Página InicialNa MídiaSemana em Brasília

2012/12/21 a 17 - Semana em Brasília

De 17 a 21.12, o ano legislativo terminou. 

Colegas

O ano legislativo terminou. Os congressistas votaram matérias importantes, mesmo com as eleições municipais em curso, mas não houve tempo, nem acordo para  aprovar o Orçamento da União para 2013. A presidente Dilma Rousseff terá à disposição os recursos para o custeio, nenhum investimento poderá ser feito enquanto o orçamento não for votado.

O relator-geral do orçamento, senador Romero Jucá (PMDB/RR), continua tentando buscar uma saída para o Congresso votar o texto ainda neste ano.

O Código Civil da Internet ficou mesmo para 2013, projeto de lei que pretende criar direitos e deveres para usuários, governo e internautas e funcionar como uma espécie de "constituição" da rede também não conseguiu acordo. Durante o debate  o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, chegou a discordar do texto e sugeriu que Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deveria regulamentar as exceções à neutralidade.  O relator, deputado Alessandro Molon (PT/RJ), defende que as exceções devem ser reguladas por decreto presidencial.

A sessão do Congresso convocada para votar os vetos presidenciais, mais de 3.000, acumulados ao longo de 12 anos foi derrubada. 

Das votações previstas para esta semana apenas a MP 579 que trata do setor elétrico foi consolidada e a redução das tarifas começa em janeiro.

Às vésperas do recesso do judiciário o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, negou o pedido de prisão imediata dos condenados do mensalão.


Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da Foco Assessoria e Consultoria Ltda, e da  Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas.

Forte abraço e votos de abençoados Natal e Novo Ano, a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br
(41) 9116-3032 - (61-4501-8301)

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
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Ministro Luiz Fux esclarece que decisão sobre vetos não afeta Orçamento

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux disse, nesta quinta-feira, que sua decisão de suspender a votação de vetosà Lei dos Royaltiesdo petróleo (Lei 12.734/12) pelo Congresso, proferida no início da semana, não se aplica a outras votações.

O Congresso deixou de votar o Orçamento de 2013 por causa da decisão, mas há um apelo de líderese do governo para que a decisão seja revista. “A decisão não se referiu à votação de outras matérias, como, por exemplo, a votação do Orçamento, para as quais a pauta não está trancada judicialmente”, disse.


Câmara rejeita isenção de imposto de importação de memória para computador

A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou, na quarta-feira (19), o Projeto de Lei 1718/11, do deputado Luiz Argôlo (PP-BA), que isenta do Imposto de Importação as compras de memória em estado sólido (SSD, da sigla em inglês) pelo prazo de dez anos, prorrogável por igual período. Esse tipo de memória é utilizado para armazenamento de dados digitais. Como o parecer do colegiado tem caráter terminativo, a proposta será arquivada, a menos que haja recurso para que seja analisada pelo Plenário.

Segundo o relator, deputado Osmar Júnior (PCdoB-PI), o texto não especifica o valor da renúncia fiscal gerada pela isenção do imposto nem a forma de sua compensação orçamentária. Por essa razão, o parlamentar votou pela inadequação financeira e orçamentária da matéria.

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – Lei Complementar 101/00) exige que todas propostas que alterem a legislação vigente para aumentar despesas ou reduzir receitas informem a estimativa do impacto orçamentário-financeiro da medida nos três primeiros anos de implementação. Íntegra da proposta:   PL-1718/2011 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=510679>  – Agência Câmara


Comissão aprova tarifa menor para autoprodutor de energia elétrica

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou na quarta-feira (19) projeto que garante desconto de 50% nas tarifas de uso dos sistemas elétricos de transmissão e geração para quem produz a própria energia. Atualmente, os pequenos comercializadores (entre 1 mil e 30 mil quilowatts) já têm direito ao benefício.

Segundo o relator da proposta, deputado Marcio Reinaldo Moreira (PP-MG), devido à complexidade do sistema elétrico do País, há dúvida quanto à validade do benefício para quem gera a energia que consome.

O deputado explicou que, no modelo vigente, nem sempre o comercializador gera efetivamente energia. “O que é vendido é apenas a garantia ou disponibilidade física da energia, e não a própria energia”, esclareceu.

Alterações
O texto aprovado é um substitutivodo relator ao Projeto de Lei 4404/08. O texto original, de autoria do Senado, trazia outras modificações à Lei 9.427/96, que disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia.

O projeto inicial prevê a ampliação do limite máximo para que a geração seja feita em regime de autorização, e não de concessão, de 30 mil para 50 mil kW. No entanto, o relator esclareceu que essa alteração já foi promovida por lei de 2009, posterior à apresentação da proposta.

Ainda conforme o texto do Senado, os pequenos produtores seriam autorizados a comercializar diretamente com consumidores cuja carga seja maior ou igual a 500 kW. A mudança também já foi promovida por lei aprovada após a apresentação do projeto.

Rejeição
Outro ponto do texto original aumentava o limite máximo de produção, de 30 mil para 50 mil kW, para que o pequeno gerador tenha desconto de tarifa. Reinaldo Moreira rejeitou a mudança. Segundo ele, aumentar o número de beneficiários da redução tarifária elevaria o custo para os geradores que não têm desconto e, consequentemente, o custo médio da produção de energia.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivoe ainda será votado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. A proposta já foi aprovadaanteriormente pela Comissão de Minas e Energia. Íntegra da proposta:   PL-4404/2008 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=418096>  - Agência Câmara


Comissão aprova crédito de ICMS para cliente de optante pelo Simples

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na quarta-feira(19), o Projeto de Lei Complementar 144/12, do deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), que garante crédito integral do ICMSa empresas que adquiram mercadorias de optantes pelo Simples Nacional.

Atualmente, quem compra de microempreendedor individual, micro ou pequena empresa recebe entre 1,25% e 3,95% de crédito do imposto estadual. Se comprar de outro fornecedor, tem direito ao crédito integral, da ordem de 18%.

De acordo com o relator, deputado Edson Ezequiel (PMDB-RJ), esse mecanismo praticamente neutraliza as vantagens do pequeno empresário. Isso porque, segundo ele, quando um cliente compra de optantes pelo Simples, exige preço mais baixo, de modo a compensar o crédito menor de ICMS. “Esta prática anula o benefício concedido pelo Simples Nacional”, sustenta.

O deputado Romero Rodrigues chega a afirmar que, como os optantes pelo Simples não podem aproveitar o crédito do ICMS e recolhem efetivamente o porcentual a que estão submetidos – 3,95% –, podem até mesmo pagar mais imposto estadual que a empresa de maior porte.

Tramitação
A proposta tem prioridadesegue para análise das comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votada pelo Plenário.

Íntegra da proposta:  PLP-144/2012 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=535602>

Relatório de MP que desonera folha de pagamento pode ser votado hoje

A comissão mista criada para analisar a Medida Provisória 582/12, que desonera a folha de pagamento de empresas de 15 setores, pode votar hoje o relatório do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI). A votação, que estava prevista para ontem, será realizada às 14h30 no Plenário 3 da ala Alexandre Costa, no Senado.

O relatório foi apresentadona semana passada e inclui mais setores no texto, que também seriam beneficiados com a desoneração: construção civil, serviços hospitalares, indústria da reciclagem e empresas jornalísticas e de radiodifusão, inclusive da internet.

No ramo de transportes, bastante beneficiado pela MP original, Marcelo Castro incluiu no texto os serviços de infraestrutura aeroportuária; táxi aéreo; transporte ferroviário de passageiros; metrô; transporte internacional de cargas; transporte por fretamento e turismo; e transporte rodoviário de cargas, exceto de veículos zero km. Íntegra da proposta:  MPV-582/2012 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=556332>  - Agência Câmara


Temas federativos mobilizaram senadores em 2012

Em 2012, o Senado se viu envolvido na discussão de temas difíceis, capazes de redefinir o equilíbrio financeiro da Federação e a relação entre os estados. Em um ambiente de intenso embate político, os senadores deram início às discussões de um novo pacto federativo, alteraram as alíquotas de Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) para produtos importados e instituíram uma nova forma de distribuição dos royalties de petróleo.

Esse tema – o último cercado de grande polêmica do ano – expôs as divisões estaduais e acabou por atrasar a votação do Orçamento da União para 2013.

As divisões políticas, como é natural no Parlamento, ficaram explícitas na atuação de uma das CPIs em atividade este ano. Criada para investigar as relações do contraventor Carlinhos Cachoeira com políticos, a comissão encerrou seus trabalhos sem uma conclusão de consenso. Como resultado, aprovou-se o relatório alternativo que acabou por não propor indiciamentos.

Entretanto, as investigações do esquema de Cachoeira, iniciadas pela Polícia Federal, levaram à punição de um senador. A Casa não hesitou em cassar o mandato de um de seus integrantes mais atuantes, Demóstenes Torres.

Divergências à parte, o Senado não deixou de avançar em temas importantes, como o caso do chamado Ato Médico, projeto que disciplina as atividades dos profissionais de saúde; a criação do Fundo Previdenciário dos Servidores Públicos; o endurecimento da Lei Seca; e a flexibilização das licitações para as obras da Copa do Mundo.

Todos esses assuntos estão reunidos em uma página especial, produzida pela Agência Senado. A retrospectiva 2012 reúne textos, áudios, fotos e vídeos que dão uma visão completa dos trabalhos do Senado no ano. Agência Senado


Jucá: Comissão Representativa é uma das possibilidades para votar Orçamento  

O relator-geral do projeto de lei orçamentária (PLN 24/2012 <http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=107196> ), senador Romero Jucá (PMDB-RR), informou que estão em estudo três possibilidades para votar a proposta orçamentária de 2013: por meio da Comissão Representativa, que é o grupo de parlamentares que representa a Câmara e o Senado durante o recesso; por meio da convocação extraordinária do Congresso para esse fim; ou somente em fevereiro do ano que vem, quando se iniciar a nova sessão legislativa. Mas esse debate, de acordo com a expectativa do senador, só deverá ser retomado no dia 26.

Jucá fez o anúncio no início da tarde desta sexta-feira (21), logo após se reunir com consultores legislativos do Senado.

Ao ser questionado sobre eventuais problemas legais para o caso de uma votação pela Comissão Representativa, Romero Jucá reconheceu que esse colegiado nunca votou o Orçamento da União, mas argumentou que "porque nunca votou a matéria não quer dizer que haja uma proibição para votá-la". Ele chegou a afirmar que "não há impedimento à comissão para votar o Orçamento".

O senador também foi questionado sobre a existência de pareceres técnicos que indicariam o impedimento da Comissão Representativa. Ele respondeu que "há pareceres que dizem que há impedimento e há pareceres que dizem que não há impedimento".

– Tudo isso está sendo analisado - ressaltou o relator do Orçamento da União de 2013.

Precedente

Romero Jucá lembrou que, em ocasiões anteriores, a Comissão Representativa já aprovou matérias sobre créditos, o que, na avaliação dele, demonstra que há um precedente. Ele afirmou que, "se o Orçamento pode ser considerado uma grande abertura de crédito nacional para um ano, então há uma similaridade com o que já foi feito na Comissão Representativa".

– Mas não queremos forçar a barra. Queremos discutir a questão com maturidade - acrescentou.

Ao insistir que é preciso votar logo o Orçamento, Jucá repetiu que "o Brasil não pode ficar três meses sem os investimentos do governo, das estatais e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em um ano no qual precisamos retomar o crescimento econômico e a geração de empregos". E disse que o atraso seria mal visto inclusive no exterior.

– Nunca vi tanta dificuldade de conjuntura política como a que estamos vivendo agora. Nós não estamos vivendo tempos normais. Ficar sem orçamento durante os três primeiros meses do próximo ano é um grande problema. E eu não gostaria que essa responsabilidade fosse atribuída pela população ao Congresso Nacional.

O senador se referia ao resultado da inflação divulgado pelo Banco Central, que reduziu sua previsão de crescimento do PIB brasileiro de 1,6% para 1%. Jucá também chamou atenção para a circunstância de o país começar 2013 com um salário mínimo inferior aos R$ 674,95 que constam do seu relatório já aprovado pela Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização (CMO). E alertou sobretudo para o risco de os investidores considerarem temerário continuar apostando no crescimento do Brasil.

O senador reiterou que, qualquer que seja a decisão quanto à votação da matéria, "ela terá de ser uma decisão coletiva do Congresso, envolvendo os presidentes da Câmara e do Senado e as lideranças". Agência Senado


Para Delcídio, ninguém suporta mais a guerra fiscal

O senador Delcídio do Amaral (PT-MS), em pronunciamento em Plenário nesta quinta-feira (20), fez um balanço otimista das realizações da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), por ele presidida, e disse esperar grandes avanços na reforma tributária em 2013. O parlamentar lembrou os extensos debates na CAE especialmente em torno da questão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e afirmou que "ninguém suporta mais a guerra fiscal" que tem levado à judicialização dos conflitos tributários entre unidades da Federação.

- Esse vai ser o principal assunto do início do primeiro semestre do ano que vem. Evidentemente, cada estado tem a sua especificidade e sua realidade, e, democraticamente, esta Casa discutirá com todos os estados da federação - afirmou.

Delcídio lembrou a "sessão histórica" da CAE que reuniu todos os membros do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), representando cada um dos estados brasileiros, com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa. Na ocasião, o governo apresentou proposta de redução da alíquota interestadual de ICMS para 4% em até 12 anos e a criação de um fundo de R$ 8 bilhões para compensar os estados pela perda de arrecadação decorrente das novas regras.

O senador destacou outra proposta apresentada pelo Executivo: a criação de um Fundo de Desenvolvimento Regional para compensar os estados que perderem oportunidade de oferecer reduções de ICMS como incentivo à economia. Delcídio disse que o governo originalmente previa um fundo de R$ 172 bilhões, mas a proposta acabou crescendo para R$ 296 bilhões.

Delcídio também cumprimentou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, pela disposição de reduzir gradualmente as taxas de juros incidentes sobre as dívidas dos estados, apresentando um cronograma de reduções para os próximos dez anos.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) deu os parabéns a Delcídio do Amaral pela boa condução da CAE e pela disposição de "reunir as duas pontas" da decisão política do Senado e do debate técnico do Confaz. Agência Senado


Falta de talentos desafia mercado da nuvem

Há uma escassez inédita de talentos para iniciativas de cloud computing, constata estudo da IDC, encomendado pela Microsoft. O levantamento mostra que o mercado de TI deverá crescer de 1,1 a 2,7% até 2020, com forte presença das ofertas da nuvem. Essa tendência só aumenta a busca por especialistas. De acordo com a IDC, essa taxa deverá ficar até seis vezes maior que a procura por outros profissionais da área. Não à toa, encontrar o profissional certo para a vaga passou a ser um desafio para as companhias. A má notícia é que a IDC não tem boas perspectivas. De acordo com a consultoria, a falta de talento não será temporária. Ela vai persistir nos próximos anos e exigirá ações inovadoras por parte das organizações.

“Ao contrário da escassez de competências no passado, resolver este déficit é extremamente desafiante. Cloud computing exige um novo conjunto de habilitações, com a formação e certificação adequada", pondera Cushing Anderson, vice-presidente da IDC. Expectativa da consultoria é que a computação na nuvem deverá estimular a criação de 14 milhões de novas vagas no mercado de trabalho até 2015. No Brasil, essa marca deve chegar a 85 mil/ano. Convergência Digital


PCs e smarphones vão 'sentir, ver e ouvir' dentro de cinco anos

A 7ª edição anual do “IBM 5 em 5” (#ibm5in5) revela quais serão as cinco inovações tecnológicas que irão mudar o modo como as pessoas trabalham, vivem e interagem nos próximos cinco anos. O estudo é baseado em tendências do mercado e sociedade, bem como em tecnologias emergentes dos laboratórios de P&D da IBM em todo o mundo, capazes de tornar essas transformações possíveis.

A lista de 2012 explora inovações que formarão a base da próxima era da computação, que a IBM descreve como a “era dos sistemas cognitivos”. Essa nova geração de máquinas irá aprender, adaptar-se, sentir e começar a perceber o mundo como ele realmente é. As previsões deste ano se concentram em um elemento da nova era: a capacidade dos computadores de imitar os sentidos humanos do seu próprio jeito – ver, cheirar, tocar, provar e ouvir.

Essas capacidades sensoriais nos ajudarão a ficarmos mais conscientes, produtivos e pensar – mas sem pensar por nós. Os sistemas de computação cognitivos permitirão enxergar através da complexidade, acompanhar o ritmo das informações, tomar decisões assertivas, melhorar a saúde, ter qualidade de vida e romper todo tipo de barreira, incluindo distância geográfica, idioma, custo e inacessibilidade.

“Os cientistas da IBM de todo o mundo estão colaborando em avanços que ajudarão os computadores a entender o mundo em volta deles”, diz Fabio Gandour, Cientista-Chefe da IBM Brasil. “Assim como o cérebro humano depende do uso de múltiplos sentidos para interagir com o mundo, ao juntar combinações desses avanços, os sistemas cognitivos oferecerão valor e conhecimento ainda maiores, nos ajudando a resolver alguns dos desafios mais complexos”, explica. Saiba quais são as previsões:

Toque: Você poderá tocar através do seu telefone

Imagine usar seu smartphone para comprar um vestido de casamento e poder sentir a seda do vestido, ou a renda do véu, tudo pela superfície da tela. Ou, até mesmo, sentir as miçangas e o trançado de um lençol feito por um artesão local a meio mundo de distância. Em cinco anos, segmentos como o de varejo serão transformados pela capacidade de “tocar” um produto através do seu dispositivo móvel.

Os cientistas da IBM estão desenvolvendo aplicativos para setores como o de varejo e saúde, usando tecnologias sensíveis hápticas, de infravermelho e pressão, para simular o toque. Sendo assim, quando um comprador passar o dedo pela imagem de um item na tela de um dispositivo, será possível sentir a textura e outras características sensíveis ao toque. Usando as capacidades de vibração do telefone, cada objeto terá um conjunto único de padrões de vibração que representam a experiência do toque: padrões curtos e rápidos, ou sequências mais fortes de vibrações. O padrão de vibrações será capaz de diferenciar materiais, ajudando a simular a sensação física de realmente tocá-lo.

Os usos atuais de tecnologia háptica e gráfica no segmento de jogos levam o usuário final para um ambiente simulado. A oportunidade e o desafio aqui são tornar a tecnologia tão onipresente e interconectada nas experiências do dia a dia que ofereça mais contexto para nossas vidas, tecendo a tecnologia em torno das pessoas. Essa tecnologia se tornará disseminada em nosso cotidiano, transformando telefones móveis em ferramentas para interação natural e intuitiva com o mundo que nos cerca.

Visão: Um pixel equivalerá a milhares de palavras

Tiramos 500 bilhões de fotos por ano e, por minuto, 72 horas de vídeo são colocadas no Youtube. Segundo previsões globais e estudo do cenário competitivo do mercado de imagens, realizado pela MarketsAndMarkets, estima-se que o mercado global de imagens de diagnóstico médico cresça para US$26,6 bilhões até 2016. Os computadores atualmente apenas entendem imagens pelos textos que usamos para tags ou títulos; a maioria das informações – o conteúdo efetivo da imagem – é um mistério.

Nos próximos cinco anos, os sistemas não apenas conseguirão enxergar e reconhecer o conteúdo de imagens e dados visuais, como também transformarão os pixels em significado, sendo capazes de entendê-los de forma similar ao modo como uma pessoa vê e interpreta uma fotografia. No futuro, capacidades “cerebrais” permitirão que os computadores analisem características como cor, padrões de textura ou informações de borda, extraindo conhecimento de mídia visual. Isso terá um impacto profundo em segmentos como saúde, varejo e agricultura.

Essas funcionalidades poderão ser aproveitadas na área de saúde para analisar volumes maciços de informações médicas, como imagens de ressonância magnética, varreduras de tomografia computadorizada, raios X e imagens de ultrassom, para capturar informações ajustadas para anatomias ou patologias específicas. O que é crítico nessas imagens pode ser sutil ou invisível para o olho humano, exigindo análise cuidadosa. Ao ser treinado para buscar elementos específicos – tais como a diferença entre tecido saudável e doente – e correlacionar isso com históricos de paciente e textos científicos, os sistemas capazes de “enxergar” ajudarão os médicos a detectarem problemas com muito mais velocidade e precisão.

Som: Os computadores escutarão o que é importante

Já desejou entender os sons em volta de você e ser capaz de compreender o que não está sendo dito? Um sistema distribuído de sensores inteligentes irá detectar elementos de som, como pressão, vibrações e ondas sonoras, em diferentes frequências. Ele interpretará esses dados para prever quando árvores cairão em uma floresta ou quando um deslizamento é iminente. Este sistema “escutará” o ambiente e medirá movimentos para alertar de perigos futuros.

Sons brutos serão detectados por sensores, assim como seriam por um cérebro humano. Um sistema que recebe esses dados levará em conta outras “modalidades”, tais como informações visuais ou táteis, classificando e interpretando os sons com base no que aprendeu. Quando novos sons forem detectados, o sistema formará conclusões baseadas em conhecimento anterior e na capacidade de reconhecer padrões.

A “fala de bebês”, por exemplo, será entendida como uma linguagem, dizendo aos pais ou médicos o que estão tentando comunicar. Os sons podem ser um gatilho para interpretar o comportamento ou necessidades de um bebê. Ao ser ensinado sobre o que os sons do bebê significam – se o choro significa que o bebê está com fome, calor, cansaço ou dor – um sistema sofisticado de reconhecimento de voz correlacionará os sons com outras informações sensoriais ou fisiológicas, tais como batimento cardíaco, pulso e temperatura.

Ao aprender sobre emoções e ser capaz de perceber humores, os sistemas identificarão aspectos de uma conversa e analisarão tom, tonicidade e hesitações para nos ajudar a ter diálogos mais produtivos, melhorando interações de centrais de atendimento ao cliente ou nos permitindo interagir com diferentes culturas.

Paladar: Papilas gustativas digitais ajudarão você a comer de forma mais inteligente

E se pudéssemos fazer comida saudável ter um gosto delicioso usando um tipo diferente de sistema de computação construído para a criatividade? Os pesquisadores da IBM estão desenvolvendo um sistema de computação que efetivamente experimenta sabores, para ser usado por chefs para criar as receitas mais inovadoras e saborosas.

Ele detalhará ingredientes até seu nível molecular e misturará a química de compostos alimentares com a psicologia de quais sabores e cheiros as pessoas preferem. Ao comparar isso com milhões de receitas, o sistema será capaz de criar novas combinações de sabor, unindo diversos alimentos. Um sistema como esse também pode ser usado para nos ajudar a comer de forma mais saudável, criando combinações novas de sabores que nos farão desejar uma caçarola de legumes ao invés de batata frita.

Computadores serão capazes de usar algoritmos para determinar a estrutura química exata de alimentos e o motivo das pessoas preferirem certos sabores. Esses algoritmos examinarão como elementos químicos interagem uns com os outros, a complexidade molecular de compostos do paladar e sua estrutura de ligação, usando essas informações combinadas a modelos de percepção para prever a atratividade de sabores.

Esta tecnologia não apenas tornará alimentos saudáveis mais palatáveis, como também nos surpreenderão com combinações atípicas de alimentos, efetivamente projetadas para maximizar nossa experiência de paladar e sabor. No caso de pessoas com dietas especiais, como indivíduos com diabetes, por exemplo, o sistema desenvolverá sabores e receitas para manter o açúcar no sangue regulado, ao mesmo tempo em que satisfaz o desejo por doces.

Cheiro: Os computadores terão um senso de olfato

Minúsculos sensores embutidos ao seu computador ou celular detectarão se você está prestes a desenvolver alguma doença. Ao analisar odores, biomarcadores e milhares de moléculas na respiração de uma pessoa, os médicos terão ajuda para o diagnóstico e monitoramento do início de problemas de saúde, tais como problemas no fígado e rins, asma, diabetes e epilepsia, detectando quais cheiros são normais e quais não são.

Atualmente, os cientistas da IBM já estão detectando condições e gases ambientais para preservação de obras de arte. Essa inovação está começando a ser aplicada para ajudar na higiene clínica, um dos maiores desafios atuais da área de saúde. Nos próximos anos, a tecnologia da IBM será capaz “cheirar” superfícies para identificar desinfetantes, determinando quais salas estão limpas. Usando redes inovadoras wireless de “malha”, dados sobre diversos elementos químicos serão coletados e medidos por sensores, que aprenderão continuamente e se adaptarão a novos cheiros ao longo do tempo.

Graças aos avanços em tecnologias de sensor e comunicação, combinados a sistemas de aprendizado profundo, os sensores podem medir dados em lugares que antes pareciam impensáveis. Sistemas de computação podem ser usados na agricultura para “cheirar” ou analisar a condição de solo de cultivos. Em ambientes urbanos, essa tecnologia será usada para monitorar problemas com detritos, saneamento e poluição, ajudando agências municipais a identificar problemas potenciais antes que saiam do controle.  Convergência Digital.



Revista TIC Mercado 19.12.12
http://www.ticmercado.com.br/ticmercado.php?edi=404&tabs=tab5


4 sonhos de gestão que todo empreendedor deveria ter
18 de dezembro de 2012
Fonte: Exame.com

Especialistas listam o que um pequeno empresário deve fazer para ser um bom chefe
Ser empreendedor é, quase sempre, ser um sonhador. O dono de uma pequena empresa precisa acreditar em um sonho para fazer seu negócio dar certo. Mais do que vontade, no entanto, é preciso adotar boas práticas de gestão e cuidar bem do relacionamento com a equipe para fazer o negócio crescer.
Além de sonhar com o tão esperado lucro, os empresários devem colocar na lista de melhorias algumas práticas de gestão que vão ajudá-lo a conhecer melhor sua equipe, se aproximar dos consumidores e conseguir um resultado melhor para o negócio.
Para João Baptista Brandão, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), é um desafio ser um gestor admirado e que faz com que os funcionários se sintam parte do negócio.
Saber delegar – Liderar não é fácil, mas é importante buscar uma relação com seus colaboradores em que os objetivos da empresa são expostos de maneira bem clara. “A confiança no líder não é imposta; ela depende do tipo de relação que ele vai construir”, explica Clarisse Droval, professora de Gestão de Pessoas do MBA Gestão Estratégica de Pessoas do Ibmec/DF.
Os colaboradores são o retrato de uma boa ou má gestão. “É importante ter uma equipe unida e competente”, afirma Cristina Camargo, professora da Business School SP. Por isso, por mais desafiador que seja, os empresários precisam abrir mão da vontade de controlar tudo na empresa e confiar nos funcionários, delegando tarefas para ganhar tempo e produtividade.
Escutar mais – Vida de empreendedor não é fácil. Muitas vezes, o negócio exige que o empresário passe parte do dia longe do negócio e muitos problemas podem escapar de sua visão. Por isso, é importante passar a mensagem certa aos funcionários e clientes. A melhor forma de fazer isso é escutar mais. Brandão conta que parece simples, mas estar presente, principalmente quando há problemas no negócio, não faz parte das práticas de muitas pessoas.
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/4-sonhos-de-gestao-que-todo-empreendedor-deveria-ter?page=2



Nuvem pública cresce 10,6% no mundo, em 2012-BRASIL ECONÔMICO-20.12.12

Estudo do Gartner mostra que em 2012 o modelo de nuvem pública cresceu 10,6% totalizando US$ 109 bilhões mundialmente. Os processos de negócios como serviço, ou aplicativos, representam 77% desse mercado. No ano que vem o instituto projeta que gastos com serviços na nuvem alcançarão US$ 130 bilhões e em 2014 devem ultrapassar US$ 150 bilhões, sendo que a América Latina é responsável por 2% desse montante.

Mundialmente entre os segmentos de negócios que mais adotam o modelo estão as empresas de serviços financeiros, com 20%, em segundo lugar vem a manufatura, com 19,7%, o segmento de comunicações e empresas de tecnologia responde por 15,6%, governo 15%, varejo 10% e energia 4,6%.

“Em geral, esse é um perfil mais ou menos comum entre vários países, inclusive Brasil”, afirma o analista do Gartner, Henrique Cecci. Entre as aplicações mais populares na nuvem, o executivo aponta backup, storage, comércio eletrônico, recursos humanos e gerenciamento da cadeia de suprimentos.

“A tendência é compartilhar sistemas de uso comum, como recursos humanos, gerenciamento de clientes e força de vendas, que não têm diferenciais competitivos e ficam mais acessíveis nesse modelo do que a aquisição do pacote”, diz Cecci.

Em sua opinião, a adoção da computação em nuvem no Brasil ainda é mais lenta do que no resto do mundo devido ao custo dos fornecedores. Também existe certa resistência dos diretores de tecnologia em abrir mão do domínio da infraestrutura para terceiros, além do receio de ter que reduzir a equipe interna.

“No futuro, o departamento de TI terá como principal função gerir contratos com vários fornecedores, mudando o perfil do profissional”, afirma Cecci. Quando se faz as contas, nem sempre o modelo de nuvem se mostra mais barato. “A empresa poderá, em um primeiro momento, pagar uma mensalidade mais alta do que manter internamente os sistemas legados”.

Mas outros benefícios devem ser levados em conta, como não ter que adquirir mais hardware, ter que fazer cotações de equipamentos, optar por software sob demanda, sem ter que fazer testes internos de sistemas, que muitas vezes atrasa a implantação, prejudicando a competitividade das empresas. O cliente paga apenas pelo que usa, podendo contratar sistemas por períodos curtos, conforme a demanda, explica Cecci.
 


Empresas investem na gestão informatizada, segundo IBGE-FOLHA DE LONDRINA-20.12.12

Em 2010, 80% das empresas brasileiras utilizaram um computador em suas atividades e mais de 70% usaram a internet. Além de mostrar a penetração da informática e da internet entre as empresas, a pesquisa sobre o Uso das Tecnologias de Informação e Comunicação nas Empresas 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), também revelou como as companhias têm utilizado estes recursos.

A conclusão foi que as empresas usam o computador com foco maior na gestão corporativa e que a internet serve como ferramenta para realização de tarefas mais básicas, tais como enviar e receber e-mails. Entre os softwares mais utilizados pelas empresas, estão os de Gestão Eletrônica de Documentos, gestão comercial e de gestão financeira/ contábil/ fiscal.

O de Gestão Eletrônica de Documentos atinge mais de 80% delas, sejam pequenas ou grandes. Já os softwares voltados ao desenvolvimento de produtos são os menos utilizados, mesmo nas grandes empresas.

Na internet, enviar e receber e-mails, obter informações sobre produtos e serviços e realizar consultas e pagamentos bancários são as tarefas mais realizadas pelas empresas. Fornecer produtos pela web, entretanto, ainda é uma atividade pouco realizada pelas companhias brasileiras, segundo a pesquisa do IBGE.

"O acesso à tecnologia está ficando mais fácil para os pequenos", afirmou o consultor do Sebrae Joel Franzim, ao comentar sobre a penetração das TIC nas empresas brasileiras. Para ele, a diminuição do custo das tecnologias tem contribuído para que mesmo micros e pequenas empresas passem a utilizá-la.

Segundo o consultor, existe uma grande oferta de softwares de gestão gratuitos no mercado, os mesmos que, segundo a pesquisa do IBGE, são largamente utilizadas por empresas de todos os portes. Já os de desenvolvimento de produtos, embora sejam os menos usados, já começam hoje a ser adotados por microempresas industriais, destaca Franzim. "Isto ocorre na medida em que eles adquirem equipamentos que tenham sistemas CAD."

Na visão de Rosmar Luz, coordenador do Bureau de Testes e Qualidade de Software do Senai Londrina, a utilização destes e outros softwares, como de BI (Business Inteligence), para automação industrial, robótica, aplicações multimídia, gráficos e processamento ainda é "tímida", em razão do reduzido número de ofertas destas soluções no mercado e o alto custo.
 


NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO
NotiAnpei-21/12/2012 – Ano IX – Edição nº 131

 
BNDES expande crédito para inovação  
=>Instituição lançará linhas de crédito nas áreas de saúde, TI, energias renováveis, aeronáutica, aeroespacial e defesa.

Grupo de trabalho faz balanço dos projetos da Embrapii         
=>Até agora, há 126 projetos vinculados à experiência piloto da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial. 

INPI trabalha em diretrizes de exame de patente de biotecnologia
=>Consulta pública foi aberta no dia 5 de dezembro e se encerra em 60 dias a partir dessa data.

Comitê Ibero-Americano de Inovação se reúne na Finep         
=>Durante o encontro foi discutida a coordenação dos instrumentos de apoio à inovação disponíveis em cada país.     

Governo lança programa de incentivo à produção de aplicativos      
=>Acordo faz parte do projeto de inclusão digital do governo federal.
         
Documentário retrata cotidiano de empresas iniciantes de tecnologia          
=>Com seis episódios, filme retrata a trajetória de seis brasileiros que se dedicam à construção de empresas de tecnologia.           

Sebrae investiu R$ 4 milhões neste ano para incentivar inovação em MPEs           
=>Cerca de 1,8 mil negócios receberam recursos por meio do programa Sebraetec.   

Faltam profissionais em diferentes áreas no Brasil       
=>Técnicos e engenheiros estão no topo de ranking. Especialistas sugerem que faculdades entrem em maior sintonia com o mercado.         

Nissan poderá ter centro de pesquisa de R$ 400 mi no Brasil
=>Presidente da montadora de veículos japonesa no País disse que empresa ainda não decidiu onde instalará o centro e deve bater o martelo em 2013.

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