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08/11/2015 - Minas é vice-líder no negócio

Gerino Xavier, Vice-Presidente de Comunicação, concede entrevista ao Jornal O Tempo

 

Minas Gerais é hoje o Estado vice-líder em números de start-ups do país, atrás apenas de São Paulo. São 344 empresas, que representam 8% do total do Brasil, segundo a Associação Brasileira de Start-ups. Dentre as 30 mais importantes start-ups brasileiras, seis foram criadas em Minas Gerais, segundo o portal StartupRanking. O sexto lugar é da mineira Easy Taxi, seguida pelas empresas Meliuz (18ª), Sympla (19ª), Hotmart (20ª), Rock Content (21ª) e Samba Tech (30ª).

Os números dessas empresas impressionam. Segundo dados da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), a Easy Taxi, que surgiu há três anos, tem um valor de mercado de R$ 1 bilhão, está presente em 56 cidades, sendo 29 delas fora do Brasil, e tem mais de 3 milhões de usuários.

Outros exemplos de sucesso são a Sympla e a Hotmart. A primeira surgiu em 2012 e já no segundo ano de funcionamento faturou R$ 5 milhões, um crescimento de 1.000% em relação ao investimento inicial.

Já a Hotmart, fundada em abril de 2011, tem um valor estimado, segundo a Sectes, de R$ 12 milhões. Em agosto de 2015, a Hotmart organizou o Fire, maior evento do setor no país, que reuniu palestrantes de renome mundial.

Polo em BH. A capital mineira está ficando conhecida internacionalmente por sediar o polo de start-ups San Pedro Valley, no bairro São Pedro, na região Centro-Sul. Em um censo realizado pelo Sebrae Minas no mês passado, foram identificadas 54 empresas do San Pedro Valley, que devem faturar R$ 170,3 milhões em 2015. Fazem parte do grupo a Sympla, a Hotmart e a Samba Tech.

Importância

“Quando nos responsabilizamos por essa nova etapa do Seed, sabíamos da necessidade de preservar os pontos positivos, mas também entendíamos o nosso dever de fazer ajustes e aprimoramentos. O programa é importante para as start-ups”

Leonardo Dias - Subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação

 

 

Mercado é promissor e exige poucos investimentos
 

Uma start-up é uma empresa que busca um modelo de negócios que possa ser facilmente repetido e, também, ‘escalável’ mesmo em um ambiente de incerteza, segundo explica o gerente de acesso a inovação e sustentabilidade de Sebrae-MG, Anízio Dutra Vianna. Para ele, uma start-up não precisa estar diretamente ligada a uma tecnologia digital. “O negócio da start-up deve se disseminar rápido”, diz Vianna. 


Mesmo não sendo uma exclusividade do universo digital, o Vice-Presidente de Comunicação da Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro), Gerino Xavier, lembra que “apenas na era da informática é possível uma pessoa com uma boa ideia e um computador criar um negócio de grande sucesso”, pondera.


Para Vianna, outra característica importante é a inovação. “Quem chega primeiro tem um mercado maior e é mais competitivo”, afirma. 


Programa do Estado só em 2016
 

Em 2016, o governo de Minas vai investir, via Fapemig, R$ 5,25 milhões na terceira etapa do programa de incentivo a start-ups, o Seed. As informações são da Secretaria de Estado de ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes), que é, atualmente, responsável pelo programa. O Seed não teve rodadas de investimento em 2015. As duas anteriores aconteceram no ano passado e, juntas, investiram R$ 9,5 milhões. Segundo a Sectes, em 2016, acontecerá uma quarta rodada, mas ainda não existe a previsão de orçamento para ela.
 

Segundo o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Leonardo Dias, a terceira etapa vai manter o intercâmbio com start-ups de outros países. “O programa possui uma relevância enorme para o ambiente de start-ups em Belo Horizonte, e, muito disso, foi criado pela influência das start-ups de outros países que o Seed trouxe”. O subsecretário informa que já estão sendo feitos contatos com empresas de Israel, França e China. 


“Queremos que o Seed trabalhe com uma ideia de continuidade. Precisamos convencer essas empresas que vêm de fora a continuarem por aqui, mesmo depois que passam por nossa aceleração”, explica.


O retorno do programa foi comemorado pelo gerente de acesso a inovação e sustentabilidade de Sebrae-MG, Anízio Dutra Vianna. “Esse apoio do governo é importante e a volta do Seed é uma boa notícia”, avalia. 


Vianna informa que o Sebrae também tem investido em empresas inovadoras. Em de 2015, a entidade vai investir, no total, R$ 50 milhões em 15 mil empresas, por meio do programa Sebraetec. “Em Minas Gerais, estamos em 54 microrregiões e tentamos acelerar o acesso ao investimento”, declara.

 

Fonte: O Tempo

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