August 30, 2024

Acer planeja equipar 40% de seus computadores com inteligência artificial em 2025

A Acer, fabricante taiwanesa de computadores pessoais, anunciou planos para expandir significativamente suas remessas de PCs equipados com inteligência artificial, conforme revelado pelo presidente Jason Chen ao Nikkei Asia. A empresa pretende que os PCs Copilot+, uma nova linha projetada para rodar a inteligência artificial desenvolvida pela Microsoft, representem 40% das entregas até o terceiro trimestre de 2025.

Os PCs Copilot+ são capazes de gerar imagens e realizar traduções legendadas em tempo real durante reuniões online, além de outras funções, sem depender de uma conexão com servidores externos. Isso representa uma vantagem em relação a outras plataformas de IA generativa que precisam de conexão para processamento.

Enquanto concorrentes como Lenovo e HP também estão focados na venda de PCs Copilot+, a Acer se destaca ao adicionar um botão de teclado proprietário para otimizar o som e configurações, além de um touchpad com indicador de atividade para o semicondutor de IA.

Esses PCs estão equipados com unidades de processamento neural (NPUs), capazes de realizar mais de 40 trilhões de operações por segundo, permitindo execução mais rápida das funções de IA. As NPUs são fornecidas principalmente pela Qualcomm, com Intel e AMD também avançando na produção. A Acer planeja oferecer PCs Copilot+ com NPUs de cada um desses fabricantes.

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Conselho Diretor prorroga a entrada em vigor do Novo Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações

Na quarta-feira, 28 de agosto de 2024, o Conselho Diretor da Anatel analisou os pedidos de prorrogação de vigência de dispositivos da Resolução nº 765, que instituiu o Regulamento Geral de Direitos do Consumidor de Serviços de Telecomunicações (RGC). As operadoras Telefônica Brasil S.A., Claro S.A., e TIM S.A. solicitaram a prorrogação devido à complexidade na implementação das novas exigências regulatórias.

O conselheiro Alexandre Freire, relator do caso, destacou os desafios enfrentados para a adaptação ao novo RGC, que envolveu reestruturação de sistemas operacionais e treinamento intensivo. Ele defendeu a necessidade de um prazo único para a entrada em vigor de todas as disposições do RGC, visando garantir um ambiente regulatório estável e transparente.

Freire considerou adequada a prorrogação do prazo de entrada em vigor do RGC, alinhando a decisão com precedentes do Conselho Diretor e boas práticas regulatórias recomendadas pela OCDE. Ele enfatizou que a Anatel seguiu as diretrizes da Estratégia Nacional de Melhoria Regulatória, promovendo uma regulação eficiente e previsível para o setor de telecomunicações.

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