Página InicialNa MídiaSemana em Brasília

2011/01/10 a 14 - Semana em Brasília

Em Brasília a discussão do momento é o novo marco legal das comunicações que deverá ter um amplo debate no Congresso Nacional após o dia 1º de fevereiro quando toma posse os parlamentares da próxima legislatura. A proposta...

 

Colegas,

semana sem muitas novidades em Brasília. No Congresso somente está funcionando o credenciamento dos parlamentares para a posse dia 1º.02.11.

Em Brasília a discussão do momento é o novo marco legal das comunicações que deverá ter um amplo debate no Congresso Nacional após o dia 1º de fevereiro quando toma posse os parlamentares da próxima legislatura. A proposta está sendo elaborada pelo governo e vai tocar em pontos importantes para a radiodifusão, como a proibição da propriedade cruzada, além de regulamentar alguns itens da Constituição relativos a conteúdo – produção regional e independente, por exemplo.

Benefícios fiscais para várias áreas são instituídos por MP

A Câmara analisa a Medida Provisória 517/10, que concede uma série de benefícios fiscais para investimentos em áreas consideradas estratégicas pelo Governo Federal. Entre eles, está a redução para zero da alíquota do Imposto de Renda sobre rendimento de títulos privados de longo prazo, emitidos por empresas não financeiras, pagos a beneficiário residente no exterior.

Para dar direito à isenção do IR, no entanto, os títulos devem preencher uma série de condições, como comprovação do objetivo de investir os recursos em projetos de investimentos e prazo médio ponderado superior a quatro anos.

Em relação ao Plano Nacional de Banda Larga, a MP traz medidas tributárias como a redução a zero da alíquota de PIS/Pasep e Cofins que incide sobre a venda de modens. Bens de informática e automação produzidos no Brasil também contarão com isenção dessas contribuições até 2014.

Entre 31 de dezembro de 2014 e 2015 as alíquotas terão redução de 90%. A partir de então até 2019 a redução será de 70%. A renúncia fiscal será de R$ 62,92 milhões até 2014.

Tramitação
A MP será analisada pelo Plenário. O texto passa a trancar a pauta da Casa - Câmara ou Senado - onde estiver tramitando a partir do dia 19 de março. Íntegra da proposta: MPV-517/2010

O presente informativo também conta com a colaboração da Assessora Legislativa da FNTI – FRENTE NACIONAL DAS ENTIDADES DE TI, Sra. Hosa Freitas.

Veja abaixo notícias de interesse do Setor.

Forte abraço a todos.

Luís Mario Luchetta
Presidente 
luis.mario@assespro.org.br


Assespro apresenta metas para 2011-2012
Baguete RS- terça-feira, 11/01/2011 - 14:29


A nova diretoria da Assespro Nacional inicia os trabalhos do biênio 2011-2012 com estrutura
administrativa revitalizada.
A cerimônia de posse da nova diretoria, que ocorrerá no dia 15 de março, em Brasília, apresentará os
principais pontos do Planejamento Estratégico Assespro 2011/16.
Serão apresentadas metas e premissas para os próximos anos, com a presença dos recém eleitos Luís
Mario Luchetta (PR), novo presidente da instituição, Rubén Delgado (BA), como vice-presidente de
Articulação Política, Márcio Miorelli (RS), como vice-presidente de Planejamento e Governança e Raul
Coucher (RJ), como vice-presidente de Finanças e Sustentabilidade.
Entre os principais pontos de discussão estão o fortalecimento do setor de TI, a elaboração de uma
agenda digital como ação integrada do país por meio de políticas públicas, investimentos em capacitação
de profissionais de TI, a redução de taxas e impostos das exportações de softwares nacionais, facilitação
das barreiras de entrada de produtos, com regramentos estaduais e municipais, e a participação da
iniciativa privada no fornecimento de software para o governo.
De acordo com o vice-presidente de Relações Públicas, Roberto Carlos Mayer, neste ano a entidade
prevê o fortalecimento das suas regionais, além da ampliação da "voz do setor" no Congresso Nacional
com a presença de membros da instituição para o desenvolvimento de futuras lideranças.


Baguete
 - 10/janeiro/2011
 
Assespro e ABTelecom: vem aí o apagão da TI?
Maurício Renner - segunda-feira, 10/01/2011 - 12:54
 
A Assespro Nacional e  ABTelecom divulgaram uma nota alertando para a possibilidade de um “apagão tecnológico” na Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016.

As entidades destacam a necessidade de mostrar uma estrutura de TI para atender a demanda por  mobilidade dos turistas e da transmissão dos eventos.

“Ao longo de 2011 teremos que concretizar as ações para garantir a participação das empresas brasileiras nos projetos que se destinarão aos grandes eventos internacionais”, afirma Luís Mário Luchetta, presidente da Assespro Nacional.

Luchetta destaca a importância do setor atuar em “em sintonia, fazendo valer sua força e união para cobrar atitudes dos poderes, principalmente o Executivo, e fazer gestões para que os comitês organizadores façam o melhor uso possível da TIC”.

Roberto Aroso, presidente da ABTelecom, diz que a entidade já está se movimentando e destaca que  a ABTelecom “está promovendo a implantação piloto de um Sistema ITS aplicado ao transporte na cidade do Rio de Janeiro”.

É um piloto sem custo para o município. A ideia da entidade é desenvolver todos os aplicativos com pessoal local a partir de uma plataforma básica já testada. O primeiro teste seria já em 2011, durante os Jogos Mundiais Militares.


Governo vai interferir para ajudar pequenos provedores, diz Paulo Bernardo 
Publicidade
SOFIA FERNANDES
DE BRASÍLIA
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, teve nesta terça-feira sua primeira reunião com representantes de provedores de acesso à internet, para discutir o PNBL (Plano Nacional de Banda Larga), e prometeu medidas que podem reduzir o custo final da banda larga.
Os pequenos provedores apresentaram uma lista de problemas, que podem impactar no custo final do serviço, como a dificuldade de obter crédito, tarifas bancárias e cobranças exorbitantes das distribuidoras de energia para uso de postes.
Os empresários ouviram do ministro que o governo irá "interferir para ajudar". A primeira medida será a criação de uma linha especial de financiamento no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), com liberação do investimento por meio do cartão BNDES assegurada pelo fundo garantidor de investimento.
O governo abriu ainda a possibilidade de rever o preço do link que os provedores pagam à Telebrás para ofertar internet no varejo. Até então a meta é que os provedores paguem R$ 230 para um link de 1 mega, que pode ser ofertado para até 10 clientes.
Dessa forma, Paulo Bernardo acredita ser possível que o preço de R$ 35 para internet de 512 kbps possa ficar ainda menor. O ministro garantiu que até maio as diretrizes finais do plano estarão desenhadas.
Atualmente, o preço médio de oferta de banda larga está a R$ 60 para uma conexão de 512 kbps, afirmou o ministro.
Paulo Bernardo garantiu também que está conversando com o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, para tentar baixar o preço cobrado pelas distribuidoras pelo uso de postes. Segundo Percival Henriques, presidente da Anid (Associação Nacional para Inclusão Digital), as empresas cobram de R$ 2 a R$ 15 para uso de um poste normal, usado para conduzir internet ao consumidor final.
Paulo Bernardo pediu aos provedores uma planilha com todos os custos e problemas para serem solucionados. "Não é filantropia, queremos que os provedores tenham condição e disposição de fornecer internet a preços baixos", disse.
Há mais de 2.000 pequenos provedores no país, que são considerados estratégicos para o PNBL pela possibilidade de oferecerem o serviço a localidades remotas e pouco atrativas para grandes empresas.



Política industrial: Governo novo, divergências antigas 

:: Ana Paula Lobo
:: Convergência Digital :: 13/01/2011
A presidenta Dilma Rousseff tem mais um desafio: Conciliar os interesses divergentes dos ministérios da Fazenda, Desenvolvimento e Ciência e Tecnologia na elaboração das reformas planejadas pelo novo governo.

Um dos assuntos delicados é a desoneração da folha, que beneficiaria todo o setorial de Tecnologia da Informação e Comunicações. A Fazenda resiste, o Desenvolvimento quer acelerar e a Ciência e Tecnologia exige contrapartidas na área de inovação.

Os embates entre os três ministérios não são novidade. Ao contrário. Eles pontuaram os oito anos da gestão de Luiz Inácio Lula. A fazenda, por meio da Receita Federal, sempre se mostrou bastante cética com os efeitos de mais desonerações para o setor. A própria desoneração de PIS/Cofins para os PCs enfrentou bastante resistência inicial, mas terminou por ampliar os recursos nos cofres públicos e fez Informática liderar as vendas do varejo brasileiro ao longo do ano passado.

A desoneração da folha seria uma das medidas governamentais para compensar a desvalorização do Dólar e os seus efeitos na cadeia produtiva. Em agosto do ano passado, as entidades setoriais de TIC se uniram e encaminharam uma proposta para a questão da redução de tributos na área pessoal. À época, ABES, Assespro, Brasscom, Fenainfo, Softex e Sucesu fizeram a seguinte proposta:

Para reduzir a alta carga tributária imposta sobre a folha de pagamento - calculada em 36% - sugeriram a troca dos 20% taxados na folha por uma alíquota entre 2% a 4% no faturamento da empresa. De acordo com as entidades, o governo teria um ganho líquido, em cinco anos, de R$ 2 bilhões.

O estudo das entidades comprovava que num período de cinco anos, o governo federal perderia R$ 3 bilhões no INSS, mas ganharia, em contrapartida, R$ 5 bilhões com o aumento da arrecadação do Imposto de Renda e outros impostos oficiais.

A desoneração permitirá, segundo as entidades, que o Brasil venha a suprir a sua deficiência na formação de mão-de-obra especializada. Em 2010, a defasagem apresentada foi de 70 mil profissionais e a expectativa é que o país precisará de 750 mil especialistas em TIC até 2020.

A preocupação com a área é tanta que o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio exterior assinou, no final do ano passado, um convênio com a Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia) para apoio e capacitação de recursos humanos para a indústria brasileira de software e serviços de TI. O desembolso previsto é de R$ 1.718.628,00, pelo ministério e uma contrapartida no valor de R$ 318.628,00, pela entidade setorial. A vigência dele vai até dezembro de 2012.

O tema desoneração na folha deve ser posta à mesa durante a primeira reunião ministerial do governo Dilma Rousseff agendada para esta sexta-feira, 14/01. Como também será o momento de ajustar os discursos - já conflitantes - entre as pastas da Fazenda, com Guido Mantega, Desenvolvimento, Fernando Pimentel, e, agora, Ciência e Tecnologia, comandada pelo petista Aloizio Mercadante, e que está disposto a reivindicar mais espaço para a sua pasta na esfera ministerial.


81% das PMEs do Brasil vão aumentar investimento em TI em 2011

A pesquisa “Por dentro do mercado de médio porte: uma perspectiva para 2011”, encomendada pela IBM e conduzida  pela empresa KS&R, Inc., identificou que as tecnologias analíticas e preditivas estão sendo amplamente adotadas pelas pequenas e médias empresas para aprimorar a competitividade, apoiar estratégias de expansão e atender melhor os clientes.

De acordo com a pesquisa, as empresas de médio porte estão em uma curva ascendente em 2011, já que mais de 50% delas pretendem aumentar seus orçamentos de TI ao longo dos próximos 12 meses, comparado a apenas 20% em 2009.

No Brasil, 81% das empresas entrevistadas aumentarão seus investimentos em TI neste ano, enquanto apenas 6% reduzirão o orçamento nessa área. O país está bem próximo do primeiro colocado no ranking, a Índia, onde 84% das companhias gastarão mais com TI, e está bem acima da média dos mercados emergentes, que é de 69%. Matéria na íntegra no site www.convergenciadigital.com.br

Desoneração de software e Plano Nacional de Telefonia

Em carta encaminhada à presidenta Dilma Rousseff, a ProTeste Associação de Consumidores faz uma série de reivindicações para a área de TIC, entre elas, a criação da Agência Nacional de Defesa do Consumidor. Também sugere punição severa para prestadores da área com má qualidade de serviço.

Em TI, a ProTeste propõe a criação do Programa de Metas de Tecnologia da Informação, a fim de coordenar esforços públicos e privados em favor da inclusão digital. O Convergência Digital disponibiliza a íntegra das reivindicações da ProTeste para o setor de TIC. Matéria na íntegra no site www.convergênciadigital.com.br.


Mercado

iPad prejudica as encomendas de PCs

Folha de S. Paulo


Os embarques mundiais de computadores pessoais cresceram menos que o esperado no quarto trimestre, em larga medida devido à disparada nas vendas do iPad, que chega a novos mercados. Os institutos de pesquisa IDC e Gartner, em relatórios separados divulgados na quarta-feira, informaram que os embarques foram inferiores às projeções.

Também afirmaram que o mercado de computadores pessoais sofreria na medida em que os consumidores optassem por tablets, consoles de videogames, celulares inteligentes e outros aparelhos a fim de substituir computadores domésticos e portáteis.

Nenhuma das duas empresas define o iPad ou seu crescente número de rivais como computadores, ainda que muitos usuários empreguem esse tipo de aparelho para funções semelhantes.

Caso os tablets fossem definidos como computadores, o mercado agregado estaria demonstrando amplo crescimento, com o IDC estimando avanço de volume de 19% entre 2009 e 2010.

O IDC também estimou que os fabricantes embarcaram cerca de 17 milhões de tablets em 2010, a maioria dos quais da Apple.

Com a chegada de ampla gama de concorrentes ao mercado e uma segunda geração do iPad em preparo, Jay Chou, analista do IDC, antecipa que o número de tablets vendidos atinja os 44 milhões em 2011, em companhia de 385 milhões de computadores pessoais.

O IDC informou que os embarques mundiais de computadores cresceram modestos 2,7% no quarto trimestre ante o período no ano anterior, em lugar dos 5,5% projetados anteriormente.

O Garner estimou que o crescimento tenha caído a 3,1% no trimestre mais recente, ante estimativa de 4,8%.

Entre 90 milhões e 93 milhões de computadores foram embarcados nos três meses finais de 2010, total superior ao de qualquer trimestre anterior. A recuperação econômica elevou as vendas do ano em 14%, para até 351 milhões de unidades.

Popularização

Os grupos de pesquisa informaram que suas projeções quanto a computadores para 2011 podem ser reduzidas, em parte devido à popularidade dos tablets. As perspectivas incertas do emprego nos EUA e a inflação na China também estão pressionando os fabricantes de computadores, disse Chou. Samsung, Motorola e Research In Motion estão desenvolvendo versões próprias de computador tablet.

Em mais um sinal do poder crescente da nova categoria, a Microsoft anunciou que produziria uma versão do Windows que poderá ser executada nos chips que usam arquitetura do grupo ARM.


Internet

Banda larga dá um salto de 71% no Brasil

O Globo


A grande vedete digital este ano, no Brasil, promete ser a banda larga, com conexão fixa e móvel. Em 2010, foram ativadas 14,2 milhões de novas conexões à internet em alta velocidade, um crescimento de 71% sobre a base de clientes de 2009. Até o fim de dezembro, existiam no país 34,2 milhões de acessos fixos e móveis. Os dados foram divulgados ontem pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil).

O número de conexões via banda larga fixa passou de 11,4 milhões para 13,6 milhões entre dezembro de 2009 e o fim do mês passado, um aumento de 20%. Já o número de acessos 3G (telefonia móvel de Terceira Geração, com uso em smartphones e modems) subiu de 8,7 milhões em 2009 para 20,6 milhões.

Espera-se um novo salto para este ano. Os motores da expansão da conexão em alta velocidade à internet serão a popularização dos smartphones (aparelhos como o iPhone e o BlackBerry, cujos preços vêm caindo), a entrada da Nextel no mercado nacional de 3G e a abertura do setor de TV por assinatura a empresas de telecomunicações.

O acesso em alta velocidade à internet se tornou prioridade para empresas e países em todo o mundo. As estimativas do Banco Mundial apontam que, nas nações de renda média e baixa, o crescimento econômico pode ser acelerado em mais de 1% se a densidade de banda larga aumenta 10%.

Os serviços de banda larga já são oferecidos em regime de competição em 1.059 cidades, onde moram 68% da população brasileira. Nesses municípios, pelo menos duas empresas prestam o serviço.

Ainda assim, é pouco. Por isso, serão duas frentes de expansão da banda larga. As operadoras trabalharão para transformar o que atualmente é um nicho de mercado em serviço básico. Isso significa investir em aparelhos mais baratos e numa rede mais moderna. O governo, por sua vez, terá de ampliar a infraestrutura.

É neste sentido que começará a ganhar as ruas o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), operado pela Telebrás, um dos projetos prioritários na agenda da presidente Dilma Rousseff. O cronograma, que atrasou, prevê a conexão à rede de banda larga estatal das cem primeiras cidades até 30 de abril.

Governo pretende popularizar banda larga

Ao longo do ano, serão atendidas 1.163 cidades no total. A proposta do PNBL é reduzir em cerca de 70% o preço médio cobrado pelo serviço atual no país, e atender 88% da população até 2014.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, já deixou claro que tem pressa em massificar a banda larga no país. Ele pretende que os preços cobrados pela conexão básica, em torno de R$60 hoje, caiam para R$35 até meados deste ano.

Com menos de 15 dias no cargo, Paulo Bernardo já se reuniu com provedores de internet e dirigentes da Telebrás para buscar fórmulas de barateamento de custos. Ele também manteve contatos com secretários estaduais da Fazenda na tentativa de cortar impostos do setor, o que terá repercussão no preço cobrado do consumidor.

Outro incentivo à ampliação da oferta de banda larga - e ao barateamento do serviço - será a alteração da legislação da TV por assinatura. Com a unificação das regras para as diferentes tecnologias da televisão paga, quando for aprovado o projeto de lei 116 (antigo PL 29), será liberada a presença das operadoras de telefonia neste setor. A expectativa é de que a proposta seja aprovada logo no início da legislatura, em fevereiro.

Com a aprovação do PLC 116, o Brasil terá um novo quadro competitivo. O Grupo da América Móvil, que controla a Claro e a Embratel, poderá incorporar a Net e se consolidar como o líder em TV por Assinatura no Brasil, com 54,6% dos acessos. Telefônica, Oi e GVT estão também se preparando para entrar no mercado, construindo redes de acesso banda larga e oferecendo pacotes.


Copa 2014

Beto quer integração dos municípios para Copa

O Estado do Paraná


O governador Beto Richa determinou ao secretário especial para Assuntos da Copa do Mundo, Mario Celso Cunha, a realização de levantamento dos estádios, centros de treinamentos e áreas de lazer e turismo do Paraná, para que todos os municípios venham a se envolver com a Copa do Mundo de 2014, que tem Curitiba uma de suas doze cidades-sedes.

"A intenção nossa, a pedido do governador Beto Richa, é fazer um levantamento do interior, junto com o gestor da Copa em Curitiba, Luiz de Carvalho, e com o apoio dos técnicos do Ippuc (Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba) e da Comec (Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba)", afirmou Mario Celso nesta quarta-feira (12), momentos antes de se despedir da comitiva da Fifa, que durante dois dias vistoriou oito locais selecionados em Curitiba.

Segundo ele, a preocupação do governador Beto Richa é promover o envolvimento e a integração dos municípios do Paraná, para que todos se sintam valorizados com a Copa do Mundo. "O nosso foco é reunir de maneira bem significativa todos os municípios, ou na área de turismo, de integração ou do esporte, fazendo com que participem decididamente deste importante evento esportivo. Vamos fazer da Copa um evento do Paraná".

Mario Celso Cunha lembrou que as principais "portas de entrada" no Paraná estão no interior. "Para quem vem do Paraguai, Argentina e Chile a via de entrada é Foz do Iguaçu. Vamos precisar de boas rodovias e sinalização adequada para que turistas possam viajar e chegar ao destino com tranquilidade e segurança.

Outra parte de turistas virá pelo Porto de Paranaguá, que deve receber muitos navios de passageiros. "E, também, temos o Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, que é um ponto de referência. Vamos ter muitos voos extras e de fretamento, que representaram 90% do movimento nas copas do mundo da Alemanha e da África do Sul. Não deve ser diferente no Brasil", disse.

Para o secretário especial, a preocupação do governador Beto Richa é global, porque vamos ter no Paraná cerca de 3 milhões de turistas internos e um milhão de turistas estrangeiros, que virão conhecer o Paraná e suas atrações turísticas.

De um jogo para o outro, haverá um intervalo de 76 horas, tempo suficiente para que o turista faça suas compras e conheça atrações turísticas do Paraná. Em Curitiba, por exemplo, há o Jardim Botânico, a Opera de Arame e uma série de atrações. No interior, não é diferente. No Paraná, existem mais de 70 pontos de atrações turísticas. São pólos turísticos e que serão aproveitados durante a Copa do Mundo.

Mário Celso fez questão de destacar o envolvimento dos secretários Faisal Saleh (Turismo) e Evandro Rogério Roman (Esportes) e da presidente do Instituto Municipal do Turismo, Juliana Vosnika. "O secretário Faisal Saleh é um expert em turismo; a Juliana vem fazendo um excelente trabalho e o Evandro Roman faz parte do quadro de árbitros de Fifa e vai nos ajudar muito".

Curitiba é referência

Em relação a comitiva da Fifa que esteve em Curitiba, no início da semana, vistoriando os centros de treinamentos (CTs) e estádios, o secretário Mario Celso Cunha revelou que os trabalhos de visita as doze sedes da Copa do Mundo serão concluídos em março.

"Depois de visitarem os locais indicados, eles vão fazer uma avaliação final, que será enviada aos clubes a partir de junho ou julho, para as alterações necessárias. Esta comissão terá a missão ainda de passar as informações e orientações de visibilidade, comodidade e acessibilidade dos principais locais, para que as seleções avaliem, mesmo porque quem escolhe os locais são as seleções", afirmou.

Os integrantes da comitiva da Fifa ficaram impressionados com a receptividade dos paranaenses. "Em todos os locais, as portas foram abertas democraticamente para a participação da comitiva, que teve total liberdade e acesso a todos os setores, e com isto puderam fazer uma boa avaliação. O prefeito Luciano Ducci fez questão de acompanhá-los em todos os detalhes. O governador Beto Richa me incumbiu de estar com eles desde a saída do hotel até o retorno. Estivemos nos oito locais selecionados, informando e passando detalhes. Posso garantir que eles se sentiram valorizados e prestigiados, porque é uma equipe técnica da mais alta qualificação e merecedora de atenção especial, afinal representam a Fifa", disse Maria Celso.

O secretário especial garantiu que o Paraná estará pronto em tempo hábil para sediar a Copa do Mundo. "Hoje, das doze sedes, temos Curitiba como referência para as demais. O Estado do Paraná está preparado. A nossa sede, a Arena da Baixada, tem pouco mais de 20% de área para construir. O financiamento já está em andamento. Como vereador, votamos e aprovamos na Câmara de Curitiba, o projeto de potencial construtivo. A Assembléia Legislativa aprovou a autorização para financiamento do FDE (Fundo de Desenvolvimento Econômico)".

O edital do Atlético Paranaense está sendo preparado, disse ainda Mário Celso. "Acredito que até o dia 31 o vice-presidente Enio Fornea Junior deve concluir esta fase do processo, para fazer a licitação e para que as empresas interessadas possam se habilitar. A vencedora vai poder fazer o financiamento junto ao FDE, dar como garantir o potencial construtivo e iniciar as obras, provavelmente em julho deste ano".


Mercado Financeiro

Ibovespa teve 1ª queda na semana ontem; dólar recuou para R$ 1,669

Valor Econômico


Os mercados de câmbio e de ações caminharam para o mesmo sentido na quinta-feira, com a queda das bolsas no Brasil e nos Estados Unidos, e do dólar em escala global.

Após Portugal, foi a vez de Espanha e Itália passarem por um teste de confiança no mercado. Os países foram bem sucedidos em seus leilões de dívida, mas pagaram um preço alto para se financiar.

No mercado cambial, a moeda americana encerrou o pregão brasileiro no território negativo, acompanhando o front externo.

O dólar comercial teve queda de 0,47%, cotado a R$ 1,667 na compra e a R$ 1,669 na venda. O giro interbancário somou US$ 800 milhões.

Na roda de pronto da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BMF), o dólar pronto fechou a R$ 1,6682, queda de 0,48% em relação à quarta-feira. O volume caiu de US$ 266,250 milhões para US$ 71,205 milhões.

"O movimento no câmbio foi bem arbitrado com o mercado internacional. A queda do dólar não foi mais forte por conta do receio de que, a qualquer momento, o governo anuncie mais medidas para conter a valorização do real. Esse receio se transformou num temor constante", explicou o diretor da Global Hedging, Wolfgang Walter.

Já na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), um movimento de realização de lucros pesou sobre os negócios e o Ibovespa teve a primeira baixa da semana.

O índice caiu 1,27%, aos 70.721 pontos, e teve volume financeiro de R$ 6,558 bilhões. Na semana, no entanto, o Ibovespa segue com alta, de 0,95%.

No mercado americano, o índice Dow Jones recuou 0,20%, enquanto o Nasdaq cedeu 0,07% e o SP 500 perdeu 0,17%.

"Na quarta-feira, o mercado exagerou no otimismo com Portugal, foi incoerente. Os leilões ainda não sinalizam a confiança do investidor, os recursos obtidos têm sido pequenos perto do endividamento dos países. Há um alento imediato que logo passa", afirmou o assessor de investimentos da corretora Souza Barros Luiz Roberto Monteiro.

Mais dados do mercado de trabalho americano ainda impulsionaram a trajetória das bolsas na última sessão. Os novos pedidos de seguro-desemprego no país aumentaram em 35 mil na semana passada, em relação à anterior, quando era esperada uma leve queda para o período.

No cenário corporativo doméstico, a trajetória das chamadas "blue chips\' foi determinante para o rumo do Ibovespa. Os papéis PN da Petrobras caíram 2,11%, a R$ 27,31, enquanto as ações PNA da Vale perderam 0,32%, a R$ 52,25. Os ativos ON da OGX Petróleo ainda cederam 1,52%, a R$ 20.

No mercado de juros futuros, os contratos tiveram nova sessão de alta. O estrategista de renda fixa da Coinvalores, Paulo Nepomuceno, apontou que a formação de preços foi motivada pela expectativa dos investidores de alta da inflação, no primeiro trimestre deste ano, e pelos leilões de títulos realizados pelo Tesouro Nacional.

Segundo ele, o mercado segue apostando em uma alta da Selic de meio ponto percentual na próxima semana, porém a curva de juros indica que os agentes estão reavaliando as projeções para os próximos meses.

"Antes, a curva mostrava uma aposta em quatro reajustes consecutivos de 0,5 ponto. Agora, os preços dos contratos revelam aumentos mais acentuados da Selic, a partir da segunda reunião do Copom deste ano", disse.

Para Nepomuceno, o mercado está "mais nervoso com relação ao avanço da atividade econômica do país" e também está pedindo mais prêmio de risco, devido às incertezas quanto à postura do novo governo.

Na gestão da dívida pública, o Tesouro teve venda integral de 6,75 milhões de títulos ofertados no leilão de Letras do Tesouro Nacional (LTN), com giro financeiro de R$ 5,119 bilhões. Além disso, no leilão de Notas do Tesouro Nacional - Série F (NTN-F) - foram vendidas todas as 900 milhões de notas ofertadas, com movimento de R$ 812,7 milhões.

"O governo promoveu uma rolagem grande da dívida pública e os investidores puxaram um pouco os preços para comprar os títulos do Tesouro em um patamar melhor", explicou o gestor da Coinvalores.

Antes do ajuste final das posições, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em fevereiro de 2011 tinha alta de 0,05 ponto, a 10,95%, enquanto o de março de 2011 subia 0,02 ponto, a 11,06%. Já o contrato com vencimento em abril de 2011 tinha alta de 0,02 ponto, para 11,30%. O DI de julho deste ano, por sua vez, registrava valorização de 0,02 ponto percentual, para 11,80%.

Entre os DIs de prazos mais dilatados, o do início de 2012 registrava acréscimo de 0,01 ponto, a 12,29%. Por outro lado, o contrato de abertura de 2013 apresentava queda de 0,04 ponto, a 12,57%. Já o de janeiro de 2014 tinha estabilidade, a 12,45%. O contrato de início de 2015, por sua vez, subia 0,03 ponto, para 12,40%. Por fim, o DI de abertura de 2016 tinha alta de 0,03 ponto, para 12,25%, enquanto o contrato de janeiro de 2017 subia 0,01 ponto, também a 12,21%.

Até as 16h10 de ontem, foram negociados 1,087 milhão de contratos, equivalentes a R$ 95,22 bilhões (US$ 56,7 bilhões). O contrato com vencimento em janeiro de 2012 foi novamente o mais negociado, com 280.150 contratos, equivalentes a R$ 25,049 bilhões (US$ 14,93 bilhões).

Editar esta página (área restrita)

 

Institucional

Associados

Biografias

Depoimentos

Diretoria Nacional

Diretorias Regionais

Histórico

Internacional

Missão, Visão e Valores

Núcleos Regionais

Transparência

Contatos

Contate Nossa Assessoria

Onde Estamos

Receba nossa Comunicação

Sua Opinião

Webmaster

Associe-se!

Filie-se Já!

Quem pode se Associar

Seja um Conveniado

Seja um Patrocinador

Benefícios

Comerciais

Competitividade

Eventos

Juridico-Tributarios

Reconhecimento

Recursos Humanos

Representatividade

Salas e Auditórios

Biblioteca

Agenda do Setor de TI

Dados de Mercado

Documentos

Inscritos em Prêmiações em Andamento

Inscritos em Premiações Encerradas

Legislação

Material de Eventos

Oportunidades de Negócios

Perguntas Frequentes

Recomendações

Loja Virtual

Inscrição Prof. Imre Simon - 2014 - ASSOCIADOS

Inscrição Prof. Imre Simon - 2014 - NÃO ASSOCIADOS

Livro 'Juntos Somos Mais'

Na Mídia

Artigos

Clipping

Mídias Sociais

Newsletter

Notícias das Regionais

Notícias do Setor

Notícias dos Associados

Press Kit

Press Releases

Revista TI

Semana em Brasília

>
 
 
 

(C)opyright 1976 - 2016 by Assespro Nacional

Sede: SRTVS - Quadra 701 - Bloco A - Salas 829/831
Edifício Centro Empresarial Brasília
70340-907 Brasília (DF) - Brasil
Fone/Fax: +55 (61) 3201-0932

 

Layout desenvolvido por: