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2012/03/23 a 19 - Semana em Brasília

Uma semana tensa onde o governo e o Congresso Nacional não conseguiram acordar nem mesmo a votação da Lei Geral da Copa. Alguns dizem que a base continua solidária, mas o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), disse que o sentimento é de insatisfação dos aliados.

Colegas


Uma semana tensa onde o governo e o Congresso Nacional não conseguiram acordar nem mesmo a votação da Lei Geral da Copa. Alguns dizem que a base continua solidária, mas o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), disse que o sentimento é de insatisfação dos aliados. A base juntamente com a oposição conseguiu derrubar a sessão na última quarta-feira (21). 

As comissões temáticas atuaram mais e tentam recuperar o tempo com debates intensos e muitas matérias na pauta. Exemplo disso é discussão sobre a constitucionalidade do PL 2245/2007 que regulamenta a profissão de tecnólogo que terá a partir desta segunda-feira (26) o prazo de cinco sessões ordinárias para apresentação de emendas. A ASSESPRO, conjuntamente com as demais entidades que formam a Frente Nacional das Entidades – FNTI, está acompanhando o assunto e estudando a viabilidade de encaminhamento de proposição de emendas.

Outro assunto que movimentou a explanada foi a provável desoneração da folha de pagamento para os fabricantes de máquinas e equipamentos, autopeças, têxtil, móvel, aeroespacial e indústria naval que devem ter zerada a contribuição ao INSS. A incidência hoje é de 20%, mas será substituída por uma alíquota de 1% sobre o faturamento. Para alguns economistas o que o governo está fazendo é substituindo a cobrança de tributos. Esse foi um dos motivos da reunião de vários empresários com a presidente Dilma Roussef. O setor quer a desoneração tributária, menor taxa de juros, além de medidas para conter a valorização do real.

A presidente discutiu também as demandas das centrais sindicais dos trabalhadores e entre os pontos colocados a isenção do Imposto de Renda na Participação dos Lucros e Resultados, abono salarial, aumento das aposentadorias e fim do fator previdenciário.

O PLS 607/07, que dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e dá outras providências, foi 
devolvido pelo Senador Paulo Paim. O presidente da Comissão designou novo relator, Senador Wellington Dias, que já está com o projeto para emissão de parecer. Todas as entidades do Setor, inclusive a academia já se posicionaram contra, com o pedido de arquivamento, e o nosso trabalho diligente continua.

O PL 2177/11, que “Institui o Código de Ciência, Tecnologia e Inovação”, apresentado pelo Deputado Bruno Araújo (PSDB/PE) está na Coordenação de Comissões Permanentes da Câmara dos Deputados, aguardando a constituição de comissão temporária.

Sobre o PL 84/99, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, convocou uma reunião para o dia 28/03, às 14h. Consta da pauta um Requerimento do próprio relator da matéria para a realização de Audiência Pública com o objetivo de discutir o projeto. Ele sugere que sejam convidados um representante do Ministério da Justiça, um da Polícia Federal, um do Ministério Público e um representante da Associação Nacional dos Procuradores da República. O Caminho dado é pela aprovação com emendas supressivas, com exceção dos artigos que definem os crimes.


O site da ASSESPRO NACIONAL está cada vez mais completo, a seguir você precisa conferir muitos novos links incluídos na semana:
 

Clipping

Assespro Nacional representará o Brasil no WCIT 2012, no Canadá


Press Releases

Assespro Nacional representará o Brasil no WCIT 2012, no Canadá

Assespro Nacional marca presença em Fórum sobre Teletrabalho


Regionais

Assespro/MG promove Café Empresarial Jurídico

Comitê de Marketing realiza primeira reunião do ano

O Paradoxo das Modernas Áreas de Suporte Técnico

Com apoio da Assespro/RS, Copa Target de Futebol 7 recebe inscrições

Assespro/SC presente em Reunião na Câmara Municipal

Assespro/PR inaugura Subseção na Região Sudoeste

Em parceria com a FIEP, Assespro/PR inicia processo para montar Grupo de Investidores Anjo no Estado

Comitê de Vendas para Governo será no dia 03 de Abril

Café Empresarial da Assespro/MG aborda a Metodologia Agile em Escala

Importação de Software: Aspectos Tributários

Comitê de Engenharia de Software da Assespro/MG realiza primeira reunião do ano


Associadas

Adok lança o Appsclube, serviço de compartilhamento de aplicativo para smartphones e tablets

Sydle é certificada no MPS/Br nível C

Siteware é a terceira empresa a se estabelecer no BH-TEC

Paiva Piovesan distribui o equivalente a mais de 2 Milhões em softwares e apresenta novas soluções aos empreendedores


Oportunidade de Negócios

Oportunidade de Negócios 005/2012 - Empresa Associada da Assespro/PR busca parceiros

Oportunidade de Negócios 006/2012 - Aplicativo em Projetos


Documentos

Lei de Acesso à Informação Pública

Competitividade da Indústria de Software Brasileira: fato ou ficção?

Material de Eventos

I Encontro Nacional da Assespro em 2012 - Programação

 

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.


O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, do Assessor Parlamentar da FNTI, Sr. Paulo Lustosa, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta 
Presidente 
luis.mario@assespro.org.br

(61) 4501-8301

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação 
www.assespro.org.br 



Relator vai manter autorização para empresa terceirizar atividade-fim


Projeto que regulamenta o trabalho terceirizado no País poderá ser votado pela CCJ no mês que vem.

O relator do Projeto de Lei 4330/04 na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Arthur Oliveira Maia (PMDB-BA), afirmou que está decidido a manter no texto a autorização para que as empresas terceirizem todo seu serviço, incluindo as atividades-fim. Além disso, ele pretende manter a responsabilidade subsidiária para o contratante em relação às obrigações trabalhistas referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços.

O PL 4330/04, apresentado pelo deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), regulamenta a terceirização nos serviços público e privado e pode ser votado na CCJ no mês que vem. O tema é controverso e não conta com o apoio de algumas centrais sindicais, como a Central Única dos Trabalhadores (CUT), que classifica a proposta como “uma reforma trabalhista disfarçada”, conforme definiu seu presidente, Artur Henrique. A matéria poderá ser lida na integra no site “www.camara.gov.br” 


Instalada comissão do novo Código Comercial

O atual código é de 1850 e foi quase todo revogado por leis posteriores. Restam em vigor apenas regras sobre direito marítimo.

A comissão especial que vai analisar o novo Código Comercial (Projeto de Lei 1572/11), foi instalada nesta tarde. O deputado Arthur Oliveira Maia (PMDB-BA) foi eleito presidente e o deputado Paes Landim (PTB-PI), definido como relator.

Os vice-presidentes serão eleitos na próxima quarta-feira (28), às 14h30, em plenário a definir.

De autoria do deputado Vicente Candido (PT-SP), a proposta tem o objetivo de sistematizar e atualizar a legislação sobre as relações empresariais entre pessoas jurídicas.

A proposta do novo código trata, entre outros assuntos, da denominação empresarial, de títulos eletrônicos e do comércio na internet. Um dos principais pontos destacados pelo autor é a permissão para que toda a documentação empresarial seja mantida em meio eletrônico, dispensando-se o uso de papel.

O texto conta com 670 artigos, divididos em cinco livros. O primeiro é uma parte geral sobre a empresa; o segundo trata das sociedades empresariais; o terceiro regula as obrigações dos empresários; o quarto aborda a crise da empresa; e o quinto trata das disposições transitórias.

Obrigações
No campo das obrigações empresariais, além da previsão de prazos prescricionais mais curtos, “necessários à segurança jurídica nas relações empresariais”, segundo Vicente Candido, o projeto de Código Comercial estabelece normas próprias para a constituição das obrigações entre empresas, atentas à realidade das atividades econômicas.

Também disciplina os principais contratos empresariais, como a compra e venda mercantil, o fornecimento, a distribuição, o fretamento de embarcações e outros. “A reunião da disciplina destes negócios jurídicos num diploma sistemático possibilitará maior previsibilidade nas decisões judiciais sobre direitos e obrigações contratuais das empresas”, acredita o deputado de São Paulo.

Direito civil

Atualmente, o direito empresarial brasileiro é disciplinado em sua maior parte pelo Código Civil, que trata também de questões privadas envolvendo pessoas físicas. Há outras questões relacionadas às empresas que são reguladas por leis específicas – como a das Sociedades Anônimas (6.404/76), a de Falências (11.101/05) e a dos Títulos de Crédito (6.840/80), que não são revogadas pela proposta. Já a Lei de Duplicatas (5.474/68) seria revogada.

O antigo Código Comercial, de 1850, tornou-se defasado e teve sua maior parte revogada em 2003, quando entrou em vigor o novo Código Civil (Lei10.406/02). Do antigo Código Comercial restaram somente artigos sobre direito marítimo.

O deputado justifica a necessidade de criar um código específico com o fato de a Constituição considerar o direito comercial uma área distinta do direito civil. “Revela-se, assim, mais compatível com a ordem constitucional a existência de um código próprio para o direito comercial, e não a inclusão da matéria dessa área jurídica no bojo do Código Civil”, declarou. “De qualquer modo, a dispersão legislativa atual tem impedido, para grande prejuízo da economia brasileira, o tratamento sistemático das relações de direito comercial”.

Depois de ser analisado pela comissão especial, o projeto será votado pelo Plenário.

Íntegra da proposta:  PL-1572/2011  – Agência Câmara


Governo discorda de votação de projeto do Fust neste momento, diz ministro.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, informou há pouco que a posição do governo é de que a Câmara não deve votar neste momento o Projeto de Lei 1481/07, que permite que recursos do Fundo de Universalização das Telecomunicações (Fust) sejam utilizados para a massificação da banda larga. O projeto aguarda acordo de líderes para votação em Plenário. "A posição do governo é de que devemos esperar", disse.

Ele foi questionado pelo deputado Newton Lima (PT-SP) sobre a posição do governo em relação à proposta. Pela legislação atual, o Fust só pode ser utilizado para universalizar o serviço de telefonia fixa, mas, na prática, os recursos vêm sendo contingenciados pelo governo. O fundo arrecada em média R$ 850 milhões por ano.

Lima foi relator da Subcomissão Especial destinada a acompanhar as ações do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL). Em seu relatório final, aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia no final do ano passado, o deputado recomendou a aprovação do PL 1481/07. Para ele, a utilização dos recursos do Fust é importante para a implementação do PNBL. Agência Câmara.

 
Comissão aprova divulgação obrigatória de preço em comércio eletrônico

A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou na quarta-feira (21) proposta que obriga os sites de comércio eletrônico a divulgar os preços dos produtos ou serviços que oferecem. A divulgação deverá ser feita de forma ostensiva e com caracteres facilmente legíveis, com fonte de tamanho igual ou maior que 12. A medida está prevista no Projeto de Lei 2096/11, do deputado Luis Tibé (PTdoB-MG).

O relator do projeto, deputado Dr. Carlos Alberto (PMN-RJ), acredita que a medida vá garantir transparência no comércio eletrônico. “Atualmente, vários sites eletrônicos vendem seus produtos ou serviços sem colocar os preços visíveis ou acessíveis aos cidadãos, criando assim uma forma de constrangimento, uma vez que os consumidores são obrigados a entrar em contato com tais empresas e ficam à mercê dos operadores de negociação”, afirmou.

A proposta acrescenta a nova regra à Lei 10.962/04, que trata das formas de afixação de preços em produtos e serviços aos consumidores. A lei hoje não estabelece nenhuma norma para o comércio eletrônico.

A proposta, que tramita de forma conclusiva, será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.  Íntegra da proposta:  PL-2096/2011– Agência Câmara.


 
Comissão aprova redução de capital mínimo para empresa individual

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou, na quarta-feira (20), o Projeto de Lei 2468/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que reduz – de 100 para 50 vezes o valor do salário mínimo – o limite mínimo do capital social integralizado para constituição de empresa individual de responsabilidade limitada (Eireli).

A proposta – que altera o Código Civil (Lei 10.406/02) – ainda estabelece que essas empresas sejam beneficiadas com o tratamento tributário simplificado do programa Simples Nacional (Supersimples).

A aprovação foi recomendada pelo relator, deputado João Maia (PR-RN). De acordo com ele, a diminuição desse piso para 50 salários mínimos é um passo concreto para que mais empreendedores estejam aptos a constituir empresas individuais de responsabilidade limitada.

Diminuição de custos

Sobre a inclusão desse tipo de empresa no Supersimples, o relator argumentou que “a diminuição dos custos proporcionada pelo regime tributário do Simples poderá representar a diferença na decisão de empreender”.

A modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada foi criada pela Lei 12.441/11 com o intuito de reduzir a informalidade. Segundo a lei, a Eireli é constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social – ou seja, não há sócio –, e segue regras previstas para as sociedades limitadas. O patrimônio pessoal do dono do negócio é protegido, pois fica separado do patrimônio da empresa.

A matéria tramita em caráter conclusivo e ainda será examinada, inclusive quanto ao mérito, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-2468/2011  – Agência Câmara.



“Manifesto em Defesa da Ciência, da Tecnologia e da Inovação”, publicado na edição desta terça-feira, 20/03, na Folha de São Paulo. Leia aqui! 



XII Conferência ANPEI de inovação tecnológica. Saiba mais! 



Brasil deve chegar em março a 250 mi de linhas na telefonia móvel
19 de março de 2012
Fonte: Folha de São Paulo


O Brasil está a caminho de alcançar 250 milhões de linhas de telefonia móvel. O número deve ser atingido no cálculo fechado de março, caso seja mantido o ritmo de crescimento no início do ano
Em fevereiro, assim como em janeiro, a quantidade de novos acessos foi a maior  registrada para o mês em 13 anos. O adicional de 2,4 milhões de unidades representou um crescimento de 1% em relação ao mês anterior e elevou para 247,6 milhões o total das linhas no país. Os terminais 3G (banda larga) totalizaram 47,2 milhões de acessos.
Segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o Brasil possui hoje 126,45 linhas para cada 100 habitantes, índice chamado de teledensidade. O Maranhão permanece como único Estado onde o índice é inferior a 100.
O percentual de linhas pós-pagas registrou leve alta em relação a janeiro, mas ainda é minoria, com 18,11% do total.
A Vivo ampliou a liderança do mercado em fevereiro, com 29,85% de participação. Em seguida, veio a TIM (26,62%), Claro (24,66%) e a Oi, com 18,56%. As participações de mercado da CTBC e Sercomtel foram inferiores a 1%.




TI-Brasil ganha posições em ranking sobre governo eletrônico-O Estado de S. Paulo 20.03.12

O Brasil ocupa a 59.ª posição, de 193 países avaliados, no ranking 2012 da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre governo eletrônico. O País subiu duas posições em relação ao levantamento feito há dois anos, segundo o Programa de Administração Pública da ONU (DPADM, na sigla em inglês).

O ranking leva em consideração a capacidade e a vontade do setor público de adotar tecnologia da informação e da comunicação para melhorar o conhecimento e a disseminação da informação em benefício dos cidadãos. A capacidade é demonstrada pelos esforços financeiros, de infraestrutura e capital humano e também pelo poder regulatório e administrativo do Estado. A vontade, por sua vez, é expressa pelo compromisso do governo de prover informação e conhecimento aos cidadãos.

Os líderes. A Coreia do Sul lidera o ranking, seguida por Holanda, Reino Unido, Dinamarca, Estados Unidos, França, Suécia, Noruega, Finlândia e Cingapura. Em relação aos países sul-americanos, o Brasil fica atrás de Chile (39.º lugar), Colômbia (43.º), Uruguai (50.º) e Argentina (56.º). A pesquisa sobre governo eletrônico, como lembra a entidade em sua página na internet, engloba o contexto econômico e social dos países. Desde 2003 a ONU considera o padrão geral e o grau de desenvolvimento de cada país.

O relatório do órgão da ONU destaca também que, por mais sofisticadas que sejam as iniciativas do chamado "e-gov", elas provavelmente "não contribuirão para o desenvolvimento se alcançarem apenas alguns poucos privilegiados".

Na conclusão geral do estudo de 2012, os pesquisadores da ONU sustentam que o progresso na prestação de serviços online continua na maioria dos países em todo o mundo, e que muitos têm posto em prática iniciativas de governo eletrônico para ampliar a eficiência do setor público e acelerar os sistemas de governança.

"No clima de recessão do mundo atual, embora seja importante continuar com a prestação de serviços, os governos devem cada vez mais começar a repensar os termos de governo eletrônico - e governança eletrônica - colocando maior ênfase no estabelecimento de vínculos institucionais entre as estruturas de governo em uma tentativa de criar sinergia para o desenvolvimento sustentável."



No arranque
19 de março de 2012
Fonte: O Estado de S. Paulo
São Paulo tem vocação para se tornar um Vale do Silício?


A capital paulista tem sido sede dos mais recentes movimentos de negócios na internet. Foi aqui que surgiu o Peixe Urbano, que inaugurou o frenesi das compras coletivas no País em 2009. Também foi aqui que os grandes da área (Google, Facebook, Yahoo e Microsoft) instalaram seus escritórios. Embora as filiais concentrem mais equipes de áreas comerciais que de desenvolvimento, a cidade tem sido um centro de negócios digitais cada vez mais importante. Afinal, o setor de tecnologia da informação emprega mais de 140,7 mil pessoas na região metropolitana, 34% do total de vagas com carteira assinada do País.
O crescente interesse em criar novos negócios de tecnologia tem atingido o mundo todo, mas a tradição da cidade como centro financeiro e comercial tem favorecido São Paulo no caso brasileiro. A cidade é o ponto de entrada de investidores estrangeiros em busca de oportunidades no Brasil, além de ter o maior mercado consumidor.
"Hoje há investidores vindo para o Brasil querendo montar modelos de negócios que já existem lá fora e não conseguem achar startups para comprar", me disse Franco Lazzuri, que coordena a área de tecnologia do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), em uma visita ao local.
A organização funciona em um prédio dentro da área do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), no câmpus da USP, e atua desde 1998. É bastante conhecida no meio do empreendedorismo. Seus corredores abrigam 139 empresas nascentes, que passam entre dois e três anos e meio no conjunto e recebem consultoria para se estruturar e atrair os primeiros clientes e investimentos. Pouco mais de um terço é da área de tecnologia.
As empresas são selecionadas em uma avaliação que ocorre a cada quatro meses. É preciso ter um modelo de negócio e, principalmente, uma proposta inovadora. "Tem que ter inovação", disse Sergio Risola, diretor-executivo.
Uma das empresas que acabam de sair de lá é o site Ningo, fundado por Paulo Rogério Vieira e Luis Roberto Pereira Leite. Funciona como um buscador de preços que também permite fazer compras, em diferentes lojas online, comprando diferentes produtos ao mesmo tempo. A ideia recebeu um investimento inicial para se expandir.
Em outras regiões do País, incubadoras como o Cietec, universidades, institutos especializados e empresas são responsáveis pelo avanço na área de tecnologia, mas São Paulo nunca conseguiu criar um parque tecnológico como outras cidades. Poucas iniciativas do poder público foram para frente, apesar do longo histórico de negócios na área e da presença centros especializados de pesquisa e de educação.
A mais recente delas, um projeto da prefeitura chamado São Paulo IDeias Novas (Spin), está "suspensa", de acordo com a administração, à espera de aprovação do orçamento, sem previsão para ocorrer. A ideia era abrigar no Cietec, durante um ano, 100 projetos de alunos das principais faculdades da cidade, especialmente voltados para inovação e tecnologia. A previsão era que a seleção ocorresse neste mês para coincidir com o calendário das universidades.
Elaboração: Departamento de Políticas de Comércio e Serviços Secretaria de Comércio e Serviços 11 "Todas as cidades do País não precisam ter todos os tipos de atividade", disse o professor Marcus Vinícius Peinado Rodrigues, do Centro de Estudos em Administração Pública e Governo da Fundação Getúlio Vargas (FGV). "É importante ter uma política? É. Mas a falta dela não atrapalha o desenvolvimento da cidade (no caso de São Paulo)." Ele, Renê Fernandes, diretor do centro de empreendedorismo da FGV, e outros professores fizeram uma cartilha de políticas públicas para o empreendedorismo lançada na sextafeira. Para Fernandes, o caso do Porto Digital, em Recife, é exemplo de uma articulação entre poder público, a universidade e o setor privado que ajudou a desenvolver a área de tecnologia na região.
São Paulo depende menos do governo, mas os empreendedores e investidores daqui têm hoje o dever de manter vivo o ciclo de negócios se a cidade quiser desenvolvere continuar sendo uma economia que se reinventa.



NOTÍCIAS DO SISTEMA NACIONAL DE INOVAÇÃO

Entidades publicam manifesto pró ciência e inovação
=>Dez organizações, entre elas a Anpei, assinam documento publicado no jornal Folha de S. Paulo, pedindo a restauração do orçamento do MCTI.

Raupp e Mercadante falam sobre o Manifesto pró inovação
=>Ao explicar o corte de 23% no orçamento do MCTI neste ano, Raupp esclareceu que o montante não reflete a totalidade aplicada em C,T&I.

Raupp fala dos gargalos que afetam a inovação em aula inaugural na UFRJ
=>Entre os entraves estão a falta de políticas públicas, o baixo envolvimento empresarial e a pós-graduação centrada no conhecimento acadêmico.

MCTI vai fazer parcerias para reduzir impacto do corte orçamentário
=>Ministério perdeu 22% do valor previsto na Lei Orçamentária, o que corresponde a uma fatia de R$ 1,48 bilhão dos R$ 6,7 bilhões inici
ais.

Finep quer fazer parcerias para descentralizar atuaçã
=>Fundações de Amparo à Pesquisa seriam um exemplo de instituição que pode atuar com a Finep, para que agência fique mais próxima dos clie
ntes.

CEO do Silicon Valley Bank visita o Brasil
=>Greg Becker se reuniu com técnicos e presidente da Finep e diz que banco está procurando possibilidades de investimento no
 País.

Senado vai discutir novo marco legal para informática
=>Lei para o setor, que concede incentivos fiscais em troca de um percentual da receita investido em P&D, estaria desatua
lizada.

Unicamp oferece curso Avançado de Gestão em Propriedade Intelectual
=>Documentos para a inscrição, que é gratuita, devem ser enviados até dia 30 de março. Aulas serão realizadas de 24 a 27 de abril, em C
ampinas.

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XII CONFERÊNCIA ANPEI – JOINVILLE – 11 A 13 DE JUNHO

APOIADORES DA XII CONFERÊNCIA ANPEI DESTACAM IMPORTÂNCIA DA INOVAÇÃO PARA A ECONOMIA DE JOINVILLE
Com expressiva atividade industrial, município catarinense incentiva as atividades de inovação para ampliar competitividade das empresas e gerar emprego qu
alificado.
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