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2011/05/30 a 03 - Semana em Brasília

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados está discutindo o impacto do modelo tributário na competitividade das empresas nos mercados nacional e internacional. As discussões tiveram início em maio e continuam...

Colegas,

A semana no Congresso Nacional foi de bastidores agitados, em uma manobra na Comissão de Agricultura a oposição conseguiu aprovar um requerimento para que o ministro Palocci vá a Câmara explicar seu crescimento financeiro em tão pouco tempo.

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados está discutindo o impacto do modelo tributário na competitividade das empresas nos mercados nacional e internacional. As discussões tiveram início em maio e continuam em reuniões fechadas. Além de parlamentares e consultores da Casa estão sendo convidados especialistas, gestores, representantes de entidades de classe e dirigentes sindicais para debater uma das propostas de reforma mais polêmicas no Congresso Nacional.

A criação de comissão especial possibilitará inclusive audiências públicas nos estados, como aconteceu recentemente no Pará.

Embora o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa tenha afirmado aos veículos de comunicação que dificilmente as propostas do governo sejam encaminhadas ao Congresso Nacional este semestre, tanto no senado como na Câmara o debate começou e está tomando cada dia novo fôlego para que a votação seja ainda este ano, mesmo que em partes.

Tanto executivo como o legislativos estão provendo várias reuniões para negociações com governadores e entidades de classe, tanto empresariais  como de trabalhadores. E a ASSESPRO vem desempenhando importante papel, encaminhando propostas e trabalhando juntamente com as demais entidades na elaboração de uma proposta de consenso no Setor.

Outro assunto foi o volume de investimento federal no Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego) que conforme o anunciado será de R$ 1 bilhão em 2011.

Segundo informações palacianas o compromisso financeiro do executivo, através do Ministério da Educação é de oferecer R$ 3 milhões de bolsas para mais de 500 mil vagas que serão oferecidas ainda este ano. O “sistema S” está no projeto que foi encaminhado ao Congresso como um dos beneficiados nesta ação.

No Senado continua a discussão sobre a quantidade de Medidas Provisórias. Nesta quarta-feira (1) teve tempestuosa discussão sobre as MPs 520  que autorizava o Executivo a Criar a Empresa de Serviços Hospitalares (Ebserh) e a 521 que aumenta o valor da bolsa paga ao médico residente, como também diferencia as contratações públicas para servidores  ou empregados requisitados da Advocacia Geral da União.

 
Comissão Especial sobre Trabalho Terceirizado inicia seus trabalhos

A Comissão Especial sobre a Regulamentação do Trabalho Terceirizado inicia seus trabalhos na próxima quarta-feira (8). Os deputados vão elaborar o roteiro de trabalho da comissão eleger os três vice-presidentes e votar requerimentos.

A reunião será realizada às 14h30, no Plenário 12.

A comissão foi instalada na quarta-feira (1). O deputado Sandro Mabel (PR-GO) foi eleito presidente, e o deputado Roberto Santiago (PV-SP) foi designado relator.

Mabel é o autor da principal proposta sobre terceirização em tramitação na Câmara – o Projeto de Lei 4330/04. Conforme o texto, a empresa contratante é responsável subsidiariamente pelas obrigações trabalhistas referentes ao período em que ocorrer a prestação de serviços.

A responsabilidade subsidiária é limitada – o terceirizado só pode cobrar direitos trabalhistas da empresa contratante depois que forem esgotados todos os bens da empresa de prestação de serviços.

Sindicalistas reivindicam que a responsabilidade seja solidária (a empresa contratante e a terceirizada responderiam igualmente pelas obrigações trabalhistas).

Prazo
O anúncio da criação da comissão foi feito pelo presidente da Câmara, Marco Maia, em 27 de abril, atendendo a pedido de deputados ligados a centrais sindicais

Marco Maia concordou com os sindicalistas quanto ao fato de que, hoje, as regras da terceirização não são claras nem garantem aos terceirizados os mesmos direitos dos trabalhadores contratados diretamente por determinada empresa.

"Essa é uma matéria complexa, que interessa aos trabalhadores e ao setor empresarial e precisa ter atenção especial na Câmara”, disse. Íntegra da proposta: PL-4330/2004 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=267841>

Fonte: Agência Câmara

 
Câmara estuda formas de ampliar participação popular nos trabalhos legislativos

A Comissão de Legislação Participativa debateu em seminário as diferentes formas de interação com o cidadão.

A Câmara dos Deputados estuda formas de ampliar os canais de participação popular nos trabalhos legislativos. Participantes do seminário Participação Popular no Parlamento do Século 21, realizado nesta terça-feira (31) pela Comissão de Legislação Participativa, mostraram diferentes formas como a interação com o cidadão pode ser promovida. O seminário é parte das comemorações do aniversário de 10 anos da comissão.


TV digital

A secretária de Comunicação da Câmara, Sueli Navarro, afirmou que a interatividade permitida pela TV digital poderá ampliar a participação do cidadão nos trabalhos legislativos. Ela anunciou que o sinal digital da TV Câmara em Brasília entrará no ar em junho.

O objetivo da Secretaria de Comunicação é universalizar o sinal da TV Câmara, deixando-o acessível, pela TV aberta, a todos os cidadãos brasileiros, em todos os municípios. “O brasileiro tem o direito de ver a TV Câmara, sem pagar nada”, disse.

Mais informações no site: www.camara.gov.br <http://www.camara.gov.br>

 
Comissão aprova valor menor de depósito recursal para microempresas

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio aprovou nesta quarta-feira (1º) proposta que reduz em 50% o valor do depósito recursal exigido pela Justiça do Trabalho em condenações de até 10 salários mínimos, só no caso em que o recorrente for microempresa ou empresa de pequeno porte. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT - Decreto-Lei 5.452/43).

O relator, deputado Romero Rodrigues (PSDB-PB), foi favorável à medida e decidiu apresentar um novo texto para estender o benefício a todas as pequenas empresas, independentemente de estarem inscritas ou não no Simples Nacional. O projeto original (PL 7047/10), do deputado Efraim Filho (DEM-PB), previa o depósito reduzido apenas para as pequenas empresas inscritas no Simples.

Atualmente, a CLT exige o depósito integral prévio para recorrer, quando a condenação estabelece pena pecuniária de até dez vezes o salário mínimo da região onde a ação foi julgada. Ainda segundo a lei, após a ação transitar em julgado o valor do depósito é repassado para a parte vencedora.

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será examinado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta: PL-7047/2010 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=471557>  - Mais informações no site: www.camara.gov.br <http://www.camara.gov.br>


Sem incentivo, indústria local de componentes não suporta PPB dos tablets

Ana Paula Lobo* (Convergência Digital)

Se não forem lançadas politicas industriais, capazes de ampliar a produção de componentes no Brasil ainda este ano, a base instalada hoje não será capaz de atender a demanda de nacionalização imposta no processo produtivo básico dos tablets pelo governo, adverte o presidente da Abinee, Humberto Barbato.

Em entrevista ao Convergência Digital, o executivo disse que a postura do governo de incluir nas regras um índice maior de nacionalização é um sinal de que há interesse em fortalecer o processo industrial no Brasil, mas Barbato tenta manter os pés nos chão.

"Mesmo com o prazo de três anos concedido para a indústria de display - a partir de 2014 - a nacionalização deverá ser de 50% dos componentes - sabemos que para suprir essa demanda teremos que atrair mais empresas produtoras. É um grande desafio. Senão teremos um único fornecedor o que não é saudável no mundo da competição", pondera Barbato.

Nessa linha, a Abinee e o ministério da Ciência e Tecnologia estão negociando a definição de ações práticas para a indústria de componentes. "Vamos apresentar uma proposta bem efetiva - de curto prazo - ao ministro Mercadante até o final de junho. Ela é 100% direcionada para componentes", antecipa Barbato.


Brasil - Será agora a bola da vez em componentes?

Nesta quarta-feira, 01/06, ao falar sobre o PPB para tablets, o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, frisou que o Brasil é o terceiro maior mercado de venda de computadores no mundo, mas de acordo com o ministro, o valor agregado é baixo.

"O mesmo que estamos fazendo com os tablets, temos que fazer com celulares e televisores. Queremos produzir os componentes, especialmente avançar em direção aos semicondutores e as telas de LCD. Podemos fazer a inclusão digital produzindo o nosso equipamento e não importando produtos", acrescentou.

Segundo ainda o ministro, apenas 20 países se destacam na produção de semicondutores e o momento ideal para o Brasil investir nessa área é o atual com a proximidade da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos. "Com os jogos, a venda de televisores crescerá fortemente.

“Precisamos entrar nesse clube de países produtores de semicondutores e a hora é agora”, alertou.


Senado aprova mais uma modalidade de pessoa jurídica


O Senado aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que cria a figura do empresário individual de responsabilidade limitada. Pelo texto, fica criada uma nova modalidade de pessoa jurídica que permite a abertura de empresa por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, que não deve ser inferior a R$ 54,5 mil, cem vezes o valor do salário mínimo do país. Veja notícia abaixo.



PLANALTO - PRINCIPAIS ATOS PUBLICADOS NA ÚLTIMA SEMANA

LE
IS

Medida Provisória nº 513/2010. Conversã
o. Lei nº 12.409, de 25 de maio de 2011 - Autoriza o Fundo de Compensação de Variações Salariais - FCVS, a assumir, na forma disciplinada em ato do Conselho Curador do Fundo de Compensação de Variações Salariais - CCFCVS, direitos e obrigações do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro da Habitação - SH/SFH; oferecer cobertura direta a contratos de financiamento habitacional averbados na Apólice do SH/SFH; autoriza o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte - DNIT a utilizar recursos federais em apoio à transferência definitiva do domínio da malha rodoviária federal para os Estados; altera o Anexo do Plano Nacional de Viação aprovado pela Lei no 5.917, de 10 de setembro de 1973, e as Leis nos 12.249, de 11 de junho de 2010, 11.887, de 24 de dezembro de 2008, 11.079, de 30 de dezembro de 2004, e 11.314, de 3 de julho de 2006; revoga a Medida Provisória no 523, de 20 de janeiro de 2011; e dá outras providências. Mensagem de veto

Grafitagem. Descriminalizaç
ão. Lei nº 12.408, de 25 de maio de 2011 - Altera o art. 65 da Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para descriminalizar o ato de grafitar, e dispõe sobre a proibição de comercialização de tintas em embalagens do tipo aerossol a menores de 18 (dezoito) anos.

Justiça do Trabalho. Crédito extraordiná
rio. Lei nº 12.410, de 26 de maio de 2011 - Abre crédito extraordinário em favor da Justiça do Trabalho e de diversos órgãos do Poder Executivo, no valor global de R$ 26.673.264.196,00, para os fins que especifica.

Justiça do Trabalho. Criação de ca
rgos. Lei nº 12.411, de 27 de maio de 2011 - Dispõe sobre a criação de cargos de Juiz do Trabalho e de Varas do Trabalho no Tribunal Regional do Trabalho da 7ª Região, define jurisdições e dá outras providências.

MEDIDAS PROV
ISÓRIAS

Tablet PC’s. Incentivos trib
utários. Medida Provisória nº 534, de 20 de maio de 2011 - Altera o art. 28 da Lei no 11.196, de 21 de novembro de 2005, para incluir no Programa de Inclusão Digital Tablet PC produzido no País conforme processo produtivo básico estabelecido pelo Poder Executivo.

DECRETOS

Porto
de Suape. Decreto de 25 de maio de 2011 - Dispõe sobre a definição da área do Porto Organizado de Suape - Complexo Industrial Portuário Governador Eraldo Gueiros - PE.

PAC – Programa de Aceleração do C
rescimento. Decreto nº 7.488, de 24 de maio de 2011 - Discrimina ações do Programa de Aceleração do Crescimento - PAC a serem executadas por meio de transferência obrigatória.

IOF – Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbi
o e Seguro. Decreto nº 7.487, de 23 de maio de 2011 - Dá nova redação aos arts. 7º, 32, 33 e 45 do Decreto no 6.306, de 14 de dezembro de 2007, que regulamenta o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários - IOF.


Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa da FNTI – FRENTE NACIONAL DAS ENTIDADES DE TI, Sra. Hosa Freitas, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente

ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br


Segunda-feira, 30 de maio de 2011
Mercado

Aquisições em TI ficam mais caras no Brasil

Valor Econômico


O setor de tecnologia da informação (TI) é, tradicionalmente, um dos mais movimentados em termos de fusões e aquisições. Só em 2010 foram realizadas 85 operações no país. É mais que o dobro dos 42 negócios registrados no ramo de alimentos, a segunda área com mais operações desse tipo no ano, segundo relatório da consultoria KPMG. De janeiro a março deste ano, foram 22 iniciativas, um recorde para período, também segundo a KPMG.

O movimento, impulsionado pela recuperação da economia global e a crescente demanda por tecnologia no Brasil, tem apresentado, no entanto, uma espécie de efeito colateral: o aumento do preço das empresas.

Segundo especialistas, é difícil determinar o valor médio dessa sobrevalorização. Os preços pedidos estão mais altos, mas o negócio costuma sair por um valor menor, depois de sucessivas fases de discussão. Em segmentos mais procurados, nos quais a negociação é mais dura, há compradores que simplesmente desistem do negócio e partem para outro alvo.

A Navita, companhia brasileira especializada na área de mobilidade, sentiu os reflexos desse cenário no fim do ano passado. Segundo Roberto Dariva, executivo-chefe da empresa, a intenção era comprar um negócio na área de aplicativos para celulares.

Alguns alvos foram avaliados, mas nenhum negócio concluído. Na operação mais próxima de ser fechada, as conversas não foram além da fase de avaliação das condições da empresa. Motivo: o valor definido pelos sócios da companhia em questão estava acima do que a Navita acreditava que o negócio realmente valia. "Quem está nesse setor acredita que está na crista da onda e quer ser remunerado por isso. Mas nem sempre vale a pena pagar", diz Dariva.

Sem disposição para gastar muito, mas ainda interessada em aquisições, a Navita mudou os planos e optou por comprar uma companhia de menor porte e de outro segmento. Em dezembro, adquiriu a Congruus, especializada em gestão de custos em telecomunicações. Em 2011 não estão previstas outros negócios.

Os motivos para o aumento de valores pedidos também não são claros, mas é perceptível a influência de dois fenômenos, dizem analistas. Um deles é o sucesso internacional de companhias como o Facebook, a criadora de jogos Zynga e a rede social LinkedIn (que fez uma oferta pública de ações muito bem-sucedida há quase duas semanas). O outro é a chegada de fundos de investimento estrangeiros ao país, com grande poder de fogo, o que permite valores maiores na hora de negociar, caso da compra da CPM Braxis pelos franceses da Capgemini.

Para a PromonLogicallis, o cenário tem levado à procura por aquisições em outros países da América Latina. "Desde a compra da CPM Braxis pela Capgemini [em junho de 2010], os preços subiram no Brasil", disse Luís Eduardo Cardoso, executivo-chefe da PromonLogicallis na região, em recente evento com jornalistas. Entre os mercados potenciais, Cardoso citou o México, onde a companhia não tem nenhuma operação hoje.

Quando o negócio entre CPM e Capgemini foi anunciado, em uma operação de R$ 517 milhões, especialistas consultados pelo Valor consideraram que ele havia ficado bem acima da média do setor. A estimativa era de que representava cerca de 15 vezes o valor do lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) da companhia brasileira. Um múltiplo de 10 vezes é considerado muito alto para operações desse tipo em TI.

Para Sidney Chameh, fundador da DGF Investimentos, é muito pouco provável que uma bolha de preços no setor esteja se formando no país. O executivo diz acreditar que isso é momentâneo. "Os ciclos vão e vêm, não adianta achar que há uma mudança de patamar de preços", diz.

Por enquanto, porém, os valores mais altos parecem estar mexendo com algumas dinâmicas do mercado. Segundo Luís Motta, sócio da área de fusões e aquisições da KPMG, essa situação parece ser um dos motivos pelos quais poucas empresas de investimento tiveram participação nos negócios realizados neste ano.

Quase a totalidade das operações foram acertadas entre empresas, diz Motta, sem a participação de fundos ou investidores externos. Mas isso não significa que haja pouco interesse dos fundos internacionais. A questão é burocrática. "Múltiplos mais altos precisam ser justificados, o que demanda mais explicações e argumentos", explica o executivo.

Um exemplo de associação entre empresas brasileiras é a fusão entre a Asyst International e a Rhealeza, ambas de suporte técnico em TI. "O mercado vive um momento de alianças e fusões para impulsionar o crescimento", diz Francisco Blagevitch, sócio e fundador da Asyst. Juntas, as empresas têm quase 2,5 mil funcionários e projetam crescer 20% em 2011, com receita de R$ 120 milhões.

A fusão foi negociada depois de as duas terem pesquisado, sem sucesso, empresas para comprar. Mas os planos de aquisição não estão descartados. Segundo Blagevitch, o objetivo é comprar, com recursos próprios, duas empresas até o fim do ano: uma no Brasil e outra no México.

A valorização também não parece assustar o grupo Linx e a Resource. As duas, que já fizeram uma aquisição cada uma entre fevereiro e março, têm planos de concluir novos negócios. Na Linx, estão na meta mais duas ou três aquisições. A Resource planeja duas compras até o fim do ano.

Para Alberto Menache, diretor presidente do grupo Linx, o movimento é uma consequência natural do processo de consolidação do setor. "Chega um momento em que as oportunidades ficam mais escassas e as empresas a disposição, mais caras", afirma.

Para não pagar mais caro do que uma empresa realmente vale, há algumas saídas, diz Paulo Caputo, sócio da DLM Invista. Uma delas é aplicar metas de desempenho futuro na negociação. Sob esse modelo, o aporte inicial fica mais baixo, mas o valor pode subir caso objetivos pré-determinados sejam atingidos.



1/06/2011 – 12h35 Fonte:  Folha de SP
Senado aprova mais uma modalidade de pessoa jurídica
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GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA


O Senado aprovou nesta quarta-feira projeto de lei que cria a figura do empresário individual de responsabilidade limitada. Pelo texto, fica criada uma nova modalidade de pessoa jurídica que permite a abertura de empresa por uma única pessoa titular da totalidade do capital social --que não deve ser inferior a R$ 54,5 mil, cem vezes o valor do salário mínimo do país.

O texto determina que somente o patrimônio social da empresa responderá pelas suas dívidas, sem a possibilidade de se confundir com o patrimônio da pessoa que a constitui - com base em sua declaração anual de bens.

"A responsabilidade ilimitada torna todo o patrimônio da pessoa que se torna empresário afetado para cobrir obrigações relacionadas à atividade empresarial, o que leva a obter menos empréstimos, contratar menos empregados, realizar menos investimentos", disse o senador Francisco Dornelles (PP-RJ), relator do projeto.

Como o texto começou a tramitar na Câmara e não houve mudanças de conteúdo no Senado, o texto segue para sanção porque foi aprovado hoje em caráter terminativo pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado.

O projeto prevê que se aplicam às empresas individuais de responsabilidade limitada as mesas regras previstas para as sociedades limitadas. Pelo texto, o nome empresarial deve ser formado pela expressão "EIRELI" logo depois da firma ou da denominação social da empresa.

Dornelles justificou o texto ao afirmar que o seu objetivo é permitir ao empresário explorar individualmente uma atividade econômica sem colocar em risco os seus bens particulares.

"Grande parte das sociedades limitadas são faz de conta, constituídas somente para limitar a responsabilidade do sócio. Nelas, um único sócio detém quase a totalidade das cotas do capital social, gerando enorme burocracia", disse o senador.



Apple salta

Jobs vai anunciar iPad e iPhone em nuvem

Valor Econômico 01.06.11


O presidente-executivo da Apple, Steve Jobs, realizará na próxima segunda-feira a conferência anual da companhia, quando anunciará um serviço que permite aos usuários do iPad e do iPhone armazenar conteúdo on-line, além de oferecer uma nova versão do software que roda os dois aparelhos.

Jobs, que está em sua terceira licença médica desde 2004, enquanto luta contra uma forma rara de câncer, dará a palestra de abertura da Apple s Worldwide Developers Conference, segundo informou ontem em um comunicado a companhia de Cupertino, Califórnia. Será a segunda aparição de Jobs este ano. A primeira foi no lançamento do iPad, em março.

A Apple acompanha as concorrentes Google e Amazon.com na criação de serviços que facilitam para os clientes a armazenagem e acesso a músicas e outros conteúdos via internet. A chamada computação em nuvem permite às pessoas manter suas músicas e outros conteúdos em servidores remotos, em vez de em discos rígidos.


Diretor do Sebrae defende a inovação para ampliar o PIB
02 de junho de 2011
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios


O diretor-técnico do Sebrae Carlos Alberto dos Santos voltou a defender nesta
quinta-feira (2) a inovação como meio fundamental para garantir uma maior participação
das micro e pequenas empresas no Produto Interno Bruto (PIB).
“Hoje no Brasil as micro e pequenas empresas tem uma participação de 99,1% na
economia, 52,30 % na geração de emprego, mas representa apenas 20% do PIB. Em
outros países, como a Alemanha, o segmento representa 97,2% da economia, gera 41 %
dos empregos e representa 33,50% do PIB. Isso mostra que o Brasil tem emprego, mas
tem baixa produtividade. A inovação vai ajudar a dobrar nossa participação no PIB”,
afirmou.
A declaração foi dada durante o 1º Encontro de Diretores Técnicos do Sebrae da
Região Nordeste, em Salvador. O diretor ressaltou que a inovação é fundamental para
garantir uma maior participação das micro e pequenas empresas no PIB
Carlos Alberto também explicou o conceito de inovação: “Inovar é fazer diferente
para fazer melhor. Inovação não é invenção e não tem a ver apenas com tecnologia, que
pode criar um distanciamento, como algo complexo. Inovação é novidade, é modernidade.
O maior risco de uma empresa é não inovar. Não inovar é correr o risco de ficar para traz”.
O diretor do Sebrae ainda lembrou que a missão da instituição é a bússola e o
norte de todos: promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável das micro e
pequenas empresas e fomentar o empreendedorismo.
“Vamos discutir aqui produtos e serviços e canais de distribuição, lembrando que
devemos diferenciar a micro da pequena empresa. Nós precisamos sofisticar com a
diferenciação dos nossos produtos e simplificar na aplicação dos serviços educacionais.”
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI238406-18478,00-

DIRETOR+DO+SEBRAE+DEFENDE+A+INOVACAO+PARA+AMPLIAR+O+PIB.html

 

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