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2012/03/16 a 12 - Semana em Brasília

As mudanças dos líderes no Congresso Nacional mostraram que as relações entre o executivo e o legislativo estão abaladas.

Colegas


As mudanças dos líderes no Congresso Nacional mostraram que as relações entre o executivo e o legislativo estão abaladas. As reclamações dos congressistas vão desde a liberação de recursos à ocupação de cargos.

A oposição, na Câmara, sem muita força não consegue votar proposições como Lei Geral da Copa e Código Florestal. No Senado a presidente Dilma Rousseff sofreu uma derrota com a saída do PR da base aliada. Resta saber se os novos líderes terão habilidade suficiente para contornar a situação.

Mas paralelo a isso tudo, esta semana, algumas proposições foram mote de debates nos bastidores da casa.

De interesse do setor de tecnologia da informação a movimentação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 137/12) do deputado Leonardo Gadelha (PSC/PB), que dá imunidade tributária para produção software aguarda a indicação dos líderes para formação e instalação da Comissão Especial.

No Senado Federal o movimento do PL 607/2007 sobre a regulamentação da profissão é sistemático. O risco é que este projeto seja votado em função da redução da hora trabalhada.

As Centrais  UGT e Força Sindical reforçaram o trabalho em toda a esplanada para que a jornada de trabalho seja reduzida antes das eleições.

Para a próxima semana é esperado um acordo entre governo, base aliada e oposição para limpar a pauta da Câmara que está hoje com quatro medidas provisórias aguardando votação.

O deputado Paulo Teixeira (PT/SP) poderá presidir a comissão especial sobre o marco legal da internet e no senado uma proposta de Walter Pinheiro (PT/BA), gerada por iniciativa da FNTI – Frente Nacional das Entidades de TI, será discutida em audiência pública, conjunta das comissões de Infraestrutura e Ciência e Tecnologia. Participam da audiência pública os ministérios de Ciência e Tecnologia, do planejamento. A ASSESPRO NACIONAL e as demais entidades formadoras da FNTI,  além do BNDS, também serão ouvidos.

Segundo o senador Walter Pinheiro essa é uma oportunidade de revisar a Lei de Informática e encontrar um instrumento para dar equilíbrio da distribuição de incentivos em todo país e diminuir as diferenças regionais.

Na próxima quinta-feira (22), será aberta uma série de audiências públicas sobre o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para discutir sobre a distribuição de seu resultado financeiro.


O site da ASSESPRO NACIONAL está cada vez mais completo, a seguir você precisa conferir muitos novos links incluídos na semana:
 
Clipping

Assespro Nacional realiza o Primeiro Encontro Nacional da Entidade em 2012

Senado quer discutir novo marco legal para informática

Parceria Assespro Nacional e Liberty Seguros


Press Releases

Assespro Nacional realiza o Primeiro Encontro Nacional da Entidade em 2012


Regionais

Mestrado Profissional da Universidade Fumec com 15% de desconto para Associados da Assespro/MG

Assespro/SP cria grupos de trabalho para o Setor deTI

Reunião de Associados da Assespro/RS acontence no dia 19 de Março

Assespro/PR, Sebrae e GVT discutem parceria institucional

Diretoria da Assespro/PR se reúne com a Presidência do ICI - Instituto Curitiba de Informática

Presidente da Assespro/PR participa do lançamento da Agência de Internacionalização do Paraná



Oportunidade de Negócios

Oportunidade de Negócios 002/2012  - Software para Unificação de Prestação de Contas

Oportunidade de Negócios 003/2012 - Software para Cadastro de Clientes, Processos e Planilhas Financeiras

Oportunidade de Negócios 004/2012 - Cadastro de Empresas de TI


Dados de Mercado

9th Annual Information Security Trends

La Inversion Extranjera Directa en La Industria del Software en America Latina


 Press Kit (Adicionado)

Press Kit - Assespro Nacional

 
Biografias (Adicionadas)

Marco Tulio Chaparro - Diretor Adjunto de Articulação Política, Biênio 2011/2012

 

Freud Oliveira - Diretor Adjunto de Desenvolvimento de Capital Humano, Biênio 2011/2012

Jeovani Salomão - Vice-Presidente de Articulação Política, Biênio 2011/2012

 

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, do Assessor Parlamentar da FNTI, Sr. Paulo Lustosa, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br
(61) 4501-8301

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Câmara lança debate sobre mudança na Lei das Licitações

O deputado Fabio Trad (PMDB-MS) lançou nesta terça-feira (13) o debate virtual no portal e-Democracia sobre a proposta (PL 1292/95) de mudanças na Lei das Licitações (8666/93), da qual ele é relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O e-Democracia, portal de interação da Câmara dos Deputados, tem o objetivo de incentivar a participação da sociedade no processo de elaboração de leis. No portal, são disponibilizadas comunidades virtuais para o debate de temas em tramitação na Casa. No caso da Lei das Licitações, quatro especialistas vão acompanhar o debate, dar sugestões ao relator e postar nos fóruns. São eles os juristas Celso Antonio Bandeira de Melo, Marlene Kempfer Bassoli, Wladimir Rossi Lourenço e Augusto Dal Pozzo. Íntegra da proposta: PL-1292/1995 . Agência Câmara.

 
Proposta isenta de imposto fibras óticas para banda larga

A Câmara analisa o Projeto de Lei 3305/12, do deputado Edivaldo Holanda Junior (PTC-MA), que isenta de todos os tributos federais as fibras ópticas e seus derivados utilizados na oferta dos serviços de banda larga.

O deputado lembra que o Programa Nacional de Banda Larga (Decreto 7.175/10) estabeleceu a meta de massificar a oferta de acessos de banda larga à internet até 2014, permitindo a conexão de 40 milhões de domicílios.

“Diante desta política adotada pelo governo federal e dada a importância que o acesso à internet detém na formação educacional e profissional do cidadão, é importante que haja um incentivo fiscal que redunde em barateamento dos custos de infraestrutura na comunicação através da banda larga”, argumenta o autor.

Em relação à eventual perda de receita com a isenção tributária, o deputado afirma que isso poderá ser minimizado com “otimização do desenvolvimento da educação, melhoria na gestão pública de todos os entes federados e qualificação profissional com consequente geração de emprego e renda”.

A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-3305/2012. Agência Câmara.

 
Senado realiza audiências públicas para debater ICMS sobre importados

As comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ)

promovem na próxima semana duas audiências públicas para debater o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 72/2010 , que uniformiza a cobrança de ICMS para operações interestaduais com bens e mercadorias importados do exterior. De autoria do senador Romero Jucá (PMDB/RR), a proposta tem objetivo de dar fim à guerra fiscal entre estados e desestimular as importações. Ao justificar o texto, Jucá aponta para o processo de desindustrialização no país, decorrente dos incentivos fiscais dados a produtos importados.

A primeira discussão do projeto, marcada para as 14h de terça-feira (20), contará com a participação de governadores de estados que seriam diretamente prejudicados pela medida.

Confirmou presença no debate os governadores de Goiás, Marconi Perillo; de Santa Catarina, Raimundo Colombo; do Espírito Santo, Renato Casagrande; e do Ceará, Cid Gomes.

Também foi convidados o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa; o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf; e o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Hamilton Dias de Souza.

O segundo debate ocorrerá na quarta-feira (21), também às 14h, com participação de juristas, industriais e do governador do Pará, Simão Jatene. Entre os presentes estarão o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Velloso; o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Aguinaldo Diniz Filho; o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Luiz Aubert Neto; e o presidente da Força Sindical, o deputado federal Paulo Pereira da Silva (PDT-SP).

A participação de juristas no debate foi pedida pelo relator do projeto na CCJ, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), segundo o qual a questão deve ser analisada não só a partir da perspectiva econômica, mas também quanto à sua constitucionalidade. Dessa forma, as reuniões contribuirão também para que Ricardo Ferraço possa elaborar seu parecer sobre a matéria.


Desindustrialização

Pela legislação atual, em operações interestaduais de produtos e serviços, as receitas de ICMS são partilhadas entre o estado de origem e o estado de destino das mercadorias. Essa sistemática abrange também mercadorias de procedência estrangeira, sendo seu estado de origem aquele pelo qual tais produtos chegam ao país.

Para aquecer suas economias, alguns estados reduziram a incidência do ICMS sobre importação, atraindo para seu território empresas especializadas em comprar produtos estrangeiros para revenda (tradings) e produtores nacionais que precisam importar maquinários e outros bens de produção. A medida foi adotada pelo Espírito Santo, Goiás, e Santa Catarina, entre outros, na forma de programas de estímulo à importação.

A prática, no entanto, tem sido apontada pelo setor industrial como uma das causas do sucateamento da indústria nacional. Os benefícios fiscais estimulariam a compra de produtos importados em detrimento aos nacionais. O PRS 72/2010, diz seu autor, reverteria a situação, ao determinar que a tributação de ICMS dos bens e mercadorias importados ocorra exclusivamente no estado em que se der o consumo, independentemente do local por onde o produto ingressou no país. Para não prejudicar os estados onde há programas de incentivos a importações, estão em discussão compensações e saídas econômicas que amenizem a perda de arrecadação.

A versão atual do projeto, que está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), estabelece a redução gradativa das alíquotas do ICMS para 2% até 2015, mas o governo já sinalizou que pretende fixar a alíquota do ICMS em 4%, sem período de transição, já em 2012.

A audiência pública de terça-feira (20) acontecerá na Sala 3, da Ala Alexandre Costa, às 14h. Já a de quarta-feira (21) será na Sala 19 da Ala Alexandre Costa. Agência Senado

 
Senado quer discutir novo marco legal para informática

:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 15/03/2012

O Senado Federal vai começar a discutir um novo marco legal para o setor de informática, com o objetivo de atualizar as regras de incentivos ao uso do software nacional, desonerações fiscais e estímulos ao mercado por meio de compras governamentais.

Proposta pelo senador Walter Pinheiro (PT-BA), uma audiência conjunta das comissões de Infraestrutura e Ciência e Tecnologia vai ouvir representantes do governo – ministérios de Ciência e Tecnologia e do Planejamento, além do BNDES – e entidades do setor como Assespro, Abes, Softex e Fenainfo.

A ideia de revisar a Lei de Informática vem ganhando adeptos nos últimos anos, a começar pelo próprio governo, que chegou a encomendar um “amplo estudo” para identificar as deficiências da legislação e os caminhos mais indicados para uma alteração da norma.

Na prática, diferentes avaliações sustentam que a Lei de Informática envelheceu, visto que trata essencialmente da montagem de equipamentos no país (hardware), enquanto o mercado atual se desenvolve principalmente no campo dos aplicativos (software).

No ano passado, o então ministro de Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, insistiu diversas vezes que a Lei de Informática é, principalmente, um instrumento para equilibrar o resto do país aos incentivos oferecidos pela Zona Franca de Manaus.

A indústria também defende mudanças. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), ainda que tenha colaborado para reduzir o mercado cinza de computadores e celulares, a lei precisa ser modernizada para buscar a fabricação de componentes e semicondutores.

Estudo

Encomendado em 2010 pelo MCT ao Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, um estudo sobre a Lei de Informática concluiu que o “principal problema é que os incentivos fiscais são direcionados para a indústria de hardware, enquanto que o núcleo dinâmico da indústria se deslocou para software e serviços”.

Os estímulos fiscais a produção de equipamentos favoreceram a montagem local, mas apresenta problemas relativos à baixa agregação de valor. Entre 1998 e 2008 as vendas da indústria de TICs saltaram de R$ 10 bilhões para R$ 50 bilhões, mas com clara redução da fatia nacional nos ganhos.

“O estudo constatou uma queda do valor adicionado local já que os insumos importados passaram de 28% do faturamento em 2005 para 58% em 2008. Houve também um aumento substancial na importação de produtos acabados.” O câmbio desfavorável também é fator importante nesse desempenho.

Ao concluir a avaliação, o CGEE defende cinco premissas que devem fazer parte de uma nova política para o setor:

1) Promover a integração da indústria brasileira em cadeias globais de valor;
2) Fortalecimento das empresas e ICTs nacionais de TICs;
3) Construção de um programa nacional de formação e capacitação de recursos humanos em TICs
4) Construção do plano estratégico para software e serviços de tecnologias da informação
5) Aperfeiçoamento da gestão das políticas de TICs.




08/03/2012 - 09h50m
Alagoas terá Polo de Tecnologia da Informação e Comunicação

Fonte: Secretaria do Estado da Ciência, da Tecnologia e da Inovação

Setores público e privado tratarão juntos dos temas estratégicos da Tecnologia da Informação, como benefícios fiscais, infraestrutura, legislação específica e elaboração de políticas
por Débora de Brito

O Governo de Alagoas e o empresariado local atuam junto para articular a construção do Polo de Tecnologia da Informação, Comunicação e Serviços, onde empresas e instituições envolvidas nesse formato de gerência construirão um sistema de serviços e soluções em TIC. No dia 7 de março, foi dado o primeiro passo para a concretização do Polo de Tics, durante reunião na Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

 O secretário Eduardo Setton apresentou o formato de governança do Polo de TICS que será gerido pela Fundação do Parque Tecnológico Social de Alagoas, cuja minuta de lei para criação está em fase final elaboração. Observando os diversos projetos, o Governo articulou a ampliação do projeto inicial do Cais Tecnológico e na integração de mais parceiros com o projeto do Polo de TICS. “No país há até o momento 74 Parques Tecnológicos e Alagoas terá também, pois se apresenta como instrumento estratégico integrador entre o empresariado e a academia na consolidação da Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e cultura de Inovação”, explicou Setton.

 Para a elaboração do projeto do Polo, foram realizadas, no segundo semestre do ano passado, oficinas com os empresários e gestores públicos que definiram formato de atuação, plano de negócio, pontos fortes e fracos do setor local. No novo formato, empresários e atores do setor público e privado tratarão juntos dos temas estratégicos desse segmento econômico, como as questões pertinentes a benefícios fiscais, infraestrutura, legislação específica, elaboração de políticas públicas.

 Essas propostas agradaram aos empresários, que vinham mobilizando instituições para o projeto inicial chamado Cais Tecnológico, onde a atuação seria mais restrita. “A equipe da Secti está de parabéns, pois o segmento de TIC local está recebendo atenção, já que o Governo demonstra entender o potencial desse segmento na economia alagoana a longo prazo. Esse formato de atuação será um marco para Alagoas e que servirá de referência para o país”, destacou o empresário Jean Paul Torres.

 Com o Polo de TICS, o Governo entende a necessidade de ampliar a utilização dos serviços das empresas locais. Para isso, técnicos do Itec identificarão as demandas dentro da estrutura pública estadual na área de TIC que podem ser supridas, sendo a iniciativa uma forma de fomento dos negócios que geram renda e postos de trabalho no Estado.

 O diretor-presidente do Itec, Nelson Menezes, explicou sobre a meta do Governo de Alagoas na consolidação do projeto estruturante chamado Informatização do Serviço Público, que acarretará em demandas para o setor local. Nelson apresenta algumas ações para execução desse projeto: Implantação do Data Center; Implantação do Plano Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado; Implantação da Rede Integrada Convergente e Multisserviços; Estruturação de Ações de Governo Eletrônico  na Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) e na Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE).

 Apresentando solução para um dos gargalos do mercado local, o presidente da Desenvolve – Agência de Fomento de Alagoas, Antonio Carlos Quintiliano, destacou a função de fomento aos negócios locais da Desenvolve que possui linhas de financiamentos específicas para o setor de TIC. “Estamos de braços abertos para os empresários alagoanos; não há limite para este segmento o que precisamos é de bons projetos. Podem nos procurar e encontraremos a melhor solução para seu negócio”, destacou Quintiliano.

 Professor da Universidade Federal de Alagoas e empresário, Willy Tiengo parabenizou a construção dessas políticas para o segmento de TIc de Alagoas e destaca como sendo grande avanço na consolidação da economia. Willy Tiengo cita também como marco desse novo momento de política pública a implantação do Pappe Integração Inova AL, convênio entre a Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (Fapeal) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), para desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica com o investimento total no valor R$ 2 milhões.

 Com experiência na gestão de ações de fomento desse setor, Sergey Sacha foi por oito anos gestor do Arranjo Produtivo Local de TI em Alagoas e lembra que o êxito desse momento atual se dá pelo trabalho inicial de organização do setor realizado pelo governo de Alagoas e o Sebrae com a implantação do Programa de Arranjo Produtivo Local (PAPL).

Participaram da reunião o secretário Eduardo Setton; a diretora Técnica do Sebrae, Renata Fonseca; o presidente da Agência de Fomento de Alagoas, Antonio Carlos Quintiliano; o diretor-presidente do Instituto de Tecnologia em Informática e Informação de Alagoas (Itec), Nelson Menezes;  o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação Regional Alagoas (Assespro), Claudio Romeiro, além de empresários do segmento.




Quinta-feira, 15 de março de 2012 - Gazeta do Povo
TI - IBM escolhe Curitiba em ação para tornar a cidade mais eficiente

O que uma das maiores empresas de tecnologia da informação do planeta pode contribuir para a melhoria de uma cidade? A IBM promete responder a esta pergunta no fim do próximo mês em Curitiba. A capital do estado é a única cidade do Brasil – de um total de 33 municípios de todo o mundo – selecionada para participar do projeto Executive Service Corp (ESC), desenvolvido pela multinacional. O anúncio oficial das cidades escolhidas acontece hoje por volta das 14 horas no site da própria empresa.

Seis executivos da IBM virão no dia 19 de abril a Curitiba e deverão desenvolver projetos em diversas áreas, como educação, transporte, economia e saúde. A proposta é tornar o funcionamento de toda a sociedade curitibana mais eficiente e inteligente. Os executivos, oriundos dos Estados Unidos, Alemanha e Finlândia, permanecerão por três semanas na capital do estado. Ao final dos trabalhos será entregue à prefeitura um projeto apontando os caminhos que o poder público pode tomar para melhorar a estrutura da cidade. “A aplicação do que é sugerido fica sob a responsabilidade do poder público municipal. A IBM entrega o projeto, mas o compromisso de investir é da prefeitura”, esclarece a diretora de Cidadania Corportativa da empresa no Brasil, Alcely Strutuz.

O ESC faz parte de um programa denominado Smarter Cities Challenge. “A nossa proposta é oferecer um serviço gratuito para que os executivos possam utilizar todos os recursos, sejam financeiros, humanos ou geográficos do município para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à sociedade”, salienta Alcely.

De acordo com ela, os executivos que virão à Curitiba passaram por dois meses de treinamentos intensos. “Eles vão chegar à cidade sabendo das principais necessidades e do que pode ser empregado para vislumbrar aprimoramentos no município”, explica. Esse é o terceiro ano do projeto, que já atendeu 100 cidades em todo o mundo. Até o momento, a IBM investiu US$ 50 milhões no programa.

Para o presidente da Agência de Desenvolvimento de Curitiba, Gilberto Camargo, a consultoria com os executivos da IBM deverá contribuir para o desenvolvimento urbano e cultural da capital paranaense. “A cidade é feita de pessoas e queremos que elas se somem ao poder público para indicar o que deve ser melhorado”, complementa.

Funcionamento

Centro no Rio ajuda em casos de enchentes e acidentes

Curitiba não descarta a hipótese de implantar, em parceria com o IBM, um Centro de Operações como o existente desde 2010 no Rio de Janeiro. Na capital fluminense foi implantado o órgão que contribui para tornar a cidade mais inteligente.

O Centro atua para encontrar soluções e minimizar as ocorrências de enchentes, deslizamentos e acidentes de trânsito. Além disso, contribui para medidas em segurança pública. Porém, ao contrário da consultoria prestada pelos executivos, esse serviço disponibilizado pela multinacional é remunerado. “É um serviço na linha das ‘cidades inteligentes’ e que pode ser implantado em outros municípios”, afirma a diretora de Cidadania Corportativa da IBM no Brasil, Alcely Strutuz.

O presidente da Agência de Desenvolvimento de Curitiba, Gilberto Camargo, afirma que existe a possibilidade de, no futuro, a capital do Paraná adotar um sistema semelhante “ou algo que ajude a cidade a adotar medidas preventivas e que a tornem mais eficiente”.



Processo de abertura de empresas no Brasil é mais caro do que na Rússia, China e
Índia
13 de março de 2012
Fonte: Brasil Econômico

As condições para abrir uma empresa ainda são ruins no país, mas já foram muito piores.Há alguns anos, o tempo gasto nos trâmites realizados na Junta Comercial para o obter o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) demorava até três meses. Hoje, caiu para 15 dias. Essas pequenas melhoras já se refletem na pesquisa feita pelo Banco Mundial com diversos países sobre as facilidades para fazer negócios em cada região. No ano passado, eram necessários 125 dias para abrir uma empresa no país. Neste ano, o prazo caiu para 120 dias.
A melhora tem sido lenta e há um bom motivo. "Se tudo ficar mais ágil, a indústria de despachantes que ajuda no processo de abertura de uma empresa vai perder seus clientes", diz Eduardo Fleury, advogado tributarista do escritório Fleury Advogados Associados.
O problema é que além da lentidão, o custo alto para se tornar um empreendedor e a variação de valores em relação ao porte da empresa passam a ser uma desvantagem competitiva para o país. Quando os trâmites brasileiros são comparados com nações com características semelhantes o país perde feio.
Ao redor do mundo Entre os países que compõem o Brics, países em desenvolvimento, a China tem o menor custo para começar um negócio. Quem quer ter uma empresa gasta o equivalente a R$ 280. Os russos despendem R$ 559 com os trâmites burocráticos e os indianos gastam, em média, R$ 1.176. Em tempos globalizados, esses custos definem a migração de negócios para os diversos países. 
Além disso, quanto mais empresas estão instaladas em uma região, mais competitiva e eficiente será a economia do país. Por isso, é importante que o Brasil reveja seus custos e processos para começar um negócio e não ficar fora da onda de crescimento econômico.



Cinco mil novos clientes por dia adotam a solução de Computação em Nuvem da Google.

Já são mais de 4 milhões de organizações no mundo usando o Google Apps, como nos relata Antonio Schuch - Diretor da Google Enterprise para América Latina. Veja na sequencia como foi a experiência, as barreiras, e os resultados obtidos pelos CIOs Leandro Balbinot, das Lojas Renner, Rodrigo Abreu, da AlphaGraphics e Maurício Vianna, do CPQD, no uso da abordagem 100% Web. Acesse a ITVision.TV (http://itvision.tv)
 

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