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05/12/2013 - Cúpula reúne representantes dos cinco continentes em São Paulo para debater políticas públicas de TI e seu papel no desenvolvimento da sociedade

Evento aconteceu nos dias 12 e 13 de novembro, no Centro de Convenções Rebouças, e teve como tema “Políticas Públicas Eficazes para Tornar Realidade as Promessas da Era Digital”


Representantes de cinquenta países dos cinco continentes estiveram presentes na Cúpula Mundial de Políticas Públicas de Tecnologia da Informação (GPATS 2013), realizado pela WITSA, Federação Mundial de Associações de TI, e pela ASSESPRO Nacional (Federação das Associações de Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação).

 Pela primeira vez no Brasil, o evento aconteceu no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, nos dias 12 e 13 de novembro, e teve como objetivo debater o papel da Tecnologia da Informação no desenvolvimento social e econômico dos países.

Com o tema “Políticas Públicas Eficazes para Tornar Realidade as Promessas da Era Digital”, foram realizados painéis e palestras para discutir questões políticas e econômicas que envolvem a tecnologia. A abertura ficou por conta de Alan Marcus, diretor de TI do Fórum Econômico Mundial, que fez uma forte defesa do uso das tecnologias para desenvolvimento econômico e social dos países, mostrando a importância dessas ações por meio dos relatórios da entidade. “O país que não olhar para essas questões vai ficar relegado ao segundo time, no que se refere ao desenvolvimento das nações”, disse.

O painel voltado a políticas públicas contou com participação de representantes de vários países com realidades bem distintas, entre os mais e menos desenvolvidos em tecnologia, como Coreia do Sul e Afeganistão, respectivamente, ou com muita ou pouca população, a exemplo de Índia e Macedônia. Houve um consenso de que não existe uma receita de políticas públicas eficazes para todos os países, embora iniciativas apresentadas possam servir de exemplo, como o investimento da Macedônia, país que passou por guerra recentemente e dispõe de pouca população e recursos naturais, e que tenta se reconstruir com base na tecnologia e educação. A disseminação da informação também levou a transparência e a mudança gradativa de cultura dos governantes do Afeganistão, país onde os orçamentos eram segredos de Estado e hoje se tornaram dados públicos.

A falta de diálogo entre associações mundiais de TI foi constatada no painel de Governança da Internet. A mensagem passada pelos participantes foi de que é a sociedade civil que deve assumir voluntariamente o comando, com o apoio de entidades, associações e federações de tecnologia, uma vez que o Governo também exerce o papel de cliente, pois também depende da contratação de serviços. Em relação à polêmica em torno da exigência na instalação de data centers locais, os especialistas acreditam que o governo deve impor apenas aos participantes das licitações.

No painel voltado à Segurança, foram apresentadas novidades em técnicas de Big Data, softwares, criptografia, investimentos e a importância do preparo do profissional de TI para tomar decisões. Segundo os participantes, as iniciativas de espionagem não partem dos governos, e sim dos colaboradores que atuam diretamente com a tecnologia. Já o debate sobre o livre comércio de produtos e serviços apontou que os acordos bilaterais, ou de alianças como a do Pacífico (Chile, Perú, Colômbia e México) estão se desenvolvendo mais rapidamente do que o modelo de comercialização global da Organização Mundial do Comércio, e que conta com o apoio da WITSA. 


Por fim, o mapeamento do mercado de TI realizado pela ALETI (associação das empresas de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha) mostrou números mais aprofundados sobre o setor, que sofre com escassez de informações. A expectativa é de expandi-lo gradativamente a nível mundial.

De acordo com Roberto Carlos Mayer, presidente da ALETI e vice-presidente de Relações Públicas da ASSESPRO Nacional, o saldo final do GPATS 2013 foi extremamente positivo. “O evento trouxe ao país dirigentes dos cinco continentes e mostra que o Brasil e América Latina estão tomando o lugar que lhes cabe no cenário mundial de TI. Também para a Assespro Nacional, abrimos as portas para continuar trabalhando com todos os organismos internacionais que cooperaram com a Cúpula”, ressalta.

A próxima edição do GPATS acontece em 2015, em local ainda a ser definido pela WITSA.
Mais informações sobre o evento no site: www.gpats2013.org

 

Fonte: Dino

Veja também em: Dihitt e Press 2 Release Web

 

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