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31/03 a 04/04/2014 - Semana em Brasília

O Brasil tem que incentivar seu segmento de data centers

 

Semana em Brasília

31/03 a 04/04/2014

 

 

 

Colegas,

O Brasil tem que incentivar seu segmento de data centers

Neste mês em que se comemora os 50 anos do lançamento do IBM/360, o mainframe que mudou a história da computação e iniciou um novo ciclo no que se chamava "processamento de dados", vale discutir sobre um novo mercado, que até parece um reavivamento, o negócio de servidores data centers.

Há pelo menos dois anos, sempre que se trata sobre as novas Tecnologias da Informação, como o emergente cloud computing ou a ainda conceitual big data, de uma maneira ou outra, os data centers são referenciados. Estes empreendimentossurgem como um novo modelo negócio que ainda precisa de tempo para ser definido e aprimorado. Mesmo assim, desde já se apresentam como o suporte essencial da computação em nuvem, o carro chefe deste novo ciclo de inovações.

No novo modelo computacional, o processamento édistribuído entre o que ocorre nos data centers – onde  escaláveis e elásticos servidores processam e armazenam a incontrolável quantidade de informação que existe no dia a dia das organizações e das pessoas; e pelos dispositivos dos usuários, seja no (quase antigo) desktop, no tablet ou smartphone, todos operando interfaces de acordo com o perfil do dono, como se fosse exclusiva.  Será ainda função dos data centers a antiga gestão interna de TIC, incluindo os ativos de hardware, sistemas operacionais e banco de dados, rotinas de backup, serviços de suporte, controle de acesso, segurança e manutenção de infraestrutura.

Para as organizações há possíveis frentesa seguir, o que gera incertezas, levando aindaalgum tempo para a adoção total, pois elasnão desligarãoseus recursos internos num estalar de dedos. Como sempre, iniciarão com uma bem observada prova de conceito para conferir e testar os benefícios reais. O próximo passo viráquando uma necessidade de recursos adicionais surgir, como uma atualização, nova aplicação, ou o crescimento de demanda de transações, momento que estimará com mais realidade o retorno sobre o investimento a ser feito.

Agora, as grandes decisões ocorrerão, não mais pelo pessoal de TIC, mas pela alta gestão, que, aliás, ao longo do processo de aprendizagem, poderá observar que não se trata somente de tecnologia, mas de conceitos que também envolvem todos os aspectos do negócio, ou seja, seus processos produtivos e decisórios.

Preocupada com a situação, a Federação ASSESPRO criou uma diretoria específica do setor, para entre outras atividades, mostrar que ter políticas públicas para que este mercado floresça no país deve ser objetivo governamental. Primeiro porque a tecnologia colocará, invevitavelmente, as organizações nas nuvens, sendo preciso estar ao lado delas para facilitar esta migração, principalmente para as mais de seis milhões de micro e pequenas empresas.

Se os governantes tanto falam em “Era da Informação”, saber e garantir que a informação estará disponível aqui, independentemente de incontroláveis fatores externos, é a condição essencial a se cumprir. Portanto, a criação de regulações que garantam este pressuposto – como se tentou na passagem do Projeto de Lei do Marco Civil da Internet na Câmara dos Deputados – é o primeiro passo.

O incentivo a este segmento permite a competitividade e descentralização dos fornecedores, consolidando o país como prestador deste serviço e ocupando ao máximo a esperada expansão que ocorrerá na América Latina, podendo chegar a receitas de R$ 47 bilhões até 2017. Sem fomento interno será mais um item a contribuir para aumentar o déficit externo da conta de serviços, que, só em fevereiro passado foi de US$ 3,5 bilhões.

Por fim, mas não menos importante, como todo data center envolve mão de obra para operar 24x7 e uma grande infraestrutura de energia, refrigeração, cabeamento e segurança física, inevitavelmente, há a necessidade de linhas específicas de financiamento. Afinal, nem todos podem montar um data center como o Google está montando no Chile, que, mesmo minúsculo para os seus padrões, está orçado em US$ 150 milhões. Porém, como estamos no Brasil, os governantes podem ficar tranquilos, o retorno em tributos compensa, e muito, o financiamento ao setor tecnológico, que sempre foi caro e minguado.

 

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

 

 

Notícias Políticas de Interesse do Setor:

 

MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

ØResolução SETEC/MCTI nº 3, de 1º de abril de 2014 – Limita, em até 10% a.a., a parcela a ser equalizada dos encargos das operações de crédito da Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, para os financiamentos contemplados com o referido benefício e aprovados no segundo trimestre de 2014.

 

MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

ØPortaria MDIC nº 48, de 2 de abril de 2014  – O dispositivo estabelece procedimentos para inspeção prévia de estrutura produtiva, com o intuito de verificar a existência de condições mínimas de cumprimento, pela empresa, dos Processos Produtivos Básicos - PPBs para fruição de benefícios fiscais voltados para capacitação e competitividade do setor de informática e automação.

 

Congresso Nacional

ØMarco Civil da Internet–OPLC 21/2014, quetramita em regime de urgência no Senado Federal, recebeu 41 emendas na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática – CCT. A matéria tramita concomitantemente ainda nas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania – CCJ e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle – CMA, sob a relatoria dos senadores Vital do Rêgo (PMDB-PB) e Luiz Henrique (PMDB-SC), respectivamente. Outras comissões ainda podem apreciar o projeto, visto que o presidente da Comissão de Assuntos e Econômicos – CAE, senador Lindbergh Farias (PT-RJ), disse que solicitará a inclusão de sua comissão no despacho da matéria, assim como a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que apresentou requerimento para inserção das Comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa – CDH e de Assuntos Sociais – CAS.

Ø Alteração da sistemática de cobrança do ISS –A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio – CDEIC da Câmara dos Deputados aprovou na quarta (2) o Requerimento de Audiência Pública nº 148/14, de autoria dos deputados Guilherme Campos (PSD/SP) e Mandetta (DEM/MS), para debater o PLP 366/2013 (PLS 386/2012). No requerimento são convidados representantes da Receita Federal do Brasil, da Secretaria de Fazenda do Governo de SP Associação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços – ANEPS, da Associação Brasileira das Secretarias de Finanças das Capitais. Durante a reunião, foi incluído na lista de expositores o Diretor Jurídico da Associação Brasileira de Softwares (ABES), Sr. Manoel Antônio dos Santos.

 

ØICMS e Comércio Eletrônico–Nesta quarta (2) a Comissão Especial destinada a apreciar a PEC 197/2012 (PEC 103/2011) aprovou o parecer do relator, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), com voto contrário do deputado Guilherme Campos (PSD-SP). As alterações trazidas pela matéria são a determinação de alíquota interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final, contribuinte ou não do imposto, localizado em outro Estado; a previsão de que a responsabilidade pelo recolhimento do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será atribuída ao destinatário (quando este for contribuinte do imposto) e ao remetente (quando o destinatário não for contribuinte); e a adoção de partilha, entre o estado de origem e o de destino, da diferença para operações de bens e serviços ao consumidor final não contribuinte (localizado em outro estado). A matéria será apreciada em dois turnos pelo Plenário da Câmara dos Deputados, e deverá retornar ao Senado Federal.

 

ØIncentivo à ciência e tecnologia – Após ter sido aprovada em primeiro turno pelo Plenário da Câmara, a PEC 290/2013 foi encaminhada à Comissão Especial destinada a sua apreciação para elaboração de redação para segundo turno. Na terça (1º), o texto proposto pelo relator, deputado Izalci (PSDB-DF), foi aprovado pelo colegiado. A matéria aguarda inclusão na Ordem do Dia do Plenário da Câmara.

 

ØAlteração das normas tributárias e contábeis federais –O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na última quarta (2) o parecer do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) sobre  Medida Provisória 627/2013, na forma do Projeto de Lei de Conversão nº 2/2014, com alterações. No texto aprovado, foi estabelecido o prazo de oito anos para que as empresas recolham tributos sobre seus lucros aferidos no exterior, sendo fixado o percentual de 12,5% sobre o lucro a ser tributado no primeiro ano, e reabre o Refis da Crise para dívidas vencidas até 30 de junho de 2013. A matéria segue para apreciação do Senado Federal, com previsão de ser deliberada até quarta (16).

 

Publicações no DUO:

         

Notícias Federação e Regionais:

            Regionais

Lançado o programa de inovação de Stanford em parceria com o MGTI

Café empresarial aborda novidades no PAF-ECF e debate com órgão homologador

Comitê de Engenharia de Software aborda treinamento profissional

Acompanhe a definição do dissídio 2014

Rodada de negócios em Porto Alegre

Palestra sobre a Lei Anticorrupção

Eleição do CGI.br

Assespro-SP no lançamento do SPTIC

Rumo ao IPv 6

Projeto da Assespro-RJ receberá o Prêmio ODM Brasil

 

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O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da  Assessoria Parlamentar da Entidade.

 

 

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da Assessoria Parlamentar da Entidade.

 

Grande abraço,

 

Hugo Dittrich

Hugo.dittrich@assespro.org.br

Diretor Adjunto de Comunicação

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação

www.assespro.org.br

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