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2013/03/08 a 04 - Semana em Brasília

Na avaliação dos parlamentares  dos estados produtores o Regimento do Congresso não foi cumprido porque os vetos só foram avaliados em plenário, e na linha de pensamento deles essa análise deveria ter acontecido antes na Comissão Especial...

 

 

Colegas


O Congresso Nacional derrubou os vetos da presidente Dilma Rousseff à lei dos Royalties e as bancadas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo anunciaram que vão recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) alegando inconstitucionalidade da lei. Na avaliação dos parlamentares  dos estados produtores o Regimento do Congresso não foi cumprido porque os vetos só foram avaliados em plenário, e na linha de pensamento deles essa análise deveria ter acontecido antes na Comissão Especial. O que mostra uma manobra política das outras bancadas. Segundo o deputado Alessandro Molon (PT/RJ) o Rio de Janeiro vai perder R$ 3 bilhões por ano com a lei.

O governo federal lavou as mãos. O ministro Gilberto Carvalho declarou que a presidente Dilma não vai entrar nessa briga e no Congresso ficou muito claro que os parlamentares ficam sem partido quando a votação vai influenciar diretamente no orçamento de seus estados. Com isso fica claro que pensar numa reforma tributária, neste ano, é pensar em muito trabalho.

Manobras políticas foram o que não faltou nesta semana. A votação e posse da nova diretoria que vai comandar a Comissão de Direitos Humanos, da Câmara, foram conturbadas. Onde parecia ter certo equilíbrio ficou cheio de conflitos e uma comissão que parecia não ter “tanta importância”, nas decisões políticas, chamou atenção de todo o Brasil para os debates realizados por lá.

As decisões dos congressistas nestes primeiros meses de 2013 mostraram que são cheias interesses, sejam partidários, sejam temáticos, pessoais ou políticos. São decisões que vão influenciar na vida das pessoas, das empresas e da condução do país.

As votações de matérias que vinham se arrastando por longos anos, nas duas casas, deram início de fato, nessa sessão legislativa, que termina em fevereiro de 2014, quando os presidentes das comissões temáticas deverão entregar seus cargos aos seus sucessores.

A presidência da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática ficou com o deputado Paulo Abi-Ackel, do PSDB mineiro. Ex-líder da Minoria, o parlamentar de 49 anos também está no segundo mandato na Câmara. Apesar de ser da oposição ao governo federal, Abi-Ackel disse que vai promover debates acima das divergências partidárias. "Eu vou me encontrar com o ministro das Comunicações e o ministro de Ciência e Tecnologia e há muito que fazer, principalmente considerando que o avanço tecnológico é algo muito rápido muito veloz. Portanto, o nosso grande desafio é fazer com que a comissão acompanhe a velocidade da evolução tecnológica, sobretudo, considerando que temos grandes eventos pela frente, como Copa do Mundo e Olimpíadas", afirmou Abi-Ackel.

A presidência da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, CTASP, cujo presidente passou a ser Roberto Santiago, PSD/SP, já anunciou mudanças na dinâmica de votações, a fim de que o colegiado enfrente os projetos de lei mais polêmicos:  "A comissão tem 200 PLs parados porque a presidência anterior entendia que, enquanto não se buscasse o entendimento, os projetos não voltavam para a votação. O nosso entendimento é distinto: nós vamos trabalhar no sentido de buscar o entendimento, mas, não existindo o entendimento, nós vamos colocar os projetos em votação. Por exemplo, temos uma grande polêmica que é a questão da contribuição para as entidades sindicais, tanto patronais quanto de trabalhadores. Esse é um que vai votar. Há vários projetos que tratam de fundo de garantia aqui: nós precisamos sentar e dar uma solução definitiva".

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves, pediu, em plenário, que o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ponha em pauta as propostas de emenda à Constituição que tratam do orçamento impositivo para as emendas parlamentares. O deputado Décio Lima (PT-SC) que foi eleito presidente da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania é professor e advogado, tem 52 anos, está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados. Foi vereador e prefeito de Blumenau em duas gestões, sempre pelo PT. Décio Lima disse que vai agilizar as votações na CCJ. "Nós sabemos que a democracia tem um custo, que é o custo da demora, porque ela pressupõe que as pessoas falem e que as pessoas ouçam, de maneira que nós vamos nos submeter a este debate democrático, que já é de certa forma um processo demorado", afirmou.

Questionado sobre a possibilidade de algum embate com o Poder Judiciário quanto ao entendimento sobre matérias jurídicas e constitucionais, Décio Lima evocou as prerrogativas da CCJC estabelecidas pela Constituição Federal e pelo Regimento Interno da Câmara. "Em nenhum momento nós vamos transigir com elação às atribuições que são próprias da CCJ. Ela é um foro importante do Parlamento brasileiro, não só no número - ela reúne 66 deputados desta Casa, mas também do ponto de vista das suas atribuições. Ela exerce o juízo da admissibilidade, da técnica legislativa, dos aspectos da constitucionalidade. Ela reúne vários poderes do ponto de vista de terminar matérias, por conta dos procedimentos internos desta Casa; portanto, naquilo que compete à Comissão de Constituição e Justiça, nós não vamos nos curvar", afirmou.

O deputado João Magalhães (PMDB-MG), foi eleito presidente da Comissão de Finanças e Tributação. Pecuarista e cafeicultor, João Lúcio Magalhães Bifano é da cidade de Matipó (MG). Este é seu quarto mandato como deputado federal. Magalhães passou pelos partidos PDS, PFL, PP, PPB, PMDB e PTB, antes de voltar ao atual PMDB.  João Magalhães integrou ainda as CPIs da CBF/Nike; da Crise do Sistema de Tráfego Aéreo; do Setor de Combustíveis e da Subnutrição de Crianças Indígenas, da qual foi vice-presidente.


Confiram a seguir os novos links incluídos no site da ASSESPRO NACIONAL:

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Inefinépcia III: Hora da Decisão

Clipping

Na luta contra a pirataria é preciso educação

IEEE Internet of Things Survey provides clarity around definition future uses and challenges

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Pesquisa mostra que conteúdo do AD é conciso e relevante para a maioria dos leitores

Assespro-MG lançou palestra especial sobre Arquitetura de Negócios

Minas Gerais sediará uma das aceleradoras do StartUp Brasil

Faculdade Batista de MG oferece desconto de 30% para filiados

Como potencializar o posicionamento de um site?

BH receberá nova edição do Congresso sobre Gestão de Informação e Documentos Corporativos no próximo mês 

Assespro-MG promoveu a Sexta Edição do Curso de Formação de Analistas de Negócios

Assespro-RS promove palestra para desmitificar ISO 9001:2008


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Paiva Piovesan lança Finance para Android

Grupo Vipal implantará plataforma de aprendizagem da WebAula


Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da  Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br

(61) 4501-8301


ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Câmara instala comissões permanentes e elege presidentes

A Câmara instalou nesta semana 20 das 21 comissões permanentes da Casa. A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional foi instalada, mas não definiu sua Mesa Diretora. Está marcada para a próxima quarta-feira (13) a eleição do presidente e dos três vice-presidentes desse colegiado.

Direitos Humanos

A instalação da Comissão de Direitos Humanos e Minorias ocorreu nesta quinta-feira (7). Mesmo sob protestos de parlamentares e de representantes de movimentos humanitários, o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi escolhido para presidir o colegiado. A eleição havia sido marcada para ontem (6), mas acabou suspensa após manifestações contra Feliciano.
Proporcionalidade
Na semana passada, os líderes partidários definiram a distribuição das presidências entre os partidos. A novidade deste ano é o desmembramento da Comissão de Educação e Cultura.

A distribuição dos cargos da Mesa dos colegiados segue o critério da proporcionalidade, baseada no tamanho das bancadas no início desta legislatura (fevereiro de 2011). Os partidos, no entanto, são livres para trocar as comissões. Neste ano, por exemplo, o PMDB tinha direito à presidência da Comissão de Desenvolvimento Urbano, e o PTB, à de Fiscalização Financeira e Controle. Os líderes das duas siglas fecharam um acordo e o PMDB presidirá a segunda.

CCJ
O deputado Décio Lima (PT-SC) foi eleito para presidir a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), a maior da Casa, e a única onde todos os projetos são analisados. Ele disse que vai priorizar a análise de matérias de conteúdo social relevante, como a redução da jornada de trabalho. Lima falou também que vai procurar dar mais agilidade à pauta de votações.

De acordo com o Regimento Interno da Câmara, o presidente e os três vices têm mandato de um ano, vedada a reeleição. Nenhum deputado pode fazer parte, como titular, de mais de uma comissão, ressalvada as de Cultura, Legislação Participativa, Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, e Amazônia, Integração Nacional e de Desenvolvimento Regional.

Veja a lista dos presidentes eleitos para as comissões permanentes. Clique no nome do deputado na tabela para conhecer o perfil de cada um. Agência Câmara


Comissão de reforma do regimento comum se reúne terça

A comissão que deve propor mudanças no Regimento Comum à Câmara e ao Senado se reúne na próxima terça-feira para traçar um plano de trabalho. Esse é o regimento que serve de base para o funcionamento do Congresso Nacional que, na prática, é uma reunião conjunta de deputados e senadores.

Os presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e do Senado, Renan Calheiros, já haviam anunciado medidas para facilitar o acesso a informações do Congresso, hoje divididas entre as duas Casas. Além da votação de vetos presidenciais, o Congresso se reúne principalmente para votar o orçamento e qualquer mudança nos gastos e contas do governo.

A votação de vetos ficou em evidência nos últimos meses com a discussão que terminou nesta semana, quando os parlamentares derrubaram os vetos da presidente Dilma Rousseff à lei que regula a distribuição dos royalties do petróleo.

Integrantes
Nessa quinta-feira, foram indicados os deputados que farão parte da comissão: Cândido Vaccarezza (PT-SP), Osmar Serraglio (PMDB-PR), Bruno Araújo (PSDB-PE), Mendonça Filho (DEM-PE), Júlio Delgado (PSB-MG) e Jô Morais (PCdoB-MG). Eles se juntam aos seis senadores indicados na terça-feira: Romero Jucá (PMDB-RR), Lobão Filho (PMDB-MA), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Walter Pinheiro (PT-BA), Jorge Viana (PT-AC) e Ana Amélia (PP-RS).

Vaccarezza garante que a comissão não tem finalidades políticas. Ele disse que trabalhará para melhorar o sistema de votação. Osmar Serraglio fez parte, no ano 2000, de uma comissão semelhante a esta, que trabalhou na reforma do Regimento Interno da Câmara. “Nós falamos com quem opera o regimento na Câmara e no Senado, com assessores jurídicos e regimentalistas. Vou propor que essa comissão siga o mesmo caminho”, afirmou.

Votos a distância

Osmar Serraglio disse que nos EUA, por exemplo, questões de procedimento podem ser votadas pelos deputados de onde eles estiverem, e apenas a análise das propostas necessita da presença física dos deputados em plenário. “Com novas tecnologias podemos adiantar o trabalho e minimizar o tempo para votações desnecessárias”, defendeu. – Agência Câmara

 
Medida que unifica ICMS é a mais importante para estados, diz deputado

 “A MP 599 é a mais relevante que está sendo discutida pelo Congresso do ponto de vista do pacto federativo”, disse nesta quinta-feira (21) o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), após ser escolhido presidente da comissão especial destinada a analisar a MP 599/12. A comissão foi instalada ontem. Cunha afirmou que o Congresso terá que mostrar sensibilidade e não atingir as receitas dos estados. As alíquotas tratadas na MP são apenas as que recaem sobre as operações interestaduais.

Para ele, a comissão precisará ouvir os estados para saber se eles estão sendo contemplados pelo ressarcimento previsto pela União e, caso contrário, buscar uma solução junto ao governo federal. A MP pretende dar um ponta pé inicial em uma reforma tributária, ao unificar a alíquota interestadual do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que passará, gradualmente, a ser de 4%. Atualmente, existem duas alíquotas interestaduais, uma de 7%, para estados mais ricos, e outra de 12%, para os mais pobres. Para que essa medida entrem em vigor, entretanto, primeiro o Senado terá que aprovar resolução com as novas alíquotas do ICMS.

“O relator (senador Walter Pinheiro- PT-BA) vai ter um trabalho enorme de buscar um consenso, nós não podemos terminar esse processo com estados perdendo dinheiro”, acrescentou Cunha. A MP cria um auxílio financeiro limitado a R$ 8 bilhões para entes federados na proporção das perdas verificadas. Caso haja débitos maiores que esse limite, o dinheiro será distribuído proporcionalmente aos prejuízos observados.

Cunha disse ainda que “é importante que se faça um processo transparente e que se mostre para sociedade que a unificação do ICMS será boa para o país”. Ao mesmo tempo, disse, “nós não podemos tirar a capacidade dos estados de sobreviverem”.

Além de Cunha e Pinheiro, foram escolhidos hoje o senador Romero Jucá (PMDB-RR) como vice-presidente da comissão e o deputado Josias Gomes ( PT-BA) como revisor. Íntegra da proposta:   MPV-599/2012  – Agência Câmara

 
Projeto susta portaria do Ministério do Trabalho sobre organização sindical

A Câmara analisa o Projeto de Decreto Legislativo 813/13, do deputado Ademir Camilo (PSD-MG), que susta a eficácia da Portaria 186/08, do Ministério do Trabalho e Emprego, que normatiza atos referentes à organização sindical. Entre outros assuntos, a norma estabelece regras para pedidos de registro, alteração estatutária e impugnação sindical.

Segundo o autor, a portaria estabelece, na prática, a adoção do princípio do pluralismo sindical, o que contraria a Constituição de 1988. Ele destaca que Carta Magna prevê a unicidade sindical, ou seja, deve existir um único sindicato para o mesmo grupo de trabalhadores de uma região. “A portaria introduziu características que exorbitam o dever legal do Ministério do Trabalho de ser tão somente o órgão depositário do registro sindical e garantidor da unicidade sindical”, afirma.

Ademir Camilo ressalta que diversas entidades sindicais patronais e de trabalhadores ingressaram com ação direta de inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a portaria.

O projeto, que tramita apensado ao PDC 857/08, será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.  Íntegra da proposta:  PDC-813/2013 – Agência Câmara


Novo pacto entre os estados mobiliza o Congresso na próxima semana

O exame de projetos em busca de um novo pacto federativo, ou seja de novas relações entre os estados federados, deverá dominar a agenda do Senado na próxima semana. A pauta contempla assuntos como a reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); compensação a estados; fundo de desenvolvimento regional; repactuação de dívidas com a União; solução para a 'guerra' fiscal; e novo rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE).

A jornada começa na segunda-feira (11), às 18h30, quando a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) ouvirá os ex-ministros Nelson Machado e Guilherme Dias, o ex-governador gaúcho Germano Rigotto e os economistas José Roberto Afonso e Bernard Appy. Na mesa de discussões, o projeto de resolução do Senado (PRS 1/2013) que unifica gradualmente as alíquotas interestaduais do ICMS e a medida provisória (MP 599/2012) que compensa financeiramente os estados pela redução desse imposto e cria um fundo de desenvolvimento regional.

Na terça-feira (12), logo após a reunião deliberativa das 9h, a CAE ouvirá, sobre o mesmo tema, o secretário executivo do Ministério da Fazenda e presidente do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), Nelson Barbosa, e sete secretários de Fazenda: Cláudio Trinchão (Maranhão), Afonso Moraes (Amazonas), Paulo Henrique Câmara (Pernambuco), Carlos Benevides Filho (Ceará), Jáder Julianelli (Mato Grosso do Sul), Leonardo Colombini (Minas Gerais) e Luiz Carlos Hauly (Paraná).

Governadores

Na quarta-feira (13), às 11h, os presidentes do Senado, Renan Calheiros, e da Câmara, Henrique Alves, acompanhados dos líderes partidários das duas Casas do Congresso Nacional, receberão os governadores de 26 estados e do Distrito Federal. O objetivo desse encontro é definir uma pauta mínima de assuntos relacionados ao pacto federativo, que deverá ter prioridade no Senado e na Câmara. Dessa reunião pode sair um texto de consenso sobre o FPE para votação no dia 19, em Plenário, como pretende o presidente do Senado.

Na quinta-feira (14), as comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), de Assuntos Econômicos (CAE) e de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) realizarão reunião conjunta, com a presença de Cláudio Trinchão, que é coordenador nacional dos secretários da Fazenda no Confaz. Na pauta, oito projetos de lei do Senado que estabelecem critérios de distribuição do FPE: PLS 192, 289, 744 e 761, de 2011; e 35, 89 , 100 e 114, de 2012.

Alguns governadores, escolhidos pelo critério de representação regional, deverão retornar ao Senado no dia 20, às 10h, quando prosseguirá na CAE a discussão sobre a reforma do ICMS, a compensação aos estados e o fundo de desenvolvimento regional. São esperados Simão Jatene (Pará), Wilson Martins (Piauí), Silval Barbosa (Mato Grosso), Geraldo Alckmin (São Paulo), Tarso Genro (Rio Grande do Sul) e Renato Casagrande (Espírito Santo).

Os mesmos temas serão tratados em audiência pública prevista para o dia 21, também às 10h, com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega.

Guerra fiscal

Uma das propostas mais importantes do pacto federativo está na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados. É o projeto de lei complementar do Executivo (PLP 238/2013) que facilita a aprovação de perdão dos créditos tributários decorrentes da guerra fiscal. Ao invés da unanimidade dos secretários de Fazenda, como é exigido hoje, a aprovação poderá ser feita por três quintos das unidades federadas e um terço dos estados integrantes de cada uma das cinco regiões do país.

Como os incentivos da guerra fiscal foram considerados inconstitucionais pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o projeto, se aprovado, pode amortecer o efeito dessa decisão nas contas dos estados que concederam esses benefícios (pelo menos 20 do total).

Ao mesmo tempo, o projeto poderá liberar mais dinheiro para investimento público nos estados e municípios, com a redução dos encargos das dívidas desses entes com a União. Hoje, como resultado de uma pactuação feita no início dos anos 1990, o saldo devedor de estados e municípios é atualizado pelo Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) mais juros que variam de 6% a 9%.

O Executivo propôs a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) mais juros de 4%, critério semelhante ao adotado em projetos dos senadores Eduardo Braga (PMDB-AM) e Francisco Dornelles (PP-RJ) – PLS 334/2011 e PLS 86/2012. Esses projetos usam o mesmo indexador (IPCA) mais juros de 2% e 3%. Agência Senado

 
Unificação das alíquotas interestaduais do ICMS gera polêmica

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) realiza audiência pública nesta segunda-feira (11), às 18h30, para discutir proposta (PRS 1/2013) do governo federal de reforma do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Encaminhado ao Congresso Nacional no final do ano passado, o projeto tem provocado polêmica e reações divergentes por parte dos parlamentares.

Na última terça-feira (5), o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) ocupou a tribuna para apontar os “graves prejuízos” que, em sua avaliação, o seu estado e outros exportadores deverão sofrer na hipótese de o projeto ser aprovado.

Ele argumenta que o sistema de alíquotas interestaduais diferentes em vigor permitiu a criação de um importante instrumento de desenvolvimento regional para os estados, abrindo caminho para que os governadores pudessem dialogar com o mercado e trabalhar pela atração de investimentos.

Ricardo Ferraço alertou também para a possibilidade de perda de autonomia dos estados, de piora na concentração regional de renda e de aumento na sonegação fiscal, caso a proposta de reforma do ICMS do governo federal passe sem alterações pelo Congresso.

O PRS 1/2013 unifica as alíquotas interestaduais do ICMS nas operações e prestações realizadas nas Regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e no Espírito Santo, destinadas às Regiões Sul e Sudeste, fixando-as em 11% em 2014, com redução de um ponto percentual por ano, até chegar em 4% em 2025. Para as operações realizadas nas Regiões Sul e Sudeste com destino às demais, parte-se de 6% em 2014 para atingir 4% já em 2016.

Durante a audiência pública os senadores deverão discutir ainda a Medida Provisória 599/2012 que trata da prestação de auxílio financeiro pela União aos estados, Distrito Federal e municípios com o objetivo de compensar as perdas de arrecadação decorrentes da redução das alíquotas do ICMS que poderá ser implementada a partir de 2014, caso o PRS 1/2013 seja aprovado no Congresso.

Estão convidados para participar da audiência pública o ex-ministro da Previdência Social e ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado; o ex-ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Guilherme Gomes Dias; o ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto; o economista e doutor pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), José Roberto Rodrigues Afonso; e o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Bernard Appy. Agência Senado



NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO
08/03/2013 – Ano X – Edição nº 140


Perfil de pesquisa no Brasil ameaça crescimento       
=>Relatório sobre inovação em emergentes diz que ausência de avanços em áreas como química e engenharia pode deixar País para trás.

Comissão da MP dos royalties para Educação realizará audiências
=>Grupo vai discutir medida provisória que tenta cobrir pontos em aberto na lei de distribuição dos royalties do petró
leo.

Nove aceleradoras são selecionadas para programa de start-ups do governo
=>Empresas irão abrigar de oito a dez start-ups, que receberão, cada uma, até R$ 200 mil para desenvolver negócio no prazo de um
ano.

Intel investirá R$ 300 milhões em pesquisas nos próximos cinco anos no País
=>Projetos de pesquisa serão escolhidos e financiados pela empresa. A contrapartida do governo virá por meio de bolsas de e
studo.

BNDESPar pode ser propulsor de movimento na bolsa
=>Empresa de investimentos do BNDES, atuou nas ofertas iniciais de três das cinco principais empresas de tecnologia da
bolsa.

Brasil dá mais um passo para aderir ao Protocolo de Madri   
=>Grupo Interministerial de Propriedade Intelectual envia à Câmara de Comércio Exterior proposta de adesão ao
tratado.

Firjan apoia candidatos a seleções de BNDES, Faperj eFinep
=>Alguns vão oferecer recursos não-reembolsáveis. Falta preparo para empresas participarem do
processo.

Banco da Amazônia lança linha de financiamento de C, T&I           
=>Prazo de financiamento da linha poderá ser elevado para até 20 anos no caso de empreendimentos considerados de alta r
elevância.

FIA oferece MBA Conhecimento, Tecnologia e Inovação
=>As inscrições podem ser feitas até o dia 1º de abril e as aulas começam no dia 8. Haverá sorteio de bolsa para
associados.

Anpei sorteia bolsas para curso de Gestão da inovação da Unicamp
=>Elekeiroz e Embraer foram as sorteadas no dia 28 de fevereiro para enviar dois profissionais para a especialização em gestão
da inovação.

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