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23 a 27/09/2013 - Semana em Brasília

"Conforme já havia estabelecido quando apresentou o programa TI MAIOR, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou, no dia 18 passado, oficialmente a CERTICS - Certificação de Tecnologia Nacional de Softwares e Serviços Correlatos, que dará vantagens competitivas nos editais do governo federal para o software que for resultante de desenvolvimento e inovação tecnológica realizados no País."

Semana em Brasília

23 a 27/09/2013

 

 

Colegas,

Conforme já havia estabelecido quando apresentou o programa TI MAIOR, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou, no dia 18 passado, oficialmente a CERTICS - Certificação de Tecnologia Nacional de Softwares e Serviços Correlatos, que dará vantagens competitivas nos editais do governo federal para o software que for resultante de desenvolvimento e inovação tecnológica realizados no País.

Para comprovar a produção local foi desenvolvida uma metodologia de avaliação da CERTICS que busca verificar se há a “criação ou ampliação de competências tecnológicas e correlatas no País, contribuindo para a existência de negócios baseados em conhecimento, para o aumento de autonomia tecnológica nacional e para o aumento da capacidade inovativa”.

A certificação CERTICS é voluntária, dada ao software e servirá de instrumento às empresas que buscam a qualificação para a preferência de margem de preço em até 25% nas compras públicas, conforme estabelece o Decreto nº 7.174/10 e a Lei nº 12.349/2010. De acordo com o governo, os custos da CERTICS, por software, foram assim fixados:

·         Microempresas: R$ 5.000,00

·         Pequena empresa: R$ 10.000,00

·         Média empresa: R$ 15.000,00

·         Grande empresa: R$ 45.000,00

Deste valor 60% fica com o CTI Renato Archer e 40% com a entidade certificadora.

A Assespro Nacional participou nas varias etapas da criação desta certificação, em debates com MCTI e na consulta pública, quando enviou as sugestões do setor para a concepção da CERTICS. A associação também é membro titular no Conselho Normativo da Metodologia de Avaliação do Certics, juntando-se a outras entidades e a dois representantes do MCTI, um do Ministério do Desenvolvimento, um do Ministério do Planejamento, um das Comunicações e um do CTI Renato Archer. Esta adesão comprova a firme defesa da criação de uma informática nacional forte e sustentável que a Assespro faz há 37 anos.

Para as empresas brasileiras de software os processos de certificação não são novidades. Aquelas que atuam no segmento de automação comercial já são obrigadas a certificarem seus softwares para poder ser credenciado em algumas receitas estaduais. Muitas já vêm obtendo CMMi ou MPS.BR, e outras ainda se submetem a certificações de organizações diversas, como a certificação da SBIS/CFM – Sociedade Brasileira de Informática em Saúde / Conselho Federal de Medicina. A Certics não é uma metodologia, contudo, para obtê-la a empresa terá que, no mínimo, ser organizada, o que por si só é bom, e este processo pode levar a empresa a outros níveis de qualidade técnica e operacional. Portanto, podemos estar diante de um fato que enriquecerá todo o setor privado de software.

O uso do Certics não precisa ser exclusivo para compras públicas, podendo se transformar em instrumento para acesso à subvenção econômica e até em concessão de crédito sem os encargos de praxe. Contudo, para tanto seria preciso ele ter vindo junto com um programa de capacitação das empresas na metodologia, ajudando-as a se prepararem para a obtenção da certificação; bem como uma linha específica de financiamento, tanto para custear os ajustes internos necessários para se adequar às normas, quanto para contratar a avaliação.

Para esta e outras discussões que se fazem necessárias (como os custos de certificação e a ampliação para as compras dos demais segmentos públicos) é preciso reunir o Conselho Normativo, fato que ainda não aconteceu e não foi justificado. Neste ponto específico o Ministério esta incorrendo em erro.

Notícias

eSocial: unificação dos cadastros e cruzamento dos dados preocupam empresas

A poucos meses do início da entrega da nova obrigação, gestores podem atrasar a entrega caso não tenham um plano de ação consistente

As empresas têm pouco tempo para começar a transmitir os eventos trabalhistas e a folha de pagamento, na forma de arquivos XML, para o ambiente nacional do eSocial, que é o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, criado para unificar, integrar e padronizar as informações sobre os empregadores e seus empregados ou contratados.

Prevista para iniciar em janeiro de 2014, a nova obrigação está agitando não apenas as empresas e os empregadores, mas, também as consultorias e os desenvolvedores de software, que aguardam por uma prorrogação do prazo através da publicação de ato normativo por parte do Fisco e demais órgãos competentes.

Uma das maiores dificuldades das empresas vem sendo a revisão, padronização e unificação dos cadastros de funcionários, tarefa necessária para se ter em um só local todas as informações trabalhistas, previdenciárias e fiscais sobre a mão-de-obra contratada, segundo comenta Marli Vitória Ruaro, coordenadora de projetos da Sispro, fornecedora de sistemas de gestão, ERP. “Esta tarefa irá tomar tempo dos gestores, que já estão envolvidos na entrega de outras obrigações ao Fisco, o que pode provocar algum tipo de atraso caso eles não coloquem em prática um plano para atender ao eSocial”, alerta.

Segundo a especialista da Sispro, a própria abrangência do eSocial também vem sendo vista como uma dificuldade inicial, uma vez que substituirá todas as obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais no âmbito das contratações de pessoal. As maiores empresas, mesmo que mais preparadas, também podem enfrentar dificuldades devido ao grande volume de informações e dados a serem validados, cruzados e unificados. “Depois disso, espera-se que o serviço fique facilitado, uma vez que a unificação evitará o trabalho dobrado para a entrega de várias obrigações que serão gradativamente eliminadas e substituídas pelo eSocial”.

Entre as obrigações que serão incorporadas pelo eSocial estão a GFIP (Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e Informações à Previdência Social), o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), a Rais (Relação Anual de Informações Sociais), a Guia da Previdência Social (GPS) e a Dirf (Declaração do Imposto de Renda Retido na Fonte enviada pelas empresas à Receita Federal).

Participam do projeto eSocial os seguintes órgãos e entidades do governo federal: Caixa Econômica Federal, Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério da Previdência Social (MPS), Ministério do Trabalho e Emprego (TEM), Secretaria da Receita Federal (RFB) e Ministério do Planejamento.

Fonte: http://www.sispro.com.br

 

PODER EXECUTIVO

Secretário defende sinergia pela inovação no país

Em sua participação na abertura do 1º Workshop de Estratégias – Institutos Senai de Tecnologia, o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Alvaro Prata, apontou a falta de diálogo, especialmente entre o universo acadêmico e empresarial, como um dos principais gargalos para o desenvolvimento tecnológico do país e, consequentemente, para o avanço socioeconômico brasileiro.

“Há vários desafios pela frente e alguns deles estão associados às dificuldades que temos de trabalhar em rede, usar os instrumentos disponíveis e perceber as oportunidades existentes”, reforçou o secretário, ao apresentar as diretrizes e as metas estabelecidas na Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (Encti/ 2012-2015). Uma das metas é elevar os dispêndios em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de atual 1,3% para 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo ele, o investimento público em P&D no Brasil não difere muito do efetivado por países desenvolvidos, mas, em relação ao setor privado, a realidade é outra. Na avaliação de Prata, o empresariado precisa investir mais em ciência, tecnologia e inovação (CT&I).

“Do ponto de vista econômico, o Brasil tem uma representatividade muito grande, mas a nossa exportação não agrega produtos inovadores, que possam competir tecnologicamente com os das outras nações”, frisou. “Há uma correlação muito grande entre o que um país investe em P&D e o que se agrega em termos de desenvolvimento tecnológico, inovação e valores econômicos associados a isso. Observamos que os países que estão melhores investem muito em pesquisa e desenvolvimento”.

Fonte: ASCOM-MCTI

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

Governo apoia PEC que promove ciência, tecnologia e inovação

Representantes do governo manifestaram apoio à proposta de emenda à Constituição (PEC 290/13), de autoria da deputada Margarida Salomão (PT-MG), que atualiza o texto constitucional referente ao tratamento dado às atividades de ciência, tecnologia e inovação. A proposta cria o Sistema Nacional das três áreas, para coordenar e fomentar as ações de entidades públicas e privadas, além de alterar a Carta Magna para criar oportunidades de integrar instituições de pesquisa tecnológica e empresas inovadoras em um sistema nacional.

A representante do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Ana Assad, disse que a PEC vai dar ao governo “mais um instrumento para tratar de forma harmônica todos os setores”. Nessa linha, o Secretário de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Nelson Fujimoto, destacou que o Brasil investe hoje cerca de 1,5% do PIB em tecnologia e inovação, “percentual próximo do que é investido por países em desenvolvimento, como a China”.

Segundo Fujimoto, o desafio do Brasil é aumentar o investimento para chegar próximo aos percentuais aplicados por países como a Alemanha e os Estados Unidos, que investem cerca de 3% do PIB. “Nessas nações o setor público aplica praticamente o mesmo que o governo brasileiro. A diferença fica por conta do setor privado”, explicou.

Como prova do esforço do governo para aumentar os investimentos, Fujimoto citou a criação do Plano Brasil Maior (lançado em 2011 pela presidenta Dilma Rousseff).  “Um dos focos do Plano é superar os gargalos tecnológicos, investir em inovação e melhorar a competitividade internacional com a venda de produtos com maior valor agregado”, destacou.

Fonte: ASCOM-PT

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 


 

Deputados voltam a pedir sanção da Lei do Refis da Crise pela presidenta

A aprovação da reabertura do Refis da Crise voltou a criar expectativa na Câmara dos Deputados. No dia 25 passado, durante audiência convocada pela Comissão de Finanças e Tributação para ouvir o secretário adjunto da Receita Federal, Luiz Fernando Teixeira Nunes, sobre os números da arrecadação de agosto, os parlamentares voltaram a pedir que a presidenta Dilma Rousseff sancione a lei enviada pelo Congresso.

O programa de parcelamento de impostos atrasados foi instituído em 2009 para socorrer empresas e pessoas físicas em dificuldade financeira, após o início da crise que ainda traz consequências para a economia mundial. Em janeiro, a presidenta Dilma Rousseff vetou a reabertura do prazo de adesão ao Refis da Crise.

“É um assunto do momento, [a lei] foi aprovada, está pendente de aprovação [sanção] presidencial e gera uma certa polêmica aqui no ambiente legislativo”, disse Luiz Fernando Nunes, após a audiência, minimizando o debate.

Em diversas ocasiões, a Receita Federal tem se manifestado contra os programas de refinanciamento de impostos atrasados porque alega que os parcelamentos especiais não são benéficos para a sociedade, por desestimularem o cumprimento espontâneo da obrigação do pagamento de impostos.

Na questão do Refis, existem aspectos técnicos da Receita, que sempre se posiciona no primeiro momento, acrescentou o secretário. Ele ressaltou, porém, que o ambiente político leva em consideração outras variáveis, e os deputados, como representantes dos estados, de suas bases, trazem os pleitos deles. E tem também as “ansiedades”, que são colocadas pela empresas, enfatizou Nunes.

Durante o encontro na Câmara, fechado à imprensa, o secretário garantiu que as discussões sobre o assunto foram tranquilas e sem problemas. A Receita defendeu seu ponto de vista e os parlamentares, o deles. “De toda sorte, a matéria foi aprovada pelo Congresso e espera a sanção presidencial. Agora, não é uma questão de discutir se se é a favor, ou não. Nós vamos para o cumprimento da lei”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Câmara aprova criação de 27 cargos de tecnologia da informação em TRT de SC

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou, em caráter conclusivo, no dia 25 passado o Projeto de Lei 4220/12, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 27 cargos no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 12ª Região, sediado em Florianópolis (SC). O projeto, que tramita em caráter conclusivo, segue para o Senado, caso não haja recurso para a apreciação em Plenário.

Pela proposta, são 23 vagas para analista judiciário e quatro para técnico judiciário. Em ambos os casos, o ocupante do cargo deverá ser especialista em tecnologia da informação.

O TST argumenta que o TRT da 12ª Região precisa dos cargos para adequar seu quadro de pessoal à determinação do Conselho Superior da Justiça do Trabalho sobre a padronização da estrutura organizacional e de pessoal dos órgãos da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. A resolução do CNJ define que um tribunal que tenha entre 501 e 1.500 servidores que usem recursos de tecnologia da informação deve ter, pelo menos, 35 profissionais trabalhando na área.

Fonte: Agência Câmara

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Ministro da Justiça defende marco civil da internet para combater espionagem

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo na Câmara, a votação pelos deputados do marco civil da internet (PL 2126/11, apensado ao PL 5403/01) como forma de dar uma resposta ao mundo no combate à espionagem. Ele participou no dia 24 passado de audiência pública sobre as denúncias de espionagem praticadas pela Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês) contra o Brasil.

Na visão do ministro, o aprimoramento das leis nacionais pode ser um instrumento de defesa da privacidade dos cidadãos e também do Estado.

A proposta tramita com urgência e está pronta para análise do Plenário. O relator da matéria, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), reforçou que a medida constitui uma referência mundial de legislação sobre a internet. “Não é aceitável, portanto, que o País continue adiando a votação", afirmou Molon, na reunião.

Cardozo informou ainda que o Ministério da Justiça estuda uma proposta para a proteção de dados pessoais, com o intuito de estabelecer que os cidadãos são titulares das informações que dizem respeito a eles.

Explicações

O ministro foi à Câmara explicar as providências tomadas pelo Brasil após as denúncias de espionagem virem a público. A audiência foi promovida em conjunto pelas comissões de Constituição e Justiça e de Cidadania; de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. O debate também contou com a participação do ministro do Gabinete de Segurança Institucional, José Elito Siqueira.

As denúncias dão conta de que a presidente Dilma Rousseff teve comunicações pessoais investigadas pela inteligência americana e que empresas nacionais, como a Petrobras, também teriam sido alvo de espionagem. Na audiência, Cardozo detalhou reuniões realizadas com representantes do governo americano nos Estados Unidos e lembrou que a Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso. Ele lamentou, no entanto, que o Brasil tenha recebido poucas informações do governo americano, que se limitou a dizer que atua contra o terrorismo e não aceitou fechar acordos.

Críticas

Deputados da oposição criticaram a resposta brasileira ao assunto. Onyx Lorenzoni (DEM-RS), um dos parlamentares que sugeriram a audiência, disse que o Brasil foi surpreendido por algo previsível, uma vez que o País, cada vez mais, ganha destaque internacional.

Por sua vez, o deputado Mendonça Filho (DEM-PE) afirmou acreditar que o governo brasileiro aproveita o episódio de forma eleitoreira. “A população tem a atenção desviada para um foco que não é a inflação, a geração de emprego, os problemas de gestão nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)”, declarou.

Em resposta, Cardozo argumentou que o Brasil não foi o único país a ser surpreendido pelas denúncias. Outras nações, inclusive a Alemanha, ressaltou, também manifestaram sua indignação. “Temos fragilidades, mas parece que todos os países do mundo têm”, comentou.

Fonte: Agência Câmara

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

CPI da Espionagem vai ouvir Google, Facebook e empresas de telefonia

Em reunião no último dia 24, a CPI da Espionagem aprovou a realização de uma série de audiências públicas. Entre os convidados a serem ouvidos pelos senadores em reuniões com datas ainda a serem marcadas estão representantes de companhias telefônicas, como Telefônica, GVT, Oi e TIM, e da Google Brasil, Facebook Brasil e Microsoft.

A CPI está investigando as denúncias de monitoramento de e-mails e telefonemas pelos Estados Unidos no Brasil. Para isso, quer saber se houve participação de empresas e como as interceptações foram feitas.

Documentos

Os parlamentares aprovaram ainda requerimento pedindo à Polícia Civil do Rio de Janeiro e à Polícia Federal cópias dos inquéritos destinados a apurar o furto de dois computadores portáteis da Petrobras ocorrido no início de 2008.

A CPI da Espionagem foi instalada em 3 de setembro, com a missão de investigar as denúncias de que a agência de segurança americana (NSA, na sigla em inglês) monitorou dados do governo brasileiro e da Petrobras. A espionagem teria chegado à presidente Dilma Rousseff e a seus assessores diretos.

Composta de 11 senadores titulares e sete suplentes, a comissão é presidida pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e tem como vice-presidente o senador Pedro Taques. O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) é o relator dos trabalhos.

Fonte: Agência Senado

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Notícias do Sistema Nacional de Inovação  - Ano X – Edição nº 173

·         Thomson Reuters apresenta estudo sobre capacidade de inovação no Brasil

·         Classe científica aprova texto da PEC da inovação

·         As melhores empresas aliam inovação e estratégias de curto prazo

·         Marcas ‘zebra’ tendem a ser mais inovadoras

·         Parques tecnológicos são atrativos para empresas

·         Empresários criam versões locais para o Vale do Silício

·         Indústrias do setor agrícola investem US$ 250 mi para elevar produção

·         Pequenas usam as grandes para crescer

·         Investimento no novo

·         País investe pouco em pesquisa geológica

·         Pimentel diz que não há desindustrialização no País

·         Câmara abre inscrições para debate internacional sobre leis de patentes

·         Bélgica promove seminário sobre o setor agroalimentar

 

Publicações no Diário Oficial da União – DOU

·         Portaria MEC nº 899, de 20 de setembro de 2013: “Aprova a terceira edição do Guia Pronatec de Cursos de Formação Inicial e Continuada –FIC”.

·         Portaria Interministerial MPAS – MF nº 413, de 24 de setembro de 2013: Dispõe sobre a publicação dos róis dos percentis de frequência, gravidade e custo, por Subclasse da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE 2.1, calculados em 2013, sobre a disponibilização do resultado do processamento do Fator Acidentário de Prevenção - FAP em 2013, com vigência para o ano de 2014, e sobre o processamento e julgamento das contestações e recursos apresentados pelas empresas em face do índice FAP a elas atribuídos.

·         Portaria SMPE nº 79, de 25 de setembro de 2013: “Detalha as competências do Núcleo de Apoio Técnico-Normativo do Departamento de Registro Empresarial e Integração da Secretaria de Racionalização e Simplificação da Secretaria da Micro e Pequena Empresa da Presidência da República.”

·         Portaria MCTI nº 724, de 20 de setembro de 2013: Nomear Cecília Leite Oliveira para exercer, interinamente, o cargo de Diretora do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, código DAS 101.5, sem prejuízo das atribuições do que atualmente ocupa.

·         Portaria MRE nº 726, de 20 de setembro de 2013:  Nomear José Antonio Marcondes de Carvalho para exercer o cargo de Subsecretário-Geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia do Ministério das Relações Exteriores, código DAS 101.6.

·         Portaria MDIC nº 727, de 20 de setembro de 2013: Nomear Giuliana Magalhães Rigoni Grabois para exercer o cargo de Assessora Especial do Secretário-Executivo da Câmara de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, código DAS 102.5, ficando exonerada do que atualmente ocupa.

·         Portaria MDIC nº 292, de 20 de setembro de 2013: Exonerar a partir de 05 setembro de 2013, Dermeval da Silva Junior do cargo em comissão de Gerente de Projeto, código DAS 101.4, do Departamento de Tecnologias Inovadoras da Secretaria de Inovação deste Ministério.

·         Portaria MDIC nº 293, de 20 de setembro de 2013: Nomear Andrei José Rodrigues para exercer o cargo em comissão de Gerente de Projeto, código DAS 101.4, do Departamento de Tecnologias Inovadoras da Secretaria de Inovação deste Ministério.

·         Portaria SMPE nº 78, de 24 de setembro de 2013: Nomear Ciro Daniel Souza da Silva para exercer o cargo de Coordenador-Geral de Integração do Departamento de Registro Empresarial e Integração da Secretaria de Racionalização e Simplificação desta Secretaria, código DAS 101.4.

Confiram a seguir os novos links incluídos no site da ASSESPRO NACIONAL:

Clipping

·         Votações para o Prêmio Professor Dr. Imre Simon 2013 encerram em 11 de outubro

·         Palestra de diretor do Fórum Econômico Mundial abre Cúpula Mundial de Políticas Públicas de TI (GPATS 2013) em São Paulo

·         GPATS 2013 discute espionagem cibernética com ex-conselheiro da Casa Branca e criador do site WCITLeaks

·         Assespro Nacional sela parceria com IT4CIO

·         Assespro defende derrubada do Veto ao Projeto de Lei Complementar 200/2012. Congresso Nacional irá avaliar decisão da presidente em 17 de setembro

Releases

·         Votações para o Prêmio Professor Dr. Imre Simon 2013 encerram em 11 de outubro

·         GPATS 2013 discute espionagem cibernética com ex-conselheiro da Casa Branca e criador do site WCITLeaks

Artigos

·         Nuvens com foco no cliente corporativo

Regionais

·         Participantes do Café Empresarial discutem práticas para vender valor nos negócios de TI

·         Linhas de Financiamento para Inovação

·         Como criar equipes e mantê-las engajadas?

·         Aprenda a manter os clientes mais importantes

·         Assespro-RS forma auditor interno ISO 9001:2008

·         Acelera MGTI recebe cinco startups

·         Workshop MGTI

·         Programe sua empresa para participar do Forsoft 2014

·         Palestra sobre segurança na Internet

·         Assespro-RS premia TCCs e fomenta o empreendedorismo inovador

Associadas

·         Cotemig inclui alunos no processo de escolha dos uniformes

·         Startup mineira recusa convite do Vale do Silício para ficar no Brasil

 

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da Assessoria Parlamentar da Entidade.

Grande abraço,

Hugo Dittrich

Hugo.dittrich@assespro.org.br

Diretor Adjunto de Comunicação

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação

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