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2012/01/16 a 20 - Semana em Brasília

A presidente Dilma Rousseff está realizando reuniões com os ministros para acertar as metas prioritárias.

 

Colegas

A presidente Dilma Rousseff está realizando reuniões com os ministros para acertar as metas prioritárias de cada área, a previsão é que até segunda-feira (23), após a reunião com todos os ministros, ela anuncie os cortes no Orçamento da União.

Sancionada sem vetos a peça orçamentária, para a oposição, continua sendo fictícia. A expectativa agora é quantos e quais programas receberão cortes de investimento.

A receita da União estimada, deste ano, é de R$ 2,257 trilhões e estão previstos R$ 106,83 bilhões para investimentos.

Neste ir e vir de reuniões com ministros a presidente Dilma não fala sobre as mudanças nas pastas, está confirmado apenas Marco Antonio Raupp para o lugar de Aloísio Mercadante que vai para Educação. Raupp tem o perfil técnico e pode ser o início de uma reforma mais qualitativa que política. Embora a presidente queira melhorar a gestão e tenta fazer isso colocando pessoas com o perfil Marco Antonio Raupp, esbarra com a fome partidária, e a perda de poder dos partidos aliados vai ficando cada vez mais em evidência, o que preocupa os líderes que reagem tentando indicar nomes como é o caso do ex-ministro do trabalho, que tenta emplacar um substituto, mesmo sem apoio do próprio partido.

A minuta do edital de leilão para os serviços de LTE, a 4G da telefonia móvel, está sendo motivos de críticas e reclamações isto porque a Anatel deixou fora do texto especificações sobre a qualidade do serviço a ser prestado. Nos bastidores as reclamações não são sobre a eficiência do órgão, a própria Agência vem analisando um pedido da Oi para retirar as metas impostas, mas o porquê de não explicitá-las.

Nesta sexta-feira, dia 20.01, passamos o dia dedicados na sede da Nacional, acompanhados do nosso Colega VP Roberto Mayer, tomando decisões, participando de reuniões e encaminhando muitas providências, objeto de nosso planejamento estratégico para 2012, que será mais um ano de muita produção e realizações para o Setor.

O site da ASSESPRO NACIONAL está cada vez mais completo, a seguir você precisa conferir muitos novos links incluídos na semana:
 
Clipping:

O Engessamento dos Empregos

TI em alerta com horas extras

Cebit pro Fomento aos Negócios


 
Regionais:

Assespro-RS: Desoneração e Incentivos em TI 

Projeto desenvolvido pelo Sebrae-MG ajudará a melhorar a mobilidade urbana na capital

Assespro reúne empresas de TI para apresentar as demandas do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais

Bronzatti passa presidência do Conselho das Entidades de TI

PTFor: Isenção para atrair empresas

Assespro disponibiliza auditório e laboratório para locação

Esclarecimentos sobre as contribuições previdenciárias das empresas de TIC

Assespro-RS premia melhor monografia na Unisinos

Retrospectiva e Avanços no Setor de TIC em 2012

Empresas em TI de Curitiba preparam carta com reivindicações do setor

Nova Lei Federal regulamenta trabalho à distância


  
Associados:

Paiva Piovesan lança app para dividir conta para Android

Faculdade Cotemig abre dois novos cursos de Pós-Graduação

Curso BPMN na Prática acontece nos dias 08 e 09 de Fevereiro



Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br


ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Projeto reduz preço de certificado digital para micro e pequenas empresas

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 2647/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que estabelece cobrança diferenciada do valor pago por micro e pequenas empresas para utilizar a tecnologia de Certificados Digitais da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil). Pelo texto, o valor cobrado dessas empresas não poderá ser superior a 30% do valor especificado para médias e grandes empresas.

Os certificados digitais da ICP-Brasil permitem que empresas de qualquer porte possam interagir com os órgãos públicos das três esferas de Poder, de forma remota, sem a necessidade de deslocamento físico. Atualmente, a tecnologia também tornou possível a informatização dos processos judiciais, garantindo autenticidade e integridade dos documentos compartilhados pela internet.

“Esse contexto evidencia que uma empresa brasileira, de qualquer porte, não pode prescindir de um Certificado Digital”, afirma Bezerra. “No entanto, para grande parte das micro e pequenas empresas, os preços cobrados podem até inviabilizar o negócio”, completa o autor.

O projeto tem caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-2647/2011 (Agência Câmara)


Proposta estimula empresas a se instalar em municípios com baixo IDH

A Câmara analisa o Projeto de Lei 2800/11, que concede incentivos fiscais para as empresas que se instalarem em municípios com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Conforme a proposta, as empresas teriam de pagar apenas metade do Imposto de Importação (II) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre a aquisição de máquinas destinadas à sua instalação física.

A proposta abrange também o Imposto de Renda, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) a Cofins e a contribuição da empresa para a Seguridade Social, que seriam reduzidas em 50% ao longo de 5 anos.

O autor do projeto, deputado Nilson Leitão (PSDB-MT), afirma que a ideia é aumentar a atratividade do interior do País, minimizando problemas enfrentados por algumas cidades. "As grandes empresas querem se instalar em cidades que tenham uma estrutura básica para os seus filhos, faculdade, estrutura de conforto, com shopping center e assim por diante", observa o parlamentar.

Conforme Nilson Leitão, a renúncia fiscal poderá ser revertida com o aumento da renda das pequenas cidades, o que poderia reduzir a necessidade de programas como o Bolsa Família, do governo federal.

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-2800/2011 (Agência Câmara)


Pontualidade de pagamentos de micro e pequenas empresas diminui pela primeira vez em cinco anos

As micro e pequenas empresas interromperam, no ano passado, o ritmo de alta na pontualidade de pagamentos que vinha sendo mantido desde 2007. De acordo com o levantamento Indicador Serasa Experian da Pontualidade de Pagamentos das Micro e Pequenas Empresas, a taxa passou de 95,1% (em 2010) para 94,9% (em 2011). A cada 1.000 pagamentos, 949 foram quitados à vista ou com atraso máximo de sete dias.

Nos anos anteriores foram registradas as seguintes variações: em 2006, 93,6%; em 2007, 93,9%: em 2008, 94,2%; em 2009, 94,3%: em 2010, 95,1%. A exceção foi observada nas empresas que atuam no comércio, cuja variação passou de 95,1%, em 2010 para 95,3%, em 2011.

Na comparação entre dezembro de 2011 e o mesmo período do ano anterior, as empresas apresentaram, na média, aumento na capacidade de honrar os pagamentos em dia, passando de 95,2% para 95,6%. Esse resultado é visto pelos economistas da Serasa Experian como sinalização de que, em 2012, o setor vai se recuperar.

Na análise deles, as micro e pequenas empresas enfrentaram, em 2011, “o ciclo de aperto monetário conduzido até o final de agosto, além da desaceleração da atividade econômica, no segundo semestre”. Os economistas justificaram que essa situação pressionou os custos financeiros e a geração de caixa.

O valor médio dos pagamentos atingiu R$ 1.645 ante R$ 1.509, o que significa um aumento de 9%. A pesquisa foi feita com os dados apurados em 600 mil empresas que têm faturamento máximo de R$ 4 milhões por ano e com base nos registros dos fornecedores relativos a 8 milhões de pagamentos.Agência Brasil


Bancos buscam soluções nas pequenas empresas de TI

“Segundo o presidente da VÍSENT, Ricardo do Nascimento, foi possível demonstrar as tecnologias aplicadas em telecomunicações, especialidade da companhia, para o mundo financeiro. Ele complementa: “Não tinha nenhuma porta de entrada neste segmento e, com esta oportunidade, conseguimos aparecer e formar grandes parcerias”

http://youtu.be/IEePHtumfEc

A inovação e o empreendedorismo nas empresas brasileiras de tecnologia da informação, têm atraído cada vez mais a atenção de executivos das instituições financeiras. A constatação ocorreu durante o Espaço Inovação, promovido pelo Instituto de Tecnologia de Software (ITS), por meio do patrocínio e parceria com a Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), durante o CIAB 2011 – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras. Há sete anos, a iniciativa seleciona soluções desenvolvidas por pequenas e médias empresas para exposição no maior evento da América Latina para o setor.

De acordo com José Vidal Bellinetti, diretor executivo do ITS, a grande repercussão que o Espaço Inovação registra neste ano é atribuída às novidades apresentadas e também à trajetória de crescimento dos investimentos em tecnologia pelos bancos, que recuperou se de anos de baixo crescimento devido recente crise. “Para identificar as melhores soluções deste ano e as principais tendências, um júri composto por especialistas escolheu mais de 20 soluções inovadoras para as tornarem mais competitivas no mercado”, destaca.

Como os bancos necessitam manter um processo constante de inovação precisam buscar a competitividade e novos produtos. As soluções do Espaço Inovação atenderam diversas áreas, que vão de gestão até segurança, o que proporcionou uma vasta vitrine da tecnologia bancária do futuro. Foi o caso da empresa DWS, que mostrou uma solução que permite extrair simultaneamente cédulas, folhas de cheque e documentos personalizados nos terminais de autoatendimento. Ela se destacou e, além de atrair clientes, conquistou o Prêmio Espaço Inovação, concedido pela FEBRABRAN e o ITS.

A MID BUSINESS, com a plataforma Fluid, também atraiu a atenção do público. “Fechamos contratos importantes durante o evento. O que realizamos em três dias levaria cerca de três anos. Por isso, a expectativa é de aumentarmos em 200% o nosso faturamento em 2011”, comenta o diretor da empresa, Carlos Jereissati Ary. Como retorno no CIAB, Walter Ribeiro da Silva, sócio-diretor da MProjects, que desenvolveu um produto destinado para viabilizar a transação de microvalores, fala que a feira foi um marco: “Pudemos oferecer o nosso produto para os principais compradores e vamos ter oportunidades de fecharmos bons negócios, nossa empresa será outra depois do Espaço Inovação”, afirma. Usar o celular para pagar e até receber uma ampla gama serviços e produtos digitais, é o que a RedDrummer mostrou com o WiTicket, uma proposta que foi além dos clientes do ramo bancário: “Também recebemos empresas de varejo interessadas no WiTicket”, relata Tore Haugland.

Em soluções de Internet, foi demonstrado que é possível usar o celular como elemento de segurança assim como com os cartões convencionais com chip, de acordo com Daniel F. Nunes de Oliveira, diretor de Desenvolvimentos de Negócios da Smartcon, que trouxe o SSIP – SMARTCON® Secure Internet Payments, para pagamentos seguros na internet baseada na norma EMV. “Conseguimos atrair a atenção, pois trouxemos uma novidade que facilita a vida das pessoas”, afirma Oliveira. Com o E-VAL CloudID Client, Marcio Fernandes, gerente Comercial, explica que tem expectativa de formalizar no mínimo 15 contratos a partir dos contatos conseguidos nos 3 dias de Espaço Inovação.

A segurança, primordial para o mercado financeiro, ganhou destaque. A Valor CI, apresentou a Protocolo Biométrico, que tem como base o controle eletrônico centralizado dos protocolos de entregas de produtos ou benefícios por meio de identificação biométrica. Segundo Marcelo Soares, diretor executivo, a empresa despertou muito interesse por dois motivos: “a qualidade e profissionalismo do público da feira e o impacto positivo que a solução gerou”, afirma. Deste segmento, mais soluções surpreenderam os visitantes: a Certimarca, por meio de códigos 2D e marcas d’água para proteção de ativos da informação; a e-Sec, que propôs uma solução completa para preparação de dados de personalização de chips no padrão EMV; a Esférica com o e.Token – aplicativo gerador de senha forte em múltiplos dispositivos móveis ou computacionais; e a Simply com o ChassiWeb, um front-end único de venda de produtos de crédito. E quem também espera alavancar o seu faturamento neste ano é Carlos Santos, diretor da ABC Technology: “Já temos 40 reuniões agendadas para falar do e-FCS – software de segurança multibancário que permite integrar o internet banking dos bancos ao ERP. Com isso, consolidaremos o nosso plano de negócio e de exposição da marca”.

O CIAB FEBRABAN 2011 acabou, mas a Feira Online Expo Business continua!
Visite-nos na Expo Bussines, o Espaço Inovação acessado em um clique!

Expobusiness Inovação




Empresas da área de tecnologia buscam apoio em incubadoras na Europa

Incentivos e agilidade nos trâmites burocráticos facilitam a tarefa de brigar por espaço no mercado Externo

Daniel Cardoso redacao@noticiasdodia.com.br 

As incubadoras de Santa Catarina são famosas por criarem um ambiente propício ao crescimento de empresas de tecnologia, mas a novidade é que, agora, os catarinenses começam a procurar iniciativas semelhantes fora do país e acentuam um próspero movimento de internacionalização.

Um exemplo desta migração é a Reason, de Florianópolis. Especializada em fornecer equipamentos para monitorar as linhas de distribuição de energia, a empresa se instalou há menos de um ano no parque tecnológico Adlershof, em Berlim, Alemanha. A ideia partiu de uma estratégia de marcar presença com pontos comerciais em vários países, como Argentina, Equador e Estados Unidos. Na Alemanha, a primeira tentativa foi de firmar parceria com um representante local, mas a ideia não avançou. Diante da dificuldade inicial, os diretores receberam uma sugestão de procurar o parque tecnológico, que poderia servir de base para o início dos trabalhos.

“Foi incrível a facilidade de instalação. No mesmo dia, conseguimos criar a empresa no cartório e abrir conta no banco. Além disso, a sala onde estamos já estava pronta, com mesa, cadeira, internet e até mesmo o aparelho de telefone. Era só chegar e começar a trabalhar”, lembra Guilherme Stark Bernard, presidente da Reason.

Hoje, a empresa mantém um representante fixo em Berlim. É Felipe Stark, que tem a missão de firmar a marca da empresa na Alemanha, participar de feiras, prospectar novos negócios e clientes, não só da Europa, como também do Oriente Médio. E, claro, aproveitar da melhor maneira possível a rede de contatos disponível em Adlershof. Lá, estão presentes empresas grandes e pequenas.

“Contratamos uma empresa de marketing que também está no parque. A presença em Adlershof também é importante porque o pessoal é muito solícito e sempre nos ajuda diretamente nas questões administrativa e jurídica, dando mais agilidade à empresa”, conta Stark, que chegou em Berlim em agosto.

A ida de empresas locais para o exterior é incentivada pela Fundação Certi, de Florianópolis. A entidade mantém convênio com instituições em Portugal, Espanha, Itália e Alemanha. O objetivo é promover o chamado softlanding (pouso suave), ou seja, fazer com que a empresa entre no mercado internacional sem precisar fazer grandes aportes e dando um passo de cada vez.
“O aluguel de um espaço para iniciar os trabalhos fica entre 300 euros a 400 euros, que é um investimento baixo. Além disso, os subsídios que as empresas de fora recebem no exterior equivalem as vantagens das empresas locais. Isso faz com que entremos em pé de igualdade na relação dos custos”, explica Alexandre Steinbruch, coordenador do ENI (Escritório de Negócios Internacionais) da Fundação Certi.


Sucesso não depende só da incubação

Covilhã é para Portugal o que Blumenau é para o Brasil. Uma cidade com indústria têxtil forte, mas que sofre com a invasão dos baratos produtos asiáticos e encontrou na tecnologia uma forma de se manter de pé. Essa semelhança, somada a parcerias entre os poderes públicos, levou a empresa Totall Sistemas (que atua em business intelligence) a passar dois anos no Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã (Parkurbis). O objetivo era aproveitar a temporada e os baixos custos propiciados pelo parque para iniciar operações comerciais na Europa. No entanto, a crise financeira arrefeceu os ânimos dos portugueses e aumentou o grau de dificuldades enfrentado pelos brasileiros.  A estadia em Portugal ocorreu entre 2008 e 2010, período auge da crise. Dificuldades superadas pela Totall. A empresa conquistou e mantém um distribuidor para os produtos no mercado lusitano.

Pode parecer pouco, mas não é. Segundo Edilson Paterno, diretor comercial, do grupo de 10 empresas de Blumenau que foram para o Parkurbis, apenas a Totall conseguiu equilibrar as contas e ter receita maior do que despesa.

O sucesso só foi alcançado porque a empresa concentrou forças na empreitada, contornando a crise. Os diretores foram negociar diversas vezes diretamente em Portugal, planejaram cada passo e não se resumiram a deixar uma pessoa tomando conta do escritório. Enquanto isso, outras preferiam focar no mercado brasileiro, que registrava aumento da demanda, e reservaram pouco tempo para as negociações na Europa.

“Os portugueses, muitas vezes, são mais conservadores. Mesmo que se faça contato pela internet ou por representante, a presença pessoal é muito importante. Fomos lá, pelo menos, quatro vezes ao longo dos dois anos”, ressalta Edilson Paterno, diretor comercial.
A história da Totall comprova que as incubadoras ou parques tecnológicos ajudam em muito na saúde da empresa, mas não garante sucesso e é preciso colocar em prática todo o conhecimento de gestão e administração.


Capital abrigará empresas estrangeiras

Enquanto catarinenses começam a buscar espaço para se incubarem fora do país, outras empresas do exterior lutam pela mesma oportunidade em terras brasileiras. Por isso, a Fundação Certi está formatando um espaço para receber empresas internacionais. O interesse parte principalmente da Argentina, Portugal e Espanha, que aproveitam as parcerias para cultivar boas oportunidades de negócios por aqui.

A procura é tão grande que obriga a fundação a aumentar o grau de exigência na seleção. Em vez de abrir espaço para empresas que pretendem, em um primeiro momento, ter apenas uma representação comercial, a Certi busca por empreendimentos que já deem o pontapé inicial com algum projeto de pesquisa e inovação. Ou seja, precisará ser realmente uma ramificação da empresa, e não apenas um ponto comercial.

“Nós estamos escolhendo e daremos preferência para aqueles projetos que possam agregar valor e desenvolver produtos aqui mesmo. Isso será importante para a interação entre os países e o desenvolvimento de novas parceiras”, opina Alexandre Steinbruch, coordenador do ENI (Escritório de Negócios Internacionais) da Fundação Certi.

Nenhuma empresa estrangeira já está operando no parque, mas o início dos trabalhos deverá começar ainda este ano, a partir do segundo semestre.

Por que se incubar no exterior

- A empreitada internacional melhora a empresa e a torna mais competitiva também no Brasil
- Ao se lançar no exterior, a imagem da empresa melhora, dando mais credibilidade aos produtos
- Abre novas frentes de negócios e ajuda a melhorar o faturamento
- Pelas incubadoras, pode-se firmar parcerias sólidas e duradouras

Os desafios de atuar no exterior

- Adequar os produtos à linguagem, cultura e forma de pensar de outros países

- Dificuldade de comunicação, principalmente nas negociações

- É necessário planejamento e reserva de recursos para se manter em outro país

- Em muitos casos, os brasileiros reduzem o lucro no exterior para serem mais competitivos.



BB amplia limites de financiamento a PMEs
16 de janeiro de 2012
Fonte: Agência Brasil

As linhas de crédito passaram a beneficiar clientes com faturamento bruto de R$ 7,5 milhões por ano; anteriormente, teto era de R$ 5 milhões


O Banco do Brasil (BB) elevou em 50% o limite para que micro e pequenas empresas peguem empréstimos do Programa de Geração de Emprego e Renda Urbano (Proger Urbano). As linhas de crédito passaram a beneficiar clientes com faturamento bruto de R$ 7,5 milhões por ano. Anteriormente, esse teto era de R$ 5 milhões. 
Operadas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), as linhas do Proger Urbano financiam investimentos como reformas, mudanças de sistemas e aquisição de máquinas, equipamentos e veículos utilitários. 
Os empréstimos têm juros equivalentes à taxa de juros de longo prazo (TJLP), atualmente em 6% ao ano, mais 5% ao ano. As empresas, no entanto, têm a possibilidade de reduzir a taxa para TJLP mais 2,5% ao ano, se o crédito for vinculado ao Fundo de Garantia de Operações (FGO) e ao Fundo de Aval às Micro e Pequenas

Empresas (Fampe).
http://exame.abril.com.br/pme/noticias/bb-amplia-limites-de-financiamento-a-micro-epequenas-empresas 


O desafio da Gestão de Pessoas e equipes é o tema do novo programa da itvision.tv

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