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12/09/2013 Setor de TI carece de informações com profundidade

O Setor de Tecnologia da Informação possui uma série de características próprias, que o diferenciam de todas as demais atividades econômicas. 

Por Roberto Carlos Mayer*
O Setor de Tecnologia da Informação possui uma série de características próprias, que o diferenciam de todas as demais atividades econômicas. Somando este fato com sua relativa ‘juventude’, não é de estranhar que o volume de informação disponível sobre o próprio Setor seja bastante limitado.
Eventualmente, essa ausência de informação acaba servindo para que supostos formadores de opinião deem declarações que não encontram respaldo na realidade, como foi dito recentemente por um instituto de pesquisa que “empresas brasileiras não gostam de contratar fornecedores que não estejam localizados em sua área geográfica local. É a forma como os brasileiros fazem negócios, portanto você precisa ter presença não apenas no país, mas a nível regional. Se você se posicionar num raio de 500 km de São Paulo, então você está OK”.
A afirmação acima citada se opõe totalmente aos resultados do Censo do Setor de TI desenvolvido pela Federação das Associações das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação – Assespro Nacional em 2012, que revelou uma abrangência geográfica muito maior na atuação das empresas. São Paulo e Rio de Janeiro, como maiores metrópoles do país, são as regiões que mais recebem filiais de empresas de outros Estados, muitas vezes milhares de quilômetros distantes. Empresas localizadas no Estado do Amazonas possuem clientes no Rio Grande do Sul.
Outra fonte de informação disponível se origina na análise das bases de dados oficiais. Por exemplo, a partir de dados de declarações de impostos e sobre empregados, é possível obter dados sobre faturamento e emprego no setor. Entretanto, estas informações são insuficientes para avaliar diversos aspectos das empresas do Setor de TI, seja para formular benchmarking (processo de comparação do desempenho) útil ao desenvolvimento das empresas ou avaliar a implementação de políticas públicas para o Setor.
Foi essa realidade que levou a Assespro Nacional a lançar, depois de quase dois anos de preparação, a primeira edição do Censo do Setor de TI no ano de 2012. Porém, a entidade constatou que a mesma problemática existe em praticamente todos os países do mundo. Nem mesmo nos mais desenvolvidos há informação em profundidade sobre o Setor de TI.
Entretanto, esta problemática não existe somente no Brasil. Até mesmo os países mais desenvolvidos carecem de informações em profundidade sobre o Setor de TI, a ponto de, na edição de 2013, o Censo do Setor de TI passar a abranger 19 países filiados à ALETI (Federação das Associações dos países da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal), que pode ser respondida através do link: http://www.mbi.com.br/mbi/contatos/questionarios/2013-censo-aleti/.
Para tentar dissecar o marcado em toda a região, foram abordados temas diversos, como a distribuição geográfica da atuação das empresas, a oferta de produtos e serviços, as tecnologias adotadas, as características dos clientes (quanto a porte, localização e atividade econômica), os recursos humanos das empresas, os modelos de negócios envolvidos, as atividades comerciais locais e internacionais, incluindo a exportação, a atenção dada a temas como qualidade e propriedade intelectual, o foco e/ou interesse em projetos de Inovação, Pesquisa e Desenvolvimento, as fontes de capital financeiro utilizadas, entre vários outros.
A participação de todos é fundamental, pois somente desta forma é possível desenvolver análises cruzadas entre os temas cobertos, além de análises comparativas por país ou regionais. A iniciativa permite, ainda, autorizar o uso das informações sobre ofertas de produtos e serviços, e os mercados onde atuam, para a geração de oportunidades de negócios.
Além de gerar informação sobre o Setor de TI, as pesquisas devem ser estruturadas de forma a possibilitar o desenvolvimento de alianças comerciais e a criação de uma política de desenvolvimento de projetos de P&D em cooperação internacional. Como dizem os ditados populares “a união faz a força”, e iniciativas como esta são provas de que a cooperação e o associativismo voluntário trazem benefícios para todos.
Participe já, acessando http://assespro.org.br/biblioteca/dados-mercado/2013-censo-aleti-do-setor-de-tic/. Obrigado!
*Roberto Carlos Mayer (rocmayer@mbi.com.br) é diretor da MBI (http://www.mbi.com.br), vice-presidente de Relações Públicas da Assespro Nacional e presidente da ALETI (Federação das Entidades de TI da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha).

Fonte: Portal CRN Brasil 

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