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2011/08/29 Talentos garimpados na universidade

Algumas empresas optam por trazê-los diretamente das universidades ou de cursos técnicos

Na busca pelos talentos, algumas empresas optam por trazê-los diretamente das universidades ou de cursos técnicos. "Na realidade, o mercado de trabalho já contrata esse profissional no sexto ou sétimo semestre. Se ele é esforçado e está entrando no mercado de forma aplicada, juntando o conhecimento conceitual com o prático, vai ficar superbem preparado", reforça Mário Bastos, sócio da DBServer. Segundo ele, além do conhecimento da universidade, quando contratados, esses alunos conseguem aliar o conhecimento teórico e o prático. "A base adquirida na universidade é importante até para o profissional propor coisas novas. Ele precisa ter visão de conceitos para pegar casos em particular e propor uma abordagem nova", conclui Bastos.

A principal lacuna dos estudantes que saem dos cursos e universidades é a falta da percepção de negócio - como também mencionou Alexandre Mota, da Intraflow. Conforme o presidente da Assespro/RS, Reges Bronzatti, a situação reflete um sistema educacional universitário que, no seu íntimo, forma apenas bons colaboradores, mas não empreendedores. "É uma pena, pois precisamos também de uma nova geração de líderes e empresários para conduzirem os rumos do Brasil nos próximos 20, 30, 50 anos", analisa. Ele ainda afirma que a situação acontece porque o jovem brasileiro não está sendo estimulado a cursar carreiras de tecnologia, procurando cursos considerados mais fáceis, como Administração e Direito, por exemplo. "Eles ainda escolhem seus cursos de graduação para obterem diplomas e não pelo número de oportunidades que terão no futuro", explica.

Para Sérgio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), a falta de profissionais decorre de uma desconexão geográfica entre as regiões produtoras de talentos e as onde estão localizadas as empresas. "Existem locais que têm faculdades formando mão de obra, mas não têm empresas lá. E em outras falta mão de obra. É preciso equacionar essa relação por meio de políticas públicas para o setor de TI.

Correio do Povo
28 de agosto

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