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2011/12/05 a 09 - Semana em Brasília

O evento aconteceu nos dias 06 e 07 de dezembro, em Brasília, e coroou as empresas e personalidades que mais se destacaram na luta pelo desenvolvimento do setor de TI. O encontro também marcou a Reunião do Conselho de Administração da Assespro Nacional que definiu o planejamento da Associação...

Colegas,


Os 35 anos da Assespro Nacional agitaram a semana em Brasília. Além das autoridades que prestigiaram o evento, das personalidades homenageadas, dos premiados na primeira edição do prêmio Imre Simon, das regionais da Assespro, dos representantes de entidades,  a participação de 163 pessoas, em sua maioria empresários do setor,  mostrou que há sim uma convergência de opiniões sobre as necessidades e prioridades do setor, que a Assespro defende e busca intensamente.

O evento aconteceu nos dias 06 e 07 de dezembro, em Brasília, e coroou as empresas e personalidades que mais se destacaram na luta pelo desenvolvimento do setor de TI. O encontro também marcou a Reunião do Conselho de Administração da Assespro Nacional que definiu o planejamento da Associação para o ano de 2012. Trinta e cinco anos à frente de um setor em amplo desenvolvimento fizeram com que a Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) se tornasse uma das principais e mais ativas entidades de classe do país.

Mas na Esplanada e na Praça dos Três Poderes os escândalos que deram o tom das conversas, e nos bastidores a permanência de alguns ministros tem data marcada.

Nesta quarta-feira (07) uma audiência pública sobre o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL)  debateu os pontos mais críticos e o relatório, segundo o deputado Newton Lima (PT/SP), deverá ser apresentado na próxima semana. O parlamentar informou que o relatório não só apontará os problemas encontrados na implementação como também apresentará recomendações para sanar de vez as dificuldades encontradas na implementação. Uma das recomendações do relatório, conforme Newton Lima, deverá ser a revitalização do Fórum Brasil Conectado, criado pelo governo como instância de diálogo com entidades de representação dos usuários, da sociedade civil e de empresas. O fórum chegou a se reunir no ano passado, mas se encontra desativado. As críticas mais incisivas foram sobre a ausência da participação popular e a oferta de banda larga de 1 Mbps em 35 milhões de domicílios até 2014 ao preço de R$ 35,00.

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou o Projeto de Lei 7437/10, do Executivo, que cria o Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste, o Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal e o Instituto Nacional de Águas. A proposta ainda altera a estrutura do Ministério da Ciência e Tecnologia, com a criação de 83 cargos em comissão de Direção e Assessoramento Superiores (DAS).

Também voltou a discussão o supersimples. Entre as alterações da proposta, de acordo com a Agência Câmara, está o aumento do limite de faturamento das empresas cadastradas no Simples, passando de R$ 2,4 milhões por ano para R$ 3,6 milhões por ano. Também está prevista a extinção da substituição tributária para empresas optantes pelo regime. O Projeto de Le Complementar (PLP 87/2011) já foi apreciado no Senado e deverá voltar à Câmara para ser votado em regime de urgência. O projeto de lei estabelece ainda as seguintes alterações:

- Retenção do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) pelas MPEs: dependendo da atividade, a empresa retém INSS da mesma forma que as grandes empresas. A proposta é que as MPEs deixem de pagar esse imposto, pois já pagam outros impostos e esse, cobrado dessa forma, causa um deficit para os empresários;

- Multas diferenciadas para empresas optantes ao Simples: no novo texto, a proposta é que multas que venham a ser aplicadas nas empresas passem a ser cobradas de acordo com seu tamanho e atuação, para evitar que as MPEs tenham de arcar com os mesmos valores e porcentagens de grandes empresas; 

- Inserção de condomínios residenciais no Simples Nacional: a inclusão regulariza o funcionamento desses órgãos, que atuam como empresas e não pagam os impostos de acordo com sua atuação;

- Normas de participação em licitações: no texto atual, as pequenas empresas que participam de licitações têm vantagens sobre outras empresas que não são optantes do programa. Esse benefício seria mais justo, se valesse apenas para licitações até o valor de R$ 2,4 milhões, teto máximo de faturamento das MPEs;

- Aumento do limite de faturamento do Empreendedor Individual: para ser um empreendedor individual, o trabalhador deve ter um lucro máximo de R$ 3 mil ao mês. A proposta é aumentar esse teto para R$ 4 mil;

Para quem está aguardando a sanção do Projeto de Lei de Conversão (PLV 29/2011), que dispões sobre o Plano Brasil Maior, terá mesmo que aguardar até o dia 14 de dezembro. Alguns pontos foram regulamentados por Decreto, mas a desoneração da folha ainda não foi regulamentada.

Um debate nesta terça-feira (06) na Comissão de Seguridade Social e Família, com a presença  de representantes do ministério da Previdência e da Fazenda esclareceu dúvidas sobre o déficit previdenciário em razão da desoneração. Na avaliação dos técnicos não há risco nenhum. O secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim, afirma que haverá compensação se houver registro de expansão do déficit previdenciário, que, segundo ele, deve ficar entre R$ 36 bilhões e R$ 37 bilhões em 2011.

 
Comissão rejeita prazo para análise da situação de empresas de informática

A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática rejeitou na quarta-feira (7) projeto que estabelece prazo de dois anos para que o Poder Público analise os relatórios apresentados por empresas de informática que recebem incentivos fiscais para investir em pesquisa e desenvolvimento. Trata-se do Projeto de Lei 2289/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT).

De acordo com o relator, deputado Sandro Alex (PPS-PR), mesmo que os relatórios de contrapartida fossem considerados aprovados em dois anos, caso não fossem analisados, a Secretaria da Receita Federal ainda poderia cobrar os tributos de forma retroativa, se encontrasse inconsistências. “Essa é uma competência da RFB dada pelo Código Tributário Nacional, que é uma lei complementar, superior, portanto, a uma lei ordinária que sobreviria da aprovação deste PL”, sustenta.

Ainda de acordo com Sandro Alex, a aprovação automática dos relatórios de contrapartidas por decurso de prazo concederia um benefício adicional às empresas já privilegiadas com renúncias fiscais, sem garantir o aperfeiçoamento do processo de análise por parte dos órgãos de Estado responsáveis.

Pela proposta rejeitada na comissão, caso o Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável pela análise dos relatórios, não se pronuncie em dois anos, a prestação de contas será considerada automaticamente aprovada.

Benefícios:

A Lei 8.248/91 concedeu às empresas de informática isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Posteriormente, o benefício foi transformado em redução do imposto nas seguintes porcentagens:

- 80%, de 1° de janeiro de 2004 a 31 de dezembro de 2014;

- 75% de 1° de janeiro a 31 de dezembro de 2015;

- 70% de 1° de janeiro de 2016 a 31 de dezembro de 2019, quando será extinto.

Ainda conforme esta lei, as empresas beneficiadas deverão comprovar junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia a aplicação de, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto no mercado interno. Desse montante, podem ser deduzidos os tributos correspondentes a tais comercializações, bem como o valor da aquisição de produtos com incentivos fiscais.

A proposta tramita em caráter conclusivo e será ainda analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-2289/2011   



PLANALTO - PRINCIPAIS ATOS PUBLICADOS NA ÚLTIMA SEMANA


Medidas Provisórias

Incorporação de imóveis de interesse social. Medida Provisória nº 552, de 1º de dezembro de 2011 - Altera o art. 4º da Lei nº 10.931, de 2 de agosto de 2004, e os arts. 1º e 8º da Lei nº 10.925, de 23 de julho de 2004.

Lei

Nova Lei do CADE – Conselho Administrativo de Defesa Econômica. Lei nº 12.529, de 30 de novembro de 2011 - Estrutura o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência; dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica; altera a Lei no 8.137, de 27 de dezembro de 1990, o Decreto-Lei no 3.689, de 3 de outubro de 1941 - Código de Processo Penal, e a Lei no 7.347, de 24 de julho de 1985; revoga dispositivos da Lei no 8.884, de 11 de junho de 1994, e a Lei no 9.781, de 19 de janeiro de 1999; e dá outras providências.

Mudanças Climáticas. Lei nº 12.533, de 02 de dezembro de 2011 - Institui o Dia Nacional de Conscientização sobre as Mudanças Climáticas.

Aquicultura. Lei nº 12.531, de 02 de dezembro de 2011 - Institui o Dia Nacional da Aquicultura.

Decretos

Reintegra. Regulamentação. Decreto nº 7.633, de 1º de dezembro de 2011 - Regulamenta o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras - REINTEGRA.

IOF – Imposto sobre Operações Financeiras. Decreto nº 7.632, de 1º de dezembro de 2011 - Altera os arts. 7º e 15-A do Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que regulamenta o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF.

Eletrodomésticos. Incentivo tributário. Decreto nº 7.631, de 1º de dezembro de 2011 - Altera a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - TIPI, aprovada pelo Decreto nº 6.006, de 28 de dezembro de 2006, altera as alíquotas do IPI incidentes sobre os eletrodomésticos que menciona, e reduz a zero a alíquota do IPI incidente sobre papel sintético destinado à impressão de livros e periódicos.

Controle de dopagem esportiva. Decreto nº 7.630, de 30 de novembro de 2011 - Altera o Decreto nº 7.529, de 21 de julho de 2011, para prever a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem na Estrutura Regimental do Ministério do Esporte.

DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral. DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Planos de carreiras. Decreto nº 7.629, de 30 de novembro de 2011 - Regulamenta critérios e procedimentos para progressão funcional e promoção nas carreiras do Departamento Nacional de Produção Mineral - DNPM, de que trata a Lei nº 11.046, de 27 de dezembro de 2004, e nas carreiras do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes - DNIT, de que trata a Lei nº 11.171, de 2 de setembro de 2005.

Empresas estatais federais. Dispêndios Globais. Decreto nº 7.628, de 30 de novembro de 2011 - Aprova o Programa de Dispêndios Globais - PDG para 2012 das empresas estatais federais, e dá outras providências.


Veja no novo link no site da Assespro Nacional, o parecer atualizado sobre a desoneração:

Desoneração da Folha de Pagamento 
 

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br


ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Governo deve incentivar oferta de banda larga em locais remotos, diz palestrante

O presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice), Fernando Carvalho, disse há pouco que, “para massificar a internet rápida, a competição é fundamental, mas não é tudo”. Segundo ele, a competição, com pelo menos cinco empresas oferecendo o serviço, não fará com que ele seja oferecido nos lugares mais remotos do Brasil. Para isso, na visão dele, são necessárias políticas públicas. Uma delas seria conceder incentivos para que empresas prestem o serviço nesses locais.

Para incentivar a competição, segundo Carvalho, são necessárias também leis de incentivo ao compartilhamento da infraestrutura necessária para a prestação do serviço.

Carvalho participa de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a implantação do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), lançado em maio de 2010 pelo governo.

A empresa pública Etice presta serviços para o governo do Ceará.

Agência Câmara


Firmar termo de ajustamento poderá ser ato privativo de advogado

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 1755/11, do deputado Ronaldo Benedet (PMDB-SC), que inclui os termos de ajustamento de conduta (TAC) entre as atividades privativas dos advogados. A proposta altera o Estatuto da Advocacia (Lei8.906/94), o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei 8.069/90) e a lei 7.347/85, que disciplina a ação civil pública.

Atualmente, são atividades privativas de advogados a consultoria, assessoria e direção jurídica, além de atos e contratos de constituição de pessoas jurídicas.

O TAC é um documento utilizado para estabelecer sanções a quem causou danos a interesses difusos e coletivos, como meio ambiente, patrimônio cultural e direitos do consumidor. Caso não sejam cumpridas as sanções, o termo funciona como um título executivo extrajudicial para exigir o cumprimento das medidas.

União, Estados, Municípios, Ministério Público, Defensoria Pública, entidades da administração indireta e associações com mais de um ano podem exigir o documento.

De acordo com Benedet, é indispensável a presença de um advogado durante o ajustamento de conduta “para evitar qualquer tipo de coação ou abuso de autoridade dos órgãos legitimados, especialmente o Ministério Público.”

Muitas empresas e órgãos governamentais firmam o TAC, segundo o parlamentar, por pressão do Ministério Público e depois tentam anular a decisão na justiça.

A proposta tem caráter conclusivo e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-1755/2011 

 Agência Câmara


Planejamento capacita micro e pequenas para exportações
02 de dezembro de 2011
Fonte: Agência Sebrae

Evento no Paraná debate oportunidades para brasileiras no mercado internacional

Os empresários de micro e pequenas empresas que visam conquistar clientes fora do Brasil precisam investir em preparação e, principalmente, planejamento para fechar parcerias comerciais no exterior. A afirmação é do gerente de Acesso a Mercados e Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Paulo Alvim, que esteve em Curitiba, no 3º Encontro de Comércio Exterior do Mercosul (Encomex Mercosul), que terminou nesta sexta-feira (02).

“Exportar exige preparação diferente e robusta para cada país. O processo de câmbio e moeda ainda é complexo para as micro e pequenas empresas (MPE)”, orientou Alvim. “O que percebemos é que há um grande espaço para ampliar a participação de micro e pequenas empresas no mercado exterior”, disse. Alvim afirmou que a empresa que está inserida no mercado internacional é mais competitiva. Paulo Alvim também acompanhou a Reunião do Conselho Nacional de Secretários de Desenvolvimento Econômico (Consedic), realizada durante o evento na capital paranaense. O conselho é composto pelos secretários da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico dos estados e do Distrito Federal.

Na reunião, a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, falou sobre o processo de elaboração do Plano Nacional da Cultura Exportadora. A iniciativa da pasta, em parceria com os governos estaduais, vai apontar as oportunidades de exportação em cada estado. O projeto, lançado em abril, contou com a participação de 15 instituições, entre elas o Sebrae. O material foi dividido em 14 mapas estratégicos e nove planos de ação, desenvolvidos de acordo com as particularidades dos 23 estados participantes. "O Paraná reúne um número considerável de empresas com potencial exportador e um ambiente institucional favorável às exportações", analisou o gerente do Sebrae.

Na avaliação de Alvim, o estado tem duas vantagens competitivas em um cenário exportador. “Tem uma posição privilegiada em relação ao Mercosul e um centro de
referência de cooperação internacional”, citou. Ele se referia ao o Centro de Desenvolvimento de Tecnologias para a Integração Transfronteiriça de Micro e Pequenas
Empresas do Mercosul e América Latina (CDT-AL), do Sebrae CDT-AL, com sede em Foz do Iguaçu (PR). O órgão atua na transferência de tecnologias em favor das micro e pequenas empresas do Mercosul e América Latina.


Cenário é positivo para TI no Brasil
07 de dezembro de 2011
Fonte: Valor Econômico

O cenário macroeconômico ainda é incerto em função da evolução da crise internacional e do efeito que as medidas adotadas pelo governo brasileiro terão sobre a
economia doméstica. Mas, para as empresas detecnologia da informação e de comunicações (TIC), que tradicionalmente crescem a taxas superiores ao Produto Interno Bruto (PIB), as perspectivas ainda são favoráveis.Krishna Srinivasan, presidente mundial da consultoria Frost & Sullivan, observou que o Brasil é atualmente um dos únicos países que crescem em meio à crise e têm perspectivas de expansão, sobretudo nas áreas de tecnologia e inovação. A Frost & Sullivan definiu dez grandes tendências que devem determinar o destino das empresas ao longo da década. Uma delas é a multiplicação de cidades inteligentes - cuja gestão dos serviços públicos é feita com a forte adoção de tecnologias.

Phil Howarth, sócio e diretor de operações da Frost & Sullivan para América Latina e África, diz que só para a gestão dos serviços de comunicação e internet será necessário lançar 900 satélites em órbita no mundo até 2020. Também serão necessários fortes investimentos em infraestrutura de TI, como criação de centros de dados e ampliação das redes de banda larga. "Há muitas oportunidades de crescimento em software, 'hardware' e serviços", afirmou Howarth.

O setor de telecomunicações é um dos que devem se manter aquecidos em decorrência dos investimentos em banda larga em realização no país. Marcio Carvalho,
diretor de produtos da Net, diz que a empresa mantém o plano de investimentos de R$ 1,5 bilhão neste ano, aplicado na expansão do raio de cobertura. "Está mais difícil captar recursos no mercado porque há muita apreensão. Ainda assim, o setor de telecomunicações deve ter uma expansão acima do PIB em 2012", diz Carvalho. Ele diz que a classe média continua e se expandir e há uma parcela do mercado não atendida pelo setor.

Para Luiz Tadashi Akuta, gerente de desenvolvimento de negócios da Mitsubishi Electric, as empresas envolvidas em projetos de infraestrutura tendem a apresentar os melhores desempenhos em 2012. "Todos os outros países apresentam um cenário econômico estável ou de queda", afirma. Outro segmento que deve se manter em expansão é o de armazenamento de software e documentos em centros de dados, com acesso remoto por internet. Welson Tadeu Barbosa, gerente de desenvolvimento de negócios da EMC Corporation, estima que a empresa registrará crescimento no próximo ano. "A demanda no Brasil ainda não foi afetada pela crise. Ainda há muita demanda das empresas por serviços na nuvem", diz.

Para Marco Bravo, diretor de desenvolvimento de negócios da Microsoft, as encomendas indicam que a demanda em 2012 no país seguirá aquecida no segmento
empresarial e residencial. No setor empresarial, ele destaca os crescentes investimentos de companhias dos setores de finanças, varejo e telecomunicações, entre outros. "Só a China tem o mesmo potencial em volume de consumidores, com a diferença de que lá o poder aquisitivo de grande parte da população é muito baixo", afirma. Bravo cita a fabricação do console de jogos Xbox 360 no país e o lançamento do Windows Phone como sinais de que a Microsoft está otimista em relação ao Brasil.

Os executivos participaram do evento "Global Community of Growth, Innovation and Leadership", realizado pela Frost&Sullivan ontem, em São Paulo.


Governo lança guia de sobrevivência para micro e pequenas empresas
07 de dezembro de 2011
Fonte: G1

Objetivo é tentar diminuir número de empresas que fecham no primeiro ano. Guia traz dicas sobre organização e saúde financeira, entre outras.

O governo federal lançou nesta quarta-feira (8) o "Guia de Sobrevivência para MPEs", resultado de uma ação conjunta do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior (MDIC), do Fórum Permanente das Micro e Pequenas Empresas, do Ministério da Justiça e do Instituto Recupera Brasil. O objetivo da publicação é tentar diminuir o número de empresas que fecham as portas no primeiro ano de vida, problema que atinge 27% dos novos empreendimentos no Brasil, segundo pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A cartilha traz dicas de planejamento, saúde financeira, crises e recuperação
judicial.
 

Seis milhões de micro e pequenas empresas - A cartilha lembra que estudo do Sebrae mostra que o Brasil tem aproximadamente seis milhões de microempresas e
empresas de pequeno porte e que, por este motivo, está no topo da lista de países mais empreendedores do mundo. "Este total de empresas corresponde a 97% de todas as empresas existentes no país, sendo apenas 3% do total formado por empresas médias e grandes", diz o documento.

Segundo a cartilha do governo, são as microempresas, e as empresas de pequeno porte, que movimentam a economia nacional, empregando cerca de 52% de todos os trabalhadores urbanos do país (aproximadamente 13 milhões de empregos com carteira assinada) e geram 20% do PIB brasileiro.
 

Organização - Segundo o guia de sobrevivência das micro e pequenas empresas lançado pelo governo, o sucesso de uma organização, de qualquer porte ou segmento, está condicionado à capacidade que ela tem de atender às necessidades dos clientes e, dessa forma, gerar resultados. "Planejar é um processo que pessoas e organizações devem executar, de forma sistemática e contínua, e que possibilita definir: o que vai ser feito; com que finalidade vai ser feito; de que maneira vai ser feito; quem vai fazer; qual o prazo para ser feito; onde vai ser feito; quanto vai custar", informa o documento.

Após planejar, acrescenta o guia, deve-se partir para o desenvolvimento das ações, iniciando-se por capacitar as pessoas a executarem os processos (o que precisa ser feito), com base em um sistema de informações que possibilite o controle dos resultados obtidos e, se necessário, a correção de rumos, em um giro constante do ciclo PDCA (planejamento, desenvolvimento, controle e atuação).
 

Saúde financeira - O guia diz ainda que algumas ações simples podem ajudar na condução da empresa e gerar a chamada "saúde financeira". São elas: jamais misture os valores da empresa com seus valores pessoais; negocie as margens de desconto com seus clientes e fornecedores; mantenha um fluxo de caixa, mesmo que simples; administre bem os valores recebidos pela empresa, investindo em melhorias sempre que possível; e pague as dívidas em dia, evitando os juros.

A cartilha também traz dicas sobre contabilidade e sobre o plano especial de recuperação judicial a que estas empresas têm direito, e sobre a solução de conflitos por meio da Câmara de Mediação Especializada em Processos de Recuperação de Empresas.
 

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