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2011/06/25 a 27- Semana em Brasília

Neste segundo semestre, persistiremos em nosso trabalho de representação e conclamamos a todos os empresários de Tecnologia da Informação (TI), a nos ajudar atuando diretamente nos parlamentares de suas regiões,  procurando conscientizar a todos que a tecnologia da informação precisa de tratamento diferenciado, o Brasil está perdendo o time...

 

Colegas,

sem muitos acontecimentos a Esplanada dos Ministérios não ficou deserta porque os turistas resolveram conhecer onde se fazem, se executam e se fiscalizam as leis.

Finalizando o recesso parlamentar, o que nos aguarda para o segundo semestre?

1) Na próxima semana o Congresso Nacional deverá colocar em suas pautas a votação da PEC 300, que trata da remuneração dos militares.
2) Mais um vez a queda de braço da jornada de 40 horas, com a possibilidade de 36 horas daqui a dois anos, projeto do senador Paulo Paim (PT/RS), homem público com vasta experiência nas questões trabalhistas.
3) Como vai ficar o grupo que está instalado para estudar a reforma tributária?
4) Como vai ficar a regulamentação de analistas de sistemas, que não só diminui a jornada de trabalho, como restringe a um pequeníssimo grupo a execução e elaboração de trabalhos.

Neste segundo semestre, persistiremos em nosso trabalho de representação e conclamamos a todos os empresários de Tecnologia da Informação (TI), a nos ajudar atuando diretamente nos parlamentares de suas regiões,  procurando conscientizar a todos que a tecnologia da informação precisa de tratamento diferenciado, o Brasil está perdendo o time..., muitos países já perceberam, tem menos impostos e mais incentivos para competir nos mercados internacionais e com os concorrentes internacionais,  e nós, vamos ficar esperando o que?

Sem ações concretas, sem cobrar dos nossos representantes as promessas que nos fizeram, sem viabilizar com um custo menor para que a indústria de TI possa competir de igual com o mercado externo. Como vamos construir um país tecnológico?


PLANALTO - PRINCIPAIS ATOS PUBLICADOS NA ÚLTIMA SEMANA

LEIS

BR-101. Bayeux-PB. Viaduto. Denominação. Lei nº 12.451, de 20 de julho de 2011 - Denomina “Viaduto Major Ciraulo” o viaduto localizado no km 83 da BR-101 - Rodovia Translitorânea -, no Município de Bayeux, Estado da Paraíba.

Medida Provisória nº 526. Conversão. BNDES. FINEP. Fonte de recursos adicionais. Lei nº 12.453, de 21 de julho de 2011 - Constitui fonte de recursos adicional ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES; altera as Leis nºs 12.096, de 24 de novembro de 2009; 12.409, de 25 de maio de 2011, 10.841, de 18 de fevereiro de 2004, e 12.101, de 27 de novembro de 2009; dispõe sobre medidas de suspensão temporária de exigências de regularidade fiscal; revoga dispositivo da Lei nº 12.385, de 3 de março de 2011; e dá outras providências.

Código de Trânsito Brasileiro. Alteração. Lei nº 12.452, de 21 de julho de 2011 - Altera o art. 143 da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que “institui o Código de Trânsito Brasileiro”, de modo a disciplinar a habilitação de condutores de combinações de veículos.

DECRETOS

Líbia. Sanções. Decreto n º 7.527, de 18 de julho de 2011 - Dispõe sobre a execução no Território Nacional da Resolução 1973 (2011), adotada em 17 de março de 2011 pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, que estabelece zona de exclusão no espaço aéreo da Jamahiriya Árabe da Líbia e prevê, entre outras disposições, o reforço do embargo de armas e do congelamento de ativos financeiros de autoridades líbias, bem como a autorização aos Estados-membros das Nações Unidas para tomar as medidas que julgarem necessárias para proteger as populações civis na Jamahiriya Árabe da Líbia.

Poder Executivo. Programação orçamentária e financeira de 2011. Alteração. Decreto nº 7.534, de 21 de julho de 2011 - Altera os Anexos VII, VIII e X do Decreto nº 7.445, de 1º de março de 2011, que dispõe sobre a programação orçamentária e financeira e estabelece o cronograma mensal de desembolso do Poder Executivo para o exercício de 2011.

Segurados e dependentes da Previdência Social. Abono anual. Antecipação. Decreto nº 7.533, de 21 de julho de 2011 - Dispõe sobre a antecipação do abono anual devido aos segurados e dependentes da Previdência Social, no ano de 2011.

Fundo Monetário Internacional. Convênio constitutivo. Quinta e Sexta Emendas. Promulgação. Decreto nº 7.532, de 21 de julho de 2011 - Promulga a Quinta e a Sexta Emendas ao Convênio Constitutivo do Fundo Monetário Internacional.

Aeroportos. Desestatização. Decreto nº 7.531, de 21 de julho de 2011 - Dispõe sobre a inclusão no Programa Nacional de Desestatização - PND dos Aeroportos Internacionais Governador André Franco Montoro e Viracopos, no Estado de São Paulo, e Presidente Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal, e dá outras providências.

Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos,

Luís Mario Luchetta
Presidente
luis.mario@assespro.org.br

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br

Lei cria nova modalidade de pessoa jurídica
  
O Senado aprovou o Projeto de Lei da Câmara 18/11, que permite a criação de empresa individual de responsabilidade limitada como nova modalidade de pessoa jurídica de direito privado. O PLC é uma alteração à Lei 10.406/02, do Código Civil, e já recebeu aprovação definitiva do Congresso e agora segue para sanção da Presidência da República. As informações são da Agência Senado.

A lei permite a possibilidade de abrir negócios individuais com capital mínimo de R$ 54,5 mil e sem comprometer os bens individuais do empresário com as dívidas da empresa. Pelas normas atuais do Código Civil, para ter personalidade jurídica de natureza limitada, é preciso que duas ou mais pessoas unam capital e formem uma sociedade. Só assim é possível distinguir o patrimônio pessoal do da empresa.

Com a alteração, não é mais preciso de sócio para a criação de empresas da mesma natureza jurídica e pode-se proteger o patrimônio individual de eventuais riscos. As empresas abertas nessa forma receberão, depois de sua razão social, a sigla Eireli – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada.

Para evitar fraudes e golpes, o projeto estabelece que cada pessoa física pode abrir apenas uma Empresa Individual de Responsabilidade Limitada, com capital inicial mínimo de cem vezes o salário mínimo no Brasil. O projeto é de autoria do deputado federal Marcos Montes (DEM-MG).

Fonte: Conjur

Mercado - Valor Econômico – 25.07.11
UOL Host faz ofensiva em computação na nuvem

O UOL Host, empresa de hospedagem e serviços do UOL, anuncia amanhã o que considera sua segunda geração de serviços para computação em nuvem, modelo pelo qual os programas são executados em centros de dados remotos, em vez de ficar instalados nos computadores dos usuários. Para atender à nova clientela, a empresa está investindo na duplicação do centro de dados que mantém em Tamboré (SP). As instalações pertenciam à Diveo, adquirida pelo UOL em dezembro do ano passado.

A unidade atual, de 8 mil metros quadrados, tem capacidade para 30 mil servidores. São 11 mil equipamentos físicos. Os demais são as chamadas máquinas virtuais (computadores criados dentro de outras máquinas por meio de software). Vinicius Pessin, diretor do UOL Host, diz que já está em construção uma estrutura no mesmo complexo, de 6 mil metros quadrados, que permitirá dobrar o número total de servidores.

A companhia não revela o valor do investimento, mas para se ter uma ideia, entre 2009 e 2010 o UOL investiu R$ 120 milhões para construir um centro de dados em São Paulo, que foi inaugurado no ano passado e também tem capacidade para 30 mil servidores, sendo 10 mil servidores físicos.

A expectativa do UOL ao comprar a Diveo - e chegar a uma capacidade de 60 mil servidores nos dois centros de dados - era de atingir 100% de uso dessa infraestrutura em dez anos. "Mas a demanda cresceu tanto que a previsão atual é atingir esse nível até o fim do ano", afirma Pessin.

Agora, com a ampliação em Tamboré, o UOL Host terá uma capacidade total de 90 mil servidores, somando os dois centros.

Até agora, a empresa investiu algumas "centenas de milhões de reais" para expandir sua oferta de serviços na nuvem, diz o executivo, sem detalhar números.

A segunda geração consiste de um conjunto de softwares de gestão empresarial e outros serviços on-line, que serão vendidos a valores mais baixos que uma assinatura residencial de TV a cabo, diz Pessin. Os serviços, que incluem de gestão de e-mail a sistemas de gestão empresarial (ERP, na sigla em inglês), têm preços que vão de R$ 11,90 a R$ 90.

Com a nova gama de serviços, a empresa pretende aumentar em 200% a contratação de serviços até o fim do ano, atraindo principalmente pequenas e médias empresas. No ano passado, o UOL Host possuía uma base de 300 mil clientes empresariais, sendo que 50% desse total era constituído de médias, pequenas e microempresas.

Para atender a esse público, diz o executivo, as empresas de hospedagem precisam oferecer preços mais baixos e formar uma carteira vasta de clientes. "É preciso ter escala. Não é um jogo para pequenos", afirma. "Se a mensalidade for mais cara que uma TV a cabo, o pequeno empreendedor não compra o serviço."

Pessin cita uma estimativa divulgada pelo Sebrae, serviço de apoio a pequenas empresas, segundo a qual existem atualmente no país entre 4 milhões e 5 milhões de pequenas e médias companhias. Desse total, 8% usa softwares de gestão e 20% já montou um site. "Há um mercado potencial enorme e nossa meta é atrair um grande número de clientes no curto prazo", afirma.

O UOL Host tem reforçado seus empreendimentos na computação em nuvem nos últimos quatro anos. Entre 2008 e 2010, a empresa adquiriu nove companhias para reforçar sua estrutura no segmento de centros de dados. A aquisição mais recente, em dezembro, foi a Diveo, especializada na oferta de serviços relacionados a centros de dados e telecomunicações para empresas, detentora de instalações no Brasil, na Colômbia e nos Estados Unidos. A quantia investida na compra da Diveo foi mantida em sigilo pelas companhias. Questionado sobre a possibilidade de novas aquisições, Pessin diz que a "empresa sempre analisa oportunidades no mercado".

Outro importante passo foi dado em 2009, quando o UOL Host lançou uma loja de aplicativos, tendo como parceiros gigantes como Microsoft, IBM e Totvs. A empresa conta também com uma equipe de 900 técnicos, que se dedicam ao desenvolvimento de serviços.

Veículo: Portal Conexão Dinheiro
Data: 04 de Julho de 2011
Estado: SP
Assunto: I Seminário internacional da Assespro reúne quase de por cento da Câmara dos Deputados
Link: http://www.conexaodinheiro.com/noticias/i-seminario-internacional-da-assespro-reune-quase-dez-por-cento-da-camara-dos-deputados

I Seminário Internacional da Assespro reúne quase dez por cento da Câmara dos Deputados
 
Evento debateu experiências da Argentina e Uruguai no incentivo à TI em prol do desenvolvimento da sociedade e marcou o lançamento da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia e Inovação, presidida pelo Deputado Izalci Lucas Ferreira

Na última quarta-feira, 29 de junho, o Congresso Nacional, em Brasília, foi palco do I Seminário Internacional promovido pela Assespro Nacional, com o objetivo de apresentar aos parlamentares os principais benefícios da Tecnologia da Informação (TI) no desenvolvimento da sociedade e os caminhos para a criação de legislação específica de fomento ao setor da tecnologia da informação.

Promovido pela Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de TI), o Seminário concluiu com a cerimônia de lançamento da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia e Inovação (FPCT&I). Esta Frente, liderada pelos Deputados Izalci Lucas (PR/DF) e Paulo Piau (PMDB/MG), tem como objetivo promover a Ciência, Tecnologia, Pesquisa e Inovação dentro das iniciativas do Poder Legislativo.

Já durante a abertura do evento, o presidente da Assespro Nacional, Sr. Luís Mário Luchetta, solicitou expressamente a todos os membros da Frente, além dos representantes do Poder Executivo no Seminário, que o desenvolvimento de projetos de software realizados no país possam ser enquadrados como atividades de pesquisa e desenvolvimento.

“Os projetos de construção de software são na sua essência projetos inovadores para a organização (ou para o cidadão) que irá adotá-lo. No caso das organizações, a implementação do software introduz mudanças significativas nos seus processos de funcionamento, seja de melhoria de produtividade, seja de acesso a possibilidades que a organização não poderia realizar de outra forma”, disse Luchetta. O Presidente da Assespro Nacional ainda explicou que o estímulo para o desenvolvimento de software no Brasil produzirá um grande contingente de empresas e profissionais especializados nos mais variados assuntos que sejam relevantes para a sociedade.

A abertura do evento foi concluída com uma breve apresentação do Sr. Roberto Mayer, vice-presidente de relações públicas da Assespro Nacional, que chamou a atenção para os resultados do Brasil no último relatório sobre Competitividade em TI, publicado pelo Fórum Econômico Mundial. “Entre os 140 países analisados, o Brasil se encontra na posição 59, o que pode dar a impressão de estarmos na média mundial. Entretanto, ao observar os diversos indicadores de forma detalhada, observamos um grande descompasso entre o desempenho da iniciativa privada, que se coloca sempre entre os trinta primeiros países a nível global, e o desempenho do setor estatal, que aparece sempre nas últimas posições”.

A organização do Seminário se baseou exatamente nessa necessidade de melhorar o desempenho do Estado brasileiro na adoção de políticas de TI. A seleção dos palestrantes, feita pela Assespro Nacional, levou em conta exatamente essa necessidade. Assim, foram selecionados exemplos do Uruguai (exemplo do uso da TI como meio de reduzir as diferenças sociais) e da Argentina (exemplo da elaboração de legislação específica de promoção do setor de TI).

A primeira palestra ficou a cargo de Guillermo Spiller, executivo do Plan Ceibal, que em 2009 já completou a entrega de um computador para cada aluno de toda a rede escolar pública no Uruguai. Além de discorrer brevemente sobre a implementação do projeto, o Sr. Spiller abordou os impactos sobre a sociedade. O principal destaque ficou para os vários exemplos que demonstram na prática a eliminação das barreiras impostas pela diversidade sócio-econômica sobre o acesso ao conhecimento por parte dos alunos. Estes benefícios ainda não podem ser avaliados de forma objetiva, dado que o Plan Ceibal é tão recente.

Já a segunda apresentação ficou a cargo da Dra. Silvia Bidart, ex-membro do governo da Argentina, e atualmente diretora-geral da ALETI. Na sua palestra, ela abordou a estratégia de construção de políticas públicas de incentivo ao setor de TI, relatando a sua experiência pessoal no governo argentino e a forma pela qual, ainda em 2004, foi possível iniciar um processo de criação de legislação específica para incentivar o setor de TI. Graças a legislação favorável ao setor, este experimentou um expressivo crescimento naquele país, praticamente triplicando seu tamanho desde 2004 até hoje. A Dra. Silvia Bidart ainda frisou em sua apresentação que o Brasil, como quinta potência econômica do mundo, não pode se furtar a implementar políticas públicas que levem a que toda a sociedade usufrua dos benefícios da TI.

Ambas palestras foram seguidas de debates, com a participação de membros do Poder Legislativo, e de executivos das regionais da Assespro em todo país. Todos consideraram que as apresentações foram de grande valia para auxiliar na formulação de políticas públicas tanto para o uso da TI quanto para o setor de TI, no Brasil. ”Os exemplos que trouxemos de alguns de nossos países vizinhos serão muito úteis para que o Congresso Nacional possa elaborar iniciativas do mesmo tipo em nosso país”, completa Mayer, da Assespro Nacional.

O Seminário concluiu com a instalação formal da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia e Inovação. A mesa que conduziu a cerimônia formal foi composta pelo Secretário de Comércio e Serviços do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Sr. Humberto Ribeiro, pelo Assessor Especial do Ministro de Ciência e Tecnologia, Sr. Rolf Hackbart, pelo Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Dr. Glaucius Oliva, pelo Pesquisador da Embrapa, Prof. Dr. Ruy Rezende Fontes, pelo presidente da Assespro Nacional, Sr. Luis Mario Luchetta, além dos deputados Izalci Lucas (PR/DF) e Paulo Piau (PMDB/MG), líderes da Frente Parlamentar.

Nos seus respectivos discursos, todos os membros da mesa foram unânimes na defesa da Ciência e Tecnologia, e da Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação como base para o continuado desenvolvimento do país e o fortalecimento da competitividade das suas empresas.

Quase quarenta deputados federais acompanharam a cerimônia na platéia do auditório Freitas Nobre. Entre os presentes, em ordem alfabética, estavam os Deputados Federais André Moura (PSC/SE), Artur Bruno (PT/CE), Darcisio Perondi (PMDB/RS), Diego Andrade (PR/MG), Eduardo Azeredo (PSDB/MG), Espiridião Amim (PP/SC), Gabriel Guimarães (PT/MG), Gean Loureiro (PMDB/SC), Laércio Oliveira (PR/SE), Ricardo Quirino (PRB/DF), Sibá Machado (PT/AC), Takayama (PSC/PR) e Tiririca (PR/SP), representando todo o espectro partidário e todas as regiões geográficas do país.

Com o auditório Freitas Nobre praticamente lotado, a Assespro Nacional comemorou os resultados do Seminário, e já planeja a realização de novos seminários sobre o setor de TI, ainda em 2011. No final de agosto, está previsto um seminário sobre a problemática da falta de recursos humanos qualificados para manter o crescimento do setor de TI.

O material adicional sobre o seminário, incluindo a gravação das palestras em formato .mp3, assim como as apresentações dos palestrantes e fotografias estão disponíveis em http://www.assespro.org.br/biblioteca/eventos/2011-06-29-seminario-internacional.

Uso de redes sociais traz empresas americanas ao país
26 de julho de 2011
Fonte: Portal Brasil Econômico
Multinacionais de segurança aproveitam demanda gerada pela crescente utilização de
Facebook, Twitter e Orkut no trabalho.

Recém-chegada ao Brasil, a americana Actiance pretende disseminar no país a
cultura de monitoramento a redes sociais no ambiente coorporativo. De acordo com
pesquisa da consultoria Triad PS, feita com 1.606 profissionais, 84,6% têm o hábito de
acessar redes sociais no horário do expediente, o que alerta aos gestores a adoção deste
tipo de serviço.


Como uma espécie de "Big Brother" virtual, o sistema permite o controle de acesso
diário às páginas visitadas pelos funcionários. "O sistema faz uma gravação criptográfica
das mensagens enviadas e recebidas. Desta forma, é possível fazer o rastreamento e a
recuperação do conteúdo para efeito de auditoria ou em demandas jurídicas", diz
Fernando Neves, diretor operacional da Actiance.
As companhias que mais procuram os serviços da Actiance estão preocupadas
com a queda na produtividade e com o vazamento de informações pelas redes sociais.
Neves afirma que antes mesmo do início das atividades no Brasil a empresa já vinha
sendo procurada por diversas companhias que utilizam suas soluções por decisão das
matrizes, para alinhamento mundial.
Atualmente a empresa monitora 1,6 mil organizações no mundo, das quais 45 são
brasileiras. "No Brasil são monitorados o acesso de quase 3 milhões de funcionários",
afirma Neves. Entre as empresas atendidas estão Citi Group, Bank of America, Bank of
New York, UBS, além das nacionais, como o Banco Fator, Banco Votorantim, Comgás e
Ipiranga.
"A filosofia adotada por essas empresas é de monitoramento integral,que inclui o
tempo que o funcionário não está no local de trabalho. Mas é possível também restringir
durante o horário de expediente", diz. No entanto, o funcionário precisa estar de acordo
com o acompanhamento.
"O profissional informa à companhia todos os seus perfis nas redes sociais. Esses
dados são enviados as nossas unidades para dar início ao monitoramento, mas ele
precisa autorizar", afirma.
A Actiance investiu US$ 1,2 milhão para a consolidação das filiais no Rio de
Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Brasília, Curitiba e Porto Alegre. A companhia espera
faturar cerca de US$ 1 milhão em menos de um ano de atividade no país. "Em 2012 esse
valor deve crescer 45%", prevê Neves.
Bom investimento - O gosto do brasileiro pelas redes sociais motivou também a
chegada da multinacional americana Sourcefire. No Brasil há um ano e meio, a empresa
já mantém escritórios em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.
Raphael d'Avila, diretor de operações no Brasil, explica que o país é visto no
exterior como um bom investimento, principalmente na área de segurança. A companhia
registrou no ano passado lucro líquido de US$ 130 milhões, sendo quase 10% do
mercado brasileiro.
O diretor da companhia explica que é possível reunir informações sobre
configurações de rede, identidade de usuários e comportamento de tráfego de cada
máquina ligada ao sistema da empresa. "Elaboramos um mapa de rede, onde
identificamos todos os sites acessados pelos funcionários, como redes sociais ou
aplicativos de comunicação entre eles Skype e Messenger.
A partir deste levantamento definimos o que será bloqueado e traçar estratégias e
políticas de acesso às páginas", diz. A Sourcefire já atende 40 empresas no Brasil.
http://www.brasileconomico.com.br/noticias/uso-de-redes-sociais-traz-empresasamericanas-
ao-pais_104764.html




Quarta-feira, 27 de julho de 2011 - Gazeta do Povo
Pessoas
Três paranaenses entre as empresas que mais dão treinamento

As empresas de Tecnologia da Informação (TI) do Paraná se destacam na área de treinamento de funcionários, segundo o ranking das Melhores Empresas para Trabalhar em TI & Telecom, divulgado na semana passada pelo instituto Great Place To Work (GPTW) em parceria com a revista Computerworld.

Das 100 empresas listadas, três paranaenses estão entre as 15 campeãs em porcentagem de funcionários satisfeitos com ações de capacitação: Pelissari Gestão e Tecnologia (2.ª), Sofhar (9.ª) e GVT (12.ª). A primeira colocada foi o Google, seguida por uma empresa com apenas 15 meses de vida, a Radix Engenharia e Software, do Rio.

A Pelissari, empresa curitibana com 284 funcionários, possui um fundo exclusivo para o desenvolvimento de pessoas, com orçamento anual de cerca de R$ 1,5 milhão. Além da formação técnica e de cursos de certificação, o fundo cobre parcialmente os estudos de idiomas, pós-graduação, especializações e MBA. A parcela na conta da empresa aumenta de acordo com o tempo de serviço do trabalhador.

“É uma forma de fazermos retenção”, diz a diretora de Pessoas da companhia, Vanessa Lisboa Pelissari. “A empresa colabora com até 50% dos custos de alguns cursos. Também é muito comum algum funcionário organizar treinamento interno para repassar conhecimento à equipe”, afirma ela. No ranking geral, a Pelissari ficou na 60.ª posição, e foi a quinta entre as paranaenses.

Para o diretor-presidente da Sofhar, Wilmar Prochmann, os programas de desenvolvimento profissional já superam as políticas de remuneração como estratégia para a retenção de talentos. “O salário é importante, sem dúvida, mas, se estiver dentro da média do mercado, o que importa mais para o profissional é a sua formação e os desafios”, diz.

Com uma sede nova no Tecno parque da PUCPR programa da Prefeitura de Curitiba que concede benefícios fiscais a empresas de base tecnológica , a Sofhar possui uma ligação forte com o mundo acadêmico. A companhia oferece subsídios de até 80% em cursos de pós-graduação e especialização. “Toda a cooperação técnica com a universidade também está a disposição dos funcionários. Da biblioteca ao doutorado, há um apoio de treinamento muito forte”, afirma Prochmann.

Universidade corporativa

A GVT, 12.ª colocada no quesito treinamento e a 9.ª na pontuação geral melhor posição entre as empresas do estado , concentra os programas de capacitação na Universidade Corporativa GVT (UCGVT), lançada no ano passado. Os cursos oferecidos são divididos em sete blocos de conhecimento. No primeiro ano de funcionamento, 8.872 colaboradores participaram de pelo menos um dos 1.520 cursos ofertados. A empresa tem 10,6 mil funcionários e também possui um programa de ajuda nas mensalidades de cursos de graduação, pós, MBA e idiomas.

“A GVT incentiva os profissionais de tecnologia a se atualizar e buscar novos aperfeiçoamentos e certificações, antecipando tendências da área”, diz George Bettini, gerente de recursos humanos da companhia. Em contrapartida, a GVT pede comprovação de fre quên cia mínima de 80%. Tam bém só são elegíveis ao benefício os funcionários com pelo menos 12 meses de empresa e que apresentem boas notas na avaliação de desempenho individual.

Ambiente de trabalho

No HSBC Global Technology (GLT), uma das divisões de TI do banco, com sede em Curitiba, o ponto forte é a criação de ambientes de trabalho focados no bem-estar. Os espaços são inspirados pelo feng shui e os destaques são os “decompression rooms” (salas de relaxamento), onde os funcionários podem fazer massagens, e as piscinas de bolinhas, onde, além de relaxar, os colaboradores também podem se divertir. Cada prédio oferece cozinha com geladeira e forno de micro-ondas e um pequeno refeitório.

A empresa também aposta em treinamento, com cursos presenciais e de e-learning, e há subsídio para graduação e cursos de inglês, espanhol e francês. A política de remuneração do GLT conta com participação nos resultados e bônus quando o funcionário completa três, cinco e dez anos de casa.

Na área de flexibilidade de horários, o banco diz que pelo menos 20% dos 800 funcionários têm condições de trabalhar de casa. Assim como nas demais empresas, o GLT têm banco de horas, o que permite que o funcionário chegue mais tarde ou saia mais cedo, de acordo com a carga horária no mês.

O modelo de avaliação do ranking da Great Place To Work leva em consideração cinco critérios: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem.

Argentina triplicou o setor de TI
Argentina triplicou o setor de TI com a criação de leis de incentivo, contou ex-membro do governo do país em evento da Assespro Nacional
Veículo: Portal Adthec
Data: 14 de Julho de 2011
Estado: SP
Assunto: Argentina triplicou o setor de TI com a criação de leis de incentivo
Link: http://adthec.com.br/difusao/?p=269

País sul-americano criou uma série de leis que levaram incentivos fiscais para desenvolvedores de software e pesquisadores, entre outras áreas de TI
A criação de leis específicas para incentivar o setor de TI brasileiro foi debatida durante o I Seminário Internacional Assespro, realizado pela Assespro Nacional (Associação Brasileira das Empresas de TI), que aconteceu recentemente, no Congresso Nacional, em Brasília.
Contando com a presença de Silvia Bidart, doutora em estratégia econômica internacional, diretora geral da ALETI (Federação Ibero-Americana das Entidades de Tecnologia da Informação) e ex-diretora da Plataforma de Software e Serviços de TI do Ministério da Economia e Produção da Argentina, o evento levantou o sucesso obtido pelo governo argentino ao desenvolver continuamente a área de TI por meio da criação de leis específicas com incentivos ao setor.

“Em 2004, o governo argentino iniciou o processo de criação de uma legislação específica, que fosse favorável ao crescimento do setor de TI. Com a nova lei, foram criados incentivos fiscais de 70%, em cima do valor pago na folha de pagamento ao governo, para os desenvolvedores de software, e incentivos de 60% para pesquisa e desenvolvimento do setor, entre outros benefícios. Isso fez com que a área de TI se aquecesse e triplicasse seu tamanho desde a assinatura da lei”, afirma Bidart.

Ainda de acordo com a executiva, o Brasil pode perfeitamente desenvolver o setor de TI nacional com a criação de frente parlamentar para alcançar o crescimento almejado. “Criando uma frente única em busca de incentivos políticos, com marco legal e factível, o setor de tecnologia da informação brasileiro tem muito a se desenvolver, como foi o argentino. É preciso ter uma força que una os setores acadêmico, privado e público em busca do desenvolvimento”, finaliza Bidart, que ainda frisou o Brasil como quinta potência econômica do mundo.
Ainda durante o I Seminário Internacional da Assespro foi realizado o lançamento oficial da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia e Inovação (FPCT&I), que será presidida pelo Deputado Federal Izalci Lucas Ferreira, eleito pelo Partido da República (PR) do Distrito Federal.
 
 
  

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