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2011/09/19 a 23 - Semana em Brasília

No Senado Federal, o projeto que, entre outros assuntos, diminui a carga tributária dos tablets produzidos no Brasil foi votado e agora aguarda sanção da presidência da república. O texto do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 23/11, proveniente da Medida Provisória 534/11, foi aprovado...

Colegas,

A semana no Congresso Nacional foi agitada, com muitos debates e conclusão de votação.  Entre os assuntos mais polêmicos, na Câmara dos Deputados, estavam a criação de uma empresa pública de hospitais, a Comissão da Verdade e a emenda 29 (gastos com saúde) com rejeição da criação de um novo imposto.

No Senado Federal, o projeto que, entre outros assuntos, diminui a carga tributária dos tablets produzidos no Brasil foi votado e agora aguarda sanção da presidência da república. O texto do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 23/11, proveniente da Medida Provisória 534/11, foi aprovado sem alterações e por unanimidade.

O PLV desonera as empresas produtoras de tablets da contribuição de PIS/Pasep e Cofins na venda a varejo. Vitória da indústria nacional.

As solicitações de isenção fiscal serão analisadas pela Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Sepin/MCTI), pela Secretaria de Desenvolvimento da Produção do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SDP/MDIC) e pelo Ministério da Fazenda.

Depois de muita espera, o relator da MP 540/2011, deputado Renato Molling (PP/RS) já está trabalhando no parecer. A ASSESPRO está entre as primeiras entidades ouvidas pelo relator.

Nesta terça-feira (20) Renato Molling participou de uma reunião com o ministro em exercício da Fazenda, Nelson Barbosa, para discutir alterações no texto da Medida Provisória.

Na avaliação do parlamentar a diminuição da alíquota de desoneração da folha de pagamento prevista na MP e, ainda, alterações no programa de incentivo aos exportadores são os pontos que devem ser observados.

Durante a semana o relator realizou diversas reuniões, sinalizando que no texto do parecer pode dar aos empresários o poder de escolha.

O ministro Nelson Barbosa disse que vai  reavaliar os números apresentados e também as demais sugestões do relator.

Várias emendas foram descartadas mesmo antes da MP chegar às mãos do relator.  Nos bastidores os comentários são que o texto a ser votado em plenário deverá ser mesmo o que veio da Casa Civil, sem muitas modificações como aconteceu com a MP 534.

Audiência pública sobre terceirização de mão de obra

Na semana passada, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) divulgou a lista dos nomes selecionados para expor seus pontos de vista durante a audiência pública, sobre terceirização de mão de obra que o aquele Tribunal realizará nos dias 4 e 5 de outubro, e a ASSESPRO NACIONAL foi selecionada.  

Atuando para propiciar o desenvolvimento do setor, a Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) participará da audiência pública representando as suas 1400 empresas associadas.

Esse problema vem prejudicando o desenvolvimento do Setor de TI há muito tempo, e em 23 de maio deste ano, fomos recebidos pelo Ministro do TST, João Oreste Dalazen, e apresentamos a reivindicação do setor para regularizar a subcontratação de empresas prestadoras de serviços específicos, destacando a necessidade de diferenciação entre terceirização e subcontratação em tecnologia. Acreditamos que este posicionamento firme da ASSESPRO NACIONAL foi um dos fatores que levou o TST à convocação desta audiência pública.

Os Poderes Constituídos, precisam entender que no processo de desenvolvimento de software existe a necessidade do trabalho de especialistas para tarefas pontuais, o que pode ser feito com a contratação de outras empresas por tempo determinado, e não com a incorporação de um novo profissional. Inclusive, em muitos casos, existem profissionais com conhecimentos específicos que sequer querem ser contratados diretamente. Eles criam suas próprias companhias e prestam consultoria para diversas empresas, mas isso nem sempre é visto como algo correto perante as leis atuais.

A audiência marcará a primeira vez que o TST ouvirá a sociedade organizada antes de tomar qualquer decisão: neste caso espera-se que o TST assuma uma nova posição sobre a terceirização de atividades de TI nas empresas do próprio setor.
 

Projeto na Câmara flexibiliza legislação para estimular pesquisa científica e inovação tecnológica

A Mesa Diretora da Câmara dos Deputados deve dar encaminhamento esta semana ao projeto de lei que institui o Código de Ciência, Tecnologia e Inovação (PL 2.177/2011), apresentado em 31 de agosto. A expectativa é do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), primeiro signatário da proposta e presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI).

O projeto foi apresentado pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e pelo Conselho Nacional dos Secretários de Ciência e Tecnologia. A proposta, que diminui a burocracia para pesquisa e estabelece incentivos para as empresas investirem em inovação, também conta com o apoio de agências de pesquisa federais e estaduais.

Durante a reunião anual da SBPC, ocorrida em julho em Goiânia, os pesquisadores brasileiros se queixaram dos marcos legais que dificultam suas atividades (como, por exemplo, as restrições para pesquisa com animais e plantas); retardam e encarecem compras e contratações; e desestimulam a participação dos cientistas em trabalhos, além do ambiente acadêmico.

Segundo a justificativa, assinada por dez parlamentares da comissão, a “dedicação exclusiva”, imposta aos pesquisadores nacionais pelas universidades, deve ser “interpretada de forma mais abrangente” e a Lei Federal de Licitações deve ser “afastada” do setor: “o regramento para aquisições e contratações, no âmbito da CT&I [ciência, tecnologia e inovação], deve ser mais célere e descomplicado”, defendem os deputados.

Para que as empresas inovem mais, o projeto estabelece como instrumentos a criação de incubadoras, a implantação de parques tecnológicos e a concessão de subvenções, entre outros mecanismos. Na opinião do deputado Bruno Araújo, o projeto é importante para mudar a atitude empresarial. “O Brasil tem mais na sua história a cultura de um país importador do que de um país produtor de tecnologia”, avalia ao dizer que uma nova concepção “significa reflexo direto nos negócios”.

De acordo com dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), o Brasil ocupa o 13º lugar em pesquisa científica (publicação de artigos), mas é apenas o 47º no Ranking Global de Inovação.

O Brasil está atrás, por exemplo, da China, Rússia, África do Sul, de Portugal e da Grécia no reconhecimento de patentes internacionais; e as empresas privadas investem quatro vezes menos (em termos percentuais) do que as da Coreia do Sul, líder do ranking. A estimativa do ministério é que, em 2010, as empresas coreanas tenham gasto um valor correspondente a 2,46% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto as empresas no Brasil investiram 0,57% do PIB nacional.

De acordo com o deputado Bruno Araújo, o projeto de lei deverá ser analisado na própria Comissão de Ciência e Tecnologia e também nas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Caso seja incluída uma outra comissão, como por exemplo, a Comissão de Defesa do Consumidor (CDC), o Regimento da Câmara determina a formação de uma comissão especial com parlamentares de todas as comissões. O Plenário da Câmara poderá decidir se o projeto poderá seguir, após a aprovação das comissões, direto para o Senado.

A ASSESPRO NACIONAL agregou apresentando aos parlamentares a fundamentação de que o desenvolvimento de software no país, seja considerado como PD&I, Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, o que além de estimular a demanda por softwares, automaticamente aumentará o percentual hoje de 0,57%, como citado acima, em razão do que todas empresas já investem.


Deputados ampliam para até 90 dias aviso prévio de trabalhador

O Plenário aprovou, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 3941/89, do Senado, que aumenta dos atuais 30 dias para até 90 dias o aviso prévio que o empregador deve conceder ao trabalhador no caso de demissão. A matéria será enviada à sanção presidencial.

Apesar de o projeto ter sido analisado pelas comissões permanentes e contar com substitutivos das comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), um acordo entre as lideranças permitiu a aprovação do texto original vindo do Senado. O Supremo Tribunal Federal (STF) adiou, em junho deste ano, a deliberação sobre o tema.

De acordo com o texto, para os trabalhadores que tiverem até um ano de trabalho na mesma empresa, o aviso prévio será de 30 dias, garantido pela Constituição. A esse período, deverão ser acrescentados três dias para cada ano de serviço prestado na mesma empresa, limitados a 60 (equivalente a 20 anos de trabalho).

Assim, a soma desses períodos perfaz um total de 90 dias de aviso prévio.

A principal diferença em relação aos substitutivos das comissões é a possibilidade de converter os dias em dinheiro. O substitutivo da CCJ previa um acréscimo proporcional ao tempo de serviço de sete dias por ano trabalhado até o 12º ano, inclusive. Dessa forma, o aviso poderia ser de até 84 dias.

No texto da Comissão de Trabalho, seriam acrescentados três dias por mês de serviço a partir do 13º mês de trabalho, podendo o período ser convertido em dinheiro.


PLANALTO - PRINCIPAIS ATOS PUBLICADOS NA ÚLTIMA SEMANA

LEIS

TV por assinatura. Regulamentação. Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011 - Dispõe sobre a comunicação audiovisual de acesso condicionado; altera a Medida Provisória no 2.228-1, de 6 de setembro de 2001, e as Leis nºs 11.437, de 28 de dezembro de 2006, 5.070, de 7 de julho de 1966, 8.977, de 6 de janeiro de 1995, e 9.472, de 16 de julho de 1997; e dá outras providências.

Recuperação física da rede escolar pública. Lei nº 12.487, de 15 de setembro de 2011 - Institui, no âmbito do Ministério da Educação, o plano especial de recuperação da rede física escolar pública, com a finalidade de prestar assistência financeira para recuperação das redes físicas das escolas públicas estaduais, do Distrito Federal e municipais afetadas por desastres.

DECRETOS

- Crédito suplementar. Presidência da República. Decreto de 14 de setembro de 2011 - Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor da Presidência da República, crédito suplementar no valor de R$ 10.086.000,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente.
- Crédito suplementar. Ministério da Justiça. Decreto de 14 de setembro de 2011 - Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor do Ministério da Justiça, crédito suplementar no valor de R$ 7.800.000,00, para reforço de dotação constante da Lei Orçamentária vigente.
- Crédito suplementar. Encargos financeiros da União. Decreto de 14 de setembro de 2011 - Abre ao Orçamento Fiscal da União, em favor de Encargos Financeiros da União, crédito suplementar no valor de R$ 3.892.415.000,00, para reforço de dotações constantes da Lei Orçamentária vigente.
- Indústria automotiva. Incentivos tributários. Regulamentação. Decreto nº 7.567, de 15 de setembro de 2011 - Regulamenta os arts. 5º e 6º da Medida Provisória nº 540, de 2 de agosto de 2011, os quais dispõem sobre a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI em favor da indústria automotiva, e altera a Tabela de Incidência do IPI - TIPI, aprovada pelo Decreto no 6.006, de 28 de dezembro de 2006.
- Imóveis. Preços. Índice. Decreto nº 7.565, de 15 de setembro de 2011- Dispõe sobre a criação e a manutenção do índice de preços de imóveis no Brasil.
- Fundo de Desenvolvimento do Nordeste – FDNE. Decreto nº 7.564, de 15 de setembro de 2011 - Dá nova redação aos artigos que especifica do Anexo ao Decreto nº 6.952, de 2 de setembro de 2009, que aprova o Regulamento do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste - FDNE.
- IOF – Imposto sobre Operações Financeiras. Decreto nº 7.563, de 15 de setembro de 2011 - Altera o Decreto nº 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que regulamenta o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF.
- Residência médica. Decreto nº 7.562, de 15 de setembro de 2011- Dispõe sobre a Comissão Nacional de Residência Médica - CNRM e o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições que ofertam residência médica e de programas de residência médica.
- Governo aberto. Decreto de 15 de setembro de 2011 - Institui o Plano de Ação Nacional sobre Governo Aberto e dá outras providências.

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br


ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Positivo lança tablet sob medida para brasileiros
Jornal do Estado – 19.09.11


A Positivo informática anunciou ontem o lançamento de sua linha de tablets (computadores portáteis em formato de prancheta) Positivo Ypy. Os produtos chegam ao varejo brasileiro na segunda quinzena de outubro, com preços sugeridos a partir de R$ 999, e também têm previsão de serem comercializados na Argentina ainda neste ano. Segundo a empresa, a linha de tablets foi desenvolvida a partir de estudos em parceria com pesquisadores brasileiros.

De acordo com a companhia, um dos diferenciais do Positivo Ypy é que ele já sai de fábrica com mais de 50 aplicativos pré-instalados, além do sistema operacional em português. "Estudamos o comportamento do consumidor durante 20 meses para chegar a um produto 100% voltado ao brasileiro", afirma Hélio Bruck Rotenberg, presidente da Positivo informática.

As duas versões dos tablets possuem tela sensível ao toque, com definição de alta resolução e formato 4:3. O teclado virtual também está em português, com teclas como a cedilha. O produto conta ainda com sensor de movimentos (acelerômetro), que pode ser usado em jogos, porta USB e saída HDMI para que seja ligado à TV de LCD, além de suporte para uso de sites com Adobe Flash.

O tablet Ypy será vendido ainda este ano na Argentina, disse Hélio Rotenberg. "Vamos lançar com um pouco de atraso em relação ao Brasil, pelo ecossistema que precisa ser desenvolvido em espanhol", disse, se referindo ao conjunto de softwares, que inclui os aplicativos e o sistema operacional. Ele afirmou ainda que a empresa atingiu a liderança de vendas de computadores no mercado argentino, salientando que os dados são extra-oficiais. Desde o final do ano passado, a Positivo tem uma joint venture (parceria) com a companhia argentina BGH, que foi a primeira unidade fabril da companhia fora do Brasil.

O executivo evitou dar projeções de vendas dos modelos de tablet lançados. Segundo ele, a empresa está "preparada para competir com os tablets fabricados por empresas estrangeiras". O principal concorrente é o Ipad da Apple.

Em relação aos preços, Rotenberg disse que a variação cambial vai definir os valores dos tablets. "Mesmo após a recente alta do dólar, mantivemos um tablet com um preço abaixo dos mil reais", disse acrescentando ter preocupação "com qual será o patamar de dólar" daqui pra frente. "Como temos margens baixas, se o dólar começar a subir, vamos ter de repassar para os preços."

Segundo ele, a vantagem de já atender o varejo com a venda de PCs vai ajudar para que os produtos cheguem facilmente as lojas no Brasil. "Já estamos negociando com as redes varejistas", disse.

Rotenberg não revelou os investimentos, mas afirmou que representaram grande parte dos R$ 40 milhões aplicados em pesquisa e desenvolvimento deste ano. "Os investimentos foram em produtos, aplicativos, e não em fábricas." A fabricação inicial será em Curitiba, mas deverá ser expandida a Manaus. "Não queremos ficar com apenas um local de fabricação. Ainda temos incentivos fiscais conforme o produto", disse.


Infraestrutura de TI no Brasil ainda não atingiu nível ideal
21 de setembro de 2011
Fonte: Portal Computerworld


Pesquisa da IDC e Accenture revela que empresas brasileiras estão imaturas em relação a suporte a serviços, segurança, governança, TI verde e data center.

Embora tenham feito avanços importantes nos últimos anos, as infraestruturas de TI das grandes empresas brasileiras ainda não atingiram o nível de maturidade desejável. A conclusão é do estudo “Brazil Infrastructure Maturity X-Ray”, realizado pela Accenture, em parceria com a IDC, divulgado hoje (21/9), durante o evento “IDC LA Infrastructure &Virtualization”.


Em uma escala de 1 a 5, a média das empresas brasileiras foi de 2,7, revelando evolução em relação aos anos anteriores – no ano passado, a nota média
foi 2,5 e em 2009 de 2,4. Mas ainda há potencial de melhoria para as empresas. Segundo o estudo, para alcançar a excelência esperado, as empresas passam por cinco níveis distintos: informal, repetível, definido, controlado e otimizável. Ao atingir o nível 3,0, ou “definido”, as empresas alcançam a maturidade mínima esperada.

Foram entrevistadas cerca de cem companhias de grande porte, segmentos financeiro, produtos de consumo, telecomunicações, indústria de base, saúde e setor público em agosto e setembro de 2011 e o estudo elegeu oito temas para fazer a avaliação da infraestrutura de TI das empresas: Green IT & Data Center, Segurança,Redes, Mobilidade, Investimentos em TI, Delivery, Suporte aos serviços e Governança. Entre as áreas que mais avançaram está TI verde, cuja nota subiu de 2,5 para 2,7 e mobilidade, que elevou a nota de 2,7 para 3,0. Outros destaques foram áreas como Investimentos em TI, que também alcançou o nível 3,0. Houve aumento dos investimentos em processos de inovação e melhorias em TI. Os setores de mobilidade e investimentos em TI foram os únicos que chegaram à meta desejada, o nível 3.

“Nossa pesquisa apurou uma elevação no nível médio dos gastos discricionários - melhorias nos processos e iniciativas estratégicas -, que passou de 35% em 2009 para 40% em 2010 e chegou a 46% neste ano.”, disse o executivo sênior de Consultoria em Tecnologia da Accenture, Jesus Lopez Aros. Quem apresentou um recuo na pontuação foram as áreas “Delivery” e “Segurança”, ambos fechando com uma média de 2,5 em 2011.

Computação em nuvem- Outro destaque foi a relação das empresas em computação em nuvem. Houve evolução no número de empresas que adotaram o
modelo, de 27% no ano passado para 37% neste ano, sendo que 28% adotou o uso de nuvens privadas, 6% nuvem pública e 3% ficaram o modelo híbrido. Já o percentual de empresas que está avaliando ou já possui planos definidos para utilizar nuvem caiu de 73% para 63%.

http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/09/21/infraestrutura-de-ti-no-brasil-aindanao-atingiu-nivel-ideal/


Varejistas incrementam sistemas de TI para qualificar atendimento
21 de setembro de 2011
Fonte: DCI


Para manter a liderança no mercado, redes varejistas estão ampliando os aportes voltados para tecnologia da informação. É o caso da rede Magazine Luiza e do Lojão do Brás, que anunciaram parcerias com empresas de tecnologia para expandir os atendimentos ao consumidor.

Para tal feito, no Lojão do Brás a inovação veio através da ferramenta QlikView, comercializada no Brasil pela distribuidora Nórdica Software, que vem sendo utilizada pelo Lojão do Brás para auditoria e gestão de diversos processos internos do negócio, gerando benefícios como redução em 30% na incidência de diferenças nos caixas das lojas, além de maior controle sobre fluxo de estoque. Para Adriana Bezerra Bessa, responsável pelo departamento Financeiro do Lojão do Brás, a escolha pelo QlikView se deu pela flexibilidade na produção de relatórios direcionados. "Os relatórios produzidos pelo pessoal de TI acabam sendo muito engessados, pois a maior parte dos sistemas também não têm essa flexibilidade que o QlikView traz", disse.

SAC - Já no Magazine Luiza adotou a tecnologia Orbium para o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC). "O ponto principal foi o fato de o sistema oferecer uma ferramenta de workflow integrada", diz Nicolau Camargo, gerente-geral de Atendimento do Magazine Luiza. Essa funcionalidade permite a gestão e o acompanhamento de todo o trâmite das solicitações. Outro destaque é a facilidade que o Orbium apresenta de fazer customizações, adequando funcionalidades às exigências e necessidades do cliente.

A Orbium fornece subsídios para a solução dos problemas e oferece ferramenta estatística apoiada em business intelligence. Isso propicia a emissão de relatórios diários e periódicos. Os dados gerados pela solução são a base do chamado "indicador de cliente feliz".
http://www.dci.com.br/Varejistas-incrementam-sistemas-de-TI-para-qualificar-atendimento-
9-391645.html


450 mil tablets serão vendidos no Brasil até o final do ano
19 de setembro de 2011
Fonte: Portal Administradores


A previsão de crescimento é quatro vezes superior em relação às vendas do gadget em 2010, quando foram comercializadas cerca de 100 mil unidades

Varejo, lojas oficiais, operadoras e o chamado 'mercado cinza' devem ser responsáveis pela venda de aproximadamente 450 mil tablets até o final de 2011. A
informação é da consultoria de pesquisa de mercado especializada em tecnologia IDC. A previsão de crescimento é quatro vezes superior em relação às vendas do gadget em 2010, quando foram comercializadas cerca de 100 mil unidades. A barreira do primeiro milhão de tablets vendidos deve ser rompida até o final de 2012, segundo a IDC.

Um dos fatores que mais vem estimulando essa perspectiva de crescimento, segundo gerente de pesquisas da IDC Brasil, Luciano Crippa, é a redução dos preços, que deve ficar entre 10% e 15%. Até o final do próximo ano, o preço médio dos tablets deve girar em torno de R$ 1 mil. Além disso, a consolidação da tecnologia e o amadurecimento do consumidor também devem influenciar o crescimento das vendas.

Mas um fator inesperado pode mexer com esses número: os chineses.Fabricantes como a Huawei e ZTE vendem seus produtos no Brasil, geralmente em sites de compras coletivas, por preços que variam entre R$ 300 e R$ 400, valor quase cinco vezes inferior ao preço de um iPad ou Galaxy Tab. Segundo o analista, se essas variáveis forem consideradas, o volume de vendas pode chegar a 600 mil unidades em 2011.
http://www.administradores.com.br/informe-se/tecnologia/450-mil-tablets-serao-vendidos- no-
brasil-ate-o-final-do-ano/48105/


Brasil cai duas posições em ranking de economias mais avançadas em TI
19 de setembro de 2011
Fonte: Valor Econômico


A posição do Brasil declinou de 92 para 94 em um índice das economias mais avançadas do mundo em tecnologia da informação (TI), divulgado pela União
Internacional de Telecomunicações (UIT). A UIT reafirma sua constatação, anunciada em maio, de que os consumidores brasileiros continuam a pagar caro pelo uso de telefone celular e pelo envio de torpedos.

O preço está entre os mais altos do mundo, tanto em dólar com em paridade de poder de compra (PPP), que leva em conta o poder de compra de uma moeda nacional.Segundo a UIT, o preço por minuto de telefone celular no Brasil é de US$ 0,76 em PPP. Em Hong Kong, custa menos de um centavo. No caso de torpedo local, custaria US$ 0,25 no país.

O relatório dá o exemplo brasileiro de como os consumidores nos países em desenvolvimento pagam mais pelo uso de internet. A assinatura para download de volume de um gigabyte (GB) por mês vai de US$ 4 no Vietnã a US$ 40 na África do Sul e US$ 80 no Brasil. Globalmente, a UIT diz que a tecnologia da comunicação e informação continuou a se acelerar, impulsionada por uma queda de preços. O custo de serviços de internet em banda larga caiu 50% entre 2008 e 2010. Os custos de telefone celular e telefone fixo declinaram 18%.

A propagação de redes de telefones celulares nos países em desenvolvimento continua forte, com crescimento de 20% no número de novos assinantes. Nos países desenvolvidos houve uma estagnação, já que a adesão supera os 100%, enquanto nos países em desenvolvimento a taxa é de 70%.

http://mdic.empauta.com/e/mostra_noticia.php?autolog=eJwzMDAwMzY0MLQ0MTEwMjA0NLA0tAQAKScD9A--3D--3D&cod_noticia=998573584d=1utm_campaign=empauta+mail&utm_medium=mail&utm_source=empauta



Competências críticas do executivo de TI! No ar o novo programa da ITVision.TV.

Etienne Vreuls, da  Queiroz Galvão Óleo e Gás,  Giancarlo Fontoura, da Unicasa,  Phelipe Castro da  Coca Cola e   Patrício Jouri da  Seven Boys relatam suas opiniões sobre o tema.

Acesse itvision.tv http://itivision.tv/ 

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