julho 29, 2024

Os Desafios da Cibersegurança no Brasil: Uma Visão da Federação Assespro

A cibersegurança emergiu como um dos temas mais críticos para a economia global, e o Brasil não é uma exceção. À medida que a transformação digital avança, as ameaças cibernéticas se tornam mais sofisticadas e frequentes, desafiando empresas, governos e indivíduos.

Por Christian Tadeu – Presidente da Federação Assespro

A Federação Assespro, entidade que representa as empresas de tecnologia da informação no Brasil, tem se debruçado sobre esse cenário para entender e enfrentar os desafios específicos do nosso país.

O Brasil tem visto um aumento significativo no número de ataques cibernéticos, com o ransomware e o phishing sendo as técnicas mais comuns utilizadas pelos criminosos. Segundo dados da Federação, em 2023, houve um aumento de 45% nos incidentes de segurança cibernética reportados por empresas brasileiras em comparação ao ano anterior. Este crescimento é atribuído à crescente digitalização dos negócios e ao aumento do trabalho remoto, que ampliaram a superfície de ataque para os criminosos cibernéticos.

Embora o Brasil tenha avançado com a promulgação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), ainda existem lacunas significativas na legislação específica para cibersegurança. A organização tem atuado junto ao governo e outras entidades para promover uma regulação mais robusta e específica que aborde as nuances do cibercrime e proteja adequadamente as empresas e os cidadãos brasileiros.

Outro desafio crítico é a falta de profissionais qualificados em cibersegurança. A demanda por especialistas na área supera em muito a oferta, criando um gargalo que compromete a capacidade das empresas de se protegerem adequadamente. A associação tem promovido iniciativas de capacitação e parcerias com instituições de ensino para tentar mitigar essa escassez, mas ainda há um longo caminho a percorrer.

A inovação é a chave para a evolução econômica, mas ela deve ser acompanhada de segurança robusta. A entidade defende que a cibersegurança deve ser um pilar central nas estratégias de inovação das empresas. Isso inclui desde a adoção de tecnologias emergentes como inteligência artificial e blockchain para melhorar a segurança, até a criação de uma cultura organizacional que priorize a proteção de dados e a privacidade.

A cibersegurança é um desafio global que requer cooperação internacional. A associação tem buscado parcerias com organizações de outros países para trocar conhecimentos, tecnologias e melhores práticas. Este intercâmbio é crucial para enfrentar ameaças que não conhecem fronteiras e para fortalecer a defesa cibernética do Brasil.

Como representante das empresas de TI no Brasil, a Federação desempenha um papel vital na defesa e promoção da cibersegurança. A entidade atua em diversas frentes, incluindo advocacy para melhores políticas públicas, promoção de capacitação profissional, incentivo à inovação segura e fomento à cooperação internacional.

A associação está comprometida em apoiar as empresas brasileiras na construção de um ambiente digital seguro e resiliente. Reconhecemos que a cibersegurança é um desafio complexo e em constante evolução, mas estamos determinados a enfrentar essa batalha com determinação e colaboração.

Os desafios da cibersegurança no Brasil são numerosos e complexos, mas com uma abordagem coordenada e colaborativa, é possível construir um ambiente digital mais seguro. A entidade continuará a liderar esforços para enfrentar essas ameaças e proteger os interesses das empresas de tecnologia e da sociedade como um todo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Federação em cibersegurança, visite nosso site www.assespro.org.br

Os Desafios da Cibersegurança no Brasil: Uma Visão da Federação Assespro

A cibersegurança emergiu como um dos temas mais críticos para a economia global, e o Brasil não é uma exceção. À medida que a transformação digital avança, as ameaças cibernéticas se tornam mais sofisticadas e frequentes, desafiando empresas, governos e indivíduos.

Por Christian Tadeu – Presidente da Federação Assespro

A Federação Assespro, entidade que representa as empresas de tecnologia da informação no Brasil, tem se debruçado sobre esse cenário para entender e enfrentar os desafios específicos do nosso país.

O Brasil tem visto um aumento significativo no número de ataques cibernéticos, com o ransomware e o phishing sendo as técnicas mais comuns utilizadas pelos criminosos. Segundo dados da Federação, em 2023, houve um aumento de 45% nos incidentes de segurança cibernética reportados por empresas brasileiras em comparação ao ano anterior. Este crescimento é atribuído à crescente digitalização dos negócios e ao aumento do trabalho remoto, que ampliaram a superfície de ataque para os criminosos cibernéticos.

Embora o Brasil tenha avançado com a promulgação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), ainda existem lacunas significativas na legislação específica para cibersegurança. A organização tem atuado junto ao governo e outras entidades para promover uma regulação mais robusta e específica que aborde as nuances do cibercrime e proteja adequadamente as empresas e os cidadãos brasileiros.

Outro desafio crítico é a falta de profissionais qualificados em cibersegurança. A demanda por especialistas na área supera em muito a oferta, criando um gargalo que compromete a capacidade das empresas de se protegerem adequadamente. A associação tem promovido iniciativas de capacitação e parcerias com instituições de ensino para tentar mitigar essa escassez, mas ainda há um longo caminho a percorrer.

A inovação é a chave para a evolução econômica, mas ela deve ser acompanhada de segurança robusta. A entidade defende que a cibersegurança deve ser um pilar central nas estratégias de inovação das empresas. Isso inclui desde a adoção de tecnologias emergentes como inteligência artificial e blockchain para melhorar a segurança, até a criação de uma cultura organizacional que priorize a proteção de dados e a privacidade.

A cibersegurança é um desafio global que requer cooperação internacional. A associação tem buscado parcerias com organizações de outros países para trocar conhecimentos, tecnologias e melhores práticas. Este intercâmbio é crucial para enfrentar ameaças que não conhecem fronteiras e para fortalecer a defesa cibernética do Brasil.

Como representante das empresas de TI no Brasil, a Federação desempenha um papel vital na defesa e promoção da cibersegurança. A entidade atua em diversas frentes, incluindo advocacy para melhores políticas públicas, promoção de capacitação profissional, incentivo à inovação segura e fomento à cooperação internacional.

A associação está comprometida em apoiar as empresas brasileiras na construção de um ambiente digital seguro e resiliente. Reconhecemos que a cibersegurança é um desafio complexo e em constante evolução, mas estamos determinados a enfrentar essa batalha com determinação e colaboração.

Os desafios da cibersegurança no Brasil são numerosos e complexos, mas com uma abordagem coordenada e colaborativa, é possível construir um ambiente digital mais seguro. A entidade continuará a liderar esforços para enfrentar essas ameaças e proteger os interesses das empresas de tecnologia e da sociedade como um todo.

Para mais informações sobre as iniciativas da Federação em cibersegurança, visite nosso site www.assespro.org.br

Pescadores Artesanais Utilizam Tecnologia para Proteger a Baía de Guanabara

Pescadores artesanais decidiram usar a tecnologia como aliada na proteção e preservação da Baía da Guanabara, fonte de sustento para mais de 12 mil famílias. Desenvolvido pela 350.org a pedido da Associação dos Homens e Mulheres do Mar da Baía de Guanabara (Rede Ahomar), o aplicativo “De Olho na Guanabara” é uma ferramenta que permite mapear locais onde ocorrem irregularidades ambientais na baía, provenientes da indústria de petróleo e gás. Apenas 48 horas após o lançamento do aplicativo, mais de cem pontos já tinham sido mapeados.

G20 Brasil debate Inteligência Artificial e Transição Justa no mundo do trabalho

Paralelo a Reunião Ministerial sobre o Emprego do G20 Brasil, na quinta-feira (25), foi a vez do grupo B20 Brasil em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Organização Internacional de Empregadores (OIE), e a Deloitte, realizarem o Workshop “Potencial Transformativo da IA e uma Transição Justa”. As transformações do mundo do trabalho causadas pela Inteligência Artificial e a Transição Energética devem ser justas para todos, evitando causar mais exclusão social. Isso foi consenso nas reuniões paralelas do grupo dos sindicalistas e dos empresários. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, destacou os bons números do emprego formal no país, ressaltando que até maio de 2024, foram gerados mais de 1 milhão de empregos formais no país. Sendo a indústria, no mesmo período, responsável por 209.575 novos postos. O que, segundo o ministro, é bom, pois isso faz crescer a massa salarial.

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