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2013/06/14 a 10 - Semana em Brasília

Na última semana de maio aconteceu em Caracas, capital da Venezuela, a reunião semestral da ALETI - Federação Ibero-Americana das Entidades de Tecnologia da Informação, atualmente presidida pela Assespro.

 

Colegas,

Na última semana de maio aconteceu em Caracas, capital da Venezuela, a reunião semestral da ALETI - Federação Ibero-Americana das Entidades de Tecnologia da Informação, atualmente presidida pela Assespro.

O encontro teve três dias de duração. O primeiro dia foi reservado para workshops, o segundo dia foi dedicado ao VII DebaTIC (evento este que comemorou os 30 anos da Cavedatos, entidade venezolana do setor de TI), enquanto o último dia foi dedicado à Assembléia Geral da ALETI.

O principal workshop desenvolvido em Caracas foi destinado a concluir os detalhes do Censo ALETI do Setor de TIC, iniciativa que a Assespro executou no Brasil em 2012 de forma pioneira, e que agora se estende aos 19 países da região ibero-americana. O questionario do Censo 2013 foi aprovado, de forma que o Censo deve se iniciar nas próximas semanas.

Outro tema abordado em formato de workshop foi a definição de uma posição unificada das entidades membro da ALETI que também são associadas da WITSA - Federação Mundial das Entidades de TI, visto que na primeira semana de junho ocorreu reunião do Board da entidade em Taipei, Taiwan.

Ainda no primeiro dia, foi desenvolvido um workshop de intercâmbio de experiências na gestão de entidades empresariais de TI entre a Cavedatos e os delegados da ALETI.

No evento DebaTIC, cuja agenda completa está disponível em http://cavedatos.net/eventos/2013/debatic-1/agenda.asp, foram debatidos temas como a evolução do mercado de TI na América Latina e a integração da Venezuela no Mercorsur, entre vários outros.

Finalmente, a Assembleia da ALETI deu andamento a diversos assuntos, tais como a formação do Comitê Eleitoral que deverá conduzir as próximas eleições (que ocorrem em novembro de 2013), as datas e locais das reuniões até 2015, além de ter iniciado diversos aperfeiçoamentos aos Estatutos da Federação (p.ex. com o objetivo de normatizar as regras de ingresso de novas entidades).

A próxima reunião da ALETI ocorre em novembro de 2013, de forma paralela a GPATS 2013 - Cúpula Mundial de Políticas Públicas em TI (www.gpats2013.org).

No cenário político, na última segunda-feira (10/06), a presidente Dilma Rousseff, esteve em Portugal, onde participou, às 17h10 (horário local, com mais 4h em relação a Brasília), de encontro com o presidente português, Aníbal Cavaco Silva, no Palácio de Belém. Às 17h55, foi feita uma declaração à imprensa. E, às 18h30, ela se reuniu com o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho. Dilma ainda participou, às 20h45, de cerimônia de entrega do Prêmio Camões, no Palácio Nacional de Queluz; e, às 21h15, de jantar oferecido pelo presidente de Portugal.

O Ministro Marco Antônio Raupp viajou com destino a Montreal, Ottawa e Waterloo, no Canadá, no período de 7 a 12 de junho de 2013, para participar da Conferência A New Economic Cycle: New Realities, New Frontiers, e de reuniões com autoridades canadenses e com representantes de instituições de pesquisa e empresas daquele país.

Durante a semana passada, a segunda reunião da Mesa de Diálogo com as Centrais Sindicais foi realizada no MTE. O encontro foi coordenado pelos ministros Manoel Dias, do Trabalho, e Gilberto Carvalho, da Secretaria-Geral da Presidência da República. Foi discutida a terceirização de mão de obra nas empresas. Participaram dirigentes da Força Sindical, da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da União Geral dos Trabalhadores (UGT), da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras Brasileiros (CTB) e da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST). Os oito principais pontos de discussão – definidos na primeira Mesa de Diálogo realizada em 14 de maio – são a terceirização de mão de obra, o combate à informalidade do trabalho, a redução da rotatividade, a regulamentação da Convenção 151, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o fortalecimento do Sistema Nacional de Emprego (Sine), a política de medicamentos, especialmente para aposentados, a participação dos trabalhadores nos Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e ao Programa Nacional de Educação no Campo (Pronacampo) e a regulamentação do trabalho doméstico.

Já saída de cabeças coroadas do segundo escalão que estavam no governo desde o primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva — os ex-poderosos secretários executivos da Fazenda (Nelson Barbosa), das Comunicações (Cezar Alvarez), da Casa Civil (Beto Vasconcelos) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Alessandro Teixeira) — sinaliza o fim de um ciclo marcado por pastas com “dois” ministros. Que foi alimentado pela presidente Dilma Rousseff, que tinha o costume de ligar ou despachar diretamente com eles no Palácio do Planalto, à exceção de Alvarez. O excesso de poder dos secretários gerou atritos com os respectivos chefes. Os atuais interinos devem continuar nessa condição pelo menos até novembro, pois três pastas são comandadas por ministros políticos, cotados para disputar as eleições no ano que vem.

Durante a última semana, também foram publicadas no DOU – Diário Oficial da União – as seguintes Medidas Legais:

·       Solução de Consulta RFB nº 66, de 18 de abril de 2013: que dispõe sobre o fato de o pró-labore de sócios pesquisadores não constituir dispêndio com pesquisa tecnológica e desenvolvimento de inovação tecnológica para fins de fruição dos benefícios estabelecidos pelos arts. 17, I, e 19 da Lei nº 11.196, de 2005 e a respectiva consequência no IRPJ;

·       Solução de Consulta RFB nº 77, de 16 de maio de 2013: que dispõe que a gravação de software em mídia é operação de industrialização, sujeita à incidência do IPI e que a confecção de software bem como sua transferência por meio eletrônico não são operações de industrialização, o que implica a não incidência do IPI;

·       Solução de Consulta RFB nº 78, de 16 de maio de 2013: que dispõe que a gravação de software em mídia é operação de industrialização, sujeita à incidência do IPI, que a confecção de software bem como sua transferência por meio eletrônico não são operações de industrialização;

·         Solução de Consulta RFB de nº 80 a  nº 87 , de 16 de maio de 2013: que dispõe que o suporte técnico em programas e sistemas de computador é atividade intelectual de natureza técnica que impede a opção pelo Simples Nacional, já o suporte técnico prestado sem ônus adicionais pela empresa produtora do hardware, ou que elabora, licencia ou cede o direito de uso do software à tomadora do serviço, não pode ser considerado como impeditivo ao Simples Nacional, dado o caráter acessório do serviço em relação ao produto principal e, por óbvio, a sua gratuidade.

 

Confiram a seguir os novos links incluídos no site da ASSESPRO NACIONAL:

 

Clipping

Maravilhosa e cara

Devagar, que o santo é de barro

 

Regionais

Seminário da Assespro/RJ reúne os principais executivos de TI do setor de Óleo e Gás

Sua empresa sabe qual o nível de maturação dos Processos e Gestão em RH, Vendas Complexas e Mercadológica?

Gestão do Conhecimento no Processo de Software será tema do curso da Assespro-MG

Como promover a colaboração e eficiência entre os processos de venda e operação com soluções cloud computing?

Como melhorar os resultados dos projetos através de indicadores?

Assespro-MG divulga linhas de financiamento do BDMG

Prática para Alavancar Vendas Complexas

Associadas

Stratec doa licença de software para hospitais

Vale classifica webAula com nível de excelência como fornecedor EAD

 

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da  Assessoria Parlamentar da Entidade.

Grande abraço,

Jeovani Salomão

Vice-Presidente de Articulação Política

jeovani.salomao@assespro.org.br

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação

www.assespro.org.br

 

 

Mobilização adia na CCJ votação de projeto que regulamenta terceirização

  A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) decidiu adiar para o dia 10 de julho a votação do projeto de lei que regulamenta as terceirizações (PL 4330/04). O adiamento foi possível após um acordo entre os parlamentares que integram a comissão. Assim, após a leitura o relatório do deputado Arthur Oliveira Maia (PMDB-BA), vários parlamentares solicitaram vista do projeto. “Comprometo-me a só colocar a matéria em pauta daqui a 30 dias”, disse o presidente da CCJ, deputado Décio Lima (PT-SC).

A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e as demais centrais sindicais estiveram presentes na reunião e se manifestaram contra o projeto de terceirização. Do ponto de vista das centrais sindicais, o PL leva à precarização das relações trabalhistas. Em nota distribuída aos parlamentares, as centrais afirmam que, “ao contrário do que é amplamente divulgado pelos meios que são diretamente interessados, a terceirização não gera emprego nem garante a alocação de mão de obra especializada”.

As centrais também reivindicavam a formação de uma comissão quadripartite, com representantes dos trabalhadores, empresários, Legislativo e governo federal para analisar a matéria. A decisão de adiamento pela CCJ abre essa possibilidade.

Presente ao debate, o deputado Vicentinho (PT-SP) disse que a mobilização dos trabalhadores foi fundamental para o adiamento da votação do PL. “Esse é um projeto polêmico, e os representantes dos trabalhadores estão muito preocupados, porque ele não dá garantias”, avaliou.

Entre as preocupações elencadas por Vicentinho, está o fim da responsabilidade solidária, isentando a contratante de responsabilidade pelas obrigações trabalhistas em caso de não cumprimento pela contratada.

Para o deputado Francisco Chagas (PT-SP), da forma como está, o PL pode piorar as condições de trabalho, especialmente nas questões relacionadas à saúde, além de enfraquecer as organizações dos trabalhadores. “A organização do trabalho perde qualidade. Não podemos permitir que isso prospere como está. É preciso construir uma proposta que avance com base em consensos”, avaliou.

De acordo com a CUT, o projeto representa um imenso retrocesso, ao permitir a terceirização na atividade-fim da empresa e promover a fragmentação do quadro de trabalhadores, facilitando a fragilidade da representação sindical.

Dados do Dieese comprovam que a terceirização é um dos principais mecanismos que os patrões utilizam para achatar salários e direitos. Segundo o órgão, o trabalhador terceirizado fica 2,6 anos a menos no emprego, tem uma jornada semanal de trabalho de três horas a mais, ganha 27% menos e, de cada dez acidentes de trabalho, oito ocorrem entre terceirizados.

Fonte: ASCOM-PT
Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Câmara instala comissão especial da Lei Geral da Microempresa

Foi instalada, às 14h30 do dia 12/06, a comissão especial que analisará projeto de lei complementar (PLP 237/2012) que trata da quinta revisão da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Participam do colegiado pelo PT, como titulares os deputados Carlos Zarattini (PT-SP), Cláudio Puty (PT-PA) e Pedro Eugênio (PT-PE). Como suplentes, os deputados Nazareno Fonteles (PT-PI), Ronaldo Zulke (PT-RS) e Sibá Machado (PT-AC). A reunião ocorreu no plenário 7.

Entre os principais itens abordados no PLP 237, protocolado pelo presidente da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, deputado Pedro Eugênio, estão o fim da substituição tributária para as micro e pequenas empresas; a inclusão de novas categorias; a redução de custos para abertura de cadastros; o estímulo às exportações e compras governamentais; a extensão dos benefícios aos produtores rurais pessoa física e aos agricultores familiares.

Como a matéria seria distribuída a mais de três comissões permanentes, coube à Mesa Diretora anunciar, em maio deste ano, a criação da comissão especial. Segundo Pedro Eugênio, a lei tem sido exemplo eloquente do grande avanço que o País tem no plano tributário, garantindo o tratamento diferenciado para micro e pequenos empreendedores.

O PLP 237/2012 foi construído a partir de diálogos e reuniões entre membros da Frente Parlamentar e entidades representativas e de apoio ao setor. As modificações anteriores à Lei das MPE foram feitas por meio das Leis Complementares 127 (2007), 128 (2008), 133 (2009) e 139 (2011).

Outras comissões – A Câmara criou duas comissões especiais para dar parecer a dois projetos que tramitam na Casa. O primeiro é o PL 6869/10, do Senado Federal, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente para tornar crime a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 (dezoito) anos.

A outra é a proposta de emenda à constituição (PEC 99/11) que inclui as entidades religiosas de âmbito nacional entre aquelas que podem propor ação direta de inconstitucionalidade e ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal.

Os dois colegiados serão compostos de 20 titulares e de igual número de suplentes, mais um titular e um suplente, atendendo ao rodízio entre as bancadas não contempladas.

Fonte: ASCOM-PT

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

                                                                

Planejamento participa de encontro do SEBRAE sobre compras públicas

A utilização das compras públicas como uma forma de incentivar diversos setores da economia brasileira foi debatida nesta segunda-feira, 10, em Brasília, durante um evento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O Ministério do Planejamento (MP) foi representado na abertura do Encontro de Gestores Estaduais do Projeto Compras Governamentais por Alexandre Quaresma, coordenador geral do Sistema de Concessão de Diárias e Passagens (SCDP).

De acordo com Quaresma, o governo usa seu poder de compra como uma forma de valorizar as políticas públicas e faz um mapeamento mensal de como está a participação das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) nas aquisições governamentais. “O Portal de Compras do Governo Federal (Comprasnet) possui informações consolidadas sobre essas ações e a participação das MPEs aumentou significantemente desde 2007”, disse.

No histórico dos últimos 6 anos, a participação das MPEs nas compras governamentais variou entre R$ 9,7 bilhões e R$ 15 bilhões. Na comparação entre os anos de 2012 e 2007, o crescimento desse segmento empresarial nas contratações públicas alcançou 45%. Em 2012, esse segmento respondeu por R$ 15,4 bilhões dos gastos do governo federal.

Fonte: ASCOM-MPOG

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Afif diz que prioridade é desburocratizar ainda mais o Simples Nacional

O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Afif Domingos, disse no dia 13/06 que uma das prioridades da pasta é desburocratizar ainda mais o Programa Simples Nacional para atingir um número maior de beneficiados.

Segundo o ministro, a elevação de patamar das empresas está no foco das ações. “Muitas empresas evitam crescer. Criam outra empresa, duas, três [empresas] para não passar o limite e não cair no tormento tributário, que é o sistema tributário como o todo. Temos que usar a imaginação de como fazer essa regra de passagem mais suave.”

“Nossa obsessão é simplificar o simples. Sempre fazer mais simples é um desafio. Quando se cria o protótipo de alguma coisa, você vai aperfeiçoando e modificando com o tempo. O simples foi criado e está sofrendo processo de aperfeiçoamento e melhoramento”, completou.

O Simples Nacional é um sistema mais enxuto de recolhimento de tributos de micro e pequenas empresas. De acordo com o programa, microempresas com receita bruta anual até R$ 360 mil e empresa de pequeno porte com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões no ano podem ser beneficiadas com o imposto reduzido.

Fonte: Agência Brasil

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Ministro participa de encontro com Frente da Microempresa na Câmara

O ministro da Secretaria Nacional da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos participou, no dia 12/06 às 8h, de um café da manhã com integrantes da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, presidida pelo deputado Pedro Eugênio (PT-PE).

O ministro explanou sobre as possíveis estratégias e ações tomadas em conjunto entre Legislativo e Executivo em defesa das micro e pequenas empresas (MPE). Na ocasião, Afif falou sobre os projetos de estruturação do ministério e sobre a atuação da pasta como grande agente coordenadora das políticas públicas nacionais em defesa das MPE.

Pedro Eugênio e Afif já haviam adiantado assuntos durante uma reunião no fim do mês passado, no gabinete do ministro, em Brasília. “Conversamos sobre os principais pontos do Projeto de Lei Complementar 237/12, que trata da quinta revisão da Lei Geral das MPE. O ministro se colocou à disposição e confirmou que será nosso principal aliado dentro do Executivo para agilizar e operacionalizar as ações”, disse o parlamentar.

O ministro já adiantou que entre as prioridades estão a redução dos custos para as MPE e a criação de um ambiente de maior presença dessas empresas no mercado. Para isso, segundo Afif, o governo terá que investir em inovações e crédito, além de promover melhorias de gestão.

Fonte: ASCOM-MDIC

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Comissão promove seminário no RJ sobre pesquisa e inovação               

A Comissão Especial do Código Nacional de Ciência e Tecnologia (PL 2177/11) promoveu no dia 13/06 o seminário “Estratégias para o desenvolvimento da pesquisa e da inovação no Brasil”. O evento foi proposto pelo deputado Edson Santos (PT-RJ).

Participarão do debate o presidente da comissão, deputado Gabriel Chalita (PMDB-SP); o relator da proposta, deputado Sibá Machado (PT-AC); e o presidente da Fiocruz; Paulo Gadelha. O debate será realizado no auditório da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca - na Fiocruz, no Rio de Janeiro (RJ).

Santos sugeriu que o processo de debates e consultas incluísse também a realização de um seminário no estado do Rio de Janeiro, para incluir representantes de diferentes setores no debate. “O debate neste estado propiciará, além a presença de debatedores e participantes de da cidade regiões próximas, ampliando o arcabouço de nossas consultas públicas”, afirmou.

Fonte: Agência Câmara

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

Instalada comissão que vai propor modernização da Lei de Licitações

Foi instalada nesta quinta-feira (13) a Comissão Temporária de Modernização da Lei de Licitações e Contratos (Lei 8.666/1993). Na reunião de instalação, a comissão também aprovou o cronograma de trabalho, que deve durar dois meses, prorrogáveis por mais dois.

Presidida pelo senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), a comissão tem como relatora a senadora Kátia Abreu (PSD-TO) e como relator revisor o senador Waldemir Moka (PMDB-MS). A ideia é modernizar a Lei de Licitações e Contratos.

Segundo a relatora, a Lei de Licitações e Contratos, que vai completar 20 anos no próximo dia 21, já foi objeto de mais de 600 propostas de mudanças. Já foram apresentados 518 projetos de iniciativa da Câmara dos Deputados, 157 do Senado, e 50 medidas provisórias do governo com o objetivo de alterá-la.

O senador Waldemir Moka afirmou que será um trabalho difícil, porém necessário. Para ele, o caminho é a punição dos que infringirem a lei, ao invés de elaborar uma legislação tão rigorosa e burocrática.

 

Cronograma de trabalho da comissão

A comissão aprovou um cronograma que será dividido em três fases. A primeira será destinada a audiências públicas, às segundas-feiras, às 18h. Serão quatro audiências que devem se realizar a partir da próxima semana, até agosto.

A primeira audiência pública será realizada no dia 24 de junho e ouvirá entidades como o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Associação Brasileira do Comércio Farmacêutico (ABCFarma), entre outras.

A segunda audiência ouvirá especialistas do direito brasileiro. A terceira, representantes do governo e órgãos de controle, como Controladoria-Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU). A última audiência ouvirá especialistas do direito comparado, para debater as diferenças da legislação brasileira em relação às leis de outros países.

A segunda fase de trabalho da comissão será destinada a estudar as sugestões e críticas colhidas nas audiências públicas e compará-las com os projetos que tramitam no Congresso sobre o assunto. Também nessa fase será elaborada a minuta do projeto de lei. A relatora afirmou que há muitos projetos bons e que a ideia é aproveitá-los, não dispensá-los.

Até o dia 8 de outubro, a senadora pretende realizar a última fase de trabalho da comissão, que será a discussão da minuta e deliberação da versão final do projeto.

Durante a reunião, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) entregou a Kátia Abreu um parecer do PLC 32/2007, aprovado pela Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), naquele mesmo ano e que aguarda inclusão na Ordem do Dia do Plenário. O projeto modifica a Lei de Licitações e Contratos e, segundo Suplicy, houve bastante discussão no Senado, durante a tramitação da proposta.

Kátia Abreu afirmou que confia no trabalho da comissão, mas que todos precisam partir do princípio de que nenhuma lei consegue suprir a falta de ética. Para a senadora, mais importante que a lei seria se todos fizessem um pacto moral.

Fonte: Agência Senado

Edição: Foco Assessoria e Consultoria Ltda.

 

 

NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO

13/06/2013 – Ano X – Edição nº 158

Finep lança edital de R$ 41 milhões para a indústria naval

=>Carta de Manifestação de Interesse devem ser enviadas até 21 de junho de 2013.

Finep criará fundos para investir R$ 600 milhões em empresas inovadoras
=>Capital faz parte de cinco fundos de investimento a serem criados em 2013. Inicialmente serão destinados R$ 200 milhões para o primeiro fundo.

Justiça decide que legislação brasileira permite patente de segundo uso
=>Elas se referem a substâncias que tinham uma aplicação original e, depois, desenvolve-se uma nova utilização.

Conselho sobre PI do Fórum Econômico Mundial se reúne no RJ
=>Um dos 88 criados pelo Fórum Econômico Mundial, integrantes discutiram metas da agenda para até 2030.

CCT aprova isenção de impostos para microempresas de TI
=>Matéria precisa ainda ser aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), antes de seguir para votação na Câmara.

Câmara de SP aprova criação de agência de apoio a micro e pequenas empresas
=>Objetivo da agência é estimular o desenvolvimento das micro e pequenas empresas da cidade, a partir do oferecimento de microcrédito.

Brasil vai integrar consórcio internacional de inovação aberta em fármacos
=>SGC construirá laboratório na Unicamp para pesquisa de proteínas e desenvolvimento de moléculas.

Brasil atrai centros globais de pesquisa
=>Perspectiva de ganhos bilionários com o pré-sal e projetos de infraestrutura tornam mercado atrativo para investimentos em P&D.

Estudo avalia benefícios de padronização nos acordos de colaboração em P&D            
=>Modelos de contrato de pesquisa conjunta aceleraram parcerias no Reino Unido.

Demanda do Inova Saúde - Fármacos supera em 2,7 vezes os recursos do edital
=>Ao todo, 49 empresas e 14 Instituições de Ciência e Tecnologia enviaram cartas manifestando o interesse em desenvolver projetos inovadores.

Prêmio Brasil-Alemanha reconhece inovação           
=>Inscrições estão abertas até 9 de agosto. Prêmio foi criado pela Câmara de Comércio Brasil Alemanha.

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