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10/11/2014 - Empresas investem em tecnologia para monitorar o trabalho de seus funcionários

* Por Marcos Sakamoto

 

Já não é de hoje que as câmeras de segurança estão em toda parte. Nos locais públicos, estacionamentos, shoppings, repartições e nas residên-cias têm sempre alguém de olho em cada movimento.

Mas, o que muitos não se dão conta é que essa vigilância ganhou novas pro-porções. Vejo que as empresas estão investindo em tecnologia para saber o que seus funcionários estão fazendo durante as horas que passam no ambiente de trabalho, principalmente na frente do computador, seja na Internet, na troca de e-mails e nas liga-ções telefônicas.

E os softwares que monitoram cada passo dado pelo funcio-nário durante o tempo que passa no trabalho estão cada vez mais populares e sofisticados.

Muitas, mais do que preocupadas, estão investindo pesado em softwares que estão de olho nos sites acessados, assuntos pesquisados no Google, e-mails enviados, ligações feitas e recebidas e atividades que não se referem ao trabalho, como tempo gasto nas redes sociais, vídeos assistidos no Youtube e, principalmente, no conteúdo compartilhado com colegas de trabalho e rede de contatos.

A prática, ainda vista por muitos como invasão de privacida-de, não tem nada de ilegal, desde que as empresas comuni-quem o que estão fazendo aos funcionários e explique, clara-mente o que é ou não permitido no ambiente corporativo, bem como as implicações, que pode ir de advertência, blo-queio do computador, até demissão por justa causa.

Para defender o procedimento as empresas alegam que pre-cisam preservar suas informações, processos internos e estra-tégias de negócios, seja dos concorrentes, do mercado e, até mesmo, de ex-funcionários.

Nesse ponto, não dá para deixar de lado o direito do empre-gador de vigiar tudo o que acontece em sua empresa, afinal é dele toda a estrutura oferecida para que o funcionário desen-volva seu trabalho. O colaborador deve entender que é ape-nas usuário do seu computador, telefone e endereço de e-mail, que pertencem à companhia.

Para não correrem riscos de serem mal interpretadas e mes-mo economizarem com os softwares de vigilância, há compa-nhias que, simplesmente, bloqueiam o acesso a sites que po-dem comprometer a segurança da rede de informações da empresa ou mesmo a produtividade dos funcionários.

Assim, fica restrito o acesso a e-mails pessoais, redes sociais, bancos, sites de venda online, além de portais de humor, en-tretenimento e tudo mais que a empresa julgar inadequado para o seu negócio. Com isso, acredita que terá funcionários mais concentrados em suas tarefas e também diminui a expo-sição de sua rede a vírus e ameaças cibernéticas.

Uma pesquisa do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação - Cetic.br, entidade que produz indicadores e estatísticas sobre a disponibilidade e o uso da Internet no Brasil, verificou que 70% das empresas restringem o que os funcionários fazem na Internet, sendo que 61% delas vetam o acesso a sites pornográficos, 46% aos sites de relacio-namento, 40% aos de comunicação e 28% aos emails pessoais.

Outra pesquisa, desta vez da Web@ Work América Latina, promovida pela Websense, revelou que 95% dos funcionários de corporações latino-americanas acessam páginas de conteú-do não relacionado ao trabalho durante o expediente. Desse total, 49% passam mais de 50 minutos por dia navegando por páginas distintas de sua atividade profissional. Já o tempo mé-dio que o brasileiro gasta por semana, durante o expediente, em sites não relacionados ao trabalho é de 4,25 horas – o e-quivalente a 51 minutos por dia.Ou seja, a produtividade tam-bém fica muito comprometida.

*Presidente da Assespro-SP

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