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2011/05/22 a 26 - Semana em Brasília

Os partidos de oposição no Senado, protocolaram , nesta quinta-feira (25) duas ADINs contra as MPs 517/2011 e a MP 527/2011.  A primeira, convertida na Lei 12.431/11 tratava da concessão de incentivos fiscais a diversos setores da economia e passou a incluir disposições totalmente diferentes do texto tratado no texto original e a segunda, editada inicialmente para criar ...

Colegas,

Esta semana, no Congresso Nacional, a votação de medidas provisórias (MPs) chamou atenção pelas ações diretas de inconstitucionalidade (ADINs), no Senado, e pelas discussões envolvendo a MP 533/2011 na Câmara. A MP 533 é a que autoriza a União a transferir recursos financeiros aos Municípios e ao Distrito Federal, com a finalidade de prestar apoio financeiro à manutenção de novos estabelecimentos públicos de educação infantil.

Os partidos de oposição no Senado, protocolaram , nesta quinta-feira (25) duas ADINs contra as MPs 517/2011 e a MP 527/2011.  A primeira, convertida na Lei 12.431/11 tratava da concessão de incentivos fiscais a diversos setores da economia e passou a incluir disposições totalmente diferentes do texto tratado no texto original e a segunda, editada inicialmente para criar a Secretaria de Aviação Civil, acabou instituindo também o Regime Diferenciado de Contratações Públicas (RDC) que flexibiliza as regras de licitação.

No entendimento da oposição os enxertos em MPs têm que acabar, pois as surpresas são frequentes, e nós da TI e o pessoal do SERPRO sabemos disso.

Estão em tramitação, na Câmara dos Deputados, duas proposições de interesse do setor de Tecnologia da Informação (TI), a MP 534/2011 que dispõe sobre o programa de inclusão digital dos tablets e PCs produzidos no país e a MP 540/2011, que trata da desoneração da folha de pagamento, conforme reportamos na semana passada.

Sobre a 540, nós da ASSESPRO, distribuímos em visita no Congresso, a vários parlamentares o parecer jurídico anexo, contratado por nossa Entidade, e estamos buscando parlamentares que façam as proposições necessárias.

 A relatora da 534, deputada Manuela D’Ávila (PC do B/RS) incluiu uma emenda que contempla o setor. No artigo 3º diz que a pessoa jurídica que exerça as atividades de desenvolvimento de software ou de prestação de serviços de TI, ao apurar o lucro líquido, pode deduzir o valor dos dispêndios efetivamente realizados, no período de apuração, em capacitação dos seus empregados que atuem no desenvolvimento de software, além do já previsto, sem a necessidade de reconhecimento pelo MEC. Esta MP poderá ser votada na próxima semana, vamos ficar vigilantes para não ter o texto modificado em plenário.

Ainda sobre a 534, alertamos também os congressistas a ameaça a indústria nacional, caso o incentivo também venha beneficiar os produtos importados.

Outra questão tratada nesta semana foi o PLS 607/2007 que dispõe sobre a regulamentação da profissão. Uma delegação da Assespro participou de uma reunião com o relator, senador Paulo Paim (PT/RS), reiterando a inviabilidade total do mesmo. A matéria deverá ser votada na Comissão de Assistência Social (CAS).


Semana de atuação intensa das lideranças da ASSESPRO em Brasília

Entre os dias 22 a 24 de agosto de 2011, a Assespro Nacional (Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação) reuniu empresários e representantes do setor no III Encontro Nacional da Assespro, que aconteceu em Brasília.
No primeiro dia de evento, foi realizada a reunião do Conselho de Administração da Entidade. Durante o encontro foram levantados diversos temas envolvendo o desenvolvimento do setor. Entre eles, a evolução do acordo da Assespro Nacional com a CompTIA (Associação da Indústria da Tecnologia da Computação), que tem como objetivo conceder certificações aos profissionais do setor.
A reunião também aprovou a criação de um novo comitê dentro da entidade para estudar e propor lei que estabeleça normas gerais sobre licitações e contratações pela administração pública de informática, a exemplo do que conseguiu o setor publicitário. Além disso, também foram discutidos os temas a serem incluídos no censo que a Assespro prepara sobre o setor.
É importante reforçarmos os números do setor de TI, mostrar ao governo todo o potencial econômico e o quanto esse segmento movimenta. Mostrar quantos empregos o segmento gera, o quão somos importantes para uma cadeia produtiva e a sociedade no geral. E, para isso também é extremamente estratégico atuarmos em diversas frentes, com a criação de comitês segmentados e especializados em assuntos específicos.

Já no segundo dia de evento, ocorreu o Seminário Nacional sobre Formação de Capital Humano, contando também com as presenças dos vice-presidentes Roberto Mayer, Rubén Delgado, Márcio Miorelli e Raul Colcher, além de representantes de dez regionais da Assespro, empresários do setor, representantes do Sinfor (Sindicato das Indústrias da Informação e Comunicação do Distrito Federal) e da CompTIA.
 
Também participando do evento, o Deputado Izalci Lucas Ferreira (PR/DF) afirmou que o trabalho realizado durante o encontro da Assespro poderá trazer um bom diagnóstico do mercado de TI. “As propostas abordadas no Seminário pela Assespro podem ajudar bastante o Congresso e o Executivo a alavancar o setor. Como estamos envolvidos com a Medida Provisória da desoneração da folha de pagamento, quanto mais argumentos possuirmos, maior será a possibilidade de aprovação desta medida”, disse.

O deputado que é presidente da Frente Parlamentar de Ciência, Tecnologia e Inovação (FPCTI) contou que já estão trabalhando em um marco regulatório para o setor. “Contamos com a participação da Assespro, e é importante termos cada vez mais subsídios para lutar por benefícios ao setor. Todas as sugestões são bem vindas e precisam ser encaminhadas com urgência ao Congresso Nacional”, explicou.
 
Para nós, o III Encontro Nacional da Entidade deixa um legado muito positivo. Estamos caminhando para um conjunto de ações coletivas da comunidade Assespro, onde passamos a ver mais de perto os problemas e soluções não apenas nacionalmente, como também levando em conta as diferenças de cada regional. O próximo passo é incentivar os profissionais do setor, investir em projetos de planos de carreira, propiciar novos entrantes na área, entre outros.

Na parte da tarde as lideranças da Assespro apresentaram os resultados do Workshop sobre Capital Humano aos secretários do MEC e do MDiC, respectivamente os senhores Luiz Claudio Costa, da Secretaria de Educação Superior (SESU) e Humberto Ribeiro, da Secretaria de Comércio e Serviços(SCS).

Em sintonia com os ministérios da Educação, e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, e da Frente Parlamentar, realizamos uma verdadeira oficina para repensar o setor e o apagão da mão de obra. São 20 líderes empresariais que pararam seus escritórios e se concentraram na produção de propostas para os poderes constituídos.

Fechando a programação do III Encontro da entidade, no dia 24 de agosto, a diretoria da Assespro, juntamente com seus representantes regionais, se encontraram com vários representantes políticos para apresentar as novas lideranças regionais e discutir algumas propostas a serem encaminhadas ao Congresso Nacional referentes ao setor de TIC. Além do café da manhã com o deputado Bruno Araújo (PSDB/PE), os representantes se encontraram com o deputado Arolde de Oliveira (DEM/RJ), o senador Paulo Paim (PT/RS), o senador Armando Monteiro (PTB/PE), entre outros.

 
Projeto do governo que cria o marco civil da internet começa a tramitar na Câmara

A Câmara recebeu, nesta quarta-feira, o Projeto de Lei 2126/11, do Executivo, que cria o marco regulatório da internet. A proposta chega no momento em que a Casa discute o PL 84/99, que tipifica os crimes cibernéticos. Durante um seminário sobre o tema na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, parlamentares e especialistas defenderam que primeiro seja discutido o marco civil que traça princípios, direitos e deveres dos usuários, antes que seja votado o projeto que criminaliza certos procedimentos.

Debatedores divergiram sobre a necessidade de uma lei para punir crimes na internet neste momento, no seminário “Segurança Digital e Cidadania”, promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre o PL 84/99, que tipifica os delitos cometidos pela rede. O evento foi proposto pelos deputados Luiza Erundina (PSB-SP), Sandro Alex (PPS-PR) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

Para os chamados ativistas da internet livre, os crimes já podem ser punidos por meio da legislação atual. Íntegra da proposta: PL-84/1999 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=15028>

                 
Duas comissões aprovam projeto que cria o Pronatec

Duas comissões da Câmara (de Finanças e Tributação; e de Educação e Cultura) aprovaram nesta quarta-feira (24) o Projeto de Lei 1209/11, do Executivo, que cria o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec). A proposta destina R$ 1 bilhão para a concessão, ainda neste ano, de bolsas para estudantes do ensino técnico de nível médio e financiamento de cursos de educação profissionalizante.

O projeto, que tramita em regime de urgência constitucional, tranca a pauta do Plenário.

O texto aprovado na Comissão de Finanças foi o substitutivo elaborado pelo relator, deputado Júnior Coimbra (PMDB-TO). Esse substitutivo é semelhante ao aprovado na Comissão de Educação e Cultura, onde o relator foi o deputado Biffi (PT-MS).

No substitutivo da Comissão de Educação, também está prevista prioridade para o estudante que tenha cursado o ensino médio completo em escola da rede pública ou que tenha sido bolsista integral de instituição privada.

Os dois substitutivos contemplam o ensino a distância entre as modalidades de educação do Pronatec. Também está previsto que os serviços nacionais de aprendizagem passarão a integrar o sistema federal de ensino, com autonomia para criar e oferecer cursos e programas de educação profissional e tecnológica e de educação superior, resguardada a competência de supervisão e avaliação da União.

Além disso, os substitutivos estendem os benefícios do Programa de Bolsas para a Educação pelo Trabalho (Lei 11.129/05), na área de saúde, aos profissionais de nível médio e ao “trabalhador-estudante”.

Em relação ao Fies, os substitutivos acrescentam regras para facilitar a negociação e o pagamento de dívidas pelo estudante. Os textos estabelecem, por exemplo, um novo rito processual nas ações de execução de créditos, segundo o qual, antes de receber os embargos à execução, o juiz promoverá audiência preliminar de conciliação.

Os substitutivos também determinam a absorção do saldo devedor pelo Fies e pela instituição de ensino, no caso de morte ou invalidez permanente do estudante tomador do financiamento. Íntegra da proposta: PL-1209/2011 <http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=500079>


No ano da crise, empresas de TIC sustentaram receita do setor de serviços

Mesmo com a crise global, desencadeada no fim de 2008 e que se estendeu pelo primeiro semestre do ano seguinte, o setor de serviços não financeiros registrou crescimento em 2009. Naquele ano, havia 918,2 mil empresas do ramo, mais do que as 879,7 mil observadas em 2008.

A receita líquida gerada por elas também aumentou, alcançando R$ 745,4 bilhões em 2009. Um ano antes, havia sido R$ 680,1 bilhões. Naquele ano, as empresas do setor ocuparam 9,7 milhões de pessoas e pagaram R$ 143,5 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. Um ano antes, havia 9,2 milhões de pessoas trabalhando nas empresas de serviços não financeiros, que foram responsáveis pelo pagamento de R$ 128,1 bilhões em salários.Os dados fazem parte da Pesquisa Anual de Serviços (PAS 2009), divulgada nesta sexta-feira, 26/08, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O levantamento traça uma radiografia do setor em 2009, com informações sobre a estrutura produtiva do segmento empresarial que integra os serviços não financeiros no país. Para fazer a pesquisa, foram investigados sete ramos do setor de serviços.

De acordo ainda com dados do IBGE, as empresas de serviços de informação e comunicação foram responsáveis pela maior parte da receita líquida do setor, tendo movimentado R$ 214,4 bilhões (28,8% do total).

Nesse segmento, a atividade de tecnologia da informação foi a que reuniu o maior número de empresas (67,3%), de pessoas ocupadas (49,6%) e do total de salários, retiradas e outras remunerações (50,1%).

Fonte: Agência Brasil e IBGE


PLANALTO - PRINCIPAIS ATOS PUBLICADOS NA ÚLTIMA SEMANA

DECRETOS

CONAERO – Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias. Competência: responsável pela organização e coordenação das atividades públicas nos aeroportos. Decreto nº 7.554, de 15 de agosto de 2011 - Dispõe sobre a coordenação das atividades públicas nos aeroportos, institui a Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias - CONAERO e as Autoridades Aeroportuárias.

Cigarros. IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados. Incidência. Mercado interno e importação. Decreto nº 7.555, de 19 de agosto de 2011 - Regulamenta os arts. 14 a 20 da Medida Provisória nº 540, de 2 de agosto de 2011, que dispõem sobre a incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI, no mercado interno e na importação, relativo aos cigarros classificados no código 2402.20.00 da Tabela de Incidência do IPI, e dá outras providências.

Agora vejam links incluídos no site da Assespro Nacional:

Café da manhã com o Deputado Bruno Araújo: http://assespro.org.br/biblioteca/eventos/2011-08-24-cafe-da-manha-presidente-comissao-ciencia-tecnologia-camara/

 Sobre o Workshop: http://assespro.org.br/biblioteca/eventos/2011-08-23-1-workshop-assespro-sobre-capital-humano-no-setor-de-ti/

Biografia: http://assespro.org.br/institucional/biografia/professor-dr-imre-simon/

Documentos da Comptia: http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/

Agenda do Setor: http://assespro.org.br/biblioteca/agenda-setor-ti/2011-08-16-e-17-congresso-softex-de-alian-231-as-empresariais-conati/

 Na imprensa:

http://assespro.org.br/na-midia/releases/2011-08-17-assespro-nacional-debate-os-incentivos-ao-setor-de-ti-com-o-congresso-nacional/

http://assespro.org.br/na-midia/releases/2011-08-17-assespro-nacional-debate-os-incentivos-ao-setor-de-ti-com-o-congresso-na
cional/

http://assespro.org.br/na-midia/clipping/2011-08-18-regular-a-profissao-uma-pa
-de-cal/

http://assespro.org.br/na-midia/clipping/2011-08-15-iii-encontro-nacional-de-2011-da-assespro/

http://assespro.org.br/na-midia/clipping/assespro-nacional-faz-discussao-sobre-tic-para-a-copa-do-mundo/

http://www.ticmercado.com.br/ticmercado.php?edi=182&tabs=tab6

http://assespro.org.br/na-midia/noticias-regionais/empresas-da-assespro-rs-receber-227-o-consultoria-gratuita-na-225-rea-cont-225-bil-2011-08-23/


Vejam abaixo notícias de interesse do Setor.

O presente informativo é elaborado com o intuito de atualizar as empresas associadas da ASSESPRO, sobre as principais notícias políticas, e tem como principal fonte as Agências Câmara e Senado. Também conta com a colaboração da Assessora Legislativa Sra. Hosa Freitas, e do Escritório Correia da Silva Advogados.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente
ASSESPRO Nacional - Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação
www.assespro.org.br



Mão de obra mais cara e concorrida preocupa empresas
26 de agosto de 2011
Fonte: Brasil Econômico
Falta de qualificação dos brasileiros também traz custos adicionais para a iniciativa
privada, que tem de investir em treinamento


Visto no contexto macroeconômico como um colchão para amortecer os impactos
que a atual crise global poderia trazer à economia brasileira — ao aquecer o consumo
interno —, o baixo índice de desemprego também tem efeitos colaterais, que vão além da
inflação. Nas empresas, já é evidente o aumento de custos para contratar e manter mão
de obra qualificada.
Esse reflexo, dizem analistas, é resultado do despreparo brasileiro para o rápido
crescimento econômico. Para eles, o país ainda teria de passar por décadas de
amadurecimento para formar os trabalhadores que já estão sendo procurados. “Setores
com alta demanda acabam contratando profissionais abaixo das qualificações e têm de
treiná-los. Hoje a competitividade está enorme e há tráfico de talentos”, diz Márcia
Hasche, da consultoria Valor Pessoal.
Isso ocorre porque os investimentos para crescimento e os grandes projetos em
andamento não podem esperar. “Precisamos de profissionais que comecem a trabalhar
rapidamente e temos que treiná-los porque não há mão de obra suficiente disponível”,
afirma Ricardo Hruschka, responsável pela área de RH da rede hoteleira Sofitel na
América Latina. Desde janeiro, a empresa ampliou em 10% sua equipe nas unidades da
capital paulista, por exemplo, e criou um programa de capacitação — voltado também
para o ensino de idiomas — para atender sua demanda.
O cenário de “apagão de mão de obra”, contudo, não tem perspectiva de mudança
no curtíssimo prazo. Dado divulgado ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística (IBGE) só confirma essa tendência. A Pesquisa Mensal de Emprego apontou
que a taxa de desocupação no Brasil em julho ficou em 6,0%, enquanto o rendimento
médio real dos trabalhadores registrou alta de 2,2% na comparação com o mês anterior.
Trata-se, respectivamente, da menor taxa e do maior valor registrados para o mês de
julho desde o início da série histórica em 2002.
Cimar Azeredo, coordenador da pesquisa do IBGE, pondera que o mercado de
trabalho reflete um desempenho menos aquecido, mas sem registrar a queda que se
esperava em relação aos meses anteriores. “Havia uma expectativa de retração, mas isso
não se confirmou”.
Essa condição permite que profissionais busquem novas oportunidades com foco
em desenvolvimento profissional, mais do que estarem atentos apenas aos salários. E é
isso o que as empresas passaram a oferecer. “Temos uma posição confortável para atrair
profissionais em razão dos grandes projetos nos quais estamos envolvidos, que têm alta
complexidade”, diz José Fay, diretor da área de Recursos Humanos da Pöyry, empresa
global que atua na área de consultoria e engenharia. Ele explica que o momento atual
permitiu à companhia recontratar 93 funcionários dispensados em 2009, em razão da
crise econômica e outros mais. Hoje, a companhia conta com 825 trabalhadores. Tinha
387 em junho de 2009.
A BG Brasil, que atua no segmento de gás natural, monitora as práticas de
remuneração do mercado a cada seis meses para manter-se sempre em competitividade
14
na busca e retenção de talentos. “Devido ao forte e constante crescimento da companhia,
o volume de contratações tem sido grande, seguindo um plano de negócios ambicioso.
Em 2011, já foram contratados 32 novos funcionários”, diz Raquel Couri, diretora de
Recursos Humanos da BG, que emprega diretamente cerca de 200 pessoas no país.
“Há currículos sobrando, mas há também umdescasamento entre essa oferta e as
necessidades das empresas”, diz Luiz Paulo Ferraz, sócio da Vistage, que organiza
grupos de discussões de executivos. Para contornar esse contexto, uma das estratégias
que ganha espaço dentro das companhias é a criação de universidades. O grupo ABC, de
Nizan Guanaes, composto por 14 agências, é um dos que adotou a prática.
http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletronica/MostraMateria.asp?page=&cod=746403




Mercado - Positivo ultrapassa HP e retoma liderança em PCs
Valor Econômico – 24.08.11


A Positivo Informática retomou a liderança do mercado brasileiro de computadores no segundo trimestre, conforme antecipado pelo Valor na semana passada. A informação é da consultoria IDC, segundo a qual foram vendidas 3,86 milhões máquinas entre os meses abril e junho, um recorde para o setor. A Positivo foi responsável por 13,5% das vendas no período, ante 10,5% da americana Hewlett-Packard (HP).

"Retomamos nosso ritmo normal", disse Hélio Rotenberg, presidente da Positivo, durante evento com jornalistas ontem, em São Paulo. No primeiro trimestre, a HP - que anunciou na semana passada planos para reavaliar sua operação global no segmento de PCs - havia ultrapassado a fabricante brasileira ao atingir 13,1% dos computadores vendidos no país. A Positivo ficou com 10%. Segundo Rotenberg, o resultado no primeiro trimestre foi afetado pela redução nos pedidos do governo e por conta dos estoques elevados dos varejistas, que projetavam vendas maiores no período do Natal.

No segundo trimestre, o crescimento dos pedidos dos lojistas e das compras feitas por empresas ajudaram a elevar o resultado. Ao todo, a companhia vendeu 520,5 mil máquinas, 8,6% a mais do que no mesmo período do ano passado. O crescimento no número de PCs, no entanto, não foi acompanhado por uma alta na receita da companhia. O faturamento caiu de R$ 591,5 milhões para R$ 551 milhões, devido à queda nos preços dos equipamentos.

Na avaliação de Rotenberg, não há motivos para que a tendência de queda de preços se mantenha de forma tão intensa no segundo semestre. "Está todo mundo no fundo do poço, não tem mais onde cortar", disse. A redução de preços dos computadores, nos últimos 12 meses, foi impulsionada pela queda do dólar e agressividade na estratégia de companhias como a HP, avaliam especialistas. Com a notícia de que a companhia, maior fabricante global de computadores, pode deixar o segmento, a expectativa é de que possa haver uma reavaliação das estratégias. "O setor de PCs é complicado para todo mundo. A decisão da HP pode ser um sinal de que os competidores talvez não devam ser tão agressivos", disse Valder Nogueira, analista do Santander ao Valor.

Apesar de comemorar a retomada da liderança do mercado brasileiro, Rotenberg não quis fazer muitos comentários sobre as decisões da HP de reavaliar o mercado de PCs e de sair dos segmentos de tablets e smartphones. "Cadê o comprometimento das empresas estrangeiras com o mercado? As pessoas deveriam dar mais valor ao que as empresas de capital nacional dizem", afirmou.

De acordo com o executivo, a Positivo lançará um tablet com sistema operacional Android, do Google, em setembro. O equipamento está em produção e chegará às prateleiras a partir de outubro. "Teremos um Natal cheio de tablets da Positivo", disse. Rotenberg não antecipou expectativas de vendas.

Para Nogueira, do Santander, o resultado da Positivo no segundo trimestre é interessante porque representa o fim de um ciclo de reestruturação das atividades da empresa, iniciado no fim de 2010: "A Positivo cresceu muito e de forma desordenada nos últimos anos. Ela precisava arrumar a casa para continuar competindo."

Para o analista, ainda é cedo para dizer se a Positivo terá sucesso com a nova estrutura. Um dos pontos a se observar será a composição de preços dos computadores vendidos pela companhia. De acordo com Nogueira, no primeiro trimestre, 94% dos notebooks vendidos pela fabricante custavam até R$ 1,5 mil. O analista diz acreditar que há espaço para modelos mais caros. "Os consumidores estão em busca de equipamentos em todas as faixas de preço. As informações que tenho até o momento indicam que a Positivo conseguiu vender máquinas mais caras no segundo trimestre", disse.

A IDC estima alta de 15,7% nas vendas de PCs no Brasil em 2011, para 15,9 milhões de unidades.

 

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