvimento, alocando recursos para o fomento da inovação e criação de soluções brasileiras para o mercado de segurança cibernética;
▪️ Parcerias com universidades e centros de pesquisa, promovendo a formação de profissionais especializados e o desenvolvimento de soluções avançadas de segurança cibernética;
▪️ Incentivos para contratação de empresas de segurança da informação brasileiras para entidades públicas nos processos de licitação;
▪️ Apoio ao empreendedorismo na área de segurança da informação, dando suporte a pequenas empresas e startups com palestras, recursos e espaços;
▪️ Incentivo para participação de empresas nacionais de segurança cibernética em grandes eventos, ampliando a visibilidade e o alcance dos serviços; dentre outras possibilidades.

Eixo 2: Adequação do Capital Humano – Fomentar e estimular a formação adequada de capital humano na área de segurança cibernética.

Desafios prioritários
▪️ Ausência de profissionais de segurança cibernética;
▪️Necessidade de empresas formadoras;
▪️Necessidade de programas governamentais de formação de profissionais;

Proposições Priorizadas
▪️Criação de centros de capacitação especializados;
▪️Estímulo à talentos em carreiras de cibersegurança;
▪️Reformulação dos currículos dos cursos de tecnologia.

Eixo 3: Engajamento e Integração Multi-Institucional – Construir arcabouço institucional capaz de gerir, monitorar e avaliar os esforços da estratégia nacional.

Desafios prioritários
▪️ Ausência de Dados e Integração;
▪️Ausência de infraestrutura e capacitação;
▪️Fortalecimento da Cooperação Internacional;
▪️Gestão, Monitoramento e Integração dos Esforços Nacionais.

Proposições Priorizadas
▪️ Implementação do Centro/Agência Nacional de Cibersegurança;
▪️Realização de cursos sobre acordos internacionais;
▪️Criação de uma rede de compartilhamento de informações;
▪️Ampliação de delegacias especializadas em crimes cibernéticos.

Eixo 4: Informações e Conhecimento Especializado – Criar bases de dados qualificados e confiáveis, integrando os sistemas de segurança pública e demais atores pertinentes.

Desafios Prioritários
▪️Ausência de dados qualificados;
▪️Ausência de estudos e estratégias sobre o tema;
▪️ Ausência de tipificação de crimes cibernéticos.

Proposições Priorizadas
▪️ Padrões de segurança cibernética para setores críticos;
▪️ Plataforma nacional para reporte de phishing, smishing e vishing;
▪️Desenvolvimento de capacidade de resposta à incidente.

Eixo 5: Financiamento e Incentivos a Cibersegurança Brasileira – Estimular a priorização real deste tema no planejamento nacional, garantindo as bases para o aumento significativo da maturidade do Brasil neste desafio.

Desafios Prioritários
▪️ Financiamento dos Órgãos Reguladores;
▪️Financiamento das Forças de Segurança;
▪️Linhas de Financiamento Especiais – Suporte às PMEs;

Proposições Priorizadas
▪️Linha de crédito para cibersegurança em relação ao PIB;
▪️ Incentivos fiscais e/ou subsídios para investimento em cibersegurança;
▪️ Linhas de financiamento para projetos de segurança cibernética;
▪️Fundo para combate ao crime cibernético.

Eixo 6: Arcabouço Legal, Regulatório e Normativo – Formular políticas públicas direcionadas às vulnerabilidades nacionais.

Desafios prioritários
▪️ Legislação criminal e tipificação de crimes cibernéticos, para abordar o uso de tecnologias emergentes, como inteligência artificial e blockchain, no contexto de crimes cibernéticos;
▪️Gargalos no Decreto n° 8.771/2016, que regulamenta o Marco Civil da Internet, por não prever a necessidade de adoção de controles técnicos básicos;
▪️ Abrangência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), por apresentar uma diferença substancial em relação ao Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia;
▪️Implementação e limitação das Diretrizes da ANPD, pela falta de abordagem específica para certas áreas de risco que podem ser relevantes para agentes de pequeno porte, como a segurança de dados em ambientes de trabalho remoto ou o gerenciamento de terceirizados;

Proposições Priorizadas
▪️ Novo arcabouço legal para crimes cibernéticos;
▪️Autonomia financeira da ANPD;
▪️Fortalecimento legal e regulatório para dispositivos IoT.

Plano brasileiro de IA terá supercomputador e investimento de R$ 23 bilhões em quatro anos

Na terça-feira, 30/7, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, na abertura da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (5CNCTI), o primeiro Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O plano, solicitado por Lula ao Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CCT) no início do ano, visa orientar o desenvolvimento ético e sustentável da IA no Brasil. O evento ocorreu no Espaço Brasil 21, em Brasília, e contou com a presença da Ministra Luciana Santos e do secretário-geral da conferência, Sérgio Rezende.

O PBIA propõe investimentos de até R$ 23 bilhões ao longo de quatro anos, incluindo a aquisição de um dos cinco supercomputadores mais potentes do mundo. O plano abordará diretrizes para pesquisa, desenvolvimento e regulamentação de IA, e os investimentos virão do orçamento, do FNDCT, e de contrapartidas do setor privado.

Lula destacou a importância do plano para o avanço tecnológico do Brasil e para a criação de empregos e oportunidades para jovens. A Ministra Luciana Santos elogiou a ousadia e viabilidade do plano, que se equipara aos investimentos da União Europeia.

O PBIA visa equipar o Brasil com infraestrutura tecnológica avançada e sustentada por energias renováveis, além de desenvolver modelos de linguagem em português com dados nacionais. O plano também marca a retomada do diálogo com a sociedade após um período de negacionismo.

A 5CNCTI, que ocorre até 1º de agosto, é o principal fórum de debate sobre o futuro da ciência no Brasil, com 320 palestrantes discutindo prioridades para as políticas públicas. O evento é realizado pelo MCTI e organizado pelo CGEE, com apoio de diversas entidades.

Sérgio Rezende, secretário-geral da conferência, defendeu a criação de uma política nacional para a Amazônia e o aumento dos recursos para ciência, tecnologia e inovação. A conferência busca construir a nova Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) até 2030, com foco em IA, mudanças climáticas, transição energética e financiamento à ciência e tecnologia.

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Projeto Ativação integra parques tecnológicos de Brasília e de Santos para fortalecer inovação

Lançado nesta terça-feira (30) pelo Biotic – Parque Tecnológico de Brasília e pelo Instituto Multiplicidades, o projeto Ativação promete impulsionar ainda mais o ecossistema de inovação em Brasília. O evento, realizado no SebraeLab do Biotic, reuniu líderes e especialistas do setor de tecnologia e inovação.

Cristiane Pereira, presidente do Instituto Multiplicidades, declarou: “Nosso objetivo é fomentar a integração entre Brasília e Santos, utilizando tecnologias avançadas para logística, considerando Brasília como um importante hub de aviação e Santos como o maior porto da América Latina”.

Participaram da cerimônia Eduardo Bittencourt, presidente do Parque Tecnológico de Santos (SP); Renata Nandes, coordenadora de relações institucionais e comunicação do Biotic; Claudia Lopes, subsecretária da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti); e Cristiane Pereira, presidente do Instituto Multiplicidades.

Cristiane enfatizou: “Este projeto conecta o Parque Tecnológico de Santos e o Biotic com o apoio do Cenep, uma fundação ligada ao Porto de Santos. Estamos ativando o ecossistema de inovação e promovendo novas tecnologias”.

Claudia Lopes destacou a importância da logística: “A logística é fundamental em todas as áreas. A Secti desenvolve projetos que facilitam a logística interna nas empresas e estamos à disposição para apoiar não só tecnologias de inovação, mas também startups e todo o ecossistema”.

Durante o evento, transmitido ao vivo pelo canal do Instituto Multiplicidades no YouTube, houve uma apresentação detalhada do projeto Ativação, destacando suas metas e os benefícios esperados para o ecossistema de inovação local. O projeto visa promover a inovação e o empreendedorismo no Distrito Federal.

A parceria entre o Instituto Multiplicidades e o Biotic prevê a identificação e execução de projetos de interesse comum, captação de recursos para cursos e eventos, e atividades formativas sobre parques tecnológicos e inovação. Essas ações serão desenvolvidas ao longo de cinco anos, focando na promoção da inovação e do empreendedorismo na região.

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Novo Plano Brasileiro de Inteligência Artificial prevê o investimento de R$ 1,76 bi para melhoria de serviços públicos

A proposta do Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) 2024-2028 foi divulgada nesta terça-feira (30/07) na 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) terá destaque no terceiro eixo do plano, focado no uso de IA para melhorar os serviços públicos, com um investimento total de R$ 1,76 bilhão.

O objetivo do plano é tornar o Brasil um modelo global de eficiência e inovação no uso de IA no setor público, desenvolvendo soluções que melhorem a oferta e a satisfação dos serviços, impactando o desenvolvimento e a inclusão social.

A ministra da Gestão em exercício, Cristina Mori, destacou a importância de desenvolver capacidades estatais para lidar com a IA, tanto dentro do governo quanto na sociedade, alinhadas com valores de redução de desigualdades, inclusão, democratização e atenção aos desafios globais.

O plano inclui a criação de um Núcleo de IA do Governo, coordenado pelo MGI, com a participação de diversos órgãos como o MCTI, Enap, Universidade de Brasília, Serpro, Dataprev e Finep. Este núcleo desenvolverá uma Plataforma de IA do Governo, com um orçamento de R$ 25 milhões, para treinar e executar modelos de IA até 2026, e estruturar 25 projetos de alto impacto.

Também está prevista a capacitação de cerca de 115 mil servidores públicos para o uso de IA até 2026, com um investimento de R$ 7,5 milhões.

No âmbito da Infraestrutura Nacional de Dados (IND), o plano inclui a catalogação de 2.000 conjuntos de dados do governo federal até 2027 e a promoção do programa Conecta GOV.BR, com uma meta de economia de R$ 6 bilhões na redução de exigências de documentos dos cidadãos até 2026. Além disso, será criada uma nuvem soberana para dados públicos, com um investimento de R$ 1 bilhão, para garantir a autonomia tecnológica, a segurança e a privacidade das informações.

O secretário de Governo Digital, Rogério Mascarenhas, enfatizou a importância de proteger dados sigilosos e garantir a soberania dos dados, assegurando que o governo tenha controle sobre a localidade onde os dados são armazenados.

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Paris 2024: Uma Olimpíada impulsionada pela tecnologia

As Olimpíadas de Paris 2024 prometem ser um marco na história do esporte, destacando-se não apenas pelas competições emocionantes, mas também pela integração de tecnologias inovadoras que transformarão a experiência de atletas e espectadores.

Inteligência Artificial e Análise de Dados: IA será usada para otimizar a segurança e aprimorar o desempenho dos atletas por meio de análises de dados.

Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR): AR e VR proporcionarão novas formas de vivenciar os Jogos, como assistir a partidas com estatísticas em tempo real e experimentar a sensação de estar no campo de jogo.

Tecnologia de Vestuário: Atletas usarão roupas inteligentes com sensores para monitorar sinais vitais e desempenho, otimizando treinos e prevenindo lesões.

Logística e Operações: Tecnologia será usada para otimizar transporte, gerenciar multidões e garantir a eficiência operacional.

Segurança e Vigilância: Sistemas de vigilância avançados, como reconhecimento facial e análise de comportamento, além de drones de vigilância, garantirão a segurança.

Conectividade: 5G e IoT permitirão a transmissão de dados em tempo real, melhorando a experiência de atletas e espectadores.

Sustentabilidade: Tecnologias sustentáveis, como painéis solares e sistemas de reaproveitamento de água, minimizarão o impacto ambiental dos Jogos.

Acessibilidade e Inclusão: Recursos tecnológicos, como audiodescrição, legendas em tempo real e tradução automática, tornarão os Jogos mais acessíveis a todos.
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Conferência discute estratégia de ciência e tecnologia e plano brasileiro de IA

A 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação será inaugurada nesta terça-feira (30/7), em Brasília, com a participação da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e outras autoridades. O evento visa discutir as necessidades da área de CT&I com a sociedade e propor recomendações para a elaboração de uma nova Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (ENCTI) para os próximos 10 anos.

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