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2012/06/22 a 18 - Semana em Brasília

A semana foi da Rio +20; os poucos parlamentares que apareceram em Brasília debateram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que tem até o dia 17 de julho para ser votada, caso isso não aconteça o recesso previsto para começar neste dia ficará adiado.

 

Colegas

A semana foi da Rio +20; os poucos parlamentares que apareceram em Brasília debateram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que tem até o dia 17 de julho para ser votada, caso isso não aconteça o recesso previsto para começar neste dia ficará adiado.

Rio + 20: A Assespro participou do encontro de mulheres para o desenvolvimento sustentável.O Comitê Brasileiro do Pacto Global e a ONU Mulheres Brasil & Cone Sul, parceiros nos Princípios de Empoderamento das Mulheres – Igualdade Significa Negócios, realizou no último dia 18 um almoço destinado a CEOs, durante o Fórum de Sustentabilidade Corporativa – Rio+ 20. O tema de discussão, “Mulheres e Desenvolvimento Sustentável – O Papel das Empresas” foi debatido por empresárias e teve como convidada de honra a Diretora Executiva da ONU Mulheres, Subsecretária-Geral das Nações Unidas e ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet. “Nesse encontro reuniram-se muitos executivos de empresas, engajados na sustentabilidade para garantir um futuro sustentável ambiental, social e economicamente viável. No Fórum sobre Desenvolvimento Sustentável - Rio +20 – para mim ficou claro que o objetivo era a consolidação de um consenso sobre um caminho mais sustentável para o nosso mundo, permitindo acesso ao ecossistema - rede elétrica, agricultura e alimentação e água potável a todos”, declarou a diretora da Assespro-RJ, Ana Paula Santos, que esteve presente no evento, representando a Assespro Nacional. O encontro, apresentado pela jornalista Ana Paula Padrão, foi uma oportunidade para que as empresas pudessem trocar experiências e conhecimento sobre o tema debatido.

No Senado o recesso branco foi decretado por causa da Rio +20. Sem trabalhos parlamentares a presidência da Casa divulgou relatório sobre o primeiro mês da lei de Acesso a Informação. Neste período o Senado recebeu 390 solicitações de informações, entre os mais pedidos está o gasto dos senadores.

Mesmo assim visitamos o Senado, acompanhando pessoalmente o presidente da Regional Assespro SC, Sr. Hugo Dittrich, em visita de agradecimento ao Gabinete do Senador Casildo Maldaner, daquele Estado, que tem se preocupado em ouvir e orientar o setor a respeito do PLS 607/2007: mais um que trata da tentativa de regulamentação da profissão em informática, na contramão de todas as tendências e características de nosso setor. Como disse um colunista da Folha de São Paulo de 16.06.12: "No fundo, o problema são as raízes fascistas que permeiam a sociedade brasileira. As pessoas não se veem como cidadãs de uma República, mas como representantes de uma categoria profissional que seria detentora de direitos naturais. O que se busca é sacramentar em lei suas reivindicações e usar a autoridade do Estado para implementá-las." Felizmente a Assespro está sendo ouvida e novamente esse PLS está fora de pauta. Acreditamos que junto com os demais que tratam do tema, com outras abordagens, sejam arquivados, deixando o mercado mesmo se auto-regulamentar, pois basta de cartórios por decreto.

Representando o setor de TI do Brasil, desde 1976, a Assespro Nacional realizou em Brasília, de 17 a 20.06.12, o segundo encontro 2012 das lideranças setoriais de TI do país. Entre as atividades tivemos no dia 17 o jantar de relacionamento entre os dirigentes Assespro de todo o país. Dia 18 a Reunião do Conselho Fiscal, para avaliação da prestação de contas do exercício de 2011, e durante todo o dia, o Seminário 2012 - Melhores Práticas no fortalecimento das Regionais. Ainda na noite de 18, realizamos o Coquetel de boas vindas ao time da WITSA, com a participação de todos os representantes das Regionais e Diretoria da Assespro Nacional. No dia 19, realizamos a Reunião do Conselho de Administração da Assespro. Em paralelo ao evento Assespro organizamos a reunião semestral da diretoria da WITSA (World Information Technology and Services Alliance – a Federação Mundial das Entidades de TI), que a Assespro faz parte. O encontro WITSA foi marcado pela aceitação da Infopark - Scientific and Technological Association, da Bielorrússia, como mais novo membro da WITSA, além da candidatura do Brasil e do Chile como membros do Quadro de Diretores da entidade. Além disso, também foram debatidos assuntos referentes ao Global Public Policy Summit 2013 (GPPS), que acontecerá em São Paulo, entre os dias 12 e 14 de novembro do ano que vem. Na noite de 19.06, representantes da Assespro e da Witsa, foram recepcionados pelo presidente da Fibra-Federação da Indústria de Brasília, Sr. Antônio Rocha, com jantar em sua casa no Lago Norte; todos mobilizados para que Brasília sedie a Copa do Mundo de Tecnologia da Informação, que será realizada em 2016. O encontro Assespro/Witsa foi bastante produtivo, apresentamos a estrutura do Brasil, mostramos o quão importante nosso mercado é e o quanto estamos preparados para não só receber os eventos globais de TI, mas como também ser parte ativa da WITSA.

A próxima semana será de muitas convenções nos estados, pois o prazo para escolha e registro dos candidatos nas eleições municipais termina no dia 30 de junho. Com isso as atividades parlamentares poderão ficar comprometidas e o que não foi apreciado e votado poderá, a priori, ficar para outubro, após as eleições.


O site da ASSESPRO NACIONAL está cada vez mais completo, e a seguir você precisa conferir muitos novos links incluídos na semana:

Clipping

ASSESPRO Nacional e CompTIA anunciam Versão em Português de Materiais de Estudo para Certificação A+


Releases

ASSESPRO Nacional e CompTIA anunciam Versão em Português de Materiais de Estudo para Certificação A+ 


Regionais

Assespro/PR participa de Missão à Itália que favorece Setor Tecnológico Paranaense

Seminário Computação em Nuvem foi um sucesso

Redepetro/RS é tema de evento na Assespro/RS

Membros do Comitê de Marketing discutiram sobre o monitoramento da satisfação do cliente

Internet das coisas: tendências, tecnologias e financiamentos

"Fechei negócio com a ajuda da Assespro/MG"

Assespro/MG realiza curso SPED para Softwatres de Gestão na Segunda-Feira. Reserve sua vaga!

Assespro/MG promove curso sobre Testes de Software na próxima semana


Associadas

Passaredo Linhas Aéreas Ltda decola com a UniPassaredo

HOPLON parará até 50 reais para jogadores encontrarem erros em Taikodom


Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado, e conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br
(61) 4501-8301

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



O Estado de S. Paulo – 21.06.12 -Banda larga
Governo busca acelerar velocidade e reduzir custos para linha popular

Menos de um ano após a assinatura dos primeiros contratos do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) entre o governo e as operadoras, o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, admitiu ontem a necessidade de se aumentar a velocidade e diminuir os preços cobrados pela internet popular.

Os pacotes mensais do programa custam atualmente R$ 35 - com impostos - por uma velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps). "Pensamos em ações para acelerar a velocidade média da internet e inclusive podemos trabalhar essa questão da velocidade mínima", disse o ministro. "Queremos melhor preço e mais qualidade, e achamos que para isso é preciso mais investimentos."

Desde o lançamento do programa, Paulo Bernardo já falava em aumentos voluntários, por parte das empresas, das velocidades oferecidas nos planos, por conta da concorrência natural do mercado. Mas, pela primeira vez, o ministro reconheceu a possibilidade de revisão dos contratos - que valem até 2016 - com essa exigência. "Mas estamos avaliando ainda como isso será feito", ponderou.

Segundo ele, os limites de download nesses planos também podem ser alvo de uma revisão por parte do Ministério das Comunicações. "É provável que em 2014 ninguém mais queira contratar os planos atuais, embora isso dependa muito da necessidade das pessoas", concluiu.

Telebrás

O presidente da Telebrás, Caio Bonilha, também reconheceu que a velocidade de internet oferecida pelo governo no plano de banda larga popular já está desatualizada. Segundo o executivo, a estatal estuda aumentar a capacidade fornecida para que os provedores que utilizam sua rede possam aumentar seus planos de assinatura para até 2 Mbps.

"Os pacotes atuais já estão defasados em algumas regiões e temos de nos adaptar ao mercado", afirmou ele, após encontro com o ministro. Para Bonilha, porém, a maior barreira ao plano de banda larga popular ainda é o alto custo do kit de equipamentos de instalação da internet.

Segundo ele, o conjunto importado, com um modem e uma antena, custa atualmente entre R$ 200 e R$ 250, mas empresas nacionais poderiam oferecer o mesmo equipamento por cerca de R$ 100. "Isso é o mais importante neste momento", avaliou.

Mídia

Durante participação no 26.º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, Bernardo voltou a dizer que a proposta de marco regulatório das telecomunicações, que o governo pretende colocar em consulta pública ainda este ano, não visa a restringir ou limitar os conteúdos veiculados pelos meios de comunicação.
"O novo marco não deve se aplicar a jornais e revistas, e questões relativas à liberdade de imprensa e ao direito de resposta devem ser discutidos em separado pelo Congresso", esclareceu o ministro.

Questionado pelo setor sobre a demora na definição do modelo brasileiro de rádio digital, o ministro afirmou que o governo espera tomar uma decisão até o fim deste ano, mas ressaltou que os testes com a tecnologia norte-americana do serviço ainda não acabaram. Além dessa, o Brasil poderá escolher ainda entre os modelos europeu e japonês.

Já sobre a TV digital, que deve substituir integralmente as transmissões analógicas até 2016, o ministro afirmou que esse prazo poderá ser ampliado, caso a migração não atinja parte considerável da população. As operadoras de telecomunicações estão interessadas nesse espectro da TV analógica, para oferecer serviços de telefonia celular de quarta geração (4G).


Câmara analisa cobrança de ISS sobre serviços de computação em nuvem

A Câmara analisa o Projeto de Lei Complementar (PLP) 171/12, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que determina que o Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) incidirá também sobre os serviços de computação em nuvem. O imposto é de competência dos municípios e do Distrito Federal. O projeto altera a lista de serviços anexa à Lei Complementar 116/03, que regulamenta a cobrança do imposto.

Computação em nuvem consiste na oferta de serviços, em ambiente de internet, como processamento de dados e uso de softwares, sem exigir conhecimento do consumidor quanto à localização física e configuração do sistema que presta os serviços. O requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na internet.

O autor destaca a importância de se aprovar a matéria. “Normalmente, o desenvolvimento de novas tecnologias gera dúvidas quanto ao tratamento tributário a ser dispensado a novos produtos e serviços. No tocante à computação em nuvem, a situação não tem sido diferente”, afirmou Bezerra.

Tramitação
A proposta tramita em regime de prioridade e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois será votada no Plenário. Íntegra da proposta:  PLP-171/2012 –  Fonte: Agência Câmara


Representação no Parlasul vota estímulo à integração de indústrias sul-americanas

A Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) vota na segunda-feira (25) substitutivo do senador Pedro Simon (PMDB-RS) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 726/11, que estimula a integração dos parques produtivos sul-americanos.

A proposta, cuja redação inicial foi sugerida pelo Instituto de Estudos Estratégicos para a Integração da América do Sul (Intersul), concede incentivos fiscais para empreendimentos que contenham empresas de, no mínimo, dois países do bloco, com potencial para atender não só ao mercado interno, mas também aos mercados de outras nações sul-americanas.

Os benefícios fiscais a serem concedidos aos projetos que se enquadrarem como “empreendimentos de integração regional” são a isenção da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) gerado pelo negócio, e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) relativo a bens de capital.

Para se beneficiarem dos incentivos fiscais, os projetos deverão também atender os requisitos de responsabilidade fiscal, financeira, ambiental e social, além de contribuir para o desenvolvimento produtivo integrado do continente sul-americano, e para o incremento do intercâmbio cultural e turístico na região, entre outros.

Condições para enquadramento

O projeto estabelece ainda, como condições para enquadramento de empreendimentos, a atribuição às próprias empresas da responsabilidade pela qualificação da mão de obra necessária para a implementação; a atuação segundo os critérios de responsabilidade social; e a adoção de padrões de excelência no tratamento de questões ambientais associadas à atividade econômica desenvolvida.

No substitutivo, Pedro Simon corrige algumas imperfeições do projeto original, de modo a atender a necessidade de se condicionar a concessão da isenção fiscal a produtos que não contenham óbices representados pelas próprias regras do Mercado Comum do Sul.

Simon entende que a proposição contribuirá para tornar os produtos da região mais competitivos no mercado internacional e para dinamizar o processo de integração do Mercosul. “Para dinamizar o Mercosul e viabilizar a integração econômica de toda a América do Sul, faz-se necessária legislação que estimule a parceria entre empresas dos diferentes países da região, estimulando, assim, a integração produtiva, capaz de fornecer alicerce sólido ao desenvolvimento do continente sul-americano”, diz Simon. Fonte: Agência Câmara.

 
Projeto obriga provedor de banda larga a oferecer assistência técnica gratuita

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3095/12, do deputado Dimas Fabiano (PP-MG), que obriga o fornecedor de acesso à internet em banda larga a oferecer assistência técnica gratuita para o consumidor. É a chamada “manutenção corretiva gratuita”.

Dimas Fabiano alega que o serviço de banda larga vem encabeçando os rankings de reclamação do consumidor. Na avaliação do deputado, mesmo considerando o aumento na demanda, o volume de reclamações não se justifica.

O projeto, explica o autor, tem o objetivo de obrigar todo prestador de banda larga a garantir assistência técnica gratuita, “para fomentar uma maior atenção com a qualidade”.

Tramitação
O projeto foi apensado ao PL 5403/01, que trata da guarda de dados de conexão por provedores de internet. As propostas serão analisadas por comissão especial a ser criada especificamente com essa finalidade. Depois, seguirão para o Plenário. Íntegra da proposta: PL-3095/2012   - Fonte: Agência Câmara.


Parlamentares reclamam de dificuldades no comércio com a Argentina

Os parlamentares da região Sul do Brasil reagiram nesta terça-feira aos pronunciamentos otimistas sobre a relação com a Argentina, feitos por parlamentares do país vizinho e integrantes do governo brasileiro. Durante audiência pública promovida pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul), eles se queixaram de dificuldades concretas enfrentadas por empresários da região no comércio bilateral.

Desde o início do ano, empresários e deputados da região Sul denunciam que a Argentina cria dificuldades para a entrada de produtos brasileiros. Mergulhada em grave crise econômica, o país teria como objetivo diminuir o deficit na balança comercial com o Brasil. O governo brasileiro disse esperar que em pouco tempo as dificuldades comerciais entre Brasil e Argentina estejam superadas.

Membro da representação brasileira no Mercosul, o deputado Renato Molling (PP-RS) afirmou que o governo argentino tem pedido a empresários brasileiros para investir na produção do outro lado da fronteira. Quando o fazem, porém, esses empresários continuam enfrentando problemas pela falta de insumos que não conseguem importar. Ele acredita, no entanto, que os parlamentares podem pressionar seus governos para resolver o problema. "O Mercosul precisa ser fortalecido. Os acordos precisam ser cumpridos", destacou.

Crises
Já o deputado Dr. Rosinha (PT-PR) observou que o aumento da integração comercial sempre provocará novas crises entre Argentina e Brasil. A integração, disse ele, “sempre será imperfeita”. O importante, a seu ver, é que, a cada nova crise, se tente “buscar a solução, não a agressão”.

Por sua vez, o deputado Osmar Terra (PMDB-RS) disse que foi prefeito da cidade gaúcha de Santa Rosa, onde se produzem máquinas colheitadeiras que não estão conseguindo entrar no país vizinho. “Na prática a teoria é outra. Na prática, o que existe é bloqueio e desemprego. No Rio Grande do Sul, são mais de cinco mil desempregados”, relatou.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) ressaltou a necessidade de um debate “aberto, franco, democrático e sincero” com os argentinos. Ela lembrou que centenas de caminhões permanecem parados na fronteira, carregados de produtos como chocolate e calçados. As dificuldades impostas pela Argentina, prosseguiu, têm impacto sobre os setores de carne suína, máquinas agrícolas e móveis.

Os parlamentares argentinos defenderam que as empresas brasileiras e argentinas juntem forças para poder competir e entrar em novos mercados.

Governo
As autoridades brasileiras relativizaram o problema. O embaixador Ruy Carlos Pereira, delegado permanente do Brasil junto ao Mercosul, afirmou que o País continua crescendo mesmo com a crise econômica graças ao Mercosul. Ele destacou que as exportações das indústrias brasileiras vão quase que totalmente para os países vizinhos. “Do nosso total exportado para a Argentina, 93% é de produtos manufaturados e semimanufaturados", afirmou.

O secretário-executivo do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, informou que o governo brasileiro está em negociações com autoridades argentinas e acredita que os problemas devem diminuir em breve. Mas advertiu que a queda no comércio não se deve exclusivamente a medidas restritivas entre os países. “A queda do comércio é resultado de uma crise mundial que assola a economia internacional", ponderou. Fonte: Agência Câmara.


Aprovado texto da Câmara que regulamenta factoring de exportação

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) rejeitou na terça-feira (19) substitutivo do Senado ao Projeto de Lei 3615/00, do ex- deputado João Herrmann Neto, que regulamenta as operações de fomento mercantil especial de exportações, ou factoring de exportação.

Com isso, prevalece a proposta aprovada na Câmara em 2006, que seguirá para sanção da presidente Dilma Rousseff. No entanto, se houver recurso contra a decisão da CCJ, os textos da Câmara e do Senado deverão ser analisados no Plenário.

O substitutivo do Senado foi considerado inconstitucional e injurídico pela CCJ. “As alterações propostas no substitutivo apresentam assimetria com o ordenamento jurídico brasileiro”, afirmou o relator do texto, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL).

O relator destacou que o substitutivo do Senado acabava com a necessidade de autorização do órgão regulador para o funcionamento das empresas de factoring.

Já o texto da Câmara só permite o funcionamento da sociedade de fomento mercantil se houver autorização de órgão designado pelo Poder Executivo, ao qual competirá ainda a regulação e a fiscalização de suas atividades e a aplicação de penalidades.

O texto da Câmara prevê pena de um a quatro anos de reclusão e multa para quem exercer a atividade sem autorização.

No sistema de factoring, uma empresa produtora de bens ou serviços transfere seus créditos a receber, resultantes de vendas a terceiros, a uma empresa especializada (factor, ou empresa de fomento mercantil) que assume as despesas de cobrança e os riscos de não pagamento.

Íntegra da proposta: PL-3615/2000   - Fonte: Agência Câmara.


Relator quer debater proposta sobre assédio moral para facilitar aprovação

O deputado Vicentinho (PT-SP), relator na Comissão de Trabalho de Administração e Serviço Público do Projeto de Lei 6757/10 e de outros cinco que tramitam em conjunto sobre assédio moral, pretende fazer audiências públicas sobre o assunto para facilitar a votação. Vicentinho já elaborou um substitutivo, mas há resistências dentro da comissão em torno do tema. Pelo texto, a indenização mínima por assédio moral será de 10 vezes o valor do salário do trabalhador.

Atualmente, a Justiça tem decidido casos de assédio moral sem uma legislação específica. "Essa conduta do assédio pode ser vista de várias formas. Um simples olhar reprovando diariamente o trabalho feito pelo empregado, uma exclusão de atividades do empregado aos poucos, o esvaziamento da sua função... E realmente é muito difícil fazer este tipo de prova”, aponta o especialista em Direito do Trabalho Ricardo Guimarães.

Segundo ele, o trabalhador pode usar testemunhas, e-mails e eventuais tratamentos médicos provocados pelo estresse para provar o assédio. "Os que sofrem assédio são os bons empregados da empresa. Porque há um temor tanto do superior hierárquico como de seus colegas de trabalho de que ele se desenvolva”, afirma Guimarães.

O deputado Vicentinho acredita que as empresas deveriam ser mais cuidadosas com o problema. "A empresa ou o grupo gestor tem a obrigação de orientar seus funcionários sobre esse tipo de relacionamento", diz.

Pelo texto em análise na comissão, o juiz poderá determinar que o empregador prove que não praticou o assédio para que não seja considerado culpado. Além disso, os sindicatos poderão entrar na Justiça pelos trabalhadores para obrigar as empresas a pagar indenizações e adotar medidas preventivas. Íntegra da proposta: PL-6757/2010   - Fonte: Agência Câmara.


Projeto exige uso de material reciclado em eletroeletrônicos

Está em análise na Câmara o Projeto de Lei 3472/12, que torna obrigatória a utilização de materiais reciclados em produtos eletroeletrônicos e eletrodomésticos. Pelo texto, a indústria ficará obrigada usar esses materiais nos percentuais mínimos de 15%, do 1º ao 5º ano da aprovação da lei; de 25%, do 6º ao 10º ano; e de 35%, do 11º ano ao 15º ano.

Também será obrigatória a utilização de um selo nos produtos que informe sobre o uso de materiais recicláveis em sua composição.

“A cada produto que utilizar materiais reciclados, conseguimos preservar um pouco mais a natureza. É obrigação dos legisladores elaborar leis que possam influenciar na diminuição das agressões à natureza”, afirma o autor da proposta, Fernando Jordão (PMDB-RJ). Ele é suplente de deputado e estava no exercício do cargo quando apresentou o projeto.

Jordão lembra que o processo de reciclagem, além de preservar o meio ambiente, também gera riquezas. “Os materiais mais reciclados são o vidro, o alumínio, o papel e o plástico. Esse processo contribui para a diminuição significativa da poluição do solo, da água e do ar. Muitas indústrias estão reciclando materiais como uma forma de reduzir os custos de produção.”

Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-3472/2012   - Fonte: Agência Câmara.


Brasil vira centro de excelência em tecnologia bancária

O debate sobre a necessidade de inovação no setor financeiro tem um ponto consensual entre fornecedores: boa parte do desenvolvimento para a área será feita no Brasil. E isso independente da nacionalidade das empresas responsáveis.

Thomas Elbling, presidente da Perto, lembra que quando a empresa começou a operar no Brasil, o País contava com 500 ATMs, todos importados. “Hoje o parque instalado no Brasil conta com mais de 200 mil máquinas, todas fabricadas aqui e já disputando o mercado internacional”, diz. Para o executivo, o setor financeiro, hoje, conta com uma indústria forte, capaz de responder rapidamente às suas demandas.

Também por isso, a subsidiária local da Diebold Procomp representa hoje 20% da operação global da companhia. “Esse percentual não representa apenas o faturamento. O Brasil é hoje centro de excelência da companhia. Todos os nossos softwares são desenvolvidos aqui”, ressalta João Abud Jr., presidente da Diebold no Brasil, lembrando que, além dos terminais de autoatendimento, a companhia vai começar a investir em soluções de internet banking e segurança lógica.

O desenvolvimento de soluções específicas para o setor passa também pelo centro de desenvolvimento que a HP mantém em Porto Alegre (RS). De acordo com Luciano Corsini, vice-presidente da HP Enterprise Services, o centro conta hoje com cerca de 700 colaboradores. “Esse time tem trabalhado com muita força em três áreas: gerenciamento de informação e big data; computação em nuvem e mobilidade; e segurança”, diz.  Fonte: Convergência Digital

 
Sindifisco Nacional aposta nas insatisfações de empresários e comerciantes para fortalecer greve

Ao fazer um balanço de cinco dias de operação padrão e crédito zero, o presidente do Sindifisco Nacional, Pedro Delarue, considera que o movimento dos auditores fiscais em todo o País está com adesão acima dos 80%. E por causa disso projeta: já a partir da próxima semana, o Governo vai começar a sentir mais intensamente os efeitos da retenção de cargas em portos e aeroportos.

“O que se vê é que mercadoria não está chegando. O Governo está olímpico, mas os efeitos vão começar a se fazer perceber assim que os empresários começarem a reclamar. Não apenas por meio de ações judiciais, mas vocalizados também por deputados que representam grupos de interesse”, destacou.

Segundo Delarue, à medida que os protestos da indústria e do comércio se intensificarem, o Governo não poderá ignorá-los. E ele calcula que não vai demorar para a categoria ser chamada para a negociação.

Delarue observou ainda que as operações padrão e crédito zero têm demonstrado que são uma eficiente forma de mostrar a insatisfação dos auditores fiscais. Afinal, o protesto é feito dentro do local de trabalho.

Entre os destaques da semana está a ida de Delarue a Santos, quarta-feira, para reunião com a categoria. No encontro, convenceu os auditores locais a não cruzarem os braços os cinco dias da semana, como ameaçavam. Acertou-se que a operação padrão será realizada durante três dias e, nos outros dois, paralisação geral.

Em Foz do Iguaçu, já na quarta-feira o pátio de caminhões da aduana estava completamente tomado. O resultado da operação padrão foi uma fila de veículos na entrada da cidade.No caso de Manaus, os empresários contabilizavam prejuízos. Segundo Eduardo Toledo, presidente da Diretorial Sindical local, indústrias se movimentavam para tentar a liberar mercadorias por meio de liminares. O faturamento diário do Polo Industrial é calculado em US$ 16 milhões por dia. Fonte: Sindifisco


NotiAnpei - 21/06/2012 – Ano IX – Edição nº 106
NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO

Finep lança programa de R$ 2 bilhões para projetos sustentáveis
=>Apoio será concedido por meio de crédito reembolsável e subvenção econômica.

Finep e CAF assinam acordo de cooperação na Rio+20
=>Primeiro edital será para projetos na área de energia hidrocinética, gerada a partir da corrente dos r
ios.

MCTI define agenda para discutir Código Nacional de C,T&I
=>Anpei participou de reunião em que entidades avançaram nas propostas para reformulação de projeto de
lei.

Embrapii deverá ter mais três institutos associados
=>Coppe/UFRJ, Fundação Certi e instituição gaúcha vinculada ao setor calçadista devem integrar si
stema.

Entidades entregam carta ao governo pedindo recomposição do CT-Petro
=>Iniciativa da SBPC e ABC recebeu apoio da Anpei e da Anprotec, que representam o setor p
rivado.

Governo prepara incentivos para setores químico e de autopeças
=>Ideia é conceder estímulos tributários e de crédito aos setores, em troca de investimentos em i
novação.

Empresas inovadoras podem receber incentivo para abrir capital
=>BM&F Bovespa e governo querem facilitar ingresso de empresas menores inovadoras na Bolsa de
Valores.

UFRJ lança polo de pesquisa em biotecnologia
=>Objetivo é reunir iniciativas dispersas dentro da universidade. Polo deve ser plataforma de interação com o setor
produtivo.
 

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