Página InicialNa MídiaSemana em Brasília

2012/05/18 a 14 - Semana em Brasília

A marcha dos prefeitos, a CPMI do Cachoeira e as fotos de Carolina Dieckemann, foram pontos que motivaram iniciativas dos Congressistas esta semana.

 

Colegas


A marcha dos prefeitos, a CPMI do Cachoeira e as fotos de Carolina Dieckemann, foram pontos que motivaram iniciativas dos Congressistas esta semana. Para alguns o vazamento das fotos acelerou a aprovação do projeto de lei que tipifica os crimes cibernéticos. Outros viram o preço da empresa Delta ser valorizado no mercado com indignação. Já os prefeitos voltaram aos seus municípios de mãos vazias.

Uma semana dura com indicações de punição para o senador Demóstenes Torres, hoje sem partido.

Na avaliação do deputado Eduardo Azeredo (PSDB/MG) o governo descumpriu o acordo deixando o projeto de lei (PL 84/1999) e o marco civil para outra ocasião. “O PL 84/99 já está pronto para ser votado na Câmara há quatro anos e o que se pode entender dessa manobra é que vota apenas o que o governo manda e não as proposições dos parlamentares”. Desabafou Azeredo.

A Comissão Especial sobre o Marco Civil, da Câmara dos Deputados, promoveu nesta quinta-feira (17) em Curitiba (PR) um seminário sobre os direitos dos usuários, censura na internet e responsabilidade do conteúdo.

Na próxima semana o deputado Eduardo Azeredo, que é presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia vai conversar com os membros da comissão para agilizar as votações sobre os projetos que tratam de crimes e regulamentação civil da internet.

No dia 17, desta semana, o vice presidente de Articulação Política da ASSESPRO NACIONAL, Jeovani Salomão, visitou a Câmara dos Deputados, para tratar do PL de terceirização, cujo relator é o vice líder do PMDB na Câmara, Deputado Arthur Maia, além dele participaram os deputados Renato Molling e Ronaldo Zulke, bem como representantes dos setores calçadistas e de madeira e móveis. O Deputado Zulke compreendeu muito bem a situação do setor e explicou perfeitamente nosso posicionamento para o Deputado Arthur Maia. A exposição de Jeovani aos presentes envolveu os seguintes pontos:

1.      Previsão no texto e tratamento diferenciado para empresas que
não possuem empregados, particularmente não incluindo a contratante nem como subsidiária nem solidária, dado que
não há funcionários, bem como, a não necessidade de capital social mínimo para esses casos.

2.      Previsão no texto da questão da cadeia produtiva.

3.      Sugestão de excluir a possibilidade de terceirização apenas
para os casos de “barriga-de-aluguel” ou “agenciadoras de mão de obra”,
considerando as demais formas como serviços especializados e portanto
alvo de terceirização.

4.      Acrescentar que a garantia de 8% prevista no PL é faculdade da
contratante.

Também nesta semana a ASSESPRO se fez presente na BITS, ocorrida em Porto Alegre, RS, através do nosso vice presidente de Planejamento e Governança, Márcio Miorelli, que fez a representação oficial da Nacional, enquanto Reges Bronzatti, presidente da Regional RS, representou a unidade Regional, e também através do nosso Diretor Adjunto de Desenvolvimento de Capital Humano, Freud Oliveira, que participou do painel onde foram discutidas as previsões como as feitas pelo ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação, apontando que a  carência por profissionais de TIC chegará a 3 milhões no Brasil. Essa importante participação possibilitou à ASSESPRO fazer seu contraponto à visão dos acadêmicos para o tema "Mão de obra qualificada". Veja entrevista do Freud no link: http://www.baguete.com.br/noticias/15/05/2012/falta-mao-de-obra-e-so-chorar-nao-resolve


O site da ASSESPRO NACIONAL está cada vez mais completo, e a seguir você precisa conferir muitos novos links incluídos na semana:
 
Clippings

Certificação em TI ganha material de estudo e prova em português

Falta Mão de Obra e Só Chorar Não Resolve

Regionais

MP 563/2012: Nova Desoneração Tributária das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação

Reunião do Comitê de Marketing teve alto índice de participação do público presente

Presidente da Assespro/RS é palestrante na 5ª Pré-Conferência de TIC

Um Dia Especial para a TI Fluminense

Assespro/SP convoca Associados para Assembleia Geral Extraordinaria no dia 16/05


Associadas

Feira Bits: AdvanceIT presente em um dos principais eventos do segmento da América Latina

WebAula Day: Sucesso duplo em Belo Horizonte

Curso Credenciado pela ABPMP BR: BPMN na Prática acontece no final de maio

Engecompany fecha parceria com BNDES

IETEC promove Seminário Nacional de Gestão de Projetos

Qranio: o projeto que não pára de crescer

Seven lança ferramenta para criação e gestão de E-mail Marketing

Agenda do Setor de TI

03 a 05/07/2012 - II Fórum da Internet no Brasil


Oportunidade de Negócios

Oportunidade de Negócios 001/2012 - Empresa busca parceiros em Serviços de TI

Documentos

Projetos IBEROEKA


Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas e do Assessor Parlamentar da FNTI, Sr. Paulo Lustosa.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br
(61) 4501-8301

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Comissão aprova obrigar empresa a oferecer exame dentário a empregado

A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público aprovou na quarta-feira (16) proposta que obriga empresas a disponibilizarem serviços especializados de odontologia do trabalho aos seus funcionários. Atualmente, a exigência vale apenas para os serviços de medicina e de segurança do trabalho. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT – Decreto-Lei 5.452/43).

Pelo texto aprovado, o exame odontológico deverá ser feito periodicamente, por conta do empregador, e também na admissão e na demissão, assim como já ocorre com o exame médico. A proposta determina que o Ministério do Trabalho definirá a periodicidade dos exames de rotina, conforme o risco da atividade.

O relator, deputado Mauro Nazif (PSB-RO), recomendou a aprovação da proposta na forma do substitutivo da Comissão de Seguridade Social e Família. O substitutivo foi proposto pelo deputado Geraldo Resende (PMDB-MS) aos projetos de lei 422/07 e 3707/08, apensado. “Sob o ponto de vista da melhoria da qualidade de vida no ambiente laboral, as proposições são plenamente meritórias, como também apontam as análises das comissões que nos antecederam”, sustentou Nazif.

Segundo ele, apesar de o País já contar com um bom número de dentistas, a distribuição irregular desses profissionais pelo território nacional torna precário o acesso à atenção básica odontológica. “Essas proposições muito colaboram para a reversão desse quadro, especialmente no segmento alvo que compreende os trabalhadores inseridos na economia formal”, defendeu.

Micro e pequenas empresas

O texto aprovado determina que, no caso de micro e pequenas empresas, a regra é facultativa. O relator concorda com a ideia de que implantar o serviço poderia inviabilizá-las economicamente.

A proposta estabelece que as empresas terão um prazo de 360 dias para se adaptar às novas exigências. O texto define ainda que, dentro do prazo de cinco anos, todos os serviços relacionados à odontologia do trabalho deverão ser realizados por cirurgiões-dentistas especializados na área. A especialidade de odontologia do trabalho é reconhecida pelo conselho federal da área desde 2001.

Tramitação
O projeto tem caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:  PL-422/2007  / PL-3707/2008  Agência Câmara


Projeto define o conceito de trabalho análogo ao de escravo
Deputados ruralistas defendem a votação dessa proposta junto com a PEC do Trabalho Escravo.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3842/12, que define o conceito de trabalho escravo. Pela proposta, a expressão "condição análoga à de escravo, trabalho forçado ou obrigatório" compreenderá o trabalho ou o serviço exigido de uma pessoa sob ameaça, coação ou violência, com restrição de locomoção e para o qual essa pessoa não se tenha oferecido espontaneamente.

A proposta foi apresentada pelo presidente da Frente Parlamentar Agropecuária, deputado Moreira Mendes (PSD-RO). A intenção dos deputados ruralistas é aprovar esse projeto junto com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Trabalho Escravo (438/01). Eles argumentam que a PEC possibilita a expropriação de propriedades rurais por pequenas infrações trabalhistas, pelo fato de não definir trabalho escravo.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Domingos Dutra (PT-MA), um dos principais defensores da PEC, repudiou a proposta de Moreira Mendes. "Trabalho degradante é todo aquele que degrada a dignidade da pessoa humana. Dormir num curral é degradante, tomar água no mesmo tanque utilizado pelo gado é degradante”, afirmou.

“Desde 1941, com a aprovação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), já está estabelecido que nenhuma pessoa pode trabalhar mais do que oito horas normais e mais duas horas extras. Se a pessoa trabalha 12, 14, 15 horas, é jornada exaustiva. O que eles querem é retirar essas duas expressões do Código Penal para poder inviabilizar completamente a fiscalização do Ministério do Trabalho", acrescentou Dutra.

A proposta

O projeto altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40), que define assim o crime de trabalho escravo: “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto” (art. 149).

Pelo projeto, trabalho escravo é: “Reduzir alguém a condição análoga à de escravo, trabalho forçado ou obrigatório, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou obrigatórios mediante ameaça, coação ou violência, quer restringindo a sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador”.

Ou seja, o projeto retira os termos “jornada exaustiva”, “condições degradantes de trabalho” e “preposto” (o chamado gato) e inclui a necessidade de ameaça, coação e violência para a caracterização do trabalho escravo.

O projeto não muda a pena estabelecida atualmente pelo código: reclusão de dois a oito anos e multa, além da pena correspondente à violência praticada.

Clareza
Moreira Mendes defende uma “definição mais clara” de trabalho escravo, a fim de melhorar a investigação e a abertura de processos contra os praticantes desse crime.

Na avaliação do deputado, a submissão do trabalhador a jornada exaustiva e a condições degradantes de trabalho divergem da conceituação tradicional de trabalho análogo ao de escravo, entendido pela legislação brasileira e pelas convenções internacionais como sendo um crime contra a liberdade individual.

O Código Penal, acrescenta o deputado, não determina de modo objetivo o que seja jornada exaustiva ou condições degradantes de trabalho. “Isso gera insegurança jurídica, materializada no elevado índice de autos de infração expedidos pelo Ministério do Trabalho e no baixo índice de condenação penal. Os órgãos de fiscalização e repressão não dispõem de referenciais claros para pautar suas autuações e investigações, ficando à mercê de interpretações subjetivas”, diz ainda.

Intenção comprovada

A proposta vincula ainda a pena à intenção clara de uma pessoa submeter outra ao trabalho análogo ao de escravo. Assim, será punido quem “dolosamente” cercear o uso de qualquer meio de transporte ao trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho; ou mantiver vigilância ostensiva, com essa mesma finalidade, comprovadamente.

A lei em vigor não contém as expressões “dolosamente”, nem “comprovado fim” e ainda prevê a pena para quem se apoderar de documentos ou objetos pessoais do trabalhador, com o fim de retê-lo no local de trabalho.

Tramitação
O projeto será distribuído às comissões técnicas da Câmara. Íntegra da proposta:  PEC-438/2001 / PL-3842/2012  – Agência Câmara


Lucro e sustentabilidade desafiam PMEs no Brasil

Convergência Digital

Para o diretor superintendente do Sebrae de São Paulo, Bruno Caetano, é possível entrar em um novo modelo de crescimento com justiça social e respeito ao meio ambiente. Para ele, o momento é ideal para a divulgação dessas ideias.

“É estratégico o aproveitamento de um contingente enorme de empreendedores que estão entrando para o mercado formal, principalmente na figura do Empreendedor Individual”, afirmou ele, durante a 11ª Conferência de Produção Mais Limpa, realizada esta semana na capital paulista.

Nos últimos anos, em todo o Brasil, 2,3 milhões de trabalhadores saíram da informalidade e conquistaram a cidadania jurídica tornando-se empreendedores individuais. Prévia da Rio +20, que será realizada em junho no Rio de Janeiro, a conferência em São Paulo discutiu os desafios da sustentabilidade e da proteção ambiental no século 21.

O Sebrae é parceiro oficial da Rio+20 com o objetivo de sensibilizar o público sobre as oportunidades dos chamados negócios verdes, que têm como foco a sustentabilidade, e de orientar os empreendedores na adoção dessas práticas.

Pesquisa do Sebrae, divulgada recentemente, mostra que grande parte das micro e pequenas empresas já realizam ações sustentáveis como a redução do consumo de água (80,6%) e de energia (81,7%), coleta seletiva de lixo (70,2%) e descarte adequado de resíduos tóxicos (65,6%), a exemplo de solventes e cartuchos de tinta.

Para o presidente do Sebrae, Luiz Barreto, os empresários de micro e pequenos negócios no Brasil, porém, ainda não percebem claramente o benefício de incorporar, no cotidiano da empresa, um maior número de ações relacionadas à gestão sustentável.

“Lucro e sustentabilidade não são contraditórios. Ao mesmo tempo em que economizar água e energia ajuda o planeta, também reduz os custos da empresa, melhora a sua imagem e atrai mais clientes”, completa.

 
Falta dinheiro para a defesa cibernética brasileira

Convergência Digital - Luiz Queiroz

Para o General de Divisão do Exército José Carlos dos Santos, que comanda o primeiro grupo do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) e irá monitorar no mês que vem a rede da Rio+20, o Brasil precisa urgentemente capacitar novos técnicos para a área de segurança da informação.

Segundo ele, constantes cortes orçamentários impedem o avanço de pesquisas nessa área, deixando o país despreparado para a defesa cibernética. Ele lembra que o Brasil está mal posicionado no ranking das patentes de produção científica e tecnológica e ainda tem necessidade de comprar equipamentos de rede de terceiros, o que fragilizaria a segurança brasileira.

Para minimizar esses impactos, o general tem procurado apoio junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, além do Comitê Gestor da Internet do Brasil, para conseguir recursos destinados à qualificação profissional dos técnicos que atuarão no CDCiber ou através de institutos de pesquisa científicos e tecnológicos, além de universidades.

A ideia é desenvolver quatro programas estruturadores da defesa cibernética, através da execução de 19 projetos. Mas o problema está justamente na falta de orçamento: "Miseros 80 milhões", destacou o general, que participou da BITS 2012, em Porto Alegre (RS).

CDTV do portal Convergência Digital apresenta os principais trechos da palestra do comandante do CDCiber.

Brasil internacionaliza programa de qualificação de software

Convergência Digital - Cobertura Especial CeBIT 2012

As empresas brasileiras estão mais interessadas em qualificar o software produzido no país, atentas à demanda interna e as oportunidades de exportação. Tanto é assim que,de acordo com dados do World Quality Report, um estudo da CapGemini, Sogeti e HP, ao lado da China (83%), o Brasil (56%) encontra-se no segundo lugar do ranking entre os países que mais investiram em qualidade de software em 2010.

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 14/05, pela Softex, batizada de "iMPS 2011: Resultados de Desempenho das Empresas que Adotaram o Modelo MPS de 2008 a 2011", revela que das 133 empresas ouvidas para o estudo, 97% confirmaram estar satisfeitas com a adoção do modelo MPS.BR - Melhoria de Processo do Software Brasileiro. No primeiro levantamento, em 2008, esse índice foi de 80%. O levantamento foi realizado, de forma independente, pelo Grupo de Engenharia de Software Experimental da COPPE/UFRJ com apoio da Gerência de Operações do Programa MPS.BR – Melhoria de Processo do Software Brasileiro.
O objetivo foi apurar, pelo quarto ano consecutivo, os benefícios alcançados em sete diferentes parâmetros, tais como satisfação com o modelo, redução de custos, produtividade, aumento do número de clientes, de projetos e de funcionários; e retorno sobre o investimento (ROI) realizado na implementação e avaliação MPS.

Ao analisar a variação de desempenho das empresas entre 2010 e 2011, a SOFTEX identificou que as que se mantêm persistentes na utilização das práticas de engenharia de software representadas pelos níveis de maturidade do modelo MPS possuem maior número de clientes, desenvolvem maior número de projetos, possuem mais funcionários, lidam com projetos maiores e cometem menos erros em suas estimativas de prazo, apesar de um ligeiro aumento provocado no tempo médio gasto em seus projetos.

Kival Weber, coordenador-executivo do programa MPS.Br, diz que o resultado comprova que o trabalho que está sendo realizado pelo governo, universidades e indústria está dando resultado e ampliando a qualidade do software produzido no Brasil. O próximo desafio, informa ainda Kival, é internacionalizar o modelo MPS através da Rede Latino Americana da Indústria de Software (RELAIS), que reúne inicialmente México, Colômbia, Peru e Brasil.

Oito anos após seu lançamento pela SOFTEX, o programa MPS.BR atingiu a marca de 360 empresas privadas e governamentais avaliadas MPS em todo o País. Desse total, 70% são micro, pequenas e médias organizações e 30% corporações de grande porte. Integram a linha de frente do programa 17 Instituições Implementadoras, 12 Instituições Avaliadoras, 13 Instituições Organizadoras de Grupos de Empresas e duas Instituições de Consultoria de Aquisição. A meta da entidade é alcançar o número de 450 empresas com avaliação MPS até o final deste ano.

“A marca de 360 avaliações MPS representa a efetiva conscientização dos empresários brasileiros de software e serviços sobre os ganhos oferecidos pela adoção do modelo de maturidade MPS. Essa consciência resulta em um setor com empresas melhor preparadas para competir no acirrado e dinâmico mercado de TIC”, analisa José Antonio Antonioni, diretor de qualidade e competitividade da SOFTEX.

Voltado principalmente às micro, pequenas e médias empresas de software (mPMEs), o MPS está em conformidade com as normas internacionais ISO/IEC 12207 e 15504, é compatível com o modelo CMMI, adota as melhores práticas da Engenharia de Software, além de ser adequado, tanto sob o ponto de vista técnico como de custos, à realidade das companhias de todos os portes.

Na BITS 2012, versão latino-americana da CEBIT,que começa nesta terça-feira, 15/05, em Porto Alegre - e que terá cobertura exclusiva do Convergência Digital, o momento da indústria de software no país estará à mesa nas trilhas que vão compor o evento. Para maiores informações sobre a BITS 2012, acesse: www.bitsglobalconferences.com.br

 
Intel investe na formação do desenvolvedor nacional

Convergência Digital - Cobertura Especial CeBIT 2012  Ana Paula Lobo  

O brasileiro é criativo no desenvolvimento de software, mas precisa ser mais ágil na sua adequação às novas plataformas como a programação paralela e o HTML 5, advertiu Omar Toral, diretor de habilitação de softwares da Intel para a América Latina. A fabricante recém-ativou quatro novas comunidades voltadas para os desenvolvedores de software no país: ultrabooks, android, servers e vPro.

"As aplicações são fundamentais e precisam se adequar aos tempos de mais processadores, senão, não teremos o uso da capacidade do equipamento. Queremos que os desenvolvedores brasileiros façam aplicações que explorem o potencial de todo e qualquer dispositivo", destacou Toral, que participou nesta quarta-feira, 16/05, da BITS 2012, em Porto Alegre.

O diretor senior de Software da Intel, Kumar Balasubramanian, proferiu a palestra de abertura do congresso da BITS. Ele deixou claro que o mercado brasileiro de software tem tudo para, nos próximos 10 anos, vir a estar entre os mais importantes globalmente. E, muito, destacou, em função das aplicações serem pensadas e desenvolvidas para atender a demanda local.

"Essa preocupação em usar aplicações locais dá um diferencial ao software brasileiro. Na Índia, por exemplo, o software é feito para atender a demanda externa. Aqui, ele é pensado para criar facilidades para o mercado interno. E isso o habilita para ir a outros mercados", salientou Balasubramanian.

O ponto mais crítico, hoje, diz Toral, é a necessidade de o desenvolvedor brasileiro se atualizar de forma mais efetiva. "O uso do HTML 5 nas aplicações, por exemplo, é mais baixo aqui do que em outros países da América Latina. E não dá para pensar em aplicações móveis sem HTML 5. A indústria de jogo também precisa se aperfeiçoar no domínio dos multiprocessadores", observa.

Para consolidar os investimentos em software e serviços no Brasil, a Intel está adotando uma série de iniciativas. Uma delas é a ativação do Intel Software Network (ISN) em português. A rede é formada por diversos portais online, contendo centenas de documentos e sugestões para desenvolvedores. Objetivo da Intel atingir mais de 300 mil desenvolvedores brasileiros e 73 mil empresas de software e serviços existentes no País.



BITS 2012
Falta mão de obra... e só chorar não resolve!
Baguete - Guilherme Neves // terça-feira, 15/05/2012 16:22

Freud Oliveira, diretor adjunto da Assespro nacional – habituado a levar demandas referentes à mão de obra do setor a Brasília – acampa na Campus Party Brasil. Tudo para combater a carência de profissionais do setor.

“Nesse público (da Campus) está o meu próximo gerente, programador, analista. É lá que eu vou achar esses caras”, diz Oliveira, que participou de painel dedicado ao tema nessa terça-feira, 15, na BITS 2012.
O mote do painel foram previsões como as feitas pelo ministério de Ciência e Tecnologia, apontando que a  carência por profissionais de TIC chegará a 3 milhões no Brasil.Para os debatedores, o problema começa no interesse pela área.

SEM CHARME
“Hoje em dia, o jovem prefere fazer uma coisa mais light – hotelaria, por exemplo, do que uma engenharia da computação”, disse o professor Philippe Navaux, da UFRGS.
Já para Oliveira, o Brasil precisa gerar interesse num setor que “não tem glamour”.
“É preciso motivar desde muito cedo o gosto pelo raciocínio lógico”, sugeriu o gestor. "Até no Japão se sabe que é uma área sem muito apelo à popularidade... quem estuda muito não faz muito sucesso com as meninas”, brincou.
Ampliando a questão, Fernando Dotti, da PUC-RS, apontou que o problema começa bem antes de se chegar à universidade.
De acordo com dados do ministério da Educação, na faixa dos 12 aos 18 anos, uma parcela da população passa de apenas estudantes a cidadãos que sequer procuram trabalho.
“Temos que resolver isso desde antes para resolver o problema lá na frente. O desafio maior desse país está nos ensinos fundamental e médio”, insiste Dotti.

CONTRATAÇÃO PRECOCE

Mesmo aqueles que não levam medo das disciplinas do curso, dizem os palestrantes, acabam se perdendo pelo caminho.
Hoje, conforme dados do MCT, 27% das empresas possuem 87% ou mais de profissionais com diploma universitário.
No entanto, a contratação de formandos é de apenas 11%, enquanto 33% já estão contratando no meio do curso.
“Pode ser bom para ter contato com o dia a dia, mas não é a melhor saída porque ele não consegue concluir com toda a qualidade a sua formação”, diz Navaux, citando os dados do MCT.
Além disso, 57% das empresas não ajudam em nada financeiramente nos estudos do aluno, e apenas cerca de 20% dão algum benefício.
“Se as empresas estão buscando alunos durante a universidade, deveriam ter um certo apoio para desenvolverem sua formação”, defende o professor. “Seria uma forma de incentivo acadêmico”, completa.
Se isso não ocorrer, aponta Navaux, o resultado pode ser alguém sem diploma lá na frente.
“A evasão nesses cursos é de 40%. Não é todo mundo que entra, que sai. Entre outras coisas, isso pode se dar por já estar empregado”, argumentou.

VIVA O TECNÓLOGO?
Ao mesmo tempo, a saída que as universidades têm encontrado para atrair mais alunos e entregar mais profissionais ao mercado, em menos tempo, tem sido o tecnólogo.
Que, segundo os palestrantes, não resolve 100% o problema.
Consideradas as matrículas, os cursos tecnólogos têm demonstrado o crescimento mais rápido.
“Isso é formação em massa. E por isso está se utilizando mecanismos de formação mais rápida para atender a brecha. Mas o tecnólogo atende até um certo nível. Nós precisamos do profissional que vai escolar bit, mas também do que vai pensar um sistema”, diz o professor.
Atualmente, aponta Navaux, citando novamente os dados do Ministério da Ciência e Tecnologia, 75% das empresas contratam profissionais com graduação, 9% sendo tecnólogos.

A SOLUÇÃO
Dotti explica que a PUC-RS tem investido em sistemas de cooperação entre universidade e empresa.
O professor citou, por exemplo, uma experiência da instituição em que alunos participam de projetos de pesquisa universitária desenvolvidos para empresas, as quais, por sua vez, concedem bolsas aos estudantes.
“A questão é associar a vida do aluno dentro da empresa à universidade”, completa.
Além disso, o setor tem se mobilizado por um plano de carreira mais satisfatório, e políticas públicas que incentivem a formação dentro do perfil demandado pelas empresas.
De acordo com dados da Assespro, 46% das principais demandas hoje vêm de quatro grandes cursos: análise e desenvolvimento de sistemas, sistemas de informação,gestão de TI e ciências da computação.



Quarta-feira, 16 de maio de 2012-O Globo
Carolina tem poder
Câmara aprova lei que tipifica crimes cibernéticos

A Câmara aprovou ontem um projeto que tipifica os chamados crimes cibernéticos, ou praticados via internet. Incluída às pressas na pauta de votação, a proposta foi aprovada em segundos e ainda sob o impacto do caso da atriz Carolina Dieckmann, que teve fotos íntimas vazadas na internet.

O projeto, de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), altera o Código Penal e torna crime entrar indevidamente em e-mail de terceiros, por exemplo, ou roubar dados via internet. As penas variam de três meses a um ano de reclusão, mais multa, conforme o tipo de ação. A punição aumenta de um sexto a um terço no caso de causar prejuízo econômico à vítima.

A proposta agora será analisada pelo Senado, onde deverá sofrer emendas. Se realmente for alterada, precisará voltar à Câmara para uma última votação.

O texto também penaliza quem divulgar dados sigilosos. Outra inovação é caracterizar o crime de falsificação ou clonagem de cartão de crédito ou débito. Nesse caso, é equiparado ao já existente crime de falsificação de documento particular e terá pena de reclusão de um a cinco anos, mais multa.

No caso de crimes de acesso de dados sigilosos na internet, o texto diz que é ilegal "devassar dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita".

Em casos como o da atriz, a pena aumenta para seis meses a dois anos, além de multa, podendo ser acrescida de um a dois terços. A punição está prevista para quando a invasão resultar em "obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais e industriais, ou informações sigilosas". A pena aumenta de um a dois terços quando essas informações forem divulgadas, comercializadas ou transmitidas a terceiros, como no caso das fotos da atriz.

Ontem, num ataque de hackers, pelo menos cinco das 36 imagens de Carolina apareceram no site da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb) de São Paulo. Quatro suspeitos de vazarem as fotos já foram identificados, mas a polícia investiga o envolvimento de outras pessoas.



Quarta-feira, 16 de maio de 2012- Valor Econômico
Lei de acesso à informação
Entidades já preparam pedidos

Diversas organizações públicas já se preparam para protocolar hoje, ou nos próximos dias, pedidos para a abertura de informações em todos os níveis de governo, baseadas na Lei de Acesso à Informação que entra em vigor hoje. Os pedidos em preparação envolvem os mais variados assuntos, do andamento real das obras da Copa do Mundo em todas as cidades-sede às condições de saúde de presas no sistema prisional paulista, passando por como são aplicados recursos do fundo setorial da indústria para a inovação e uma lista de cada um dos proprietários de títulos da dívida pública brasileira.

A Lei de Acesso à Informação (12.527), sancionada em novembro do ano passado, entra em vigor hoje. Ela obriga o poder público em todas suas esferas - municipal, estadual e federal - a fornecer informações solicitadas por cidadãos, empresas e entidades da sociedade civil organizada. Para especialistas, trata-se de um marco da organização do Estado brasileiro e um avanço democrático, além contribuir para o controle social de governos e ajudar no planejamento e decisões sobre negócios.

O Instituto Ethos, grupo que trabalha para promover a prática da responsabilidade social no setor privado, participou de todos os momentos da discussão e elaboração da nova legislação. O gerente-executivo da entidade, Caio Luiz Carneiro Magri, informa que vai acionar as prefeituras das 12 capitais-sede da Copa do Mundo. "Estamos prontos para protocolar 12 pedidos de informação sobre toda a situação de infraestrutura e dos recursos utilizados nas obras da Copa. É preciso ter uma ação de acompanhamento dessas obras, faz um ano que tentamos e até hoje não conseguimos sistematizaras informações", diz.

Segundo ele, a iniciativa será uma prova para testar a nova lei e uma oportunidade para dar mais transparência aos processos relacionados ao evento esportivo. "Queremos essas informações, saber onde elas estão e qual a capacidade de transparência do poder público. Aí vamos analisar os dados e podemos criar um ranking de transparência municipal."

No setor produtivo, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) também está atenta à nova legislação e tem perguntas para fazer, principalmente à administração federal. Segundo Pablo Silva Cesário, gerente da unidade de relacionamento com o Poder Executivo da CNI, o país está estreando um novo formato de avaliação e monitoramento das políticas públicas. "Teremos um pacote, que ainda não está fechado porque é um leque grande de assuntos. Vamos buscar informação sobre execução de obras públicas, formação das taxas do Siscomex [sistema integrado de dados sobre comércio exterior ligado à Receita Federal] e várias outras sobre os fundos setoriais do setor produtivo, como o de inovação. A arrecadação desse fundo está correta? Está indo para o lugar certo? Não é trivial saber isso", comenta Cesário.

A lista de demandas do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra é extensa, abrange várias áreas do governo federal e não aborda apenas temas ligados à reforma agrária. O movimento social quer saber do Tesouro Nacional quem é cada um dos proprietários de títulos da dívida pública brasileira, o valor do título, a data da compra e os rendimentos por mês. Para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária, será solicitado o registro de cada uma das famílias assentadas, com nomes por assentamento, data da criação do projeto dos lotes e detalhamento (via desapropriação, compra, terra pública ou regularização fundiária), e também será cobrada uma lista das propriedades com mais de 1.000 hectares, com tamanho da área, local e nome do proprietário.

Entre as demandas dos sem-terra também está a relação de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a empresas do agronegócio, com especificações referentes ao valor da operação, data do empréstimo, condições, taxa de juros e prazo para o pagamento.

Rafael Custódio, coordenador do programa de justiça da Conectas, conta que a ONG de direitos humanos também pedirá hoje ao governo paulista detalhamento sobre o sistema prisional do Estado. "Queremos saber quais são as condições de higiene e saúde principalmente das mulheres presas. Há um déficit de dados que inviabiliza uma profunda e firme discussão sobre o tema, já que o quadro que se pinta daquele cenário é borrado, quando não incompleto". A Conectas ainda vai solicitar ao Itamaraty a divulgação de um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) que aborda questões de tortura e maus-tratos em cadeias e unidades de saúde mental de internação forçada.

Fabiano Angélico, jornalista especializado em transparência pública, explica que a Lei de Acesso à Informação terá vários níveis de implementação até se alcançar um nível razoável de sistematização de dados, o que "depende muito" da publicação do decreto que detalha o funcionamento da legislação. O especialista vê problemas na implementação da regra em Estados e municípios e também lembra que o governo federal está melhor preparado por ter um órgão como a Controladoria Geral da União (CGU) envolvendo as outras áreas da administração.

"A lei é clara: a transparência é regra, sigilo é exceção. Além de questões de sigilo e risco comerciais, todo o resto é informação potencialmente pública. Mas pelo que eu tenho acompanhado não é um assunto muito popular. Jornalistas e entidades mais organizadas têm mais contato com isso, uma lógica que mudará pouco a pouco quando as pessoas e empresas perceberem que o potencial da lei", diz Angélico.

Em seminário na Fundação Getulio Vargas (FGV) que discutiu a nova lei, Francisco Bernardes Costa Filho, da Procter & Gamble, disse que a lei é útil para a obtenção e organização de informações que possam subsidiar o planejamento e a decisão de investimento de empresas. Valter Pedrosa, da Braskem, comentou sobre a pressão que o setor privado terá para melhorar suas práticas institucionais. "É um novo mecanismo de controle social que vai envolver também as empresas com relação com o poder público, por isso elas têm que fortalecer cada vez mais áreas de responsabilidade social."


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Neste programa ouvimos as experiências de Renato Faure do Grupo Estado, Luiz Dias da Brasif e Margareth Ortiz do Hospital Sírio Libanes. Acesse http://itvision.tv


NotiAnpei-17/05/2012 – Ano IX – Edição nº 99
NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO

INPI realizará concurso público no segundo semestre
=>Cem das 250 vagas são para a área de patentes e marcas. Ministro afirma que vai descontingenciar orçamento da autarquia.

Finep lança Portal do Cliente
=>Site entra no ar dia 31 de maio, com objetivo de agilizar comunicação entre ICTs e a Financiad
ora.

MCTI discute aprimoramentos na proposta do Novo Código de C,T&I
=>A ideia do governo não é propor um projeto de lei substitutivo, apenas fazer ajustes pont
uais.

Câmara propõe política de assistência tecnológica às MPEs
=>Relatório conclui projeto de lei que cria bolsas de extensão para o CNPq com recursos d
o FAT.

MCTI publica portaria autorizando projetos de semicondutores
=>Seis empresas devem usar incentivos previstos no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de Semicond
utores.

Governo quer lei para facilitar aproveitamento da biodiversidade
=>Projeto está sendo finalizado e propõe que controle de licenças e contratos sejam mais rigorosos apenas quando produto for para o
mercado.

Farmacêuticas terão R$ 5 bilhões doBNDES
=>Banco está reestruturando o Profarma, programa de apoio ao desenvolvimento do complexo industrial
da saúde.

Curso avançado em propriedade intelectual no Japan PatentOffice
=>Parceria com INPI permite que Anpei indique candidatos para as vagas. Inscrições devem ser enviadas para a Associação até dia 2
3 de maio.

NOTÍCIAS DA XII CONFERÊNCIA ANPEI

Don Tapscott é o keynote speaker da XII Conf
erência Anpei
=>O canadense é considerado uma liderança mundial entre os especialistas que tratam dos temas inovação, mídia e impactos sociais e econômicos da tecnologia se apresentará no dia
12 de junho.

Palestrantes internacionais da XII Con
ferência Anpei
=>Annalisa Primi, da OCDE, Gennaro Gama, da Universidade da Georgia, e Paul Germeraad, da Intellectual Assets, vão falar sobre indicadores de P,D&I, interação universidade-empresa e propriedad
e intelectual.


 

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