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2012/04/20 a 16 - Semana em Brasília

"...o que mais chamou a atenção da mídia, dos parlamentares e bastidores foi mesmo a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional. Nesta sexta-feira (20) a presidente Dilma Rousseff disse que a CPMI é do Congresso e que o Governo Federal terá uma posição de respeito e não vai interferir em questões do Legislativo."

 

Colegas

Governadores de 11 estados fizeram reunião, na Câmara dos Deputados, para debater renegociação das dívidas dos estados e municípios. Na opinião dos governadores o Brasil vive outro momento econômico e por isso permite mudanças. As dívidas somam mais de R$ 400 bilhões se incluir o passivo dos municípios. A sessão que definiria o texto para a Reforma Política não caminhou.

No Senado a resolução 72, que foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) acabou com a guerra dos portos.

Mas, o que mais chamou a atenção da mídia, dos parlamentares e bastidores foi mesmo a instalação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) no Congresso Nacional. Nesta sexta-feira (20) a presidente Dilma Rousseff disse que a CPMI é do Congresso e que o Governo Federal terá uma posição de respeito e não vai interferir em questões do Legislativo.

As Comissões temáticas continuam trabalhando tanto em votação de matérias já acordadas quanto em audiências públicas que apesar de importantes não tiveram a mesma divulgação.

O deputado Paulo Pereira (PDT/SP) questionou durante a semana inteira o pacote divulgado pela presidente Dilma que deverá ser votado ainda este semestre. Na Avaliação dele não é só mudar a forma de cobrança de tributos, é necessário votar a Reforma Tributária, montar políticas econômicas em relação ao câmbio e a infraestrutura. Em uma coisa parlamentares, governadores, base aliada e oposição, além de empresários concordam – o Brasil tem importado mais e exportado menos e que a única receita que aumenta a cada dia é a do Tesouro Nacional. O acumulado de 2012 ficou 57% maior que os R$ 16,737 bilhões registrados em janeiro e fevereiro do ano passado.


O site da ASSESPRO NACIONAL está cada vez mais completo, a seguir você precisa conferir muitos novos links incluídos na semana:
 
Clipping

As 'novas' cidades digitais

ASSESPRO Nacional apresenta potencial no mercado de software brasileiro em Audiência Pública no Plenário


Press Releases

ASSESPRO Nacional apresenta potencial no mercado de software brasileiro em Audiência Pública no Plenário 


Regionais

Relações Trabalhistas é tema de palestra na Assespro/RS

Reunião da Assespro/RS: Diretoria e Associados

Crimes digitais prejudicam empresas gaúchas

NRF 2012: Empresas Inteligentes

Membros do Comitê de Marketing da Assespro/MG discutem sobre a estrutura de vendas no Modelo Farming Hunting

Abertas as inscrições para o Curso Business Model Generation: como planejar em terreno desconhecido

Comitê de Engenharia de Software aborda requisitos: o que define seu sistema ou projeto

Assespro estará presente na reunião do Confaz



Artigos

As novas cidades digitais

Risco da Colonização Tecnológica do Brasil



Oportunidade de Negócios

Parceria em Países de Língua Espanhola



Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas e do Assessor Parlamentar da FNTI, Sr. Paulo Lustosa.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br
(61) 4501-8301

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Câmara aprova cobrança de ISS sobre publicidade na internet
Tributação também atinge propaganda veiculada em outdoors. Proposta exclui material divulgado em rádio, TV, jornais, livros e periódicos.

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (18), por 354 votos a 2, e uma abstenção, o Projeto de Lei Complementar 230/04, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que inclui na lista de atividades tributáveis do Imposto sobre Serviços (ISS) a veiculação de textos, desenhos e material de publicidade. A proposta será analisada ainda pelo Senado.

O imposto atingirá principalmente o uso de publicidade na internet e em outdoors, já que o texto exclui da cobrança as inserções feitas em livros, jornais, periódicos, rádio e televisão. A proposta foi aprovada na forma de uma subemenda do deputado Júlio Cesar (PSD-PI), que foi relator pela Comissão de Finanças e Tributação.

Veiculação
De acordo com o texto, apenas a atividade de veicular textos, desenhos e outros materiais de publicidade será tributada e não a locação dos espaços usados para a inserção deles. Segundo o autor da proposta, o imposto será cobrado de agências de publicidade e empresas de outdoor.

Também não entrarão na base de cálculo do imposto os descontos legais em favor das agências de publicidade, se elas estiverem envolvidas.

Segundo Mendes Thame, já existe jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) definindo que a veiculação deve ser tratada como serviço de publicidade, não se confundindo com os serviços de comunicação, que são tributados pelos estados por meio do ICMS. Ele afirmou que a regulamentação dá tranquilidade ao setor. "As empresas não terão de se preocupar com um passivo tributário futuro", ressaltou.

Internet
Na proposta aprovada na Comissão de Finanças, a internet também estava na lista de exceções para a cobrança. Na negociação do texto no Plenário, porém, ela foi retirada das exceções. O deputado Odair Cunha (PT-MG) defendeu a mudança: “A imunidade tributária não alcança serviços como banners que aparecem em sites”. Segundo Cunha, leis municipais deverão especificar os serviços que serão tributados.

A inclusão da internet foi criticada pelo líder do PPS, Rubens Bueno (PPS-PR). "A internet não é de um governo ou de um Poder, é da humanidade. Porque rádio, jornal e tv não pagam imposto e a internet tem de pagar?", questionou.

O deputado Miro Teixeira (PDT-RJ) disse que o acordo para tributar a publicidade na internet teve apoio dos provedores, que preferem a cobrança da menor alíquota. "Alguns estados estão cobrando 30% ICMS sobre a publicidade na internet, enquanto o ISS fica em 5%. Eles preferiram o ‘mal menor’ para fugir da fúria arrecadatória dos estados", disse Miro, que se declarou contrário à taxação da propaganda na internet. Fonte: Agência Câmara


Relator quer ampliar proteção à privacidade do usuário de internet
Em debate na Câmara sobre o marco civil da internet, especialistas defenderam o direito do internauta à navegação anônima e a não responsabilização dos sites pelos conteúdos publicados por usuários.

O relator do projeto de lei do marco civil da internet (PL 2126/11), deputado Alessandro Molon (PT-RJ), afirmou nesta terça-feira (17) que poderá alterar a proposta do governo para ampliar a proteção à privacidade do usuário e garantir a eficácia do princípio da neutralidade de rede. A declaração foi feita após audiência pública na comissão especial que analisa o projeto, que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil.

Na audiência, especialistas defenderam o direito do internauta à navegação anônima e a não responsabilização dos sites pelos conteúdos publicados por usuários. O direito à privacidade também foi a principal preocupação de cidadãos que participaram on-line da discussão por meio do portal e-Democracia. Os internautas poderão, pela comunidade virtual dedicada ao marco civil,  oferecer sugestões à proposta - Molon garantiu que essas ideias serão levadas em conta em seu parecer.

Direito à privacidade

O relator disse que poderá incluir na proposta medidas para prevenir a comercialização dos dados pessoais dos internautas e o uso dessas informações para fins de publicidade. Segundo o professor da Universidade Federal do ABC (UFABC) Sérgio Amadeu, o rastreamento dos sites acessados pelos usuários ocorre o tempo inteiro hoje, especialmente por parte das grandes corporações.

O rastreamento dos sites é possível quando se vinculam os dados de conexão (logs) com o número de IP (código atribuído a um terminal de uma rede para permitir sua identificação).

Amadeu defendeu que o rastreamento de sites acessados só ocorra no caso de suspeita de crimes na rede. Nesses casos, a medida deverá ser requisitada pela Justiça.

De acordo com o professor, a navegação anônima do internauta deve ser garantida no projeto.

Para Amadeu, o anonimato não é motivador de crimes na rede. “É, sim, o que garante que o usuário não caia nas mãos de criminosos”, sustentou.

Neutralidade de rede

Molon também poderá retirar do texto a previsão de regulamentação para o princípio da neutralidade de rede (tratar de forma igual todos os usuários e os conteúdos, não podendo, por exemplo, reduzir a velocidade de navegação dependendo do cliente). Pelo projeto, o princípio da neutralidade de rede está garantido, mediante regulamentação. O professor Sérgio Amadeu, além do advogado do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), Guilherme Varella, manifestaram preocupação com possíveis exceções que possam ser estabelecidas na regulamentação do Poder Executivo.

“Ter neutralidade é não ter um guarda de trânsito ou um árbitro na internet; é não ter uma empresa privilegiando determinados conteúdos”, explicou Varella. De acordo com o advogado, sem essa garantia, o provedor pode, por exemplo, privilegiar o seu próprio conteúdo. De acordo com Amadeu, nos Estados Unidos, diversos provedores estão filtrando o tráfego, privilegiando, por exemplo, o conteúdo de empresas com as quais têm acordos comerciais.

Responsabilidade dos sites

Já o pesquisador do grupo Cultura Digital e Democracia da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Rená disse que os provedores de internet não podem ser “vigias” dos conteúdos divulgados pelos usuários.

Ele defendeu o texto original do PL 2126/11, que diz que o provedor de acesso não será responsabilizado por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros. Já o provedor de conteúdo somente poderá ser responsabilizado por danos decorrentes de conteúdo gerado por terceiros se, após ordem judicial específica, não tomar as providências para, dentro do prazo assinalado, tornar indisponível o conteúdo apontado como infringente.

A responsabilização do provedor apenas após o descumprimento de decisão judicial também foi defendida pela diretora política da empresa Mercado Livre no Brasil, Laura Fragomeni. “Se as companhias forem consideradas responsáveis pelo conteúdo gerado por terceiros, elas teriam de fiscalizar todo o conteúdo, acabando com o direito à privacidade do usuário”, argumentou. Segundo ela, a ausência de normas hoje tem gerado problemas. “Há casos em que o Judiciário condenou blogueiras por conteúdos publicados por terceiros em seus blogs”, citou.

Íntegra da proposta: PL-2126/2011  Fonte: Agência Câmara


Ministério da Justiça espera que marco civil da internet seja aprovado neste ano

O secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo de Castro Pereira, disse há pouco que espera que projeto de lei do Marco Civil da Internet (PL 2126/11) seja aprovado ainda neste ano pelo Congresso. Segundo ele, o projeto é prioritário para o governo.

Conforme Pereira, a falta de um marco legal sobre a internet, deixando claro princípios, conceitos, os direitos e as reponsabilidades de cada um dos atores na rede, tem levado a decisões judiciais desconexas, trazendo insegurança aos usuários e prejudicando novos negócios.

O secretário destacou que projeto afasta a responsabilidade do provedor de internet pelo conteúdo divulgado em suas redes por terceiros. “Assim evitamos que o provedor atue como censor, analisando cada conteúdo divulgado por terceiros antes de publicá-lo”, disse.

Além disso, ele ressaltou que ficaram de fora da proposta temas como direitos autorais na internet, a expansão da banda larga, spam e certificação digital. "É importante que a discussão aqui na comissão especial fique focada no marco civil da internet", afirmou. Segundo ele, após a aprovação do marco civil, a discussão sobre esses outros temas poderá avançar.

Para Pereira, o PL 2126/11 é o caso mais bem sucedido de construção democrática de uma proposta legislativa. O projeto já passou por dois processos de consulta pública no âmbito do Poder Executivo. A partir de hoje, os cidadãos também poderão contribuir com a proposta no site www.edemocracia.camara.gov.br.

Íntegra da proposta: PL-2126/2011 


Comissão aprova inclusão de pregão eletrônico na competência de leiloeiro

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei 5657/09, do Senado, que inclui o leilão virtual e o pregão eletrônico (feitos por meio da internet) entre as competências do leiloeiro.

O projeto altera o Decreto 21.981/32, que regula a profissão de leiloeiro. O decreto estabelece que compete aos leiloeiros, pessoal e privativamente, a venda em hasta pública ou público pregão, dentro de suas próprias casas ou fora delas, de tudo que forem encarregados, por autorização de seus donos por alvará judicial.

A proposta acrescenta a expressão “inclusive por meio da rede mundial de computadores” logo após “dentro de suas casas ou fora delas”.

O relator, deputado Ratinho Junior (PSC-PR), disse que o projeto deixa claro que a expressão “fora de suas casas” não se limita a um ambiente físico, mas se refere também ao ambiente virtual (internet).

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-5657/2009  Fonte: Agência Câmara


Comissão debate novo Código Comercial com jurista

A comissão especial criada para analisar o novo Código Comercial (Projeto de Lei 1572/11) realiziou audiência pública para debater a proposta com o jurista e professor da PUC/SP Fabio Ulhoa Coelho, especialista em direito comercial e autor de vários livros sobre o assunto.

Íntegra da proposta: PL-1572/2011 .Mais informações www.camara.gov.br


 
Câmara aprova obrigação de empresa informar ao empregado valor do INSS pago

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania aprovou na terça-feira (17), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 7329/06, do Senado, que obriga as empresas a informarem mensalmente, a cada trabalhador, o valor do recolhimento previdenciário feito em seu benefício ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O relator da proposta foi o deputado Félix Mendonça Júnior (PDT-BA), que apresentou parecer favorável ao texto. A matéria já havia sido aprovada nas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Seguridade Social e Família. Como já foi originalmente aprovado no Senado, o projeto seguirá para sanção presidencial, caso não haja recurso para que sua tramitação continue pelo Plenário.

Regra atual

A proposta prevê ainda que o INSS será obrigado a enviar às empresas e aos segurados extrato relativo ao recolhimento de suas contribuições sempre que solicitado. Atualmente, a Lei 8.212/91 prevê apenas o envio de extrato das contribuições aos segurados individuais e às empresas.

No entanto, os demais segurados também contam com possibilidades de acesso ao histórico das contribuições. Para correntistas do Banco do Brasil, ele está disponível nos caixas eletrônicos e na internet. É possível ainda retirá-lo no site da Previdência Social ou em qualquer uma das agências do órgão.

Fiscalização
De acordo com o autor do projeto, senador Cristovam Buarque (PDT-DF), no entanto, a fragilidade da estrutura de fiscalização do INSS faz com a Previdência registre alto índice de sonegação, que à época da apresentação do texto estava em 30%. O senador acredita que a proposta vai permitir ao trabalhador controlar as contribuições quando necessário e, com isso, inibir a sonegação.


BNDES: PMES receberam R$ 10,1 bilhões no 1º tri

Dos R$ 24,5 bilhões liberados para o setor produtivo no primeiro trimestre do ano pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), 41% foram para o setor de infraestrutura, que recebeu R$ 9,9 bilhões. Praticamente o mesmo percentual foi liberado no período para as micro, pequenas e médias empresas, que receberam R$ 10,1 bilhões em empréstimos do banco estatal. Os números foram divulgados nesta quinta-feira, 19/04, no Rio de Janeiro.

Segundo o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, embora as liberações tenham mostrado pequena queda no trimestre (-1%), em comparação com os três primeiros meses de 2011, as consultas - primeiro estágio dos pedidos de financiamento feitos à instituição - mostraram incremento de 37%, atingindo R$ 55,7 bilhões.

Esse aumento do número de consultas foi puxado pela indústria, com alta de 120%, liderada pelos segmentos de material de transporte e de química e petroquímica, este último em função dos projetos de exploração e produção de petróleo e gás.

O presidente do BNDES acredita que o desempenho do primeiro trimestre sinaliza um aquecimento dos investimentos no país. Disse que a prorrogação da vigência do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) até dezembro de 2013, com taxas de juros reduzidas e participação ampliada do financiamento do BNDES, contribuirá para o crescimento dos empréstimos do banco este ano. Infraestrutura, logística, energia, petróleo e gás e construção habitacional são, segundo ele, segmentos que contribuirão para a expansão dos investimentos em 2012, que "tende a criar condições estimulantes para o investimento privado”.

A missão do banco de fomento estatal, insistiu, é “recuperar o crescimento da economia, com uma liderança do investimento”. Segundo Coutinho, em um segundo momento, à medida que a renda e o emprego cresçam com mais rapidez, o investimento nas indústrias voltadas ao consumo também deverá ganhar força.

Os desembolsos do BNDES em 2012 deverão oscilar entre R$ 145 bilhões e R$ 150 bilhões, "dependendo da velocidade da recuperação do investimento no país”. A participação das micro, pequenas e médias empresas no acumulado de janeiro a março somou valor recorde de R$ 10,1 bilhões. Esse segmento também respondeu por 41% dos desembolsos totais do banco no trimestre.

De acordo com os dados divulgados do primeiro trimestre, os desembolsos para infraestrutura nos três primeiros meses do ano mostraram redução de 1,2%. Para a indústria, foram liberados R$ 6,3 bilhões, recuo de 17,9%. Mas, em março, os desembolsos somaram R$ 9,3 bilhões, uma reação de 20,8% na comparação com março de 2011.  Fonte: Agência Brasil



Empresas do Brasil gastam 7% do faturamento com TI
19 de abril de 2012
Fonte: Brasil Econômico

Estudo apresentado ontem pela FGV revela que os gastos nessa área aumentaram e que as companhias estão comprando mais tecnologia pela modalidade de serviço.Nos últimos 12 anos, o investimento das empresas em tecnologia da informação (TI) dobrou no Brasil, de acordo com pesquisa feita anualmente pela Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente, as companhias destinam 7% de suas receitas para gastos com TI, enquanto em 1991, por exemplo, o valor era inferior a 2%.
Além do percentual do faturamento estar aumentando, Fernando Meirelles, responsável pelo estudo, afirma que a maneira como as empresas consomem tecnologia também passa por um processo de mudança. "Logo as empresas não irão comprar mais hardware diretamente. Elas comprarão serviços e o hardware virá embutido", afirma o professor da FGV. Ele estima que hoje 90% dos gastos corporativos com TI já seja nesta modalidade.
Hoje, grandes fornecedores de hardware como Dell e HP apostam na ampliação da área de serviços para crescer suas receitas.
A Dell comprou mais de dez empresas desde 2009 para fortalecer o portfólio, exemplo da tendência apontada por Meirelles.
Software A pesquisa da FGV aponta também quais são as fornecedoras líderes de software para o mercado corporativo. Em sistemas de gestão empresarial (ERP) Totvs, SAP e Oracle têm, juntas, 82% do mercado brasileiro.
"Quanto maior o porte da companhia, maior o uso de SAP. O inverso acontece com a Totvs", diz o professor.
Enquanto a brasileira lidera em companhias de até 160 teclados, com 53% de participação, a alemã é a mais presente nas empresas com mais de 600 usuários, com 51% do mercado.
Na área de inteligência analítica (BI, na sigla em inglês), estudada pela primeira vez pela FGV, a líder também é a SAP, com 20% de participação.
A Oracle vem em segundo, seguida de Totvs, Microsoft e IBM.
Em navegador web, a Microsoft continua reinando com folga, com 91% do mercado, enquanto o segundo colocado, Mozilla Firefox, tem apenas 7%.
 




Gazeta do Povo- 20.04.12- Empresas
Siemens volta a Curitiba com centro de pesquisa


A multinacional alemã Siemens inaugurou ontem, em Curitiba, seu primeiro centro de pesquisa e desenvolvimento na América Latina voltado às soluções “smart grid”, as chamadas “redes inteligentes” de energia. Essas redes permitem, entre outras aplicações, a geração e o consumo de energia elétrica de forma eficiente e sob demanda, evitando perdas durante o processo.

A inauguração marca o retorno da Siemens a Curitiba, quatro anos depois de a companhia vender a participação que tinha em uma joint venture com a Nokia.

O centro é parte de uma parceria com a Pontifícia Universidade Católica (PUCPR). Ele funciona desde janeiro, na sede do Parque Tecnológico da PUC, no bairro Rebouças. A empresa tem outros quatro centros de smart grid, na Alemanha, Estados Unidos, Turquia e Índia.

Em Curitiba trabalham 24 profissionais da área de criação de softwares e tecnologia da informação, mas em três anos esse número deve passar de 100, prevê a empresa. A unidade faz parte de um pacote de investimentos de US$ 600 milhões para a criação de outras linhas de pesquisa no país. O valor específico para Curitiba não foi informado.

“O Brasil está adquirindo uma posição de vanguarda na estratégia da companhia e estamos investindo em centros globais de competências em setores promissores como smart grid e ‘oil and gas’ [petróleo e gás]”, afirma Paulo Stark, presidente do Grupo Siemens do Brasil.

Retorno

A Siemens foi uma das primeiras a se instalar na Cidade Industrial de Curitiba, na década de 1970. Depois de uma reestruturação global iniciada em 2006, duas das três divisões da empresa em Curitiba – Siemens Entrerprise Com­mu­nications (SEN) e Ho­me and Office – foram vendidas. A ter­­ceira delas, a Nokia Sie­mens Networks, foi vendida em 2008. Hoje a Nokia Siemens também está instalada no Parque Tecnológico da PUC, onde produz equipamentos para telefonia móvel, mas, fora o nome, não tem vínculos com a multinacional alemã.

Segundo Stark, o retorno se deve ao fato de a cidade ser um polo de pesquisa e desenvolvimento, ter boas universidades e bons profissionais. Hoje a Siemens atua em quatro setores: infraestrutura e cidades, indústria, energia e saúde.



NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO - NotiAnpei - 18/04/2012 – Ano IX – Edição nº 95

“Não haverá pré-sal sem inovação. Nem vice-versa.”
=>Artigo de Carlos Eduardo Calmanovici, presidente da Anpei, publicado originalmente no jornal Brasil Econômico de 9 de abril.

Empresas já podem se inscrever para concorrer ao Prêmio Finep 2012
=>Este ano, serão disponibilizados de R$ 100 mil a R$ 600 mil para os primeiros colocados regionais e nacionais de cada catego
ria.

Patentes de tecnologias sustentáveis ganham prioridade no INPI
=>Instituto pretende avaliar novas tecnologias em prazo de até dois anos. Processo começa com piloto de 500 pedidos de patentes feitos a partir de janeiro de
2011.

Aumenta o número de investidores anjos no Brasil
=>Segundo Cassio Spina, que acaba de lançar livro sobre o assunto, são 5.300 anjos e R$ 450 milhões investidos em empresas inova
doras.

Comissão aprova mais recursos do Fust para educação e pesquisa
=>Projeto de lei prevê que 10% do dinheiro do fundo vão para área de ciência e tecnologia e 20% para ed
ucação.

Presidente da Finep defende mudanças no financiamento à C,T&I
=>Em reunião do Conselho Consultivo da instituição, Glauco Arbix disse que há problemas estruturais no apoio financeiro aos p
rojetos.

Construção de novos laboratórios de inovação começa em maio
=>Serão oito unidades, para áreas como polímeros, eletroquímica, energias alternativas, sistemas virtuais de produção e m
ateriais.

Acordo Brasil-Europa deve estimular geração de patentes
=>Está previsto o desenvolvimento de um sistema automático de tradução dos pedidos em português para inglês e v
ice-versa.

Curso Anpei-Senai: Elaboração de Projetos para Captação de Recursos
=>Metodologia a ser discutida em aula permite que alunos façam aplicação imediata dos conhecimentos adquirido
s no curso.

Inscrições para pós em gestão da inovação da FIA/USP estão abertas
=>Interessados têm até o dia 3 de maio para enviar se inscrever e participar do proces
so seletivo.

Seminário discute rumos e estratégias da inovação para o Brasil
=>Destaque para os palestrantes internacionais: Rafael Ramirez, da Universidade de Oxford, e Beate Schlageter, d
a Siemens AG.

Brasil consegue vaga permanente para professor visitanteem Harvard
=>Caberá ao Capes, agência do Ministério da Educação que concede bolsas para pós-graduação, escolhe
r os docentes.


XII CONFERÊNCIA ANPEI – JOINVILLE – 11 A 13 DE JUNHO

Gerente Sênior de Tecnologia da Universidade da Georgia fala sobre relação ICT-empresa na XII Conferência Anpei
=>O brasileiro Gennaro Gama é formado em Química pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem experiência destacada em licenciamen
to de tecnologia.

Hotéis oferecem desconto nas diárias para os participantes da XII Conferência Anpei
=>Seis hotéis reduziram suas tarifas, mas o prazo para as reservas com desconto está se encerrando. Haverá transfers dos aeroportos de Curitiba, Navegantes e Joinville para os hotéis e des
tes para o evento.

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